Fils reclama da quadra mais rápida do circuito após queda em Paris

Close de uma raquete e uma bola de tênis amarela

A quadra do Masters 1000 de Paris virou assunto depois da queda de Arthur Fils. O francês foi superado por Taylor Fritz nas oitavas de final, por uma diferença de duas quebras de serviço, e não escondeu o incômodo com as condições de jogo. Para ele, a superfície estava rápida demais.

O que disse o francês

Em suas declarações, Fils afirmou que a quadra estava muito difícil de jogar por causa da velocidade e que não se sentiu confortável em momento algum — embora tenha creditado parte disso ao próprio Fritz. Ele contou que, por se tratar de uma quadra coberta, imaginava que teria alguma chance em determinado momento. Além disso, reconheceu que foi defensivo demais em certos pontos e ponderou que os jogadores não estão acostumados a superfícies tão rápidas.

Os números dão base à reclamação

A percepção do francês tem respaldo nos dados. O índice que mede a velocidade da quadra (Court Pace Index) chegou a 49,9 na quinta-feira, enquanto a média dos torneios do circuito costuma ficar entre 20,0 e 35,0. Ou seja, a pista de Paris está bem acima do normal, o que favorece o saque e encurta os pontos.

Fils não foi o único a demonstrar irritação na semana. Outras reações marcaram o torneio, como a de Daniil Medvedev, que quebrou a raquete após ser eliminado. No fim, a velocidade da quadra se tornou um dos temas centrais de Bercy.

Resumindo

Eliminado por Fritz, Fils reclamou da velocidade da quadra de Paris, que registrou índice de 49,9 — bem acima da média do circuito. A superfície rápida virou um dos assuntos da semana em Bercy.

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Paulo Alexandre

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