Lições ao circuito
Por José Nilton Dalcim
4 de abril de 2017 às 12:10

Dias atrás, o Telegraph soltou uma interessante reportagem sobre o problema cada vez mais alarmante das contusões no tênis profissional, que tem afetado diretamente os jogadores de ponta. As conclusões nos fazem pensar.

“Não há tempo suficiente para reabilitação entre as rodadas devido à intensidade com que se joga hoje em dia”, afirma o cirurgião Richard Berger. “Os tenistas teriam de ser super-humanos para aguentar isso”.

O especialista em medicina esportiva Michael Davison avalia que a atual forma de se fazer a pré-temporada está totalmente errada. “O tempo é curto e a intensidade é muito forte, o que deixa o jogador muito vulnerável a contusões nos três primeiros meses do ano”. O exemplo é claro: Andy Murray fez 87 partidas em 2016, parou no dia 20 de novembro e já estava novamente competindo no dia 30 de dezembro. A pré-temporada de seis semanas foi incrivelmente intensa.

O dr. Berger enfatiza: uma vez sofrida uma lesão, a possibilidade de ela ressurgir cresceu nos últimos anos principalmente porque não se dá o tempo necessário para a recuperação total. Todos convivem com a dor e isso, na sua opinião, reflete diretamente na parte emocional: “A confiança cai, porque fica o temor de um agravamento da lesão”.

Davison assinala que o tendão tem sido uma preocupação extra no tênis, porque é difícil protegê-lo diante do esforço repetitivo, mesmo que se tome todas as medidas preventivas. E alerta: a temporada de saibro, curta e exigente, só piora as coisas. “Não ficarei surpreso se acontecerem muitos abandonos”.

Tudo isso nos remete ao que aconteceu com Roger Federer. Após o problema no joelho e nas costas no primeiro semestre de 2016, ele decidiu se afastar por seis meses das quadras e prometeu só voltar quando estivesse totalmente recuperado e em forma. Vimos no que deu. O retorno de um tênis exuberante, bem treinado, vigoroso. Aliás, algo semelhante aconteceu também com Murray. Ele parou após o Australian Open devido ao nascimento do filho e passou dois meses se preparando. Aí fez sua melhor temporada de saibro e um segundo semestre espetacular.

O recado final de Davison sobre a dificuldade do saibro novamente se alinha com a postura de Federer. Ele já decidiu tirar longa folga e fazer outra curta pré-temporada de treinamento antes de Roland Garros, tentando minimizar ao máximo a troca de piso e focando estar totalmente sadio para a grama.

Federer está dando novas lições ao circuito.

Quem levou o desafio
Quatro internautas cravaram o placar correto e o tempo exato da final de Miami no desafio do Blog. A Editora Évora, sempre prestativa, decidiu premiar todos os quatro com a biografia de Roger Federer.

Assim, Émerson Salgado, Matheus Coradin, José Renato Gerardi e André Neves Alves devem me enviar aqui ou no email joni@tenisbrasil.com.br os dados completos para envio do prêmio pelo correio.

Parabéns a todos e um agradecimento mais que especial a Henrique Farinha e à Editora Évora.


Comentários
  1. Sérgio Ribeiro

    A meu ver, nas condições totalmente favoráveis de Quito , os Duplstas fizeram aquilo que os de Simples jamais conseguem, atropelaram os Equarorianos. Até o nosso glorioso Marcus Badhdats perdeu depois de 36 partidas INVICTAS na Davis ( o recorde de Borg eram 33 ) , mostrando como e’ o espírito. Mas retornando a 2015 em que o Suíço venceu 6 Torneios ( com direito a Cincy, Final de Wimbledon e de Basel vencida em cima de Nadal ) , pergunto ao meu Caro Dalcim. O ” Teimoso” Suíço perdia para o Espanhol por não recuar da base centímetros ( como queriam os ” Compadres ” ), e usava demais seus Venenosos Slices, ou a agressividade proposta por Edberg ( jogando dentro da quadra), somados aos ajustes em seu Back feitos por Ljubicic, e’ que deram toda essa melhoria em seu jogo ? Abs!

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  2. Márcio Souza

    Um dos assuntos mais debatidos aqui e em conversas sobre tênis atualmente é quem de fato é o melhor entre os 3 espetaculares tenistas Federer, Nadal e Djokovic.

    Ja falamos aqui principalmente um bilhão de vezes sobre isso, mas o que fica no geral é que apesar de Federer ser mais completo e com “jogo” mais técnico, os outros dois, Nadal e Djokovic souberam a meu ver se impor mais contra seus adversários.

    Exemplo: Nadal que ja era tetra em RG no saibro se dedicou a vencer também na grama de Wimbledon e o fez em 2008 em cima do Rei da Grama naquele nomento (ja o Federer não conseguiu bater o Nadal em RG e teve 4 oportunidades pra isso).
    Djokovic sabendo o nivel que Federer e Nadal tinham no circuito, dedicou se a tentar bater os dois e conseguiu, venceu tanto Nadal no saibro de RG, quanto Federer em Wimbledon.

    Tudo isso combinado a uma série de fatores e argumentos que todos ja estamos carecas de saber, ainda tentamos achar explicações porque Federer demorou tanto a encontrar respostas para bater o Nadal e também por ter perdido duas finais seguidas para Djokovic na grama, aonde o sérvio sequer jogava torneios na grama de preparação.

    É claro que o físico de Nadal não é mais o mesmo e Djokovic passa por problemas tanto extra quadra quanto na quadra, e que Federer teve mononucleose, dores nas costas, cirurgia no joelho e tudo mais, mas o que ainda deixa ressalvas e abre a discussão é de que os rivais do Federer e também podemos incluir Murray nessa porque o britânico venceu o suiço nas Olimpíadas de 2012 e aquilo ninguém esperava (semanas antes Federer havia vencido o britânico sem dificuldades em Wimbledon no mesmo palco da final Olímpica).

    Federer é pra mim, na minha opinião pessoal, o melhor tenista que ja vi jogar (tenho 38 anos e acompanho tenis a uns 22, ali por volta de 1995, lembro que torci muito pelo Meligeni na Olimpíada de Atlanta em 1996, mas ainda não entendia todas as regras e fundamentos).
    E não é a toa que sou fã declarado do GOAT, porque pra mim ele é o melhor e maior, mas como disse essa é minha opinião e cada um tem a sua.

    Porém como eu ja havia dito aqui uma outra vez, de que essas discussões em torno de quem é de fato o melhor ENTRE OS TRÊS (sem citar ninguém de outra época como Laver, Becker, Connors e muitos outros que eu só vi pelo YouTube), existem 3 derrotas do Federer que pra mim caso ele tivesse ganho, hoje com certeza não existiram dúvidas NENHUMA de que de fato ele é o MAIOR E MELHOR.

    Cito elas:
    . Final Wimbledon 2008 (manteria a hegemonia sobre Nadal na grama)
    . Final Wimbledon 2015 (mesmo no melhor ano do Djokovic no circuito, mostraria a todos que na grama só há um REI de fato e hoje ele teria assim 9 conquistas na grama, caso tivesse ganho também em 2008)
    .Final Olimpica 2012 (seria a cereja do bolo, fechando assim todas as conquistas possíveis de melhor tenista individual, fecharia depois em 2014 é claro a Davis, porém não se ganha a Davis sozinho).

    É claro que existem outras derrotas acachapantes como o AO 2009, US Open 2009 e RG 2011 (onde Federer jogou muito na semifinal contra o Djokovic e o maioria acreditava que havia chegado a hora de vencer o espanhol no saibro de Paris, mas a história todos nós conhecemos)…porém eu acredito que as 03 derrotas ocorridas, caso o Craque tivesse vencido, hoje 90% das baboseiras e VERDADES que temos ouvidos sobre ele não ser o melhor, não teriam nenhum sentido.

    Independente disso, ele pra mim é o melhor, e o que é ainda melhor é que aparentemente ele tem mais LENHA pra queimar do que Nadal e Djokovic ainda nos próximos meses e que com certeza o H2H entre eles ainda vai ser modificado em favor do Craque, em relação ao Djokovic é só mais uma vitoria que ja empatamos, então não me preocupo com isso, mas em relação ao Nadal que a diferença ainda é de 9, espero que até o final da carreira de um deles eles possam se enfrentar mais umas 10 vezes pelo menos, para que esse número seja pelo menos diminuído e bem.

    Nesses dois meses de descanso e treino do GOAT, bora acompanhar e secar o espanhol e o sérvio kkkkkk

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    1. Márcio Souza

      Correção: eu apaguei sem querer o final frase que falava da final Olimpica que Federer perdeu para Murray e que ficou sem sentido.

      O que queria dizer é que a ressalva que fica entre os rivais de Federer como o Nadal, Djokovic e até o Murray (somente pelas Olimpíadas) é de que os seus rivais conseguiram bate lo e vence lo na hora do “PEGA PRA CAPAR” ou na hora da “ONÇA BEBER ÁGUA”, ou seja nos momentos de confrontos históricos como citei, os rivais conseguiram vence lo, e isso abre margem pra uma série de discussões sobre se de fato ele é o MAIOR E MELHOR mesmo.

      Mas pra mim (e pra 95% do Universo ele de fato é o MAIOR E MELHOR).

      Abs.

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      1. José Eduardo Pessanha

        Com relação às Olimpíadas de 2012, Federer perdeu para Murray em virtude do extremo desgaste oriundo da semifinal contra o Delpo, que durou 4 h e 26 m. Abs.

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  3. Fernando Brack

    Neste vídeo – https://www.youtube.com/watch?v=q63Jiah847o – podemos ver o quanto o Nadal de hoje
    é menos rápido e seus golpes, especialmente o ganchão, menos contundentes do que no passado.
    No fim das contas, acho que não foi Federer que achou o jeito de bater seu algoz, mas sim Nadal que
    deixou de ser o monstro ágil e vigoroso que foi. A vantagem do suíço foi ter caído menos e, sob alguns
    aspectos, ter até melhorado, como na questão tática, que ele nunca privilegiou nos bons tempos.

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    1. Fernando Brack

      Agora, a final de WB’08 mostra bem o quanto Federer usava e abusava do slice. No seu estilo atual,
      ele teria batido muito mais o backhand e aquela história poderia ser outra.

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          1. Rodrigo S. Cruz

            Tá louco.

            Esse cara não tem a menor condição de escrever aqui ou em lugar nenhum.

            Ele não pontua nada.

            Precisa voltar pra escola, e urgente…

        1. Sérgio Ribeiro

          Tá’ famoso em meu Caro, MC? Em todos os Sites e Blogs ao mesmo tempo. Sem falar na Turminha do Face. Mas e’ sério a tua aposta que o Suíço se aposenta após Wimbledon ? Ou o parceiro pretende reabrir a Farmácia com o nosso amigo L F ? RsrsrsrsAbs!

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          1. Mario Cesar Rodrigues

            Eu abri Farmácia rapaz vc está por fora.já tenho o que me sustenta para que procurar chifre na cabeça de cavalo.cara na boa vc acha que conhece de Tênis só suas colocações é que estão certas é o seu mal e de muitos aqui sim eu acho que Federer encerra a carreira em WB é um direito meu!outra coisa um abraço

    2. Eduardo

      Estou de acordo contigo. Estive comparando os jogos de antes e de agora, a diferença eh abissal. Antes o Nadal simplesmente chegava em qualquer bola, podia ser lá na placa junto com a arquibancada . E dessa posição ele dava uma passada na paralela que pingava lá perto dá linha de fundo. Enfim, acho que há muito mais mudança do nadal, para pior que do Federer. Hoje , basta que o Federer tenha o mínimo de paciência, que os seus ataques tem efeito e logo uma bola não voltará mais.

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    3. Abelha

      Fernando,

      Sou Federer de carteirinha e torço contra o Nadal, contudo não acho que seja isso… Não nessa intensidade…

      Se o vídeo mostrasse apenas os melhores pontos do Federer no AO2009 e somente os hotshots do Nadal em 2017 ficaríamos com a impressão inversa. Até música o autor do vídeo usou para influenciar: som ambiente em 2009 e musiquinha eletrônica em 2017.

      O vídeo abaixo com os 5 hotshots do AO2017 traz dois do Nadal. O segundo mostra que ele continua pegando bolas impossíveis:

      https://youtu.be/9978Uga5HrM

      Uma grande diferença para mim é realmente a esquerda reta de devolução do Federer, que impede o Nadal de usar o forehand no saque + 1, o que sempre foi o ganha pão dele. Isso, somado à tática de não recuar e uma esquerda ainda melhor (sempre foi boa) explica bem a reviravolta. Também acho que o Nadal caiu desde 2009, porém bem menos do que se alardeia. Não fosse o Federer o cara poderia ter ganho AO, Cincinnati e Miami. E estaria com a mesma moral do Federer.

      Enfim, nada como a natureza humana: quando se ganha a gente tende a ressaltar as qualidades, e quando se perde procuramos os defeitos. Isso porque o Nadal está em segundo na corrida… Segundo melhor DO MUNDO este ano.

      abs

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      1. Rafael Wuthrich

        Acho que as duas melhores partidas de Federer contra o Nadal antes dessa mudança de raquete e de postura tática foram no Finals – os de 2010 (em que o espanhol ficou mais perto do título) e o de 2011 (em que levou a maior surra que Federer já lhe aplicou). Em ambas, Federer optou, favorecido pelo piso mais rápido à época, por pegar também na subida e apostar no backhand angulado flat, ou seta, reto e sem muito spin. A diferença para hoje é que, se em ambos teve um dia iluminado, teve um jogo duríssimo em 2010, e em 2011 contou com um Nadal perdido em quadra. Mas nos dois jogos ele ainda usou muito slice.

        Até o Alexandre Cossenza, defensor-mor de Nadal há anos, reconheceu que o suíço devolver “flat”, avançando para a quadra, fez toda a diferença do ponto de vista tático. E olhem que ele segue a linha do que o Brack falou, ou seja, que Nadal está mais lento e não faria tanta diferença o novo backhand.

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    4. Paulo F.

      É um conjunto de fatores né?
      Tanto os golpes horrorosos de Nadal (no sentido plástico) não fazem mais o efeito de antes e o Carranca também já não consegue correr e buscar no modo extraterrestre de antes.
      Assim como Federer ter deixado de ser teimoso e ter revisto o seu backhand – parando com o excesso de slices e antecipando a subida da bola, um passo à frente, para bater nela com gosto.

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  4. Anderson Castro

    Brasil classificado. Na sua opinião, qual é o adversário “mais fácil” para os brasileiros, Dalcim?
    Se Federer e Stan não jogarem, acredito que seja a Suíça.

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  5. Sergio Landiosi

    Dalcim, gostaria de saber sua opinião sobre este assunto abordado pelo colega Bruno Macedo, comparando o desgaste entre o futebol e o tênis. Segundo a opinião dele, no futebol o desgaste é extremamente maior do que no tênis e não há nada de excepcional no nível que o Federer está jogando atualmente (isso quase aos 36 anos!). Eu discordo totalmente, acho um assombro o nível físico que o Federer (e outros) tem mostrado depois dos 30 anos. Sempre achei que jogador de futebol ganha extremamente bem, jogando ou não jogando, muitas vezes escalado em campo porém se “escondendo” do jogo, plantado atrás da marcação. Outra coisa, jogando 15 ou os 90 minutos, sendo titular ou reserva, o “dele” está garantido no final do mês. Um outro colega postou um link pra uma matéria fazendo um comparativo do desgaste entre as modalidades mas achei a matéria bem tendenciosa, pois se atém basicamente a distância percorrida e o desgaste da musculatura das pernas (que nesse aspecto é muito maior no futebol, claro). E quanto ao desgaste da musculatura dos braços, punhos, cotovelos, ombros e da lombar, que praticamente inexistem no futebol (não estou me referindo a lesões por quedas, obviamente) e abreviaram/abreviarão inúmeras carreiras no tênis? Enfim, são dúvidas que sempre tive e gostaria muito mesmo de saber sua opinião a respeito. Quem sabe até com uma matéria no blog sobre o assunto… kkkk

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    1. José Nilton Dalcim

      Futebol é muito mais aeróbico que o tênis, porque se corre mais, isso não há dúvida. Mas para começo de conversa no futebol você pode jogar uma vez por semana (comum na Europa). O tênis cinco dias em sete, se for campeão. Também é preciso avaliar a posição de cada atlata no futebol. Alguns vão correr mais, outros menos. Ninguém usa braço, exceto o goleiro, nem todos precisam saltar, agachar e por aí vai. A avaliação do desgaste muscular precisa considerar muitas coisas.

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    2. Jônatas

      Só complementando o Dalcim, futebol é aeróbico, ou seja, são exercícios de moderada a baixa intensidade e contínuo, a base da fonte de energia é o oxigênio. No tênis é totalmente diferente pois é anaeróbico, são exercícios de alta/altíssima intensidade, focados geralmente em algum grupo muscular. Enfim, por isso os jogadores de tênis ficam muito mais desgastados fisicamente que os de futebol. Quando vemos nas estatísticas que um tenista correu durante 1 partida 1km, 2km seria o equivalente a correr com máxima intensidade esse percurso e no futebol correm 7km, 9km, em no máximo 2 partidas por semana e com intensidade moderada a baixa. Mesmo usando os mesmos membros para correr e chutar, o que demanda mais energia e força, ainda assim não é a mesma coisa. Dependendo da posição, um jogador de tênis tem condição física para jogar futebol mas eu duvido muito do inverso.

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    3. Fernando Brack

      Além disso que o Dalcim falou, tem também a questão emocional, que é muito, muito, muuuito
      mais impactante no tênis, por ser individual, e isso tem lá suas conexões com o lado físico.

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  6. Luiz Fernando

    Manchete do Tenisbrasil: Bello leva susto. Trata-se simplesmente de um dos maiores eufemismos q já li, pois ele esteve a beira do desastre kkk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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      1. Fernando Brack

        Nem lembro quando foi a última vez que vi um jogo dele. Acho que foi na Olimpíada.
        Não vi nada dele na gira de saibro sul-americana.

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  7. Sônia

    Observando aqui Dalcim, que equipe numerosa a do Brasil. Precisa tudo isso? Nada contra, mas é necessário o irmão do Marcelo na equipe? Já não há um técnico? Quem paga tudo isso? Saberia informar quanto eles recebem? Beijos.

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    1. José Nilton Dalcim

      Daniel é o treinador da dupla, acho correto ele ir. Não há salário, apenas as despesas de transporte e alimentação são pagas pela CBT.

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  8. Sônia

    Xiiiiiiiiiiii, nessa parada por causa da chuva, devem ter trocado os cilindros. Bellucci respirou hélio, só pode. Sabotagem das grandes rsrsrs. Acorda Bellucci, vaaaaamos! Beijos.

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  9. Rafael Wüthrich

    Dalcim, vai ter post sobre a Davis e nossa (mais uma) empreitada no Equador? Aliás, cabe aqui uma dúvida quem sempre quis tirar: qual o confronto mais numeroso da Davis? Brasil e Equador com certeza deve estar entre os 10 mais…

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  10. Bruno Macedo

    Eu não consigo entender pq no tênis os jogadores são considerados velhos tão cedo. O Federer tem 35 anos e não 45. Não sei pq os jogadores no tenis se aposentam tão cedo. Eu não consigo enxergar no tenis um esporte de tanto desgaste físico assim, ainda mais nos jogos de melhor de 3. Vaaarias vezes durante a partida o cara da uma paradinha, bebe uma aguinha, controla a respiração etc. Hoje em dia tem jogador de futebol q joga em alto novel com 35 anos,o Ibrahimovic é um exemplo. E olha q futebol sim é um esporte de extremo esforço físico, 90 minutos correndo aquele campo enorme quantas vezes forem necessárias é bem tenso. Então me parece meio q um exagero achar q o Federer ta velho. Acho q um cara de 35 anos tem muita lenha pra queimar, se tem pra queimar no futebol, acho q no tenis tb tem. Posso estar muito enganado, mas sei la…é minha impressão.

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    1. Anderson

      Jogador de futebol corre em cada partida uns 10 km.

      http://www.tennisabstract.com/blog/2016/08/19/searching-for-meaning-in-distance-run-stats/ diz que uma partida de Slam tem em média uns 4 km por partida.

      Mas futebolista joga normalmente uma ou duas vezes por semana, enquanto um tenista joga de 3 a 5, dependendo do calendário e do desempenho (isso pra simplistas que não morrem na primeira rodada de todo torneio). Se adicionar à (in)equação o tipo de esforço, o tênis é muito pior já que no futebol 90% das lesões tem a ver com os ligamentos das pernas que fazem o jogador correr e chutar. No tênis, além dos mesmos do futebol, tem ombro, cotovelo, quadril, costas e outros envolvidos nos movimentos que são bem distintos do futebol. Não que o futebol não trabalhe outras partes do corpo, mas o tênis é obviamente mais completo e pesado nesse sentido. Além disso, assim como no tênis, não são 90 minutos de correria, os 20 jogadores de linha não correm atrás da bola ao mesmo tempo, sempre tem os momentos de colocar a mão na cintura ou ajeitar a meia, pode perguntar ao Roberto Carlos.

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      1. Bruno Louzada

        Fazendo uma correção ao Anderson, na parte que ele fala que cada jogador corre em media 4 km por jogo em slam. Na final do Australia tanto federer quanto nadal nao chegaram a nem 3 km de distancia percorrida.

        Responder
        1. João ando

          Athos so se vc jogar soZinho contra onze.no futebol .São 90 minutos e vc pode ser substituído. No tênis tem jogo de 180 minutos um contra um no caso de simples….realmente o colega que falou do Roberto Carlos ajeitando a meia e uma realidade. Tênis simples esporte individual .futebol e coletivo.10 contra 10.

          Responder
          1. Athos

            Eu achava o mesmo tinha a mesma dúvida este vídeo explica muito bem as diferenças , antes do vídeo pensava como vc , vale a pena conferir abc..

        2. Jônatas

          Joguei as duas modalidades e discordo. Aliás não dá para comparar nego que joga tênis só batendo e não correndo de um lado para o outro.

          Responder
      2. Bruno Macedo

        Anderson, Bruno Louzada, André, Sônia e José Eduardo, entendi o que vocês disseram, mas sugiro que assistam ao vídeo que o Athos colocou o link. Achei bem interessante e ta mais de acordo com o que eu pensava do que com o que vocês disseram, pelo o q eu entendi. Abraços a todos.

        Responder
        1. Anderson

          Veja só, meu comentário inicial com o comparativo era voltado a mostrar que o tênis tem um potencial igual ou maior de lesões, mas temos que entender que os tipos de lesões são diferentes. Como tanto a matéria como eu mesmo falei, uma partida de futebol obviamente trará um desgaste maior que uma partida de tênis, mas as lesões serão decorrentes das corridas, das desacelerações e principalmente dos choques. Os tenistas geralmente se lesionam por repetições infindáveis de movimentos. Imagina o desgaste que um tenista passa toda semana executando milhares, dezenas de milhares de movimentos iguais? Mas claro que as lesões no tênis são de um nível diferente das lesões do futebol, que via de regra costumam acontecer menos vezes mas são mais graves (justamente pela intensidade). Então se pensarmos em desgaste como o número de vezes que que um jogador pode acabar a partida lesionado, óbvio que o futebol ganha. Quanto a isso, concordo com a matéria e não vejo contradição no que expliquei: o jogador de tênis se machuca tanto ou mais que no futebol, só que no futebol as lesões são mais… “incapacitantes”, digamos assim. Agora queria saber se nesta última olimpíada realmente um terço dos jogadores de futebol de todas as seleções participantes se lesionaram, e apenas 1 em cada 19 tenistas reclamaram de lesão, porque esse número está bastante estranho, e a metodologia pra determinar isso pode ser bastante complexa e levar a erros.

          Falei pra caramba e ainda poderia falar mais, mas não quero ser mais prolixo do que já fui, heheheh… Quero apenas explicar ainda que, apesar de tudo, não acredito que desgaste físico seja O Fator determinante prum jogador de tênis se aposentar. Coisas como (falta de) salário, passar o ano viajando, faltar o companheirismo de equipe que existe no futebol, etc. são tão ou mais importantes que mera incapacidade física. Mas aí é pura suposição de minha parte.

          Responder
      3. Jônatas

        Ajeitar a meia, simular uma contusão, parada técnica, etc. xD

        Jogador de futebol poderia jogar tranquilamente depois dos 40 anos. Talvez um meia-defensivo e um lateral nem tanto mas o resto joga.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Olha, antes de tudo adorei ver o Federer canhoto! Você viu??? Ele batendo como canhoto! hahahaha… Depois, acho que existe um engano, ao dizer que o tênis exige mais dos membros superiores. Se os membros inferiores não estiverem muito bem fortes e treinados, o profissional não chega na bola da forma adequada. Eu costumo dizer sempre que as pernas são o que diferencia um bom e um mau tenista.

          Responder
    2. José Eduardo Pessanha

      Bruno, o Federer não é só velho. Ele é muuuuiiiiito velho pro tênis. É a exceção da exceção da exceção. Ainda mais pro nível de disputa dele. Os outros jogadores da idade dele que continuam no circuito jogaram muito menos jogos do que ele e nunca foram submetidos à grande pressão. E todos estão caindo pelas tabelas. Ex: Karlovic, Lopes, Roberto, Haas.

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Corretor atrapalhando. Leia-se López e Robredo. Com relação ao Agassi, que teve uma longevidade parecida com a do Craque, ele praticamente saia carregado dos estádios e ginásios, mal conseguindo andar, conforme relatado na sua excepcional biografia. Acho que Federer não passa por isso, mas vai saber. Abs.

        Responder
          1. Bruno Macedo

            Pessanha, veja o video que o Athos postou (ele postou um link, na verdade).
            E na resposta que dei ao Rodrigues acho q consegui ser mais claro na minha comparação. Daí se explica um pouco da diferença entre Agassi e Federer. As coisas mudaram, a ciência evoluiu, o esporte também. Hoje em dia 35 anos não é mais como antigamente.

            Obs.: gosto desse blog pq aqui falamos sobre nossas duvidas e tem sempre alguem disposto a falar sobre isso tb. Me sinto sozinho no mundo do tenis, pq so conheço gente q gosta de futebol, natação ou basquete. Aqui é um refugio dos q gostam de tênis.

            Abraços a todos.

      2. João ando

        Federer não está velho e jovem ainda .qdo ele chegar aos 40 podemos falar isso. Jimmy connors jogou até os 39 anos de idade chegando a semifinal do usopen perdendo para o então jovem Richard krajicek

        Responder
        1. José Eduardo Pessanha

          Ali ele se aproveitou de toda uma atmosfera favorável, jogando em casa contra alguém que conhecia intimamente. O último GS ganho por Connors foi em 1983, com 31 anos. Eu tenho quase certeza que Djokovic e Murray não chegarão aos 35 anos jogando profissionalmente. Nadal talvez chegue a 32, embora eu ache que ele irá parar nesse ano. Abs.

          Responder
          1. João ando

            São jogadores diferentes Roger o talento e natural então joga profissionalmente se ele quiser. Nadal se tornou a base de treino e talvez alguma substância especial….djoko e Murray realmente não chegam aos 35 jogando profissionalmente

    3. Rodrigues

      Bruno

      Vou tentar explicar em poucas palavras…
      Joguei torneio amador por muitos anos. No começo, não havia divisão de idades dentro das classes (primeira, segunda , terceira..até principiante). dessa maneira, era comum um jogador de 45, 50 anos, enfrentar um de 30, 35, por aí. Era derrota na certa do mais velho!
      Por um só motivo…Por ser um jogo individual, a diferença de idade pesa muito! No futebol , um jogador como o Zé Carlos, lateral do palmeiras, apesar de demonstrar um excelente preparo físico, tem outros 10 atletas para o ajudar.
      Por esse motivo, as federações , hoje em dia, dividiram as classes dentro da idade.
      Um abraço.

      Responder
      1. Bruno Macedo

        Mesmo que no futebol existam outro jogadores ao redor do jogador mais velho, eu estava considerando o desenvolvimento individual do cara. Do tipo: o Ibrahimovic, só em fazer a parte dele no esquema tático, gasta muito mais energia e musculos do que o Federer e mesmo assim consegue jogar de igual p igual com outro jogadores tops, afinal ele joga no manchester united. O que quis dizer é q hoje em dia com tantas mudanças cientificas nos esportes, um cara de 35 não é mais tão velho assim, não como era ha 20 ou 30 anos, pq se no futebol q exige muito mais um cara consegue render absurdos a ponto de jogar no manchester united, pq não renderia no tenis. O “milagre” do Federer é mais a força de vontade de continuar jogando do que propriamente um “milagre” fisico, pq atualmente 35 anos não é mais tanta coisa assim. O Athos colocou um link bem interessante sobre isso em uma resposta ao meu comentário. Mas entendo sua colocação e faz todo sentido. Mas isso é só achismo meu mesmo.

        Responder
      2. João ando

        Jorge Paulo lehman jogou no Rio de Janeiro até os 50 anos e poucos jovens de 20/24 anos ganhavam dele.uns até vindo dos EUA jogandonas s Universidades americanas

        Responder
    4. Marcos RJ

      Me desculpa, mas não tem como comparar banana com laranja. No futebol se joga na grama enquanto no tennis se joga na quarta dura na grande maioria do tempo. No tênis tb se joga a grande parte do tempo indo de um lado para o outro, é como pisar fundo no acelerador e depois no freio o tempo todo fritando os pneus e todo esse esforço de aceleração e parada consome joelho e quadris, e ainda tem o movimento de abaixar e levantar para bater com top-spin. Pergunta para o Guga, que trocou o quadril antes dos 40 anos!!!! Quem já pegou na raquete alguma vez na vida sabe bem disso.

      Responder
  11. Mateus Nagime

    Oi Dalcim, o que eu não entendo é como os jogadores mais antigos conseguiam disputar tantos jogos por ano, bem mais do que os atuais (as vezes mais de 100 jogos numa temporada). Tanto que alguns recordes de títulos, vitórias do Villas, Connor, etc parecem imbatíveis.

    O jogo antigamente era menos desgastante fisicamente e permitia isso? E/ou existia uma concentração maior entre os torneios de ponta na europa ocidental e América do norte? Lembrando que a diferença de pisos era muito maior na época… Abraços!

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, de certa forma o tênis era menos desgastante em termos de exigência física. Vilas também marcou várias temporadas com 100 jogos e mais recentemente o Kafelnikov fez o mesmo. No ano passado, Murray beirou os 90. É muita coisa no circuito atual em que se precisa bater dezenas de vezes na bola para ganhar um ponto. E sim, o calendário dos anos 70 e 80 era mais extenso e havia muito torneio nos EUA.

      Responder
    2. Fernando Brack

      É sempre bom lembrar que uma das coisas que mais evoluiram no tênis foram as raquetes e
      as cordas. Hoje as raquetes são leves, manuseáveis e ainda assim capazes de golpear a bola
      com muito efeito e velocidade. Bolas andando mais fazem com que os jogadores tenham que
      correr mais atrás dela. O esporte ficou mais exigente, sem dúvida, mas, em contrapartida, os
      recursos de preparação e recuperação física também se aprimoraram.

      Responder
    1. Fernando Brack

      Mas tá pianinho, pianinho comparado a seu astral normal. Também pudera, com essa fase
      sorumbática do Djoko, não tá dando pra ele se achar muito não. Rsrs!!

      Responder
      1. FRANCISCO

        O que fala e escrevem por aí, é que esse cara aí falou CONVICTAMENTE, que Novak bateria todos, ABSOLUTAMENTE todos os recordes de Roger, e o que está acontecendo?

        Novak, se não me engano já vai fazer trinta anos e seu jogo exige muito, mais muito do físico…..

        Falando em torcedores do sérvio, d’onde está Robson o fazendeiro? E a coroa das “maravilhas”?

        #18

        SEGUE O LÍDER.

        Responder
        1. Chetnik

          Você eu nem constumo responder – aliás, nem leio o que você escreve, mas como eu fui citado nesse post, acabei lendo sua resposta-, mas nesse caso não tem como. LARGA MÃO DE SER MENTIROSO, RAPAZ. Nunca escrevi isso aqui. Toma vergonha na cara.

          Responder
      2. Chetnik

        Quanta besteira. A diferença é que eu, diferente de vocês, não fico choramingando todo post pra justificar a má fase do Djokovic e tirar os méritos do Federer, como vocês faziam quando o Djokovic ganhava tudo.

        Minha vida não se baseia nas conquistas do Djokovic – que são dele, não minhas.

        Responder
      3. Chetnik

        Pois é né, Brack, ao invés de me comportar como moleque e ficar acusando o Federer de estar se dopando, ficar de mimimi de circuito fraco, etc, eu prefiro reconhecer os méritos do Federer.

        Que bom seria se os teus coleguinhas também ficassem “pianinho” quando os outros estão por cima, ao invés de apelar para essas barbaridades. Mas eu entendo, nem todo mundo tem dignidade.

        Responder
  12. José Eduardo Pessanha

    Boa noite. Em relação à aparência do Federer, acho normal. Não está envelhecida. Agora, quem tem cara de bem mais velho é o Querrey. 28/29 anos com cara de 45. rs. Voltando ao Federer, ainda bem que ele “só” tem 18 GS. Talvez esse seja o motivo dele estar jogando profissionalmente até hoje. A impressão que dá é que ele é 10 vezes mais raçudo hoje do que em outros tempos. Adicionalmente, ele tem, hoje, mais alternativas de jogo do que o de 10 anos atrás, está mais focado, mais experiente, bem mais aprumado taticamente e se divertindo mais em quadra. Entretanto, mesmo com todo esse conjunto, acredito que seria derrotado sem grandes problemas por sua versão mais jovem. Que o velhinho nunca abandone o tênis. Abs.

    Responder
    1. Fernando Brack

      Dificilmente comento sobre atributos físicos de homens, mas, sobre o Federer, vocês já
      repararam no nariz dele? Uma napa desengonçada, absolutamente pavorosa de feia.

      Responder
  13. Nando

    Dalcim, pegando uma onda nesse futuro filme sobre o jogo entre Big Mac x IceBorg de 1980….se resolverem fazer um filme sobre o Jonas Bjorkman, será q vão te chamar pra interpretá-lo no filme? Rsrs

    Responder
      1. Marquinhos

        KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Desculpe Dalcim, mas lembra mesmo! rs Minha irmã acha que eu pareço o Feliciano Lopez, acredita? rs

        Responder
          1. Mário Fagundes

            rsrsrs Já que a prosa é essa… Embora não goste da comparação, minha esposa diz que pareço o Nadal. rsrsrs

    1. Leonardo lima

      espetacular Felipe, alguem mesmo tinha que parar o Djokovic e fazer ele assistir esse video, quem sabe ele não desceria do salto da arrogancia.
      E pra fazer o Djoko refletir principalmente sobre o começo do video , sobre bater na raquete, quebrar a raquete, como o Federer fala , ele precisava mudar ( “estava embaraçoso pra mim e pra as milhares de pessoas que me assistiam” ) , isso vale pro Djoko e pro Murray , bater na raquete, quebrar raquete, dar chilique quando o adversario vai bem, não é postura de líderes do ranking, é vergonhoso, embarasoço, isso tambem deve explicar a tamanha idolatria de Federer e Nadal em detrimento ao Murray e Djokovic.
      O tênis é um esporte diferente de todos os outros, nao basta apenas ganhar para obter fans, é um esporte que prima pelo cavalheirismo, cordialidade, bom comportamento. Que esses dois não tem .

      Responder
  14. Luis

    Dalcim fugindo do assunto rs,voce acha que o Federer tem chance de bater esse recorde de maior ganhador titulos do tenis com mais de 100 titulos ? Nao lembro quanto tem Connors 120 mais ou menos rs,o suico tem 91 no momento,sobre o tema como vc disse no texto o proprio Federer com a parada voltou voando,outros tenistas voltaram melhor depois de uma recuperacao,Go Federer lindinho kkkk

    Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Sä mais 18 títulos, é muita coisa, sobretudo se considerarmos que não há tantos torneios assim e ele opta sempre (ainda bem) pleos grandes eventos. Os de Lendl (94) me parecem questão de tempo. Mas e o de vitórias, meu bom Dalcim?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Tão difícil quanto, Wuthrich. Jogando poucos torneios, você não soma tantas vitórias. Assim, ele precisaria de dois grandes anos para tentar chegar lá.

          Responder
          1. Nando

            Se o Rei jogar até 2019, dá pra alcançar o recorde de vitórias desde q continue jogando no nível q está agora.
            O de títulos é difícil, mas como diz aquela célebre frase: “NUNCA DUVIDE DE ROGER FEDERER.”

  15. Leonardo Cabral

    Dalcim,se o numero 300 do ranking,que hoje é o Alexander Sarkissian,fosse campeao de RG,daria um enorme salto no ranking.Ele seria cabeça de chave em Wimbledon?Se vale o ranking de 42 dias antes do inicio do torneio,entre o termino de RG e inicio de Wimbledon,nao da 42 dias.Correto?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O prazo de 42 vale para inscrição. A lista que define os cabeças de chave é o da segunda-feira antes do sorteio da chave, portanto logo depois dos 500 de Halle e Queens.

      Responder
  16. Luiz Fernando

    Dalcim, não sei exatamente qual será a composição da equipe espanhola contra a Sérvia, mas mesmo na quadra dura indoor vejo boas chances de C. Busta e B. Agut incomodarem muito, pelo observado até agora. Serão eles q jogarão simples?

    Responder
  17. Luiz Fernando

    Passada essa fase inicial de quadras rápidas, gostaria de parabenizar os torcedores do Nadal e do Djoko, que em sua grande maioria souberam acima de tudo respeitar o grande momento de Federer, algo completamente diferente do comportamento de um amplo segmento das federetes quando do retorno do Nadal em 2013 e quando do domínio recente do Djoko, nos quais aos invés de se aceitar os resultados partiu-se p denegrir as conquistas de ambos, com aquelas balelas habituais. E quando me recordo que uma distinta srta por ocasião deste ultimo torneio postou algo do tipo q estava tudo acertado pela Nike para Nadal vencer Miami, vê-se que a aura de péssimos perdedores dos torcedores em questão reaparecerá assim q o suíço voltar a perder, algo natural no esporte. É só esperar p ver.

    Responder
    1. Chetnik

      Verdade. A diferença dos segmentos sempre foi evidente. Pra quem admira tanto a classe do seu ídolo, os torcedores do Federer – muitos deles – parecem só gostar de classe nos outros…

      E sobre esses comentários malucos…tem gente que é melhor ignorar rs.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Sei…

      Mas quando o Federer jejuava em títulos importantes, era o ” Aposentado” , ” Cansadão” e outras besteiras.

      Você deve achar que todos nós somos trouxas, né amigão?

      (rs).

      Responder
        1. Fernando Brack

          Teria melhorado em quê exatamente, caro Wuthrich? Ele só tá piano porque Nadal
          está meio em baixa desde 2014, apesar dos bons resultados recentes, que só não
          foram melhores por causa de um certo jogador aposentado e cansadão.

          Responder
        2. Márcio Souza

          Eu racho de rir quando vejo esses lunáticos do LF, Chetnik, Róbson e mais alguns “sem noção” tentarem vir aqui e expurgar os seus ódios e recalques porque o Federer agora esta vencendo.

          Quem é mais antigo aqui de Blog sabe o quanto essas figuras tripudiavam o Federer e os seus torcedores com adjetivos como “cansado”, “aposentado fujão” e “nunca mais vai ganhar um Slam” ….e agora lunáticos que o Federer vem ganhando e entubando o Nadal e o Djokovic esta mal das pernas vocês vem com essa de que estão ofendidos com as nossas postagens e comemorações?

          AH VÃO PLANTAR BATATAS!!!

          CHUPA QUE A CANA É DOCE CAMBADA DE FRUSTRADOS DE MEIA TIGELA!!!!

          Sabe qual a diferença entre nós torcedores do Federer e vocês “torcedores” do Nadal/Djokovic?
          É que não torcemos e admiramos nosso tenista favorito na VITÓRIA OU NA DERROTA, e vocês só quando os tenistas de vocês estão ganhando…quando começam a perder que nem os ultimos tempos vocês ficam amargurados, ofendidos e se sentem vítimas dos nossos comentários e zueira, sem falar que somem ou ficam bem quietinhos.

          CADE AQUELA “LOLA” QUE SÓ FALAVA BORRACHA, e aquela meia duzia de frangas que ficava postando aqui “AJDE DJOKOVIC” quando o sérvio estava bem?

          Ficaram sem resposta ne?

          Então como eu disse no começo:

          VÃO PLANTAR BATATAS!!!!

          E aplaudam o GOAT que esse ano não tem pra ninguém!!!

          Valeu!

          Responder
          1. FRANCISCO

            Ativando as notificações, vide face….

            AJDE, AHHHH KKKKK

            COMO OS CARAS E A COROA ESTÃO SOFRENDO………

            ACEITA QUE DÓI MENOS

            SEGUE LÍDER.

            #18

            #302 SEMANAS #1

            #237 SEMANAS SEGUIDAS #1( ESSE PARECE QUE NOVAK DESISTIU DE BATER)

            #6 FINALS

            #ROGER GOAT

          2. Nando

            Concordo, esses q vc citou são os chamados “torcedores de momento”….só aparecem qnd o tenista preferido deles está ganhando, só aparecem “na boa”…igual a mtos torcedores de futebol.

          3. Chetnik

            E onde que você me viu ficar reclamando da comemoração de vocês, mané? Eu já tirei muito sarro, o momento é de vocês. Essa é a diferença. Não sou um zumbi, o sentido da minha vida não é abalado quando eu vejo vocês aproveitando a boa fase do Federer e zoando a má fase do Djokovic para tirar um sarro. Pra mim é tudo diversão e parte do jogo. Vocês que ficavam de mimimi quando a gente zoava.

            Pode sacanear à vontade. Segmento bebê chorão é o de vocês. Só acho engraçado os chorões de outrora com esse tipo de atitude.

    3. Robson

      Bom,no meu caso,desde 2011 que entro aqui pra ler os posts do Dalcim praticamente todos os dias,mas quando Novak não está em ação, realmente não me interessa em nada postar algo sobre outros tenistas.
      Mas a partir de hj,graças a Deus Novak está de volta a ativa,e já voltou com vitória por 6 x 3,6 x 4,6 x 2 na Davis pra cima do A.Ramos.

      Responder
  18. André Borges

    Dalcim, não sei o que você acha, mas eu vejo que a queda de rendimento físico do Nadal foi um fator determinante pro Federer entrar na cabeça dele e vencer as 3 partidas seguidas. No passado o jogo de ataque x defesa sempre deu certo porque o Nadal sempre buscou uma bola a mais, tirando a paciência do Federer e fazendo com que ele tivesse que arriscar cada vez mais, consequentemente errando mais. Hoje o Nadal já não tem mais o mesmo vigor físico, ele ainda busca bolas impossíveis, mas não todas e o Federer sabe disso. Sabe que se ele próprio mantiver o nível alto, Nadal já não acompanha mais, já não voltam todas as bolas. Acho que isso pesou demais na parte mental dos dois, tanto o Federer crescendo como o Nadal se deixando dominar mentalmente.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, é um fator a ser considerado, Borges. Daí eu dizer que o estilo do Nadal ‘envelheceu’ de certa forma perante os grandes adversários.

      Responder
      1. Ulisses Gutierrez

        Dalcim,

        então partindo dessa premissa que o envelhecimento do Nadal resultou na maior chance do Federer vence-lo, então se o Nadal tivesse o mesmíssimo físico de 2006 – 2008 nos dias de hoje teria sucessor contra o Federer, ou seja, muito provavelmente não teria perdido o AO nem a Final de Miami agora? Foi isso qui quis dizer?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Claro que não. O físico é um dos elementos, não é o único. Federer mudou a postura técnico-tática, isso fez também diferença.

          Responder
    2. Robson

      Na minha opinião não tem muito haver com correria do Nadal essas derrotas no ano pra Federer,o principal problema são as bolas curtas do Nadal,muitas delas na linha do T,aí pra um tenista agressivo como Federer,é fatal.
      Lógico que o saque do espanhol tb não tá bom,Federer como bom devolvedor que é, tb ganha muitos pontos ali,isso tudo juntamente tb claro com o físico já não sendo o mesmo de outrora vai minando a confiança do espanhol, resultado disso,braço encurtando cada vez mais,bolas na linha do T,Federer passando por cima.

      Responder
    3. Fernando Brack

      Quem diria, hein? Federer torrando a cachola do Nadal. Queria muito que o amigo Spencer Santos
      estivesse aqui pra ele me ver chamando o Mestre de Roger ‘The Scanners’ Federer. Pobre Spencer!

      Responder
  19. Gabi

    Com todo o respeito às partidas de Equador x Brasil pela Copa Davis, bem que o sportv (ou outra emissora) poderia transmitir outros confrontos muito mais interessantes…

    Responder
  20. Vieira777

    Olá Dalcim, olha galera acho que os comentaristas da sportv andou lendo os nossos comentários aqui e também os muitos no espn, todo mundo caindo de pau neles pela postura de comentar torcendo pelo Nadal, principalmente aquele Nark Rodrigues, agora fizeram essa matéria pra da uma disfarçada, aliás só falaram a verdade…………kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    http://globoesporte.globo.com/tenis/noticia/felicidade-agressividade-e-jogo-sem-buracos-as-chaves-do-federer-2017.ghtml

    Responder
  21. Anderson Vieira

    Dalcim , o Federer hoje não joga mais de fundo de quadra contra o Nadal , qual é o maior mérito do Federer , adiantar as jogadas e pegar a bola na subida para tirar o tempo do Nadal , ou a esquerda que evoluiu bastante ? Digo isso porque hoje o Federer não deixa buracos contra o seu maior adversário .

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O backhand está justamente pegando a bola na subida com Federer mais dentro da quadra. Isso vez importante diferença, Anderson.

      Responder
    2. Fernando Brack

      Registre-se que o ganchão de forehand do Nadal não está tão profundo, spinado/alto e consistente
      como costumava ser. Isso também faz muita diferença.

      Responder
      1. Aurélio Passos

        O “Ganchão do Mal” virou “ganchinho do bem”, rsrsrs… Antes era um golpe horroroso mas eficientíssimo; hoje é só horroroso!

        Responder
  22. Mario Cesar Rodrigues

    Fico observando os comentários uns já dizem que Federer vai ganhar WB.outros dizem que ele é favorito em RG.outros dizem que vai recuperar o N°1 fico só observando.Sim e falo porque gente vai que o Federer pega um destes caras no sorteio sacadores e ai?ou até mesmo ele não esteja bem. aposto se joga RG,é mais fácil ele jogar Roma!depois um Halle WB e talvez mas muito talvez mesmo Cincinatti e muito improvável USOPEN!deixem o tempo passar!Ele jogou bem porque ficou seis meses parado mesmo assim no AO Rafa deu o campeonato para ele e quando deveria ser mais acirrado nas quadras mais lentas de IW e Miami rafa endoidou abriu mão da tática.Rafa ja avisou estou pronto para ganhar torneios no saibro!alguém dúvida.vc dúvida Dalcim?

    Responder
    1. FRANCISCO

      AMIGO, GUARDE SUAS MÁGOAS ISSO TE FAZ MAL, ACEITE O #18 EM CIMA DE RAFA, JÁ VALEU O ANO, O ROGER NÃO PRECISA VENCER, NÃO UM MAJOR, ALIÁS, NEM SEQUER UM MASTERS OU TORNEIOS DE SEGUNDA E TERCEIRA LINHA( 500 E 250).

      COM O #18, EM CIMA DO CANHOTO ESPANHOL, ROGER NÃO PRECISA SEQUER VENCER MAIS NENHUMA PARTIDA NESSE ANO.

      IMAGINEM RAFA VENCENDO, FICARIA 17 MAJORS A 15, PORÉM ESTÁ:

      ROGER 18

      RAFA 14( QUE DEPOIS DE 2013, 90 POR CENTO DA IMPRENSA MUNDIAL, MESMO NÃO EXPLICITAMENTE, JÁ DAVA COMO FAVAS CONTADAS, RAFA BATER O NÚMERO DE MAJORS DO SUÍÇO), JÁ SE PASSARAM QUASE 4 ANOS….

      NOVAK 12( TODOS, ABSOLUTAMENTE TODOS, JÁ DIZIAM AO TERMINO DO USOPEN DE 2015, QUE O SÉRVIO ANIQUILARIA O RECORDE, DE ATÉ ENTÃO 17, ATÉ, NO MÁXIMO 2017, MUITOS ATÉ POR FANATISMO, FALANDO QUE O SÉRVIO GANHARIA OS 4 SLANS NO MESMO ANO E O QUE VIMOS DEPOIS DE 5 MAJORS? A DIFERENÇA CAIU APENAS UM, DOIS TÍTULOS EM 2016 PARA NOVAK, E UM PARA ROGER EM 2017, OU SEJA, O IMBATÍVEL, NÃO É MAIS IMBATÍVEL.

      E COMO SEMPRE AS DESCULPAS SÃO AS MESMAS, “NÃO PUDE JOGAR MEU MELHOR TÊNIS, COMO VOCÊS VIRAM, COLOQUEI AS MÃOS NAS COSTAS, NO PUNHO, NO COTOVELO, NO OMBRO, ETC, ETC ,ETC. POR ISSO PERDI, SINTO DESCONFORTOS”. NEM SEQUER DAR CRÉDITOS AO ADVERSÁRIO, POR TÊ-LO VENCIDO.

      FALAM POR AÍ, QUE ROGER VAI DEIXAR OS TRÊS MASTERS NO BARRO PROS OUTROS.

      COMO OS CARAS ESTÃO SOFRENDO.

      ACEITEM QUE DÓI MENOS.

      SEGUE O LÍDER.

      Responder
    2. Luiz Fernandes Pereira Nunes

      Vai que o Nadal pegue um Kyrgios na terceira rodada, ou não esteja em dos seus melhores dias, Ou o adversário do Nadal esteja jogando o fino da bola em Roland Garros, eu pergunto e aí??? Já era Nadal…. kkkkk

      Responder
    3. Marquinhos

      Eu duvido! Rafa já era! Não ganha de Novak, Nishi, Murray e Thiem no saibro. E não entregou nada para Roger. O suíço arrumou um jeito de vencer o espanhol. Alias, vencer não, humulhar!

      Responder
    4. Mário Fagundes

      “… no AO Rafa deu o campeonato para ele…”. Quanta generosidade de Nadal! (rsrsrsrs). O que impressiona mesmo é o quanto Federer incomoda. “Como os caras estão sofrendo!” (rsrsrsrs).

      Responder
    5. Alvaro Armbrust Junior

      Verdade, Mario Cesar.
      Federer só ganhou o AO porque Nadal deu este presente a ele.
      Também só venceu IW e Miami porque todos os adversários combinaram de presenteá-lo com o título, resolveram dar uma colher de chá pro velhinho.
      Torça para Rafael Nadal, ame-o, sofra por ele, sonhe com ele, abrace suas fotos, sem problemas……mas antes de escrever, por favor, pense, nem que seja só um pouquinho.

      Responder
    6. Henrique Bardawil

      É muito , muito estranho e reprovável ,alguém que acompanha tênis, não gostar de Roger Federer . Simplesmente porque prefere , nadal ou djokovic. Eu não tenho esse probleminha pois gosto de todos , mas Federer é especial.

      Responder
    7. André Barcellos

      Rapaz, pelo que vi do jogo na final do AO, Federer que deixou o espanhol fazer aquele quarto set, na mancada.
      O suíço ainda não tinha exorcizado seus demônios, então daí sair de jogo.
      Depois jogou com uma faca entre os dentes 5 games seguidos e deu no que deu.
      Mas quem vê tênis com isenção percebe que Federer estava com aquele jogo na raquete, mesmo quando em desvantagem.
      Depois, devidamente expurgado seus demônios e em ótima fase, o suíço foi capaz de vencer o espanhol em Indian Wells, fácil, com Nadal na mesma tática de sempre…e também em Miami, com Nadal tentando algo diferente no começo.
      Mesmo assim venceu, cansado e tendo feito jogos bem mais difíceis que Nadal.
      Aliás, a sequência neste Masters 100 foi de lascar, assim como o Australian Open.
      Del Potro, Berdych, Kyrgios e Nadal.
      Nada mal mesmo.

      Responder
  23. Sérgio Ribeiro

    Novak aceitou a convocação para a Davis. Acho que passou a ” a dor de cotovelo ” . Na boa, muito mi mi mi . O Cara perdeu o N 1 por míseros 630 pontos em 2016. Venceu 2 SLAM ( ambos em cima de Andy) , 4 MASTERS 1000 e Vice do FINALS. Chamamos a atenção sobre a maneira cabisbaixa que saiu da RIO 2016 ( aos prantos) . Saindo das derrotas nas Finais do AOPEN e Rolanga, para desespero dos ” Cabeças Fracas ” , Andy Murray venceu Wimbledon , o Ouro Olímpico ( ganhou muita moral) , 3 MASTERS 1000, 3 ATPS 500 e deu o troco em Novak vencendo o FINALS, muito equilíbrio e méritos totais do Britânico. Abrem 2017 fazendo a Final de Doha em quase 3 Horas. A partir daí só deu o Craque Suíço. Caíram abraçados com a mesma ” dor”. Quantas Feras perto dos 30, tiveram problemas extra quadra? É só’ perguntar a Andre’ Agassi. Que acabou recuperando o N 1 com Sampras ainda jogando muito. Abs!

    Responder
  24. Gabi

    O Kyrgios colocou à venda a sua BMW F80 M3 2015 através do facebook. O anúncio está assim: “Único dono. Meticulosamente cuidado, pintura protegida e somente 16 mil quilômetros, pneus praticamente novos, carro imaculado e com bancos de couro. Qualquer um interessado, por por favor me mande mensagem para mais informações”.

    O valor não foi informado, mas no Brasil foi lançada em 2015 ao preço de R$ 399.950,00 nas concessionárias.

    Responder
    1. FRANCISCO

      Carro no Brasil é assalto (crime triplamente qualificado, se pudesse falar assim), os impostos, beiram a uma insanidade mental,( trabalhar cerca de 4 meses e meio, em um ano, de graça, para pagar impostos) em cima de tudo, e de automóveis nem se fala, SEM FALAR NAS MARGENS ABSURDAS DE LUCRO DAS MONTADORAS, sabendo que brasileiro é…, (não vou adjetivar porque o mestre moderará), e que, quem pensa que tem, vai e compra, na maioria das vezes, financiado, diga-se de passagem, pagando mais ainda o que o carro não vale, sem contar que os veículos aqui no Brasil, fabricados ou não aqui, são, comparados com os de outros países, desculpem-me a expressão, carroças, feitos de plástico e borracha.

      Houveram estudos, numa turma do curso de Matemática, na disciplina de Estatística Básica, cujo o professor dessa disciplina, foi meu aluno, eles( alguns alunos) simplesmente pegaram o smart, top da maior Multinacional do mundo, com valor em mercado de cerca de, hoje, 700 bilhões de dólares, sim, a maça dos modinhas, a Apple.

      Basicamente, resumo do resumo. No mesmo smart top de linha da maça, eles, os americanos, trabalham cerca de 15 dias para comprar o mesmo, ou seja, na média da média per capita, os vencimentos deles em 1 mês comprariam dois Iphone 7 Plus.

      Já aqui no Brasil, a média da média per capita, o brasileiro teria que trabalhar cerca de 5 meses, com seus vencimentos para comprar, ACREDITE, o mesmo aparelho (produto), trocando em miúdos, o suor dos americanos para comprarem dez, destes cujos smarts, equivalem aos brasileiros a comprarem um.

      ISSO É UM ABSURDO, apenas vi esse números por cima, não tive tempo de vê-los detalhadamente.

      Eu não compro carro novo de maneira alguma, o que vemos e vivemos no Brasil não existe em outros países, em termos, pelo menos de impostos, e porque não, dessa TERRÍVEL E IMORAL DESIGUALDADE SOCIAL, apesar de sabermos como, infelizmente são a grande maioria dos países africanos.

      Como jazia, a bela canção.

      Que país é esse, que país é esse!

      Responder
      1. FRANCISCO

        Para comprarem*

        Mestre e amigos do blog, desculpem-me pelo texto, mesmo sabendo que esse ( O MELHOR BLOG DE TÊNIS DO BRASIL), não é local para este tipo de comentário, não pude deixar de fazê-lo.

        Abraços.

        Responder
      1. Rubens Leme

        Aqui tem uma mat´ria do John falando sobre o filme. Ele não pareceu muito feliz.

        “I don’t know if they are planning on doing the whole movie without input or any type of arrangement from me or Bjorn,” he said. “I haven’t seen anything, and they’ve already started the movie.”

        It doesn’t seem like they are all that interested in talking with me,” he said. “I don’t know how you can do it without ever meeting me. Maybe you could talk to a few of my friends. I can barely remember what I was like 36 years ago when I was 21 years old. It could be entertaining. If it’s good, it’d be cool. Let’s hope.”

        http://www.vanityfair.com/hollywood/2016/09/shia-labeouf-john-mcenroe-movie

        Responder
          1. FRANCISCO

            A final que poderia, e certamente mereceria um filme, foi a final do AUOSPEN de 2012, entre Rafa e Novak, sendo o sérvio campeão por 3 x 2 com 5h53min.

            Mestre, esse fantástico jogo, que começou em um dia e terminou em outro, quem não lembra dos dois não conseguindo, após o jogo, ficar de pé, até que trouxeram duas cadeiras, para os dois assistirem e participarem da cerimônia de premiação, é a mais longa final de Major?

            Abraços.

          2. José Nilton Dalcim

            Sim, foi a mais longa, Francisco, mas sinceramente não achei tecnicamente um grande jogo.

          3. Sergio Landiosi

            Dalcim, o colega Francisco mencionou que o jogo “começou num dia e terminou no outro” não procede não é mesmo? Posso estar enganado, mas assisti o jogo e me recordo que a final foi jogada toda no mesmo dia, não?

          4. Castilho

            Ele disse isso porque o jogo começou no domingo a noite e só terminou na segunda de madrugada na Austrália.

    1. Sérgio Ribeiro

      Para quem ama o Esporte, caro Leme, mais do que justo. Quatro horas de puro êxtase. O tênis de fundo de altíssimo nível de ICEBORG contra o exímio Sacador e Voleador John McEnroe. O Tie-Break do quarto Set ( 18 X 16 , o famoso ” Onde vão parar ” ) , foi de tirar o fôlego. E a mudança de estratégia de Borg , botando a Cara na rede antes do BIgMac , e o batendo por 8 X 6 no Quinto, foi emocionante. Imperdível. ABS!

      Responder
        1. Rubens Leme

          Concordo contigo, Dalcim. Eu tinha 11 anos, tinha acabado de aprender tênis e fiquei grudado na tv. Fiquei em choque quando McEnroe fez 6/1 no primeiro set e vibrei no fim, porque era fã do sueco.

          Uma pena mesmo que o Shia vai ser o Macarrão, mas pelo visto nem ele e Borg foram consultados o que deixa bem perto do filme ser uma bomba.

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Não tenho uma lista pronta, Leonardo, mas eu colocaria entre os melhores Borg-McEnroe de 1980, Nadal-Federer de 2008, Becker-Lendl de 1988, Connors-Krickstein de 1991, Safin-Federer de 2005… coisas assim.

      1. João ando

        Esperamos pelo menos que os dois atores joguem o mínimo dé tenis.pois no filme Wimbledon o jogo do amor Nenhum dos dois atores o casal não jogavam nada. ..ou então que coloque a partes da final Real…

        Responder
    2. Paulo F.

      Tá certo que McEnroe era um encrenca, mas será que ele precisava ser punido de tal forma, sendo interpretado pelo péssimo Shia LaBeouf?

      Responder
  25. Oswaldo E Aranha

    Rodrigo S. Cruz, ter um bom professor como tu é ótimo, já a algum tempo que escrevo o nome do sérvio corretamente. Obrigado e um abraço.

    Responder
  26. Luis

    Dalcim lado pink foi legal logico kkkkkkkkkk,falta pro Federer os 4 slams no mesmo ano,se consegue aos 35 anos em 2017 termina o ano com 21 slams rs,e’ declarado pela Atp o maior tenista da historia e explode a concorrencia dos rivais kkkkkkkk,abraco,Go Federer rs

    Responder
  27. Sônia

    Professor Dalcim, acredite se quiser, meu professor de tênis discorda que após uma certa idade o tenista pode escolher os torneios para jogar. Há alguma documentação para eu mostrar para ele. Gostaria de ajudá-lo. Beijos.

    Responder
  28. Matheus R.

    Oi Dalcim,

    Excelente a decisão de presentear as quatro pessoas que acertaram o placar e a duração da partida. Gostaria de deixar aqui meus agradecimentos a você e à Ed. Évora.

    Mandei meu endereço para seu e-mail.

    Abraços

    Responder
  29. Vítor Barsotti

    Não sei quanto a vocês, mas se eu pudesse escolher preferiria mais um título de Federer em RG do que em WB. Se fosse em cima do Nadal então, nem se fala.

    Ah, se vencesse em seguida WB e US em cima do Djoko e do Murray, até aceitaria que ele se aposentasse ao final do ano, depois de bater nos 3 de novo no Finals…….hehe

    Responder
    1. Fernando Brack

      Vítor, se tudo isso acontecer, você não terá mais direito a nenhum outro desejo pro resto da vida.
      Tudo bem pra você assim? Rsrs!!

      Responder
  30. Rubens Leme

    Deve ser horrível ter a vida examinada em um microscópio por milhões de pessoas. Para mim, Djokovic está tendo uma crise pessoal tão comum em qualquer ser humano nesta fase da vida, entre 20 e 30 anos, e que provavelmente reprimiu durante anos, por causa do circuito, da carreira, fãs, patrocinadores, exigência pessoal, etc.

    Exigimos demais dos ídolos, como se projetássemos neles nossas frustrações e sonhos. Se ele abaixou o nível porque está de dieta nova, porque foi pego com amante ou qualquer outra coisa, nada o fará mudá-lo desde que ele mesmo exorcize seus demônios.

    Muitos falam na frustração de seus fãs, mas poucos imaginam na frustração dele, Djokovic, consigo mesmo. Talvez seja melhor se afastar do circuito para resolver seus problemas, mas duvido que a pressão externa permita isso.

    Por isso, achei ruim a entrevista do ex-capitão da Sérvia ao Marca, ainda que bem intencionada. Se é algo que ele não precisa neste momento é ter sua vida escancarada por alguém que o conheça tanto. Fosse comigo, me sentiria traído.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Coisas de caráter pessoal deveriam ser restritas a esse âmbito, mas como muitas vezes elas interferem na atividade profissional dessa ou daquela pessoa famosa, tudo vem a tona, muitas vezes c estardalhaço, exageros, etc. Comentários impróprios como os do ex-capitão dão margem p isso, mas infelizmente isso faz parte do cotidiano. Não se esqueça q neste espaço teve um insano que comemorou a apendicite aguda do Nadal, e, pior ainda, desejando q a cirurgia não transcorresse bem, será q pode haver algo pior do q isso? Seu comentário me pareceu correto e ponderado, mas eliminar especulações desta ou daquela ordem com pessoas visadas como atletas de grande desempenho seria algo utópico.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Talvez seja realmente utópico, mas é igualmente anti-ético e desnecessário. O ex-capitão da Davis teria ter ficado quieto ou consultado Djokovic antes da entrevista, pedindo autorização.

        Responder
      2. FRANCISCO

        Meu Deus, que absurdo, torcer para um insucesso de uma cirurgia de um ser humano, que vem antes do atleta, desculpem-me as palavras, mas quem falou isso, cometeu uma ABERRAÇÃO.

        Uma coisa é brincar ou fazer chacota (brincadeira sadia), como muitas vezes, nós torcedores desses craques do tênis fazemos, outra coisa é isso, que não pode vir de um ser humano.

        Responder
    2. Fernando Brack

      De fato, dependendo da bobagem que fez, a frustração do Djoko é maior consigo mesmo do que
      as oriundas de pressões sofridas de quem quer que seja, inclusive da própria esposa e da família.
      Usualmente, o indivíduo só sai de uma situação dessas dando uma arejada, saindo da sua rotina,
      no caso dele, tanto de esportista como de garoto propaganda. O ideal seria dar uma parada, se é
      que ele se meteu mesmo numa encrenca extra-conjugal.

      Responder
    3. Pieter

      Muito bem colocado, Leme!
      E eu fico a pensar que esses jogadores não deixam de ser jovens e, portanto, querem se divertir, curtir a vida mas tudo que eles não têm é tranquilidade nem privacidade…

      Responder
    4. Mário Fagundes

      Penso que “ter a vida examinada” seja o preço da fama e do sucesso que obteve. Acontece com pessoas públicas. E com Djokovic não é diferente. Cobranças de toda natureza são inevitáveis. O ídolo é que tem a obrigação de saber lidar com essas cobranças. Novak dominou o circuito nos últimos anos e demonstrava alegria em jogar. As brincadeiras em quadra, as imitações, o “carisma”, tudo se perdeu nesses meses. O que houve com Djokovic? Quando Borg encerrou a carreira, precocemente aos 26 anos, ninguém entendeu. Será que o sérvio pode estar pensando nisso? Não, não mesmo. Mas é bom lembrar que ele próprio afirmou que quando seu filho nascesse o tênis deixaria de ser sua prioridade. Vamos ver como ele se sai na Davis.

      Responder
  31. Rubens Leme

    Mas, fica a famosa questão: sabendo disso, porque a ATP não faz um calendário mais racional, com menos obrigatoriedade aos tenistas e, especialmente, criando um formato mais interessante para a Copa Davis que sempre é realizada em momentos errados, como agora após os Masters e depois de um US Open, por exemplo? Ea oderia, por exemplo, exigir um minimo de 12 torneios ao invés de 18 e aumentar a premiação para as rodadas iniciais.

    Federer optou por esse calendário, porque não tinha mais grandes expectativas, aos 35 anos. Nem de longe poderia imaginar um ano tão perfeito como conseguiu. Além disso, pela idade, não tem mais obrigação de jogar todos os grandes torneios.

    A questão passa por algo muito delicado chamado dinheiro. Para mexer no calendário, seria necessário adequar patrocinadores, donos de torneios, etc e tal. Só os jogadores unidos podem mudar isso. A questão é saber se querem.

    Responder
    1. Fernando Brack

      Rubens, depende muito menos de patrocinadores e organizadores do que dos próprios tenistas.
      Eles não são obrigados a jogar um mínimo de 18 torneios, sendo essa somente a quantidade de
      torneios válida para fins de pontuação no ranking de 52 semanas. Ora, os principais tenistas não
      precisam jogar isso tudo de torneios para terem uma boa pontuação, pois costumam ir bem nos
      mais importantes e que dão mais pontos. Para mim, não há desculpa. Tenista top tem que fazer
      um bom calendário, e quem não faz, não faz porque não quer. O resto é choramingação.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Sim, mas as exigências para ter os pontos e os polpudos cachês para disputarem os ATP 50 e 250 – sem contar exibições – são por demais tentadores. No começo da carreira é normal você querer jogar muito, porque seu ranking sobe, e, consequentemente, o cachê e os prêmios. Exemplo lógico é o Thiem,

        Uma coisa está ligada a outra. O jogador pode fazer um calendário mais suave? Pode e deve? Mas, por que, se ainda é jovem e pode ter mais uns milhões para o futuro? E o depois? O depois a gente deixa para depois.

        Responder
        1. Fernando Brack

          Rubens, se o cara quer correr atrás de pontos e dinheiro, especialmente dinheiro,
          é uma decisão exclusiva dele. A questão é: se quiser fazer, faça, mas não reclame
          que a culpa é do calendário se vierem as lesões e a estafa.
          Thiem é um bom exemplo. Ele elevou seu jogo e tem sido presença mais constante
          nas fases finais dos torneios. Então pra que jogar semana sim e a outra também?

          Responder
  32. Maurício Fonseca

    a. As finais de muitos Masters 1000 e do ATP Finals (e até de alguns torneios menores) eram em melhor de cinco sets. Isso acabou.

    b. Não havia essas chaves de 28 jogadores como há hoje em vários ATP 250, onde os quatro primeiros cabeças de chave são bye na primeira rodada (portanto, se um deles chegar à final jogará quatro partidas na semana, ao invés de no mínimo cinco partidas como era antes).

    c. Semana de Copa Davis não há torneio (antes havia).

    d. Premiações aumentadas incrivelmente percentualmente.

    Pelo texto, é como se apenas os mesmos craques devessem estar sempre tinindo para que os mesmos craques vencessem todos os torneio que se inscrevem. Isso é ultrajante.

    Sim, a ATP, como várias entidades, já deu mostras de ser um monstro capitalista sugador insaciável, mas ADMINISTRAR O CALENDÁRIO FAZ PARTE DA PROFISSÃO DE TENISTA!! (desculpe a caixa alta).

    Muito mi mi mi.

    Responder
    1. Carlos Reis

      Concordo, o tênis talvez seja o esporte mais organizado e justo. A e$querda “implantou” essa onda vitimista nas pessoas, hoje – mundo esquerdizado – todo mundo tem o direito de sentir pena de si mesmo, até prayboy milionário… É brincadeira!!!

      Responder
  33. Marquinhos

    Dalcim, por quê Nadal equilibrou o jogo contra Federer na quadra mais rápida do Austrália Open e perdeu facilmente nas quadras mais lentas de Miami e IW? Não deveria ser o contrário? Qual sua opinião?

    Grato.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Deveria, mas certamente entrou o fator psicológico nos dois duelos seguintes. Nadal perdeu sua estratégia mais importante e aí ficou com menores alternativas.

      Responder
      1. Leonardo lima

        E sem contar Dalcim, que ainda era o primeiro torneio do federer na temporada, aprimorando ainda a devoluçao de saque agressiva e seu backhand agora muito regular e cruzado no forehand do Nadal .
        Concorda comigo ?
        Mas tambem vi o lado psicologico dos dois como principal fator, o federer agora jogando contra o nadal tranquilo porque nao possuia mais abertura em seu jogo e o nadal agora jogando contra o federer apreensivo porque nao iria ter mais a abertura pra jogar em cima ( backhand )
        So pegar as entrevistas deles antes da final em miami . Nadal : nao gostando que iria enfrentar o roger, e o federer desejando enfrentar rafa.
        O que acha dalcim das duas questoes ?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acho que Federer ficou muito confiante depois do jogo contra o Berdych. Foi provavelmente o ‘turning point’. Nadal certamente ficou abalado com a queda em Melbourne, ainda mais porque chegou a liderar o quinto set.

          Responder
  34. benjamin botão

    Dalcim, achei o tema bem pertinente para o momento do tênis (vários atletas de ponta lesionados) mas lanço a seguinte questão: o circuito como ele é feito atualmente foi projetado para gerar lucro aos organizadores, aos sponsors, e se os atletas quiserem ganhar uma fatia desse lucro não deveriam pagar um preço (a saúde no caso) para conseguir uma fatia desse bolo ? O dilema em pauta é o mesmo das grandes ligas de esportes como NBA, NFL, etc… Nessas ligas os atletas são relativamente bem remunerados para doarem sua saúde e tempo para a profissão que escolheu, e assim como tênis esses atletas também pagam o pedágio das lesões, cirurgias, e em muitos casos a perda de temporadas e contratos. Voltando aos tênis, será que não estamos falando de uma escolha que os atletas devem fazer ao optarem ser profissionais? Eu penso que o circuito paga relativamente bem para os melhores tenistas, mas cobra seu preço, e quem não estiver de acordo que desista, porque atrás virão novos pretendentes. Eu não estou dizendo que o que está em vigência é o certo, porém não consigo enxergar o circuito diminuir o calendário, pois significaria diminuição da receita e do lucro, que é o que importam aos sponsors e organizadores. Forte abraço.

    Responder
    1. Emerson

      Meu caro Benjamim, o problema não é o calendário do circuito e sim os calendários dos principais jogadores. Se esses jogadores melhor rankeados, que efetivamente jogam mais partidas por torneios, priorizassem suas participações, deixando alguns períodos para recuperação física, não visassem tanto lucro e tanta pontuação no ranking, certamente se preservariam fisicamente e mentalmente. Como consequência, ainda deixariam mais vagas para que jogadores menos rankeados participassem de mais torneios e até avançassem mais rodadas, distribuindo melhor as premiações. A solução, a meu ver, seria limitar o número de torneios para todos os jogadores, inclusive limitando por tipo de piso.

      Responder
      1. Fernando Brack

        Concordo inteiramente, Emerson. Só faço uma ligeira correção, no sentido de que planejando
        bem o calendário, o jogador top estará indiretamente se preocupando com a pontuação, pois
        tendo menos desgaste e se preparando melhor, ele aumentará suas chances de ir mais longe
        nos grandes torneios, justo os que dão mais pontos. Se o próprio jogador não sabe ou não tem
        paciência pra fazer esse planejamento, pra isso deveria servir seu staff.

        Responder
      2. Paulo F.

        Exato.
        Tanto que os grandes jogadores não deixam de disputar os 250 e 500 que são jogados na China e Oriente Médio pelos polpudos cachê e premiação.

        Responder
    2. Gilvan

      Só tem uma pequena diferença: os esportes que você citou são todos coletivos. O atleta pode se machucar, ficar fora alguns meses, mas o time permanece competindo.
      No tênis isso não existe. Se o atleta se contunde, ele está fora. Eles são as estrelas desse esporte e merecem ser preservados.
      Esporte de alto rendimento nunca foi sinônimo de saúde, pelo contrário, é sinônimo de castigo ao corpo e os hábitos do profissionais nunca devem ser levados como “exemplo” para os amadores. Contudo, tudo tem limites e a última coisa que a ATP quer é matar a galinha dos ovos de ouro, que são os atletas.

      Responder
      1. FRANCISCO

        Lendo esses comentários e análises dos participantes do blog e a aula que o mestre Dalcim nos dar a cada post.

        São por essas e muitíssimas outras coisas, que este BLOG, é o melhor blog do Brasil, indubitavelmente.

        Responder
  35. Emerson

    Caro Dalcim,
    Excelente a decisão de premiar os 4 acertadores do desafio relativo ao resultado e tempo total da final do ATP de Miami entre Federer e Nadal.
    Na realidade, devido à diversidade de placares e tempos possíveis numa partida de tênis, conseguir cravar tanto o resultado quanto o tempo, só com muita sorte mesmo.
    Assim, entendo que todos são merecedores mesmo de receber o prêmio. Agradeço a você e gostaria que transmitisse meus agradecimentos ao Henrique Farinha e à Editora Évora.
    Acredito, também, que somos merecedores de uma dedicatória do “Mestre Dalcim” na biografia do “Rei Federer”, que muito engrandecerá a obra para os agraciados. Vida longa ao Rei.
    Mandei meu endereço por e-mail.
    Abração.

    Responder
    1. Ronildo

      Carlos Alberto, o problema dele, segundo o que consigo extrair do que ele escreve, é que ele não lê o que outros escrevem, porque constantemente ele traz assuntos que já foram bem abordados por outros nos comentários. Tanto é que semanas atrás alguém deu uma dica sobre ao invés de se fazer muitas perguntas, postar algo relevante, mas nada mudou porque não foi lido pelo tal. Então, ele lê o texto do Dalcim e se coloca como se estivesse numa mesa de bar tomando uma cervejinha com dono do blog. E lá vai pergunta e mais pergunta e repetição. Eu realmente tô curioso pra ver até onde o Dalcim vai aguentar. Mas este meu comentário é no sentido de tentar ajudar a pessoa a melhorar e contribuir de maneira mais eficiente com os comentários, porque todos são importantes. Por isso acho que o LF tem uma atitude correta em relação aos comentários, porque ele já falou coisas que irritaram muitos aqui, inclusive à mim, e já recebeu todo tipo de crítica, mas continua contribuindo. Mesmo porque ele sempre disse que isto aqui é diversão, o que eu concordo plenamente. Para o Dalcim é ofício e creio que ele o faz com gosto, mas para nós é entretenimento.

      Responder
      1. Márcio Souza

        Ronildo, concordo com tudo que você escreveu sobre o Luís.

        Eu só não escrevi isso antes porque como ele é torcedor do Federer como eu, e as vitórias do Federer tem me deixado de bom humor, então tem por meio dessa deixado quieto esse assunto.

        Mas você sintetizou claramente o que muitos aqui no Blog e inclusive eu pensam.

        O problema vai ser quando o Federer começar a perder alguns torneios ai acho que a paciência de muitos aqui não será a mesma kkkk

        Valeu!

        Responder
      2. O JR7

        Oi Ronildo! Acho que eu recomendei uma sugestão para o colega não ficar muito repetitivo, sabe, mas o fiz com educação.
        Penso que a maioria no tênis torce para o suíço, mas existem muitos assuntos pra nós conversarmos relacionado ao esporte. Acredito que se curtimos tanto espaço é por existir um pouquinho de tudo, com a generosidade do administrador. Ficar só perguntando sobre um tenista e pedindo opinião realmente não é o propósito. Mesmo sendo um pouco exigente, curto praticamente tudo, até as brincadeiras (acho que todos também). Aliás, rachei de rir com a última do Lógico: “venha para o lado pink da luz”…

        Responder
  36. Helder Sá

    Roger vem selecionado os torneios nos últimos anos. Certo ele. No lugar dele, se fosse pra disputar algum M1000 no saibro, jogaria só em Madrid. Bem que ele podia dar umas aulas a Thiem de como planejar calendário… rsrsrs

    Responder
  37. Luis

    Dalcim tava vendo a foto da comemoração do Federer na vitoria contra o Kyrgios não e’ legal comparar religião mas Federer parece Jesus com braços abertos e olhos fechados e a torcida comemorando so’ faltou o Federer dizer esta’ consumado rs,essa nem o lógico kkkk

    Responder
  38. Márcio Souza

    Tenho lido muita coisa sobre o Federer aqui no Blog e em outros que também participo e muita gente afirma que ele tem chances remotas em RG.

    É claro que por abrir mão dessa gira no saibro e não chegar totalmente adaptado e de ter os favoritos de sempre como Nadal, Murray e Wawrinka, o Fedex pra mim não seria nenhuma zebra caso chegasse até a final pelo menos.

    Penso que o ranking dele não vai cair tanto a ponto dele só pegar esses monstros nas quartas de final em diante, e caso ele chegue mesmo de fato numa quartas de final, ja teria feito 4 jogos e estaria com ritmo suficiente pra encarar quem viesse pela frente e ai meus amigos, é dificil pelo que esta jogando hoje o Craque afinar pra alguém, seja quem quer que seja.

    Todas as outras apostas como Thiem, Zverev, Kyrgios, Raonic, Nishikori, Dimitrov, Tsonga e até Monfils que as vezes complicam num começo de Slam ja terão sido eliminados ou eliminaram alguém forte e ai das quartas de final em diante, só os fortes de fato sobrevivem.

    Por isso galera, podemos sim ver o Federer chegando novamente numa final e quem sabe ganhando mais um Slam, alguns diriam que é improvável e ficaram falando uma série de argumentos e que o suíço não aguenta isso, e ele perde pra fulano, e ele não chega e esses bla, bla, blá que temos ouvido desde o começo do AO e todo mundo viu no que deu.

    Portanto como eu disse no começo, não acho que deveriamos DESCARTAR ROGER FEDERER da briga pelo titulo também de RG, até ele ser eliminado, enquanto ele estiver vivo na chave e jogue com quem jogar, pra mim pelo que ele vem jogando esse ano, não da pra duvidar.

    E caso ele ganhe de fato RG, sai da frente que WIMBLEDON E US OPEN não vai ter pra ninguém!!!

    Responder
    1. Mário Fagundes

      Essa turma que acompanha o tênis vê coisas acontecerem, mas parece não enxergar. rsrsrs Basta lembrar de Thiem no Rio Open. Até mesmo o Dalcim questionou a vinda dele ao Rio sem qualquer preparação para o saibro, já que vinha de torneio em quadra dura. E o que aconteceu? Thiem campeão! Então, como não enxergar as possibilidades de Federer em RG? Esqueceram também a Davis em que a Suíça foi campeã? Não houve preparação alguma. E a Suíça foi campeã. Federer se adapta fácil a qualquer piso. Bastam duas rodadas e o cara já estará ambientado e adaptado. Para mim, não disputar qualquer torneio antes de RG é uma decisão acertada. Assim, ele chegará solto, sem qualquer pressão e como um dos favoritos ao título. “Jamais duvide de Roger Federer”.

      Responder
    2. José Eduardo Pessanha

      Márcio, o segundo melhor currículo no saibro é do Federer, pois ele fez 5 finais lá. Logo, é o segundo favorito a ganhar. Correção, é o primeiro favorito, pois está jogando o melhor tênis do ano, mesmo pegando chaves muito mais difíceis do que as dos seus principais rivais. Murray só ganharia do Federer em RG se o Sol trocasse de lugar com a Lua. rsrs. RG será decidido pela chave. O cachorrão que cair na chave do Murray e escapar de Thiem ou Federer/Nadal (não sabemos quem estará m quinto no ranking) nas quartas automaticamente estaria numa final…entretanto, essa é somente uma das combinações possíveis. Vamos ter que esperar o sorteio. Abs.

      Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Acho que, mais do que todos os torneios, Roma vai nos responder muita coisa.

        Não sabemos como Nadal chegará lá, depois de disputar 3 torneios seguidos (MC, Barcelona, Madrid), e ir longe significaria um desgaste ainda maior. Nole volta de lesão, e só ele sabe como anda seu mental. A ausência de Vajda, a saída de Becker e a presença do Guru maluco demonstram uma confusão em seu estafe que tem afetado seu jogo. Não sei em que condições ele chegará a essa etapa do saibro. Já Murray vem de uma queda acentuada de nível e essa parada é incerta sobre seu nível.

        Dependendo de como os 3 cheguem a Roma, já saberemos se Federer terá grandes chances ou não. Concordo que a chave será primordial, mas hoje quem em sã consciência gostaria de “ganhar” o tenista do ano em seu próprio quadrante? Federer deve ser cabeça 6 se não jogar no foro itálico (estou apostando que talvez ele mude de idéia apenas para Roma), mas não mudaria muita coisa, já que Nadal deve fazer muitos pontos e está imediatamente atrás do suíço de qualquer forma. Como Murray, Nole e Stan estão muito à frente, mesmo se Federer jogasse Madrid e Roma ainda acho que ele seria no máximo cabeça 5 em RG, o que não muda nada a situação dele no sorteio do que ele será hoje sem jogar (com os pontos que tem e os adversários, no mínimo será cabeça 6).

        Repito o mantra que muitos tem dito: Federer é o segundo maior nome do saibro, embora Djokovic tenha quase tantos títulos que ele. Basta ver o desempenho em RG para comparar: é o segundo maior vencedor, somente atrás do Rei Nadal; fora 2016, em que não jogou, de 2005 até 2015 ele foi eliminado ou pelo campeão ou pelo vice 8 vezes; Somente Tsonga o derrotou em 2013 e não chegou à final, se não me engano; e são 5 finais.

        Além disso, chegar a RG sem jogar pode lhe dar a mesma aura de zebra sem pressão que o rondou no Australian Open. E vimos no que deu. Somente estou muito curioso para saber como ele jogará esse torneio estando fisicamente inteiro e sem qualquer pressão. Também acho que, conhecendo os organizadores, devem favorecê-lo nos horários, colocando ele na Chatrier nos horários de menor calor. Acho que a decisão acabou sendo a mais correta realmente.

        Agora, falando da gira de saibro, Monte Carlo nunca esteve tão aberto.

        Responder
      2. Rodrigo S. Cruz

        Em teoria, a maior ameaça pro Federer em Roland Garros seria o Djokovic mesmo.

        O Murray não consegue convencer, o Wawrinka não sabe como jogar contra o compatriota, e o Nadal ainda não provou o que pode fazer no saibro em 2017…

        Responder
        1. Márcio Souza

          Mário, Pessanha, Rafael e Rodrigo…concordo com tudo que vocês disseram.

          São muitos fatores a serem considerados, como o sorteio e o chaveamento (ninguém vai querer pegar do mesmo lado da chave Stan, Djokovic, Nadal, Federer e Thiem) e precisamos ver de fato como todos irão se sair após Roma, e se talvez Federer de última hora decida jogar no Foro Itálico.

          Federer sem dúvida consegue adaptar se rápido aos diversos pisos das quadras, porém penso que como ele vai estar treinando em quadra dura até RG como ele disse, se nas duas rodadas iniciais ele pegar algum “saibrista” logo de cara e ter que jogar 4 ou 5 sets, será um desgaste desnecessário (ele precisou jogar 4 sets na estréia no AO).

          Mas tudo ainda esta um pouco indefinido, veja Monte Carlo por exemplo agora, esta muito aberto e pelo menos eu não consigo cravar quem será o campeão.

          Mas o tênis é apaixonante por isso mesmo, pois além de torcer, nos faz pensar, buscar pela memória fatos contundentes e jogos históricos e que na verdade nos deixam apreensivos e aonde tudo pode mudar a cada lance, a a cada saque, a cada devolução e nas trocas de bolas nos rallis as vezes a atenção fica tão apreensiva que eu acho que nem sentimos a respiração até que o ponto seja definido.

          Vamos aguardar as cenas dos proximos capítulos, até porque não sabemos como o Murray e o Djokovic retornarão ao circuito.

          Um abraço a todos!

          Responder
  39. Vieira777

    Dalcim obrigado por mais um belo post, e aproveito também para te agradecer pela atenção que tem dado aos seus leitores, dias atrás informei aqui no blog algo que acontecia nos comentários das chaves dos torneios, fora os palavrões tinha até ameça de morte, vários covardes se escondendo atrás de um facebook FAKE, pra mim não são torcedores de tênis, estão mais parecidos com organizadas de time de futebol, agora dei uma olhada e vi que deletaram tudo, tenho certeza que você repassou as informações para os moderadores. Obrigado…….

    Responder
  40. Luis

    Dalcim Brack e Rodrigo so’ repeti a Sonia com o Federer rs,como diz o Eusébio olha o Luis se atrapalhando rs,mas que o suíço e’ bonito temos concordar kkkkkkkkk,concorda Dalcim? rs

    Responder
      1. Jeremias

        Federer é a prova de que esportes de alto rendimento propiciam um tipo de envelhecimento precoce evidente. Meu tio de 45 anos tem uma aparência de rosto talvez mais jovem ou pelo menos similar a dele, e eu, que também tenho 35, na frente dele pareceria um cara de 26, 27 anos…. Federer tem um rosto muuuuuito velho, na verdade.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Não é isso, Jeremias.

          Não acho que o rosto do Federer seja envelhecido.

          Acho até que ele seja um sujeito mais conservado do que o Nadal, por exemplo.

          Pois não tem cabelo branco e não é careca.

          Acho a CARA do Federer feiosona mesmo.

          Sempre foi, desde novo… (rs)

          Responder
        2. Sônia

          Na realidade, esse envelhecimento na minha opinião, é devido ao excesso de exposição ao sol. Vide o espanhol, bem envelhecido também. Poderia citar vários outros jogadores, mas creio que não seja necessário. As mulheres também mostram um certo envelhecimento, principalmente as que já se aposentaram, muitas estão bem enrugadas. Os amadores que praticam esse esporte também parecem bem envelhecidos. Na academia onde jogo, há muitas mulheres com pouca idade mas com aparência bem envelhecida. Bloqueadores, filtros, … minimizam o problema, mas o estrago que o sol causa na pele é assustador.

          Responder
        3. Mário Fagundes

          Ah, o esporte individual envelhece mesmo, castiga o corpo, sem dúvida. E no tênis não é diferente. Federer parece um quarentão e Nadal, aos (quase) 31, já está ficando careca, tem o rosto envelhecido. Veja, também, o caso dos atletas maratonistas (e triatletas), por exemplo, esses são os que mais judiam do corpo porque estão sempre superando seus limites. No esporte coletivo, cito o exemplo do vôlei de praia. Muito sol, altíssimas temperaturas, muito castigo pro atleta. Não tem bloqueador que os proteja.

          Responder
  41. Fernando Brack

    Outra coisa que muitos profissionais fazem, e, de novo, Nadal entre eles, é realizar jogos exibição ou
    jogar aquela pífia IPTL na Ásia, em vez de usarem a parada de final de ano para recuperação e treino.

    Responder
    1. Maurício Fonseca

      Quem lembra da “incrível” partida de exibição que Nadal fez contra Victor Estrella-Burgos espremida entre Indian Wells e Miami em 2016? Aí chegou em Miami e abandonou estafado contra o Dzumhur… Topa tudo por dinheiro….

      Responder
  42. Fernando Brack

    Todo tenista top tem obrigação de planejar bem seu calendário, pois eles costumam ir longe em todos
    os torneios de que participam, o que obviamente aumenta o desgaste se eles disputarem torneios um
    atrás do outro. O que Nadal faz na temporada de saibro, todo ano, é de uma burrice ímpar.
    Já para o tenista mediano, isso é menos relevante, já que eles vão longe nas chaves uma vez ou outra.
    Culpar o calendário é mimimi sem nexo, pois os torneios existem para dar chance aos profissionais de
    todos os níveis ganharem para se manter e fazer uma reserva, uma vez que a carreira é curta.
    Sempre critiquei Nadal por culpar o calendário por suas lesões, como se ele fosse obrigado a fazer as
    maratonas de torneios a que se submete. Achar que o calendário deveria ser formulado para ele é no
    mínimo egocentrismo, pois os torneios existem para todos e não apenas para os tops como ele.

    Responder
  43. Martin

    Olá Dalcim,

    Algum tempo atrás eu mencionei a ausência do modo leitura no seu blog. Escrevo para agradecer pela atenção em providenciar esse conforto para quem lê o blog pelo celular.
    Isso demonstra que, além de um excelente jornalista, você é atencioso com seus leitores.

    Valeu pelo cuidado com esse detalhe. Seu blog é 10.

    Sucesso em tudo.

    E viva o Federer!!!

    Martin

    Responder
  44. Cynthia - Araçoiaba/SP

    Vocês viram apropaganda do Federer com o Bill Gates anunciando mais um Match for Africa para o final de abril em Seattle???? Muito bom!!! Q vontade …

    Responder
  45. Carlos Alberto Alves

    Dalcim, se o Federer continuar de forma inteligente escolhendo seu calendário desta forma, penso que com 40 anos ele ainda ficará próximo do top 10. Digo isso porque, se com 35 para 36 anos o cara está jogando essa barbárie… Cito aqui ainda o Ivo Karlovic, que já é mais velho que o Federer e se não me engano está ali por do número 20 do ranking. Se esse cara está ali o que podemos esperar do Federer daqui 2 ou 3 anos? Eu acho que a grande bênção deste Suíço é o mínimo esforço que ele faz para jogar tênis, devido ao dom divino que ele recebeu de papai do céu. Como diria outrora Dácio Campos quando o jogo termina ele está pronto para colocar o terno para ir ao casamento. O que você acha disso mestre?

    Responder
  46. Jose R.

    Dalcim…
    Parabéns ao blog e à Ed. Évora pela decisão de premiar a todos…
    Eu, particularmente, fiquei muito feliz com essa decisão!! :D
    O endereço eu mandei por email…

    Responder
  47. Jeibee

    Duas perguntas
    1) O Roger parou para se tratar quando era 3o do mundo. Por que ele não pôde proteger seu ranking?
    fica tanto este papo de ele passou de 16o para 4o, ela era o 3o
    2) E agora? Ele não é obrigado a jogar todos os 9 masters 1000, a menos que esteja contundido.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Porque como 17 do munfo o ranking protegido não faria qualquer diferença, uma vez que ele teria ingresso direto em qualquer torneio.

      Responder
  48. Ronildo

    Por isso mesmo, pelo fato do circuito exigir demais dos atletas que sou contra a forma como a Copa Davis é disputada. Poderia ser só para jogadores com até 21 anos ou para aqueles que tem ranking acima de 50. Pelo simples motivo que sobrecarrega demais aqueles que sempre chegam às fases finais dos torneios. Ao menos o top 10 deveria ficar de fora da Davis, como regra mesmo para que o atleta ficasse isento da pressão que pode vir dos dirigentes, da mídia ou do povão.

    Responder
  49. Maurício Fonseca

    O Mahut ou o Kolschreiber ou o Bellucci ou o Berlocq, por exemplo, podem afastar-se do circuito por quatro meses que nada mudará para eles.

    Esses exemplos lidam com jogadores totalmente fora da curva (tão fora que são chamados de “BIG FOUR” e “DESTRUIDORES DE GERAÇÕES”), que podem se “dar ao luxo” de jogar menos torneios (e quase apenas grandes torneios), sabendo que o dinheiro e resultados que obterão nas rodadas que avançarem serão suficientes.

    Não concordo.

    Responder
  50. Rodrigo S. Cruz

    O ex-técnico do sérvio xiliquento deu contornos quase apocalípticos para atual fase do sérvio…

    Um baita exagero.

    Parece até dramalhão mexicano!

    O cara está bem, está saudável, sua contusão não é nada de outro mundo e continua correndo mais que um cavalo.

    Agora, só porque o cara perdeu algumas partidas pra tenistas medianos e deixou o posto de número 1, só estão faltando carregá-lo no COLO…

    Que coisa ridícula!

    Eu particularmente espero que ele continue sendo entubado por Istomin’s e Querry’s da vida, e varrido de quadra pelo craque suíço..

    (o que acontecer primeiro).

    Kkkkk

    Responder
    1. Julio Calleja

      Exato, baita exagero. Parece declarações tipica de fã carente. Ou seja, mesmo sendo um profissional do tenis, o cara projeta o orgulho e a felicidade do tenis do pais e do próprio pais nas costas do jogador, aí não admitem quando o cara para de ganhar tanto, algo meio Galvão Bueno de ser..rsrs Em 2008 quando o Nadal virou numero 1, fizeram o mesmo estardalhaço com o Federer. Lembro que ao final do ano, mesmo com o US Open nas costas, outras duas finais de Grand Slams, falaram em decadência, em ano ruim do Federer. Isso acontece em outros esportes também. Sem contar que vem essas teorias das conspirações e explicações de cunho pessoal, familiar mirabolantes, para “justificar” o momento atual. Como se a vida do cara na época das vitorias e de domínio, fosse um mar de rosas, uma tranquilidade absoluta.

      Responder
  51. André Barcellos

    Acho impressionante como Federer, ao longo de toda a sua carreira, conseguiu tomar decisões acertadas fora da quadra.
    O que ele tem (ou tinha) de teimosia tática ele não tem de “burrice” fora da quadra.
    Não sei o quanto o crédito disso vai pra ele, Mirka ou seu Staff, mas são muitas decisões compondo um conjunto de obra inigualável, até agora.

    Responder
      1. Rafael Wuthrich

        Se separar da Shields e começar a namorar a Steffi Graf foi um divisor de águas na vida de Agassi. Ele mesmo repete isso na biografia dele.

        Responder
  52. Luis

    Dalcim faltou dizer que aquela semi com o Kyrgios e o contra o Berdych foram pra lavar a alma rs,obrigado Federer lindinho como diz Sonia kkkkkk

    Responder
      1. O LÓGICO

        ah, Lord Brack, deixa de frescura kkkkk e vem pro lado PINK da força kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
        Tudo em nome do lindinho kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        E as nadalzetes vão à loucura kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder
  53. Luis

    Dalcim o chato do Nadal não fez mais 1 game nos 2 sets acertaria o desafio querendo livro do Federer maldito Nadal kkkkkkkkkkkk,sobre o Djokovic parece ser confiavel a noticia já que foi um ex treinador do sérvio confirma a fase de queda do sérvio desde ano passado rs,Djokovic mostra uma apatia em quadra,mas ainda bem que o grande Federer ta muito motivado e gostando muito do tenis pra nossa sorte rs,pedi no outro post pro suíço levantar a torcida fez no final do jogo contra Nadal,também por sua mulher estava atrás de onde o suíço tava na quadra rs,Go Federer 19 slam rs,Dalcim queria sua opinião sobre esse furacão que vive Djokovic? rs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não tenho muito a acrescentar sobre tudo que já disse sobre o Djokovic, Luis. Espero apenas que esta parada tenha sido boa para ele se recuperar totalmente.

      Responder
  54. José Carlos

    Dalcim, a fala do Federer sobre está saudável para “temporada de grama” e quadras duras na América do Norte:me da uma impressão:ele não só jogará Halle e Wimbledon como também Stuttgart e na quadra dura Jogue além de Cincy,o MS no Canadá também.Oq vc acha?

    Responder
  55. Diego Bezerra

    Olá Dalcim, boa tarde!! Post bem interessante este!!
    Tenho uma dúvida em minha Kbça, sabemos q no piso duro o corpo ( joelho e tornozelo principalmente) é bem mais castigado q o saibro, no entanto, percebo tbm q no saibro exige-se ainda mais do físico, pois há mais trocas de bola devida a quadra ser de fato mais lenta, concordas? De ante disso, será q Nadal realmente está mais credenciado à dominar a essa temporada na terra batida? Visto q seu físico já N é mais msm!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A grande credencial do Rafa é a vasta experiência, Diego. Disso ninguém duvida. Claro que a parte física pode pesar, mas não acho que ele esteja tão fraco assim. Se ele souber economizar nas primeiras rodadas, terá energia sobrando.

      Responder
  56. Oswaldo E Aranha

    Fico impressionado como alguns, ao invés de cuidar de própria vida e do desempenho de seu tenista preferido, ficam focados num possível insucesso do Djokovic. No fundo é insegurança e inveja.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Não acredito!

      Isso é um MILAGRE!

      Finalmente você escreveu corretamente o nome do sérvio…

      Foram quase 2 anos te corrigindo…

      Kkkkkkkkkk

      Responder
  57. Leonardo lima

    As desistencias de jogar torneios masters 1000 e grand slans por parte de jogadores com menos de 30 anos ( onde em tese sao obrigados a jogar ) , estes alegando outro motivo que nao seja contusão , por exemplo : casamento , nascimento do filho .
    Essas desistencias rendem advertencias ou multas ao jogadores Dalcim ?

    Responder
  58. Marquinhos

    Me parece que Nadal começou a pré temporada bem antes que os outros e continua abusando de jogar torneio atrás de torneio, inclusive jogando duplas. Logo logo correrá o risco de o corpo cobrar a conta novamente. Parece que não aprende.

    Acho que se no final do ano Federer necessitar de pontos para terminar como 1 do mundo, e precisar jogar París e Shanguai para isso, creio que vai fazer um esforço por ser final de temporada e pré- férias.

    Responder
    1. Julio Calleja

      Acho que ele não vai jogar Shangai e Paris, vai ser um ou outro. O Severin Luthi deu uma entrevista interessante hoje a um diário suíço, dizendo que se o Federer não tivesse perdido pro fantasmão Doskoy e seguido adiante em Dubai, dificilmente ganharia na sequencia Indian Wells e Miami (deixou nas entrelinhas que foi um erro ir pra Dubai, pois não tava preparado físico e emocionalmente por causa da conquista no AO) Falou também que a prioridade deles não é o numero 1. Ou seja o Federer vai economizar nos torneios. Acho que ele pretende jogar Roland Garros, Halle, Wimbledon, Cincinnati, Us Open, Basileia, Shangai e Atp Finais. Que basicamente é o que ele vem jogando nos ultimos anos.

      Responder
    2. Marcelo F

      Até concordo que o excesso de torneios jogados em seguida é prejudicial. Para qualquer jogador. Mas jogar duplas não atrapalha nada. Não há a menor comparação ente o desgaste de um jogo de simples com um jogo de duplas. Dá para jogar os dois tranquilamente em um campeonato.

      Responder
  59. Márcio Souza

    E sobre o que falou o ex técnico da Sérvia na Davis sobre o Cotonete e a postagem da Gorete nos comentários da notícia, o que fica é que Djokovic mesmo esta fora de rumo a algum tempo.

    Não sei se somente se retirando do circuito para aprimorar a parte fisica e técnica (ja que varias pessoas ligadas a ele afirmam que ele não tem treinado como antes) será suficiente para vermos novamente ele em alto nível.

    Acredito sim que ele deva se organizar também fora das quadras na sua vida pessoal e profissional (de quem toma conta da sua carreira e logística) para que ele ai sim possa se dedicar por completo em jogar o seu melhor tênis.

    Todos aqui sabem que eu não vou com a cara do Djokovic e quando ele perde jogos eu dou muita risada e tiro sarro mesmo, mas uma coisa é o tenista perder o jogo dentro da quadra porque o outro foi melhor e outra bem diferente é você fora da quadra estar vivendo um redemoinho de situações e fatores que impedem você de se dedicar por completo como exemplo de profissional que ele era.

    Até porque quando o Federer pegar ele novamente e SURRA LO, não queria ouvir essas desculpinhas esfarrapadas das djokozetes fanáticas kkkkkkkk

    Que o sérvio se recupere bem de tudo isso porque o GOAT espera por ele em Wimbledon e no Us Open para entuba lo e devolver algumas derrotas.

    Kkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Também achei um exagero danado…

      O cara é número 2 do mundo, não virou Top 100.

      A perder para um jogador espetacular como Kyrgios é uma coisa absolutamente normal…

      Responder
  60. Mário Fagundes

    Num outro post, quando o tema era a atual situação de Djokovic, comentei sobre um possível afastamento dele para tratar lesões ou qualquer outro problema que exista. Está mais que claro que a receita para obter grandes resultados estar em planejar os torneios com períodos de descanso. E no caso de lesões, afastar-se totalmente até que se obtenha a cura total. E Federer faz tudo certinho. Tomara mesmo que ele só jogue somente RG.

    Responder
    1. Klaus

      Eu, no lugar dele, não jogaria nem RG. Tiraria agora uns 15 dias de descanso total e já começaria a treinar na grama. Jogaria Stuttgart e Halle como aquecimento, para chegar afiadíssimo na grama em Wimbledon, enquanto os outros “se matam” no barro.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Não acho que precise ser tão radical assim…

        O Federer já ficou de fora de Roland Garros no ano passado.

        Além disso, da forma com que ele tem jogado, creio que RG deixou de ser um sonho impossível.

        Se ele conseguir fazer partidas bem rápidas a medida que avance (ao seu velho e bom estilo) e chegar pouco desgastado na final, ele pode sim faturar até mesmo o título na França.

        Responder
      2. Mário Fagundes

        Não é do feitio de Federer ir a um torneio sem brigar pelo título. Se decidiu jogar RG é porque acredita que o que está jogando dá pra ser campeão. De repente, acredita que achou o número pra vencer Nadal inclusive no barro, vê Djokovic e Murray como incógnitas… A confiança está nas nuvens, e chegando lá sem qualquer pressão…

        Responder
  61. neuton

    Vou seguir a recomendação do médico e parar para tentar curar minha epicondilite. Já vão 3 semanas e só volto no início de maio. Deus me ajude!

    Responder
  62. Sônia

    Dalcim, como havia dito, Roger Federer é e sempre será uma eterna fonte de estudos. Feliz por ELE pensar com carinho sobre quais torneios deve jogar em 2017. Mudando de assunto, parabéns para voce e para a Editora Évora por presentear os 4 vencedores. Sábia decisão. Beijos.

    Responder
  63. Lucas Quagliato Narcizo Ribeiro

    Muito bom texto Dalcim! Esse desgaste físico e consequentemente emocional vem se agravando cada vez mais no circuito, principalmente com os tenistas de ponta. Na sua opinião, esse tema pode influenciar nas regras no tênis no futuro? Como por exemplo, se ter sempre um dia de descanso entre uma rodada e outra, ou até mesmo no período entre um torneio e outro?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Isso só seria possível com redução do calendário atual, o que não me parece atenda aos interesses da ATP e dos promotores.

      Responder
      1. Guaraci Francisco Gonçalves

        Dalcim, num dos últimos comentários, eu levantei essa questão da ATP e os donos de torneios quererem “matar as galinhas dos ovos de outro” que são os tenistas (sem eles ou sem saúde deles não é bom prá ninguém), principalmente os cinco (5) ou seis (6) melhores e mais alguns que as vezes conseguem aprontar alguma “surpresa”. Você, como sempre, respondeu muito bem. E volta, com mais conteúdo ainda, acrescentando maiores detalhes. Imagino que a questão financeira é a grande dificuldade, porque existem jogadores que nunca ganharam um grande SLAM mas já receberam fortuna de premiação embora isto seja consequência de estarem ralando há muito tempo (Berdich, Fonini, Tsonga, Raonic, Civic e isto acabará acontecendo com Kyrgios, Zverev, Thiem, etc). O que quero dizer é que a questão do dinheiro não é só um problema do Federer, Djokovic, Nadal, Andy ou Stam. Envolve outros tenistas. Mas não é possível que eles não consigam pensar que sem a saúde estar plena eles acabam não chegar ao lugar que querem. Não vejo solução se não houver união entre eles. Não entendo nada de calendário mas penso em algo que parece lógico. Na prática os quatro grandes ganham praticamente a maioria esmagadora dos torneios e aí sobra muito pouco para os outros. Se os grandes torneiros são sequenciados (pode deixar os SLAM de fora) basta realizar dois Master 1000 juntos – mesmo período – com15 dias de diferença (quem participasse de um não participava de outro) e se não houvesse consenso entre eles era só estabelecer que o melhor cotado participasse de tal torneio e o colocado imediatamente no ranking participava do outro. Eles estariam divididos igualitariamente pelo ranking da ATP e nem precisava de estratégia para participar deste ou daquele torneio porque já acontece. Isto não me parece nada inviável e ajudaria a aparecer outros tenistas que nunca tem chance. E se surgir o problema da televisão com as chaves prontas podem até jogar em semanas seguidas desde que só participem de um dos torneios. Mas se os tenistas quiserem fazer partidas de exibição o tempo todo então vão ter de pagar o preço de estarem sempre machucados ou fora das melhores condições físicas possíveis

        Responder
  64. Rafael Arouca

    Dalcim, o fato de Nadal ter terminado antes ano passado não é um exemplo disso não?
    Sei que o espanhol fez uma pausa grande em 2012 – nem jogou as olimpíadas – devido
    a uma lesão no joelho. Eu não acompanhava o circuito nessa época, então pergunto se
    essa pausa grande dele neste ano também não pode ser considerada, pra recuperação
    total do joelho?
    Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      De certa forma sim, mas ele parou bem menos. E continua fazendo calendários complicados. Veja agora. Vai para Monte Carlo tendo pouco tempo de readaptação ao saibro. No ano passado, isso lhe custou contusão no punho justamente em Roland Garros, onde deveria estar no máximo da sua forma.

      Responder
      1. Julio Calleja

        Sem contar que ele deve jogar Barcelona de novo. Será que ele fara de novo toda gira de saibro?? É incrível como ele sua equipe ainda não perceberam que não da mais jogar Monte Carlo, Barcelona, Madrid, Roma e Roland Garros..Eles nao aprendem, vão ser teimosos la em Mallorca.

        Responder
    2. Marcos RJ

      O Nadal é um dos tenistas com o pior planejamento de calendário, tendo jogado na sequência torneios pequenos, médios e grandes, sem falar na Davis piorarando a dose por jogar duplas – como se já não bastasse o estilo de jogo correndo 3 metros atras da linha de base. Já tinha problema de tendinite nos joelhos desde 2007 com 21 anos de idade, que só tende a piorar agora com seus quase 31

      Responder
  65. Daniel Fernandes marques

    Ele está privilegiando sua longevidade em busca de voltar a ser o número 1. Para os fãs fica um gostinho amargo de vê-lo tanto tempo fora mas acho que ele pensa mais agora em ganhar torneios importantes aumentando seus recordes do que na briga a qualquer custo pelo número 1.

    Responder
    1. Marcos RJ

      Não é isso que se comenta, nem pelo próprio Federer nem pelos principais analistas. A prioridade é ficar saudável e estar bem para os grandes torneios. O número 1 não é prioridade nessa fase da carreira, mas pode até pintar se tudo continuar indo bem em RG, Wimbledon, ATP americanos, USO e Finals. A parada é para permanecer saudável

      Responder
  66. Carlos Lira

    Como em todo os esportes de alto rendimento, o atleta de tênis somente reflete o momento esportivo.

    O futebol, esporte mais popular do planeta, passa pelos mesmos problemas, com muitos jogadores sofrendo lesões.

    Responder
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