São Federer
Por José Nilton Dalcim
2 de abril de 2017 às 22:17

Roger Federer fez um pequeno milagre neste domingo em Miami. Não apenas ganhou em dois sets de Rafael Nadal como enfrentou condições extremamente difíceis para quem vinha de duas batalhas físicas e mentais quatro dias antes. Sob calor de 30 graus e umidade de 78%, era natural que o canhoto espanhol tivesse maiores oportunidades de sucesso. Piso mais lento, exigência atlética enorme. E nem assim ele parou Federer, que fechou a primeira parte da temporada com um domínio assustador.

Não foi um jogo fácil, como enganosamente indica o placar. O primeiro set viu uma incrível sucessão de break-points, mas os dois jogadores conseguiram tirar o melhor de si na hora do aperto. Nadal se salvou na maior parte do tempo com o primeiro saque muito profundo, mas bastou um game de aproveitamento inferior para ele ficar à mercê das devoluções agressivas de Federer. O suíço não sacou tão bem, porém nunca abdicou de atacar a segunda bola.

Houve sim algumas novidades táticas na partida. Foi possível ver várias vezes o suíço enchar a bola de topspin ao melhor estilo Nadal, numa delas obtendo até winner. Já o espanhol tentou um pouco de tudo. Bateu mais na bola, fez paralela de backhand, buscou a rede, deu curtinha inesperada e surpreendeu com segundo saque no forehand. Talvez as três derrotas anteriores, especialmente a de Indian Wells, tenham pesado para Rafa.

A diferença básica foi a devolução. Rafa poucas vezes colocou Federer sob pressão, favorecendo-se mais dos erros. O suíço retornou muito mais, jamais saiu de cima da linha e no final havia pegado de vez o ritmo do serviço para alcançar winners. A se observar a qualidade absurda dos voleios do suíço, alguns em momento delicado e de enorme dificuldade.

Federer saiu de quadra anunciando que irá parar a máquina até Roland Garros. Não chega a ser uma decisão surpreendente, ainda que minha expectativa é que ele jogasse Madri e Roma porque afinal suas chances no saibro de Paris não são tão pequenas assim. Ele no entanto se diz esgotado após Indian Wells e Miami, quer se preservar ao máximo porque “o objetivo é Wimbledon”. Diante disso, temos de concordar e apenas lamentar sua ausência por quase dois meses.

Nadal, claro, sai frustrado por mais um vice na temporada e em Miami, certamente não engolindo outra derrota para o arqui-rival. Porém ele faz o discurso certo. O bom primeiro trimestre – afinal, ele também volta de longa parada – e o momento duvidoso de Andy Murray e Novak Djokovic o colocam novamente como grande nome para o saibro europeu. Entra como favorito em Monte Carlo, pode embalar em Barcelona, sempre é forte em Roma e isso o deixará muito perigoso para Paris. Mesmo sem Federer, a temporada de saibro promete.

O fim de semana também coroou a parceria de Marcelo Melo e Lukazs Kubot e sacramentou a ascensão de formiguinha de Johanna Konta. O mineiro chegou ao sexto troféu de nível Masters e a dupla agora é a segunda melhor da temporada. O respeito aumenta de vez. O ponto mais positivo das campanhas nos EUA foi sem dúvida a evolução da devolução de saque dos dois, que era um ponto delicado para Melo depois que desfez o dueto com Ivan Dodig. O croata segurava muito atrás.

Konta retorna ao top 10, mas é importante ressaltar que ela sequer era top 100 duas temporadas atrás. Não é uma jogadora jovem – já vai para 27 anos -, porém continua lutando para melhorar em todos os aspectos. Gosta de ser ofensiva, mas diante de Carol Wozniacki mostrou que sua parte defensiva também ficou mais consistente. Quando precisou de paciência, fez tudo direitinho.

Pena que agora vem o saibro, um piso que não parece combinar muito nem com Melo/Kubot, nem com Konta. Eles terão de manter um bom padrão para tentar aventuras na temporada de grama. Lá, todos ficarão bem mais à vontade.


Comentários
  1. João H.

    Parabéns pelo Blog Mestre Dalcim! Melhor site de tênis do Brasil. De tão bom transformou-o num fórum de debate no qual agrega-se ainda mais ao esporte. Trabalho formidável de toda equipe da Tênis Brasil !!!

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  2. Sergio Gonçalves

    Informação direto de Mallorca: depois de vetar Carlos Bernardes como juiz de cadeira em suas partidas, Nadal pretende vetar a presença de Federer como adversário. O Siri e Tio Tony estão estudando com afinco a legislação (e a jurisprudência, por via das dúvidas) para que as últimas quatro sovas seguidas não se repitam.
    Como bem observou o meu compadre Rafa Medeiros, a cada chibatada de esquerda do Supremo Craque, o Siri Careca olha em desespero para o tio Tony Malaco e choraminga “és uma barbaridad, és una barbaridad!”. Aquilo, confesso, me parte o coração.

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    1. Rafael Medeiros

      ” e a jurisprudência, por via das dúvidas” Ahahahahahahahahahahahhaah!

      Imagino a cena: Nadal e seu velho Tio, trombando nos corredores da biblioteca, aquela sombrancelha levantada, um foco absoluto na leitura e de repente Nadal grita, em tom de descobridor: “Tio, anda cá, achei aqui o que nos interessa! Nunca mais enfrentarei Federer!”

      Claro, ouve um sonoro “shhhhhhhhhh” de todos os leitores que lá estão.

      Tio Toni corre esperançoso mas lamenta: “Não, garoto, isto é uma revista em quadrinhos do homem aranha, já lhe disse que os livros que procuramos ficam naquelas prateleiras, corra lá se faz favor. Ou não, vai pra casa jogar video game, anda.”

      E então Tio Toni volta, sozinho, à procura do fundamento legal para subsidiar sua pretensão de nunca mais ver seu sobrinho em quadra contra o suíço.

      E dirige-se, com a seriedade de um pesquisador nato, para a sessão de culinária.

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    2. Ziggy Stardust

      Dileto Sérgio,
      sempre ótimo ler tuas impressões.
      Daqui, veio-me uma remota lembrança do Barão de Itararé e de Nataniel Jebão.
      Machuque, sempre, os maratenistas, Mestre Fedex.

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      1. Fernando Brack

        A comentarista se manifesta com muita propriedade, fazendo referência a um
        amigo próximo do Djoko. Não podemos saber se é verdade, mas…

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      2. Fernando Brack

        Dalcim, vi sua resposta a um internauta que agradece à Goretti por seu depoimento.
        Não acho que nenhum jornalista ou órgão de imprensa ficaria sujeito a processo por
        divulgar como notícia o que ela relata, desde que a informação fosse obtida de fonte
        confiável (veja ela citar que a coisa vem de um amigo próximo do sérvio).
        Ao jornalista ou órgão ainda fica garantido o direito de proteger a fonte. É essencial
        lembrar que Djoko é uma figura pública e sua vida é sujeita a esse tipo de escrutínio.
        O que a imprensa não pode fazer é caluniar, isto é, inventar boatos que podem vir a
        ser prejudiciais à pessoa alvo da notícia ou a seus familiares.
        De todo modo, explorar esse tipo de coisa e publicá-la depende muito da orientação
        editorial do órgão de imprensa. Sua colocação é a de um jornalista sério e focado em
        notícias relevantes ao esporte, mas o mundo tá cheio de veículos voltados a fofocas,
        que, se seguirem as regras universais da imprensa, não ficarão sujeitos a processo.

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    1. Maurício Fonseca

      Onde há fumaça há fogo (e de preferência Corpo de Bombeiros também, rsrsrs).

      Acho que rolou tudo isso mesmo: traição matrimonial; por sentimento de culpa/não rolar divórcio aceitar tudo que a mulher manda; desmotivação pós Roland Garros; guru picareta; menos treino; etc.

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  3. Luiz Fernando

    Que coisa incrível essa declaração do capitão sérvio sobre o Djoko, ratificando o já exposto pelo Becker, certamente algo de muito sério houve com ele, pois até pouco tempo atrás ele era o “foco” personificado, e agora, nas palavras do cara, “perdeu o rumo”. Só pode ser algo familiar e muito grave, nem de longe associado a paternidade, reforçando a boataria sobre sua vida pessoal.

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  4. Carlos

    Dalcim, se vc tivesse que apostar ( para ganhar uma biografia do Federer :D ), quantos torneios de nível master ou major o Federer leva esse ano? Além dos 3 que já ganhou.

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      1. André Pires

        Ou Xangai ou Paris deve ficar de fora. Acredito mais nele ir a Xangai porque dependendo da performance dele lá (não for muito longe), ele pode optar por jogar Paris ou não.

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  5. Maurício Fonseca

    . Jogador que Djokovic mais venceu: Nadal (26 vezes)
    . Jogador que Federer mais venceu: Roddick (21 vezes)
    . Jogador que Nadal mais venceu: Ferrer (24 vezes)
    . Jogador que Murray mais venceu: Ferrer (14 vezes)

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  6. Márcio Souza

    Olhando o calendário do tênis no mês de Maio quando começa RG vejo que uma semana antes tem um torneio ATP 250 na Suíça que poderia servir de preparação pro Federer entrar mais adaptado em RG.

    Como ele mesmo falou que ira treinar na quadra dura até próximo do Slam francês, seria legal ele jogar um torneio preparatório pra pegar ritmo e adaptação no saibro, o que acha Mestre?

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      1. Fernando Brack

        Dalcim, uma coisa muito errada nessa temporada europeia é Madri e Roma acontecerem
        em semanas consecutivas. Madri deveria começar dia 1º de Maio e os torneios marcados
        para esta semana (são três) deveriam ficar entre os 2 masters.

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        1. José Nilton Dalcim

          Também nunca entendi isso, mas acontece também com Canadá e Cincinnati. São eventos muito desgastantes tão próximos de um Grand Slam, mas enfim os tenistas não reclamam.

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      2. ULISSES GUTIERREZ

        Dalcim,

        O Wawrinka no ano que foi campeão de RG (2015) jogou essa ATP da Suiça uma semana antes. Sendo eliminado inclusive na fase de quartas de final acho. E mesmo assim foi campeão esmagando o imbatível Djokovic naquela grande final. Lembra?

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    1. Sérgio Ribeiro

      Olha Marcio , Borg não participava de preparatórios para Wimbledon. Novak depois o copiou e venceu três ( unicos titulos do Sérvio na grama). O Suíço ta’ dando um migue’.Na boa , ELE arruma quadra de Saibro idêntica as condições de Paris pra treinar. E se bobear ainda chama STANIMAL pra bater uma bolinha rsrsrsAbs!

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      1. Márcio Souza

        Quanto a isso entendi e também concordo que é quase inviável jogar um torneio preparatório antes de um Slam, se você esta em plena atividade no circuito.

        Porém o Federer estaria mais de 50 dias sem jogar uma partida oficial e entrando direto num Slam com piso diferente do que ele estaria treinando e por ser na Suíça, poderia ser opção somente para adaptação e não sentir tanto a estréia no saibro de RG…ja pensou se ja ja estréia ele pega um tenista (é claro de ranking bem inferior) mas bom no saibro e ja de cara ele precise jogar 4 ou 5 sets, seria um desgaste desnecessário e que poderia ser evitado.

        Só acho…

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  7. Andre Borges

    Dalcim que acontece com o tenisbrasil e com o blog? Todo domingo de final de grande torneio e segunda feira posterior é praticamente impossível acessar. Diversas vezes o site fica fora do ar. Se for Grand Slam então, durante a segunda semana é praticamente impossível. Fico pensando quanto acessos você não perde pelo provedor de acesso ser bem fraco. Abçs.

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    1. José Nilton Dalcim

      Você não imagina quantas vezes eu brigo com o UOL Host por causa disso e quantas vezes eles me prometem uma solução.

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      1. André Borges

        Eu já nem acesso mais também, pois sei que vai estar fora do ar. Deixo pra olhar lá pela segunda a noite ou terça feira. Como disse o companheiro abaixo já passou da hora de ao menos iniciar o processo de cotação pra troca.

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  8. Mário Fagundes

    E o homem se inscreveu no torneio de Roma. rsrsrs. Acho que atendeu aos apelos externados ao redor do mundo. rsrsrs. Bem, com o arsenal atual, confiança nas nuvens, Novak e Murray incógnitas, alguns nomes da nova geração pra incomodar, resta mesmo torcer por um confronto com Nadal no saibro, vencê-lo, pra entrar de vez na cabeça do espanhol. rsrsrsrs

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  9. Pieter

    Dalcim, embora saindo do tópico Federer, você tem notícias do nosso Orlando Luz?
    Por que ele não está jogando futures na Europa?
    Ao menos não vi o nome dele nas chaves…

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  10. Ernesto

    Acredito que no final das contas , Federer treinará com um olho na terra batida , e participará de um torneio de saibro antes de RG… com essa estratégia de não se desgastar , poderá levar mais um Grand Slam em RG… aí Wimbledon e US Open serão consequências naturais , fechando um Grand Slam na temporado como Rod Laver. A meu ver , o “sonho continua” de Federer eh esse , nas “entrelinhas”… e ninguém duvide dessa previsão , pois eh factível…

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  11. Marquinhos

    Engraçado é que sempre que Nadal vencia um slam ou Masters, aquele careca(Agassi) ia atrás de algum microfone pra dizer que Nadal era o maior da história por causa do h2h, que ia superar Roger em slam. E agora, Mr Agassi? Vc não se manifestou ainda sobre o 18 do mestre e sobre as seguidas surras aplicadas sobre o baloeiro. Engraçado que Sampras, Lendl e outros ex tenistas também não se manifestaram. Acho que quem falou alguma coisa foi o Becker e o Laver não precisa falar nada, pois presenciou a final do AO/2017 ao vivo.

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    1. Ronildo

      Oi Marquinhos. Ele se manifestou sim. Em uma entrevista depois do AO ele disse que Roger Federer sempre o surpreende. Também pudera, visto o monte de besteira que ele já falou. O surpreendente para nós foi ele ter dito que provavelmente pararia mais cedo se voltasse ao passado. Quer dizer​, ele quer nos fazer crer que se arrependeu de ter sido campeão em Cincinnati em 2004, por exemplo. É evidente que ele solta estas pérolas com o objetivo de tentar persuadir Federer a parar mais cedo devido ao recalque que o consome.

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    2. Mário Fagundes

      Para mim, esse cara (Agassi) deveria mesmo era se isolar do mundo tenístico. Fez muita bobagem, fala muita asneira, confessou ter jogado dopado… Que moral esse sujeito tem? Deveria seguir o exemplo da esposa Graff, que se afastou totalmente e demonstra nem se importar o que acontece no tênis.

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  12. Luis

    Dalcim o que achou da decisão por enquanto rs de Federer so’ voltar em Paris pode perder o embalo pro resto de 2017 ? para com apenas 1 derrota no ano,e o que Federer disse pro Nadal na entrega troféus espanhol se emocionou? rs,Go Federer

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  13. João ando

    Dalcim. Nessa recuperação pós três torneios fortes estes tenistas tops fazem a tal da crioterapia…que ficar um tempo em um banheiro de gelo para melhorar a parte muscular…?

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  14. Luiz Nunes

    Dalcim, boa noite!

    Eu fico imaginando o Staff do Nadal, do Kyrgios, e de todos os adversários do Federer e fico pensando no que eles pensam a respeito do Gênio, do Mago,
    do Rei , enfim….
    Por acaso, alguém ou algum órgão de pesquisa já colheu/colheram informações de jogadores atuais , do passado , dos Staff’s, da imprensa e etc…,
    a respeito do tenista Roger Federer?
    Grato pelo Blog e pela sua pessoa tão esmerada no assunto tenis,
    Luiz Nunes

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    1. José Nilton Dalcim

      Ah, temos tido várias personalidades do tênis falando sobre isso. Brad Gilbert nesta semana, por exemplo, escreveu que o forehand do Federer é o melhor que já viu.

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  15. André Pires

    Mas o quem tem de “fãs” e fãs chorando porque “o Federer vai aposentar”, “em breve não vai mais estar jogando”, “pena que já tá perto de parar”. Parem de aposentar o Federer! O homem vive dizendo que quer jogar mais, então deixem ele jogar. Aproveitemos enquanto podemos, seja por mais seis meses ou mais seis anos.

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    1. João ando

      Seis anos…ele vai jogar mais dez anos se quiser.agora dalcim como sou das antigas e pela tradição acho que ele devia jogar monte Carlo e depois roland garros

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    1. José Nilton Dalcim

      Costumava ser o US Open, mas a Austrália deste ano parecia bem mais veloz, principalmente porque mudaram também a bola.

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  16. Pedro

    Dalcim, existe algum estudo mostrando o esforço despendido em golpes chapados e topspin? Alguma coisa também com esforço em relação a raquetes?

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  17. Marcos RJ

    Ironicamente, 6 anos atras foi o Berdych que derrotou Federer no tiebreak do 3o set, nas oitavas de final em Miami (a ultima vitoria de Berdych antes da atual sequencia de 7 derrotas para Federer).
    E o detalhe: Berdych tambem salvou match point no tiebreak final.

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  18. Rodrigo S. Cruz

    Tá todo mundo confundindo o Aciolly com o Narck.

    Não foi o Acioly, não!

    Foi o Narck Rodrigues que ficou puxando o saco do Nadal descaradamente.

    É uma coisa INSUPORTÁVEL…

    Ele ficou o jogo todo relativizando a atuação do Federer, e torcendo pelo Nadal.

    O cara é tosco!

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    1. João ando

      Nao noto isso.mas deve ser pelo jogo o bachand de duas mais dos dois…sp isso pois o narck acho que não foi nem 250 do mundo de simples

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    2. Marquinhos

      Exatamente Rodrigo! Quando Federer fazia uma jogada, parecia gol da Alemanha! rsrs. Quando Nadal fazia qualquer coisa, nada demais, o cara ficava exaltando o espanhol, dizendo que era um jogador espetacular e etc.

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    3. Pieter

      Concordo absolutamente!
      O Accioly é um excelente comentarista, ético e profissional.
      Já o Narck é um mala inconveniente. Deveria ser chamada sua atenção
      Eu ainda prefiro o Dácio em relação a ele…!

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    4. Gustavo

      Rapaz, então ambos são anti- Federer, pq na semifinal contra o Krygius, o Accioly estava torcendo pro australiano descaradamente, e o enaltecendo como um craque, colocando o suíço como coadjuvante o tempo todo.

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    5. Márcio Souza

      De fato tanto o Narck Rodrigues do Sportv e o Meligeni comentando as finais esse ano envolvendo o Federer e Nadal, deu pra perceber a torcida deles pro Nadal, mas a melhor parte foi quando o Federer concretizou as vitórias e eles tentando relativizar a derrota falando que Nadal foi um guerreiro e bla, bla, bla…

      Os narradores tanto o Martini na Espn e o Eusébio no Sportv falando dos feitos do Federer e enaltecendo as conquistas e os dois (um em cada torneio é óbvio que foi transmitido pelas suas emissoras) ficando quase em silêncio depois da conquistas como que se FUDIDOS com a derrota do Nadal e quando falavam meio que não queriam deixar sobrepor que eles não concordavam que o Federer merecia a vitoria.

      Foi muito bom vendo eles engolirem essas conquistas do Federer e que venham mais esse ano pra eles ficarem ainda mais PUTOS com o robozinho amado deles levando FERRO kkkkkkkk

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      1. Wescley Sousa

        Eu assisti o jogo pelo streaming de uma TV espanhola (excelente streaming) e imaginem o clima da transmissão. Ao final do jogo ficaram conjecturando que em 2013 Nadal tinha menos pontos ao fim de Miami e mesmo assim terminou a temporada como nº1, que era possível que isso acontece novamente pois a gira de terra estava chegando e Nadal levaria, no mínimo, 4000 pontos.

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  19. Marcio

    Federer está certo em não priorizar uma já improvável primeira colocação no ranking.
    Seus números de 237 semanas consecutivas e 302 semanas como primeiro lugar são praticamente inalcansaveis.
    E ele sabe que tem condições de conquistar ainda mais alguns títulos de primeira linha, aproveitando um pouco desta geração fraca que o sérvio tanto aproveitou.
    Ainda, em primeiro lugar vem a sua saúde, e não imagino ele querer fazer grandes esforços que coloquem seu bem estar em risco, quando do desfrute de sua aposentadoria, que logo está por vir.
    Federer já era o maior do tênis desde antes de seu último título em wimbledon.
    O que fez depois, cada jogo, cada batalha, só fizeram ele se distanciar ainda mais, e se igualar ou até ultrapassar lendas de outros esportes também.
    Para aqueles que curtem o tênis, é formidável poder estar acompanhando esse formidável jogador.

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  20. Anderson Vieira

    Dalcim , além desse tênis absurdo que vem jogando, o Federer entrou na cabeça do Nadal ? Digo isso porque essa esquerda angulada tira o Nadal dá zona do conforto completamente .

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  21. Carlos Alberto Alves

    Que belo texto do Renato Vieira, muito claro, esclarecedor e muito inteligente também nas suas análises. São pessoas como você, e mais um bocado que escreve neste espetacular blog, que faz com que a leitura dele seja obrigatória e viciante! Parabéns!

    Responder
  22. Naka

    Dalcim, não sei se tem esta estatistica mas notei uma maior proporção de golpes de forehand do Federer com mais top spin (tem até um nome pra este golpe mais curto e com terminação um pouco mais acima da cabeça). Talvez pela mudança do tamanho de raquete e perda de potência ele tenha procurado um pouco mais golpes com spin e angulados forçando erro ou bolas mais curtas dos adversários. Notastes isto também?

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    1. José Nilton Dalcim

      O aumento do tamanho da cabeça não diminui a potência, muito ao contrário, Naka. O que ela diminui é a precisão, justamente porque a bola tende a sair mais das cordas. Daí colocar um pouco mais de spin é providência correta, para ‘segurar’ um pouco mais a bola nas quadra. Abs!

      Responder
  23. Oswaldo E Aranha

    Esta é uma mensagem dirigida especialmente ao setor feminino do blog.
    Parabéns às federetes porque o “lindinho” superou o “lindão”, o “feinho” e o “feiosão”.
    Mas vou contar uma coisa que não vão gostar.
    A Band Sport deu ao Saretta a incumbência de fazer os comentários e entrevistas em Roland Garros e em episódio anterior ele assim fez:
    – foi fazer entrevistas com o público, insistindo em falar inglês, ignorando que o francês, especialmente o parisiense, não gosta de falar inglês. Fez algumas tentativas sem sucesso, até que achou uma que falava inglês, só que estava na fila do banheiro feminino e perguntou, para ser engraçadinho, o que que ela ia fazer no banheiro.
    – mas jacú rabudo não tem jeito e ele encontrou umas brasileiras e perguntou qual o tenista que elas mais gostavam e uma respondeu que era o “lindinho”; então ele para fazer mais uma gracinha perguntou se sabiam que ele não tomava banho.
    O Dalcim está dispensado de fazer qualquer comentário a respeito pois sei que ele não fala sobre colegas.

    Responder
    1. Aurélio Passos

      É o que chamo de “rebaixado pra cima”. Como um cara sem qualificação alguma consegue uma boquinha dessas…

      Fora ser ex-tenusta, ele (e outros) nada fazem para apri.orar suas capacidades. Criam uma personagem e nelas ficam. É um mistério…

      Responder
    2. Fernando Brack

      Sei que é uma questão de gosto e que cada um faz o que quer com o próprio corpo, mas
      acho ridículo aquele cabelo comprido do Meligeni, estilo argentino anos 80, só que com a
      careca a piorar tudo. Horroroso. Tava na hora da mulher dele lhe aplicar um corretivo.

      Responder
      1. FRANCISCO

        Mestre, pensei que o desempate do desempate…., seria quem palpitou primeiro.

        Não é assim, Mestre?

        Esse Blog é leitura obrigatória, não apenas para nós amantes do tênis, como também para quem gosta de qualquer esporte e análises pontuais e técnicas.

        Parabéns, Mestre Dalcim.

        Responder
        1. Rafael Wüthrich

          É a tal da história, você pode copiar os palpites, rsrsrs. Como o placar foi pra lá de comum (incomum para os dois), acabou saindo assim…

          Responder
          1. Fernando Brack

            Mesmo que copiado, Wuthrich, ainda assim é um palpite. Agora, copiar palpite
            é meio imbecil, pois se for um palpite vencedor, ganha o 1º a tê-lo publicado.

  24. Marcos RJ

    Muito já se falou sobre o talento e a superioridade técnica do gênio, mas tem um aspecto que muitas vezes passa despercebido: ninguém jamais gerenciou o calendário de forma mais inteligente que Federer.
    O gênio sempre planejou estrategicamente priorizando torneios importantes e com maior chance de sucesso (hello Wimbledon), paradas estratégicas para recuperação e treino e visão de longo prazo para esticar a carreira.
    A parada de 6 meses em 2016 rendeu o GS#18 e 2 masters 1000. E já surpreende o mundo com outra sacada inteligente: com ranking garantido, vai recuperar o físico e mental, desenvolver algo novo, azeitar saque/voleio/jogo de base que estão entre os melhores do mundo.
    Enquanto isso, os adversários vão ralar por 2 meses em partida de 3horas no saibro úmido e pesado de Monte Carlo ou debaixo de sol escaldante em Roma e Madrid, forçando joelhos, munhecas, antebraços e cotovelos já desgastados, correndo no fundo de quadra para alcançar e devolver bolinhas com 3000-4000rpm.
    Aos 35 e com legado consolidado, o Rei não está nem aí para o número 1 do ranking e o que vier em RG é bônus. Que venha Wimbledon, Cincinatti, US Open (agora com teto retrátil) e Finals em Londres.
    A 2a metade de 2017 promete!!!

    Responder
    1. Pieter

      Excelente colocação sua, Marcos!
      Me causa espanto pensarem que ele não terá chance alguma em RG porque não jogou nenhum preparatório no saibro…
      Esquecem que ele parou por seis longos meses e, quando voltou, ganhou apenas um Grand Slam?

      Responder
    2. FRANCISCO

      Pessoalmente, entre os maiores e melhores jogadores que já existira, acho o saque e voleio de Roger os melhores de todos( falo dos tops, das lendas do tênis, e não apenas de “sacadores”), já o jogo de base, apesar de Roger estar jogando o fino da bola, Rafa e Novak são imbatíveis, bem, pelo menos eram, acho que entenderam, o jogo de base do sérvio e do espanhol é (ou era) sensacional, coisa de outro planeta.

      Particularmente, Nadal é o maior baseliner da história( que vi jogar), já Novak tem a devolução nunca vista d’antes na história do tênis.

      É por aí mestre, você como especialista, o que acha em Relação a essas indagações.

      Abraços.

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Não acho que Federer seja o maior sacador-voleador, embora faça isso com enorme competência. Também é fato que ele não é o melhor no fundo de quadra, coisa que Borg, Lendl, Nadal e Djokovic foram/são superiores. Não é também o mais forte sacador, nem o que faz mais aces. Na verdade, é o conjunto da obra. Acho que a devolução do Djokovic está no mesmo patamar que Agassi, lembrando que as quadras e as bolas eram bem mais velozes no tempo do americano.

        Responder
        1. Rafael Wüthrich

          Federer é o cara que faz tudo muito bem, talvez aí resida boa parte de sua genialidade. Ele não é o melhor em qualquer dos fundamentos do jogo, mas está entre os melhores em todos. Essa é a questão.

          Responder
          1. Anderson Castro

            Concordo com Dalcim e o Rafael. Não me lembro de nenhum fundamento em que o Federer possa ser considerado “o melhor” (muito embora há quem aponte que ele tem o melhor forehand). A grande virtude de Roger é estar entre os melhores em (praticamente) todos os aspectos.

      2. Sergio Lins

        Se Novak é o melhor devolvedor, por que ele tem H2H negativo contra grandes sacadores e foi eliminado precocemente de GSs por caras como Anderson e Querrey? Isso não acontece com os outros do top5.

        Responder
  25. Nando

    Já q o Rei não jogará os masters do saibro ( espero q jogue ao menos 1), torcerei pra q alguns destes ganhe os torneios então: Wawrinka, Kyrgios, Dimitrov, Thiem, Zverev, Tsonga ou Fognini…q os títulos dos masters no saibro fiquem entre esses caras.

    Responder
    1. FRANCISCO

      Espero muito, apesar do inicio de ano ASSUSTADOR de Roger( sou torcedor do mesmo de carteirinha), espero que esse ano seja bem disputado, com a novíssima geração beliscando uns dois Masters e chegando nas fases finais de Majors ( que é o ÁPICE do tênis, indubitavelmente), acho que a novíssima geração, Nick, Alexander e Dominic, vencerão, se vencer, Major, no mínimo em 2018, duas semanas, melhor de cinco sets, etc, é muito difícil manter um nível tão alto e constante e por tanto tempo ( em um torneio ), acho que esse ano, os Majors, ficarão entre o BIG4 E Stan.

      Pessoalmente, Roland Garros, favoritos, pelo menos hoje, na ordem, Rafa, Novak, Stan, Andy, Roger.

      O maior torneio de tênis disparado do Planeta( o sonho de 11 em 10 tenistas), Wimbledon, The Championships, na ordem, pelo menos hoje, Roger, Andy, Novak, Stan, e sim, Rafa, por que não, claro que tem Nick, Milos, esse não tão bem, no momento machucado.

      Segundo maior torneio de tênis do PLANETA, Usopen, na ordem, pelo menos hoje, Roger, imaginem uma final chovendo, fechando o teto, sem a umidade lá de fora, sem a resistência do ar, acho que não preciso terminar, acho que aquela final de 2015, em Nova Iorque, quando choveu barbaridade, bola estava muito densa, pesada, jogo lento, quadra pesada, úmida, jogo mais lento, deu Novak, imaginei, logo depois da dita final, o seguinte, se nesse mesmo ano a quadra central de Flushing Meadows, já tivesse teto retrátil. Imaginem quanto seria diferente aquele jogo, seguindo, Novak, Andy, Stan, Rafa, Milos.

      Eu sei que é cedo, PÕE MUITO CEDO NISSO,mas tendo um especialista da sua categoria e gabarito, peço sua opinião.

      O que acha, mestre Dalcim?

      Abraços.

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      1. José Nilton Dalcim

        Acho que Stan dificilmente estaria numa lista de favoritos em Wimbledon. Nos demais casos, está ok. Mas acho que pensar no US Open é muito distante no momento.

        Responder
  26. Diego

    A final foi muito melhor do que eu pensei que seria, e o Maestro, de novo, mostrou porque a maioria dos tenistas já o admite como melhor de todos os tempos.

    Agora, eu fiquei um pouco assustado com a quantidade de madeiradas que o Roger deu usando o FOREHAND. Pode ter sido por causa do cansaço ou simplesmente porque o Ndala resolveu martelar lá mais vezes. Mas vi pelo menos umas duas madeiradas com a quadra aberta. meu coração quase parou na hora. Sou a favor desse descanso do Roger, mas acredito que ele volte em Roma, que as condições são mais parecidas com as de RG, pra se adaptar.

    4000 pontos no começo do ano, nada mal Roger! Vamos aproveitar até o último segundo desse gênio. E também do Nadal, afinal, não fosse pelo próprio Roger eu acredito que ele estaria com esses mesmo 4000 pontos, mas é um excelente jogador e que a tendência é que ele some mais na temporada de saibro e ganhe ainda mais confiança pro resto do ano.

    E que Kyrgios, Zverev e Thiem desencantem de vez, porque “flashes” de genialidade eles já deram antes, difícil é se estabilizar nessa condição.

    Responder
  27. Rodrigo Bravin

    Dalcim, estive fazendo exercícios de futurologia e pensei na possibilidade do Federer enfrentar Nadal, Djoko ou Murray no saibro. Sabemos que na terra você sempre terá que bater mais bolas. Você acha que o estilo altamente agressivo funcionaria no saibro? Como ele poderia fazer?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não funcionaria tão bem, com certeza, porque os adversários teriam mais tempo de chegar na bola e tentar o contraataque. Federer vai precisar de um misto.

      Responder
      1. Leonardo lima

        Bom dia Dalcim
        Quanto a esse misto de jogo no saibro ?
        Como voce recomendaria , mais slice, mais top spin no fundo da quadra, qual sua visao de jogo melhor pro federer no saibro ?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acho que ele precisa sim usar mais slice e espero que utilize mais deixadinhas também. Gostei de ver em Miami que ele usou muito mais o topspin de forehand e backhand e isso seria fundamental para esperar a oportunidade de ataque no saibro.

          Responder
          1. Leonardo lima

            Tambem percebi isso Dalcim, impressionante como o feitiço se virou contra o feiticeiro, a carreira toda o nadal utilizou essa bola profunda com muito topspin pra receber a bola alta e finalizar com winner, agora acontece o contrario , principalmente em miami, o federer utilizou contra o nadal essa bola profunda com topspin e recebia a bola no meio e curta pra definir com uma winner.
            Ate no final do primeiro set a tv mostrou essa estatistica, media de forehand com topspin, e a bola do federer por incriver que pareça tinha mais spin.
            Mais uma genialidade do ” professor federer ” de estudar o nadal e utilizar a mesma tatica obtendo muitos frutos.
            Estou correto Dalcim ?
            Abraço

  28. Fabio F

    Interessante artigo de Kevin Mitchell na versão online do “Independent” de hoje.

    Entre outras considerações, ele defende a tese de que Roger não tem a intenção de tornar-se número 1. Ganhar outro slam (de preferência Wimbledon) situa-se à frente como prioridade do ano. Eu concordo com ele, apesar de entender que o posto de número 1 pode tornar-se atraente, em função do tamanho do desempenho dos rivais maiores (leia-se Novak e Andy) no decorrer da temporada e da própria avaliação da condição física é técnica do “maestro”.

    https://www.theguardian.com/sport/blog/2017/apr/03/roger-federer-resurgence-miami-open-rafael-nadal

    Responder
        1. Fabio F

          Corrigiu em tempo, Sônia… rsrs…
          Wimbledon não ajudará muito na soma de pontos. Mas para ele, a meu ver, o importante é ganhar o oitavo por lá e definir seu legado de forma emblemática, além de isolar-se de Sampras no quesito “Rei de WB”. O posto de número 1, se vier, é lucro. O chamado “bônus de luxo”. Cerejinha especial no bolo. Até porque ele não sustentaria esse posto por muito tempo, em função da idade e da falta de motivação para encarar o esforço monumental que essa aventura demandaria.

          Responder
      1. Willian Lopes

        Acredito que as chances reais de Federer retomar o número 1 virão a partir do U.S. Open, e elas serão ainda maiores se ele vencer os Masters 1000 do Canada e Cincinnati.

        Responder
  29. Julio Calleja

    O Guga acabou de postar no seu Instagram um video junto com o Roger la em Miami. Claramente o Guga comenta algo sobre seu “novo” backhand e o Federer responde.: “Yea, its’ like you now, step away and….boom” . Isso diz muito sobre seu atual momento e suas vitorias contra o Nadal.
    Depois da vitoria contra o Kyrgios, ainda na quadra, o suiço foi perguntado pelo Brad Gilbert sobre a final que viria, contra o Rafa. O Federer respondeu com um largo sorriso no rosto, dizendo que estava ansioso por enfrenta-lo de novo, que esperava só estar bem fisicamente, que vinha de três vitorias seguidas e que tentaria a quarta. Pra mim ali eu vi que ele realmente ganharia de novo, pois claramente o bloqueio mental acabou contra seu outrora principal algoz.. Agora ele ja tem o plano tático definido é só questão de botar em pratica. Ele vem dizendo que colocou na cabeça que tem que jogar sem pressão, que se evidencia no quão bem vem jogando nos pontos importantes e break points contra. Mas evidentemente, o “jogar livre” e sem pressão acontece também por estar bem fisicamente e agora conseguir atacar e ser consistente com o backhand tando nas devoluções quanto no fundo de quadra, ou seja, seus antigos “buracos” do jogo, já não existem. Imagino o prazer de perceber isso.

    Responder
    1. Aurélio Passos

      É VERDade. Em Indian Wells o Nadal disse “que pena que vamos nos enfrentar tão cedo”. O Federer disse “tô doido para enfrentá-lo”.

      Responder
  30. Sérgio Ribeiro

    Sampras ano passado divulgou o seu enorme arrependimento de não ter trocado de Equipamento. Principalmente depois de ver GUGA estraçalhando com seu poderoso Backhand em Rolanga. Acha que poderia ter conseguido mais no Barro se tivesse sido mais corajoso. O ” Teimoso” Suíço e’ o segundo maior vencedor de partidas em Paris. Atrás somente do Touro. CINCO vezes finalista. Ao contrário do que dizem alguns Sabichões, a troca de Equipamento e sua Pre-Temporada com Ljubicic , trouxeram ajustes fundamentais em seu Back. Confiante arrisca tudo na Paralela, sem falar nos mortais cruzados. Evidentemente que os Slices diminuíriam .Embora continuem guardados na manga. Como projetamos pós o AOPEN , vai pular os MASTERS no Saibro. O N 1 ficou em segundo plano. Sabe que descansado tem tudo para cravar o 19 * em Wimbledon. A turma da ” dor de cotovelo” agradece rs. Abs!

    Responder
  31. juliocalleja@hotmail.com

    O Guga acabou de postar no seu Instagram um video junto com o Roger la em Miami. Claramente o Guga comenta algo sobre seu “novo” backhand e o Federer responde.: “Yea, its’ like you now, step away and….boom” . Isso diz muito sobre seu atual momento e suas vitorias contra o Nadal.
    Depois da vitoria contra o Kyrgios, ainda na quadra, o suiço foi perguntado pelo Brad Gilbert sobre a final que viria, contra o Rafa. O Federer respondeu com um largo sorriso no rosto, dizendo que estava ansioso por enfrenta-lo de novo, que esperava só estar bem fisicamente, que vinha de três vitorias seguidas e que tentaria a quarta. Pra mim ali eu vi que ele realmente ganharia de novo, pois claramente o bloqueio mental acabou contra seu outrora principal algoz.. Agora ele ja tem o plano tático definido é só questão de botar em pratica. Ele vem dizendo que colocou na cabeça que tem que jogar sem pressão, que se evidencia no quão bem vem jogando nos pontos importantes e break points contra. Mas evidentemente, o “jogar livre” e sem pressão acontece também por estar bem fisicamente e agora conseguir atacar e ser consistente com o backhand tando nas devoluções quanto no fundo de quadra, ou seja, seus antigos “buracos” do jogo, já não existem. Imagino o prazer de perceber isso.

    Responder
      1. rullyan

        kkkkk é só a Previdência parar de pagar os políticos brasileiros que se aposentam com 4 anos que pagaria Roger, Nadal, e todos os grandes esportistas mundiais, infelizmente essa é nossa realidade!

        Responder
  32. Bob

    Ola Dalcim, Primeiramente parabéns por manter esse blog sensacional. Sem dúvida, o melhor fórum de discussões e troca de idéias do tênis nacional.

    Gostaria de sua opinião sobre os técnicos do Federer (Ivan Lubjicic e Severin Luth). O Severin é sempre citado como treinador, mas na minha opinião, é mais amigo de confiança do Federer do que treinador. Já está há muitos anos com ele e não vi ele acrescentar nada no jogo do Federer. Quanto ao Ivan, além do que se tem comentado quanto a parte tecnica aqui no blog, acredito que ele conseguiu mexer com o mental do Federer. Até então, era comum o Federer “dar um branco” no meio do jogo e, do nada, perder um game e o jogo. Ou então, do nada, num jogo super equilibrado, dar uma madeirada, do tipo ” Fo….-se.”.
    Este ano, vejo ele super concentrado do inicio ao fim do jogo, não querendo entregar o jogo de jeito nenhum, suando sangue.
    Abraços.

    Responder
  33. José Eduardo Pessanha

    Melhores versões de 2003 para cá (na minha humilde opinião):
    1- Federer 2005/2006
    2- Djokovic 2011
    3- Federer hoje
    4 – Djokovic 2015
    5- Nadal 2013
    6- Nadal 2008
    7- Murray do segundo semestre de 2016
    8- Nadal 2010
    9- Federer 2012
    10 – Federer 2009

    Abs.

    Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Fala, Nando. Beleza? Tirei o Federer de 2004 por que ele não estava tão bem no saibro. Ele melhorou consideravelmente a partir de 2005 nessa superfície. Abs.

        Responder
    1. Anderson Castro

      É uma boa lista, mas ainda não dá pra colocar Federer 2017 na frente do Djoko 2015 (quem sabe no fim da temporada!? )
      Outro ponto que discordo é sobre Nadal. Na minha opinião, o melhor ano do espanhol foi 2010.

      Mas tudo é questão de opinião.

      Abraços!

      Responder
    2. Rafael Wüthrich

      Leio muita gente enaltecendo o Djokovic de 2015 porque ele teve uma temporada absoluta, mas ainda acho que tecnicamente falando em 2011 ele jogou mais e de forma mais exuberante.

      Responder
  34. André Pires

    Minha previsão antes da final do AO, após alguém perguntar se o Federer podia pensar em liderança e o Dalcim disse que um jogador precisaria de pelo menos 10000 pontos para estar na briga:
    AO – 2000 pts
    Dubai – 500
    IW – 360
    Miami – 180
    Subtotal da previsão: 3040/Subtotal alcançado:4045
    Madrid – 180
    RG – 360
    Stuttgart – 250
    Halle -500
    Wimbledon – 2000 (Torcendo)
    Canadá – 360
    Cincinnati – 1000
    US Open – 720
    Shangai – 600
    Basel – 500
    Paris – 600
    Finals – 1500
    Total: 11610

    Provavelmente não deve jogar Madrid e se a previsão de vencer Wimbledon acontecer, acho que fica de fora do Canadá também.

    Responder
      1. André Pires

        Também acho provável que ele possa não ir a Paris se vencer for bem em Xangai e vencer na Basiléia, pra se poupar pro Finals. Acho que só não joga Sttutgart se for à final em RG, ele tem um acordo/contrato e disse ano passado que quer jogar mais na grama. Além do mais o 250 alemão só tem 4 rodadas, da pra começar a jogar na quarta/quinta e só deve dificultar mesmo numa semi ou final.

        Responder
  35. Joaquim Pinto Ferraz

    Dalcim, atualmente a Konta está com 25 anos. Fará 26 em maio. Ademais, digamos que ela passou a ser conhecida pelo mundo no US Open de 2015 (aos 24 anos de idade), ocasião em que jogou um belíssimo tênis, especialmente na segunda rodada quando eliminou Muguruza. De lá para cá, ela tem evoluído constantemente. É perceptível que a sua movimentação, anteriormente muito falha, e o seu voleio, que era horrível, estão muito melhores. Ou seja, tudo leva a crer que a britânica continuará a trilhar caminhos de sucesso, e não o fará senão em permanente evolução.

    Um abraço.

    Responder
  36. Marcelo

    Dalcim, caso o Federer alcance seus objetivos até o final do ano, ou seja, campeão em Wimbledon e no finals e terminando o ano entre os primeiros do ranking e muito próximo de 100 títulos de ATP. Você vislumbra ele fazer um tour de despedida pelos 250 ao redor do mundo, mirando o recorde do Conors?

    Responder
      1. Jônatas

        Também acho que não. Meu pai acha que ele quer parar como número um. Eu me pergunto quem, em sã consciência, para no pico do desempenho?? O que acho que vai acontecer é que ele vai sustentar essa forma até quando der. Explico: corríamos o risco deste ano ser o último do Federer dependendo diretamente de seus desempenhos após a parada de 6 meses para recuperação e aperfeiçoamento físico e técnico. Porém, com os resultados avassaladores digo que há uma enorme chance de termos o Federer em 2018 (ou praticamente certo) em uma temporada normal. A partir disso ano após ano ele, junto com a Mirka e o staff, vai avaliar o desempenho em relação ao circuito. Se continuar competitivo segue o jogo, se não estiver neste nível perguntará a si mesmo se é possível ainda fazer algo de novo. Não dá para fazer algo de novo então ok, chegou a fatídica hora da aposentadoria, ainda “dá caldo”, opa, continuemos nessa toada!
        E não esperem que coloque metas, a fase das metas já foi, ser número um, ter um número de Slams, ou Masters, ou semanas na liderança. Não, não , não. Isto, nesta altura, atrapalha o foco, vamos ponto a ponto, game a game, jogo a jogo. Vamos curtir cada pequeno momento como se fosse único (ou último para os dramáticos). Talvez, pessoalmente para ele, esteja em sua melhor fase.

        Responder
  37. Alisson Matos

    https://www.youtube.com/watch?v=ReqCbIy6A6o

    14:22

    O homem que hoje é o treinador de Federer, falando sobre como lidar com o spin de Nadal tendo o revés de uma mão, não me resta dúvida de que Ivan implementou uma outra postura no backhand do helvético, mais agressiva, assumindo mais riscos.

    42:46 O croata fala sobre o “ultimate challenge in tennis” bater Nadal no saibro, especialmente em Roland Garros, trazendo para o contexto atual, Rafael sem chegar tão equilibrado para as bolas, sem gerar aquele spin de mais de 4 mil rpm, sinto que o coach escolhido tem um peso maior do que se imagina e pode gerar esperanças para o Aberto da França.

    Jogar um Master no saibro acho que seria o ideal visando RG, mas a fome por Wimbledon tá falando mais alto. Aguardando cenas dos próximos capítulos desta temporada surpreendente.

    Responder
  38. Vinicius

    Boa tarde Dalcim, Nadal teve uma queda física de 2 anos pra cá, você acha que isso pode influenciar cada vez mais de forma negativa no seu jogo também no Saibro que exige mais do seu físico? Acho que Nadal que é considerado o rei do saibro esse ano não entra como favorito em RG.

    Responder
  39. Renato Vieira

    Eu não sei por que eu apostei que Federer venceria em 3 sets. Acho que no fundo eu sabia que seriam 2, mas ainda estava achando que haveria aquele toma-la-da-ca do Australian Open. Falando nisso, é ainda impressionante notar que Roger conseguiu melhorar depois daquele torneio. No geral, eu acho que ele está jogando mais firme e seguro. Enfiando o backhand aonde bem entende. Sem piedade. Roger Federer está escrevendo um novo capítulo não na sua própria biografia apenas, mas na história do esporte.

    E eu não digo isso “apenas” por que ele dominou até agora esse ano de forma irreparável – e imparável. Mas por que ele se readaptou ao seu próprio estilo de jogar, e vem nos últimos anos mostrando como serão os próximos 10 a 20 anos do tênis pelo menos. Não digo como será o futuro do tênis por que depende de inúmeros fatores tecnológicos, como peso e tamanho de bolinhas, velocidade das quadras e tudo mais. Todo mundo tá cansado de saber disso. No tênis, a capacidade de se adaptar a diferentes condições é uma das mais importantes características para o sucesso de um jogador. Mesmo na época de exagerada padronização de tudo. Se fosse necessário se inspirar em apenas um jogador para aprender isso, 100% pegaria o exemplo de Federer.

    Ele teve que começar nos pisos rápidos, raquete com aro menor e mais cordas, saque-voleio e pontos curtos e se adaptar à gradual lentidão e padronização dos pisos e bolas e especialmente aos jogadores que já surgiram nessa nova ordem. Rafael Nadal sempre foi o maior exemplo disso.

    E ele o fez. E como fez. Adaptou-se aos novos tempos e ainda manteve a classe e a superioridade na maior parte do tempo. Co-protagonizou uma das maiores rivalidades da história de qualquer esporte. E ainda por cima teve outras boas também, com o resto do Big4.

    Eu nunca vi um jogador ser tão “aposentado” pelos outros quanto Roger. Cada vez que perdia um jogo, seja para um dos outros 3 grandes, seja para um Stakhovsky da vida, e aparecia a horda de gente-sem-ter-o-que-fazer decretando o fim da carreira. Desde antes do título em WB 2012 que já falavam isso. Especialmente a partir de 2011, quando Novak quebrou tudo.

    Mas Federer foi persistente. E se dedicou a mudar alguma coisa em seu jogo. De uma vez só mudou drasticamente de raquete e de postura. Qual outro jogador que ousou fazer isso aos 32 anos? Se eu fosse apostar, diria que vamos ver cada vez mais coisas desse tipo.
    Roger viu que somente a pancadaria da linha de base não iria adiantar. Aproveitou e aprimorou sua excepcional velocidade e talento na transição à rede e tratou de reencarnar o saque-voleio da melhor forma possível. Apenas isso já o levou novamente a 3 finais de Major e outras finais e alguns títulos. Faltava algo…

    Aproveitou a pausa que ser pai de família lhe proporcionou e tratou de aprimorar seu ponto mais frágil: o backhand. Estava completo o arsenal necessário para 2017.
    Quando Fedex disse em uma entrevista “Eu vou voltar mais forte do que muita gente está pensando”, eu realmente pensei que ele voltaria na melhor forma. Mas não apostava que seria assombroso como está sendo. Sua postura em quadra está absolutamente diferente. Nas rodadas iniciais ele está tratando de destruir os adversários no menor tempo possível. Descansar é parte do seu repertório agora. Nesse aspecto, eu o vejo melhor do que em 2005-2006. Também por isso eu acho que é mais do que certa sua decisão de pular os M1000 do saibro. Na verdade eu gostaria que ele jogasse Roma. Jogasse pra ganhar. Ficaria faltando apenas Monte Carlo no seu absurdo currículo. Mas se ele não jogar também sei que é por uma causa maior.

    Se semana que vem houvesse um jogo entre Rafa e Roger no saibro, eu não hesitaria em apostar no suíço. Sua postura em quadra para definir os pontos está sufocante para os adversários. E esse é o caminho. Embora tenhamos percebido que o AusOpen estava com quadras mais rápidas, eu acredito que a história teria sido a mesma se fossem mais lentas. Jamais saberemos.

    Grigor Dimitrov elevou seu jogo no começo do ano. Stan Wawrinka é o coringa mais talentoso do top 10 (jogador coringa, não apenas jogador OK?!). Pode vencer qualquer um em qualquer torneio. Nishikori patina, mas sempre é uma ameaça. Mas hoje, quem tem reais condições de vencer Rafa e Roger são Kyrgios, Zverev e em menor grau Thiem. Já faz algum tempo que estamos vendo esses crescerem e outros estagnarem. O que será que aconteceu com Novak e Murray?
    Se eles não voltarem a jogar no nível do ano passado, vão apanhar feito criança de Nadal e Federer. No saibro, agora, sem Roger, será interessante ver como esses dois vão se sair. Ano passado o escocês surpreendeu a todo mundo com uma ótima campanha. Será que vai manter pelo menos uma boa parte dos pontos? Alguém aposta nisso?
    Mais fácil talvez pro Djoko, que sabemos que pode sair a qualquer momento de qualquer precipício. Mas que também parece unanimidade que tem feito jogos irregulares e decisões pouco confiantes nos últimos meses. De novo, se Federer fosse enfrentar qualquer um deles nas próximas semanas, eu taxava a vitória para o suíço sem pensar duas vezes. Em qualquer piso. Se ao invés da temporada de saibro, estivessemos começando a temporada de grama, já teríamos o principal favorito aos títulos. Eu adoraria que Federer ganhasse RG novamente e assim tivesse dois troféus de cada Slam. Gostaria que Rafa fizesse o mesmo no AOpen e Novak em RG. Seria o atestado para a história do tênis de que esses 20 anos entre 2000 e 2020 foram uma verdadeira revolução.

    E essa revolução foi iniciada e será terminada com o maior de todos: Roger Federer.

    Responder
    1. Daniel

      Renato, parabéns por esse texto magnífico. Acho que vc pode até negociar uma coluna no Tênis Brasil com o Dalcim rs. Uma dica é vc falar que é Palmeirense rs

      Responder
      1. Renato Vieira

        Obrigado Daniel.

        Na verdade eu sou palmeirense mesmo. Até pouco tempo atrás a gente tinha que esconder isso né. Era só vergonha…

        Responder
    2. Fernando Brack

      Renato, um texto um pouco longo, mas muito bom, muito bom mesmo. O feito espetacular de Federer
      foi voltar este ano, mesmo com sua adiantada idade, com novidades em seu jogo, que o fizeram enfim
      encontrar o caminho de derrotar Nadal. Putz, como cobramos isso dele ao longo da carreira. Fazíamos
      a nós mesmos a pergunta: como pode um gênio do esporte não achar a chave para vencer seu grande
      algoz? E eis que ele retorna nessa versão 2017, após uma parada tão longa, e surpreende a todos.
      E não é que sejam inovações propriamente, pois tanto raquete (que muita gente deve ter-lhe buzinado
      na orelha para trocar, por muito tempo) como jogar o backhand mais batido são coisas bastante vistas
      no circuito. Está aí Wawrinka para atestar. Aliás, sou de opinião que se Federer jogasse com a raquete
      do compatriota ele elevaria ainda mais seu jogo. Mas aí a coisa iria perder totalmente a graça, né. Abs

      Responder
      1. Renato Vieira

        Obrigado Brack.

        O texto acabou meio longo mesmo, mas eu achei que merecia. Desde o AusOpen que eu não comentava nada e estava aguardando ansioso pros M1000 americanos pra ver como Roger se sairia. Foi exatamente como eu previa e torcia. Embora eu ache que Murray e Djoko fazem falta. Agora que o Big5 está restabelecido no ranking, os cruzamentos serão nas semis ou 4as normalmente e a coisa vai ficar mais legal ainda.
        Desde aquela campanha formidável de Roger e Rafa em Melbourne que eu estava esperando uma temporada sensacional. Por isso quis escrever apenas quando fosse para falar tudo. Ainda ficaram faltando coisas mais específicas do jogo (não achei o jogo grande coisa. Os dois cometeram erros bizarros de forehand, mas nada que comprometa)

        Realmente o lance da raquete não foi nenhuma novidade propriamente, e eu também me perguntava já lá em 2012 – 2013 por que raios ele ainda jogava com aro 90 e 18/20. Quando ele resolveu fazer a transição, eu tinha certeza de que iria ajudar muito o seu jogo. Eu gostaria que tivesse um documentário que mostrasse como foi esse processo de criação entre ele a Wilson. Por que foi uma mudança drástica dentro dos parâmetros que ele usava. Eu até achei que ele manteria o padrão 18/20, mas ele foi pra 16/19. Isso melhora demais o top spin e a profundidade. Ele equilibrou isso aumentando ainda mais o peso total da raquete. Genial.

        Responder
    3. Fernando Brack

      E se não bastasse isso tudo, o cara volta com uma disposição e uma determinação pra correr
      atrás dos pontos impressionantes. É preciso muito amor ao esporte e respeito aos torcedores.

      Responder
      1. Renato Vieira

        Outra coisa que faltou comentar. Está nítido que ele não entrega ponto de graça. Está numa forma física invejável. E controlando seu descanso, agora não tenho mais dúvidas que ele vai até 2019 ou 2020. A não ser que ele aposente por vontade mesmo. Por que pelo físico não vai ser.

        Responder
    4. Vítor Barsotti

      Excelente!

      E, para mim, o grande mérito do Federer é que ele soube ser protagonista e soube ser coadjuvante quando outros estiveram melhor. E por coadjuvante entende-se não um mero figurante, mas um cara que aprimorou ainda mais seu jogo e buscou alternativas para sempre estar entre os melhores do momento.

      Responder
    5. Willian Lopes

      O texto é longo, mas valeu ler cada palavra que vc escreveu Renato. Federer realmente revolucionou esse esporte, e junto com tal revolução, vieram Nadal, Djokovic e Murray, que se viram obrigados a melhorar e evoluir constantemente em seus respectivos estilos de jogos para fazer frente ao maior tenista de todos os tempos, parabéns por sua análise e vida longa ao rei Roger Federer, que jogue mais uns 50 anos no mínimo.

      Abs

      Responder
  40. André

    Em 2015/2016, me recordo pelas estatísticas que o Federer fazia um número muito parecido de Winners e de Erros Não Forçados… Em 2017, o numero de Winnes cresceu muito e de Erros diminuiu… ele anda fazendo 2 Winners para cada 1 ENF… aumento de 50% para 66% nos acertos… é muita coisa!! Ontem, o Nadal teve estatistica parecida com a de Federer 2015/2016… fez quase o mesmo numero de Winners e ENF, o que já é algo extremamente dificil!

    Responder
  41. Sônia

    “São Federer” rsrsrsrs, adorei Dalcim, adorei. Realmente, os humilhados serão exaltados. Jamais imaginei o que nós, amantes desse SEMIDEUS, estamos presenciando. Ver o sansão espanhol nitidamente com medo do meu Lindinho (bem mais velho), não tem preço, caba não mundão, caba não! Rindo aos borbotões. O que entristece é saber de sua ausência por quase dois meses (buá, buá, buá, …). Tudo fica sem sentido sem voce Lindinho, tudo fica cinza sem voce. Voce é a minha alegria nesse mundo esportivo tão sem sal. Volta logo “PROFESSOR”, volta logo. Beijos.

    https://youtu.be/9rkmdaORZPs

    Responder
  42. sandro mg

    bom dia Dalcim!! Que temporada, hein!? Eu sou fa do djoko, mas, confesso, como é bom ver um tênis agressivo como o do federer! o jogo fica lindo! Ver o Murray e Djoko jogando o tempo todo na defensiva, apenas esperando o erro do adversário, cansa. Fica um tenis chato de se ver…
    Gostaria de tirar uma dúvida com você: você acha que, com os resultados negativos deste ano e com um federer voando, o Djokovic e o Murray vão buscar alternativas? Quando djoko perdeu a ponta, em 2013, rapidamente ele quis mudar, e contratou o Becker. Agora, vejo que ele nem falou em contratar alguém… será que ele perdeu o “eye of tiger”?
    abraço!!!

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    1. Fernando Brack

      Há muita especulação, Sandro, mas vai ficando evidente que alguma coisa ele perdeu, e não é
      competência técnica. Se foi alguma coisa que tenha afetado sua vontade de jogar, espero que
      ele não demore muito para resolver o problema. Seria uma lástima ele não sair desse buraco.

      Responder
  43. ULISSES GUTIERREZ

    Dalcim,

    ao ler a entrevista que Federer apontou seu cansaço, tendo ressaltado que teve que lutar muito para conseguir vencer ontem, somente aumenta a grandiosidade da sua conquista. Ganhar do seu maior rival, com desvantagem física, e ainda com quase 36 anos, não há como definir isso… Mas como o próprio REI diz o “sonho continua”. Espero que continue mesmo com mais um major na grama ou no us open e para finalizar terminar o ano como número 1. Depois pode se aposentar e somente esperar a confirmação de todos os especialistas que o MAIOR e MELHOR tenista de todos os temos encerrou a carreira.

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  44. Márcio Souza

    Federer ao anunciar que não jogará mais os Masters 1000 no saibro e só retornará em RG, não chega a ser uma decisão surpreendente.

    Além dos motivos óbvios de dar descanso ao corpo e retornar competitivo (sem ritmo de jogo, mas competitivo), ele poderá concentrar forças nos torneios de grama e WIMBLEDON e depois nos torneios de quadra sintética onde ele sempre se deu bem também.

    Lembro que no ano passado antes do AO e obviamente antes da lesão no joelho, ao anunciar o seu calendário ele ja havia deixado de fora os Masters 1000 no saibro e até Miami se eu não me engano, segundo ele porque queria fazer uma preparação adequada para os torneios na grama e os de quadra sintética no segundo semestre (MESTRE ME CORRIJA SE EU ESTIVER ERRADO NESSA AFIRMAÇÃO).

    Portanto começo a acreditar que independente da lesão que ele sofreu no ano passado e que o deixou fora do segundo semestre inteiro, ele ja não tem mais interesse nenhum em jogar os torneios no saibro com exceção de RG, pois como falei ja no ano passado ele queria pular esse torneios.

    É uma pena porque ainda queria ve lo tentar ganhar Monte Carlo ou Roma no Foro Itálico.

    É claro que decisões podem ser mudadas, mas na sua opinião Mestre, podemos de fato estar num cenário de que não veremos mais Federer jogando no saibro com certeza exceção de RG?

    Responder
  45. Marcus

    O colega Rafael ressaltou muito bem sobre o “milagre” do backhand do Federer. Não tem muito a ver com mudança de técnica ou empunhadura ou a reinvenção da roda. Apenas foram eliminados os slicezinhos sem vergonhas que eram executados em momentos definidores das partidas, assim como a eliminacão quase que total do slice na devolução de serviço. A esquerda esta sendo batida quase sempre com top spin e um pouco mais a frente da quadra, o que reduz o tempo de reação do adversário, especialmente quando este está servindo. Isso reduz um pouco a exploração do backhand, sobram mais bolas na direita e o resto taí pra todo mundo ver.

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    1. Fernando Brack

      Também acho isso. Ele apenas resolveu bater mais o backhand. E a raquete tá ajudando muito
      a manter os ENFs sob controle. Só isso. Uma novidade pra ele, mas nada de revolucionário.

      Responder
  46. André Pires

    Dalcin,
    Também gostaria que o Federer disputasse um Master 1000 no saibro antes de ir pra RG, mas entendo a decisão dele. Veja só, se ele for até a segunda semana em Paris, ele terá uma maratona parecida com Indian Wells-Miami, tendo que jogar quatro semanas seguidas com a diferença que RG é melhor de 5 e que Sttutgart e Halle onde deve ir longe serão 9 jogos até a final. Depois teria uma semana até Wimbledon. Se colocássemos ao menos Roma nessa conta, em 9 semanas, ele jogaria em 7 delas, o que não condiz com a ideia dele de se poupar.
    Com isso em mente, fiquei pensando se o Federer disputando apenas o Slam no saibro e a temporada de grama logo em seguida, iria começar a treinar pra grama antes de RG (ou focar nos fundamentos mais necessários la como voleio, saque, devolução) e fazer algo parecido com o que o Pete Sampras fazia no Aberto da França, sem mudar muito suas características? O que você acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não dá para misturar tanto assim os pisos, André. Treinar na grama e tentar jogar no saibro seria um tanto maluco. Ele afirmou ontem que ficará treinando no cimento até duas semanas antes de Paris.

      Responder
      1. André Pires

        Pois é, também acho que seria complicado, por isso citei a questão de pelo menos intensificar os fundamentos que ele mais vai precisar em Wimbledon e utilizá-los em RG. Por exemplo, acho que essa devolução de saque que ele está fazendo perto da linha de base, e no segundo serviço, até entrando na quadra, pode ajudá-lo em RG, já que lá o saibro amortece o saque, fazendo com que ele possa atacar logo cedo, ou dificultar que o adversário domine o ponto.

        Responder
  47. diego bezerra do nascimento

    Incrível o q Roger vem fazendo perto dos seus 36 anos, mais um Master 1000 e ainda mais em cima do seu maior desafio! Cabe a nós mortais simplesmente levantar, aplaudir de pé e agradecer a Deus o q estamos vendo: Federer, Nadal, Nole, Murray e outros poucos numa mesma época!
    Quem joga tênis ou quem no mínimo é encantado por esse esporte sabe o q estou falando. Obg Dalcim por mais um poste genial e nos dá essa oportunidade.

    Responder
  48. diego bezerra do nascimento

    Olá Dalcim, bom dia! Mais um feito, mais um título…. Onde irá parar Roger? Tomou a decisão correta em pular os Masters 1000 no saibro! Mas todos!
    Dalcim vc acha q Federer poderá chegar em Paris em quais condições? isso contando q N jogará nenhum preparativo e com as voltas de Nole e Murray.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele vai jogar Paris completamente solto, sem pressão. Isso pode dar certo nas primeiras rodadas, mas certamente será complicado diante de um saibrista.

      Responder
      1. André Pires

        Levando em conta o ranking atual, acho que ele tem tudo pra chegar às oitavas pelo menos, talvez Fognini e Zverev,(2 jogadores de 16 possiveis nessa rodada) possam complicar na terceira rodada. Nas oitavas, Thiem e Kyrgios(2/8) podem dificultar e nas quartas, Nadal ou NIshikori(2/4). Com alguma sorte pode chegar às semis.

        Responder
  49. André Luiz

    Não entendo porque o Rafa continua recebendo o saque três metros atrás da linha de base. Isso facilita muito pros seus adversários e atrapalha a tal ”modernização” de seu jogo, que fica a meio caminho. Enquanto não melhorar isso aí, Rafa vai continuar tropeçando na hora ‘h’, pelo menos nas hard courts. E o forehand do espanhol continua encurtando de maneira bizarra em alguns momentos cruciais. Nadal teve um break point Federer no oitavo game e entregou a rapadura com um forehand curtinho, que não saiu da área de saque.

    Responder
    1. Aurélio Passos

      Não há modernização alguma. É tudo balela. Ele mesmo falou que só quer saber de fazer o forehand voltar a andar (ou seja, reativar o ganchão do mal)

      Responder
      1. Gildokson

        Pois é, a gente ta falando tanto do backhand do Gênio, mas é bem verdade que a direita do espanhol perdeu muito a potência e a profundidade.
        O que é maravilhosoooo!!!! kkkkkk

        Responder
  50. Luis Costa

    2017 prova que o domínio de Djokovic em 2015 existiu por causa da velhice do Federer e do Nadal. O cxircuito tava fraco, e aí o Djokovic imperou. Foi só o Federer e o Nadal melhorarem pra acabar com a ilusão.

    Responder
        1. André Barcellos

          Sendo bem realista, Federer melhorou a olhos vistos e sim, claro que Djokovic piorou.

          Em rápidas acho que Federer é o melhor jogador hoje em dia, mesmo diante do Djokovic 2015, EMBORA AINDA SINTA PENA quando o vejo sem a movimentação que já vi.
          A gente quase não repara nisso porque ele dita muito os pontos, e eventualmente se dispõe a correr, e ainda é muito veloz. Mas sem o mesmo arranque e explosão dos anos áureos.
          Sou um dos maiores fãs do suíço, mas é inegável que ele tem menos velocidade, embora o mesmo jogo de pés.
          Se ele estivesse com a velocidade de seus 25, seria imbatível ou quase isso.
          Enfim, tá ótimo do jeito que está…

          Responder
  51. Glauber melo

    Mestre bom dia , com essa pausa mais que merecida do rei Roger quando chegar a temporada de grama será que ele perderá muitas posições até lá e mais uma vez parabéns pelos comentários

    Responder
      1. Cynthia - Araçoiaba/SP

        Dalcim, qtos pontos o Nadal defende nestes torneios de saibro??? O Djoko e o Murray defendem bastante, não?? Obrigada. E vida longa ao Rei!!!

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Defende 2.040 pontos até Roland Garros. Murray, 1.960 e Djoko, 1.610. Depois em RG, Nadal só 90, Murray 1.200 e Djoko 2.000.

          Responder
          1. Cynthia - Araçoiaba/SP

            Obrigada, Dalcim. Não vejo o Nadal super favorito, não. A diferença de pontos entre ele e o Roger não deve ser muito grande após esses torneios, se ele o passar … Vida londa ao Rei!!!!

  52. Marquinhos

    Com o que vem jogando, Federer venceria qualquer tenista. Nem Novak ,e muito menos Murray, seriam parios para ele. Quem vai se dar mal com a volta dos dois é Nadal. Vai ser jogado para escanteio. O escocês e o sérvio serão os” vices da vez” em Wimbledon, U.s Open, Cincci, Shanguai, finals……………..

    Responder
  53. Paulo F.

    Ah, se Federer não fosse teimoso e tivesse revisto a necessidade de upgrade de seu backhand alguns 8 anos atrás…
    Ah, na minha opinião o melhor título pro pst teria sido São Ivan! rsrsrsrs

    Responder
  54. Leonardo Felix

    Quem diria que chegaríamos ao dia em que é Federer quem tem uma tática de segurança contra Nadal, e não o contrário. Nos últimos confrontos o suíço dispôs de um conforto estratégico interessante. Sem tanto espaço para o improviso, mas com enorme eficiência. Por outro lado, ao espanhol foi passado o bastão de ter que pensar e repensar todas as jogadas, algo que antes cabia sempre ao Federer.

    Para Nadal, hoje, o que é melhor? Ganchão na esquerda para tomar pedrada na cruzada? Tentar colocar seu revés para duelar com a sempre perigosa direita do rival? Jogar afastado da linha ou próximo a ela? Federer enfim deixou Nadal em dúvidas sobre que postura adotar em quadra, e isso faz muita diferença na parte mental.

    Concorda, Dalcim?

    Afora isso, compilei alguns números atualizados sobre a rivalidade de ambos, apenas por curiosidade:

    DUELO POR TIPO DE PISO
    -Quadra dura: Federer 10 x 9 Nadal. Total: 19
    (Outdoor: Nadal 8 x 5 Federer. Total: 13)
    (Indoor: Federer 5 x 1 Nadal. Total: 6)
    -Saibro: Nadal 13 x 2 Federer. Total: 15
    -Grama: Federer 2 x 1 Nadal. Total: 3

    DUELO POR IMPORTÂNCIA DE TORNEIO
    -Grand slams: Nadal 9 x 3 Federer. Total: 12
    -Masters/Finals: Nadal 13 x 10 Federer. Total: 23
    (Masters 1000: Nadal 12 x 6 Federer. Total: 18)
    (Masters Cup/Finals: Federer 4 x 1 Nadal. Total: 5)
    -ATP 500: Federer 1 x 1 Nadal. Total: 2

    DUELO POR FASE DE TORNEIO
    -Finais: Nadal 14 x 9 Federer. Total: 23
    -Semifinais: Nadal 6 x 3 Federer. Total: 9
    -Quartas-de-final: Nadal 2 x 0 Federer. Total: 2
    -Oitavas-de-final: Federer 1 x 0 Nadal. Total: 1
    -Round 32: Nadal 1 x 0 Federer. Total: 1
    -Fase de grupos do Finals: Federer 1 x 0 Nadal. Total: 1

    Interessante notar que Federer conseguiu retomar o domínio sobre o rival no piso sintético, inclusive dirimindo parte da bizarra vantagem de 8 x 2 que o ibérico tinha nas quadras duras com teto aberto. No frigir dos ovos, é a ampla vantagem no saibro o que ainda desequilibra o confronto em favor do espanhol. Mas… como já diria o adágio: c’est la vie.

    Demorou 13 anos, mas Federer enfim aprendeu a jogar contra Nadal, o que nos leva a uma outra estatística: Roger se uniu a Novak Djokovic e Nikolay Davydenko como único jogador a ter vencido Nadal por quatro vezes seguidas. Enquanto isso, só Nadal e Murray bateram Federer pelo menos quatro vezes consecutivas. A ver os próximos capítulos do confronto.

    Responder
  55. Cristiano Carneiro

    Bom dia Dalcim,
    Meus parabéns pelo Blog e pelo site. Busco vários sites e blogs sobre tênis e este espaço é disparado o mais interessante.
    Já acompanho há vários anos, mas comento pouco. Tenho muito mais a aprender do que a acrescentar. No entanto, pouco tem se falado do físico do Nadal. Queria saber sua opinião a respeito do meu raciocínio.
    O jeito que Nadal sempre jogou exige muito do corpo como um todo, não somente das partes, mas muito da velocidade de braço. A bola com o maior spin do circuito exige uma aceleração absurda para não ficar curta e ser contundente, ação que ele já não consegue imprimir em todas as bolas como antigamente. Seu jogo de correria e contra ataques custou caro. Além das lesões, custou também um estilo vencedor mas muito dependente da resistência física e velocidade de pernas e braço. Sua experiência com biomecânica aplicada ao tênis pode elucidar essa questão. Mas pelo pouco que jogo, acredito que imprimir peso e velocidade com muito spin exige muito mais do corpo do que obter a mesma força em uma bola mais chapada. Então, para finalizar, com o declínio natural após o ápice físico de um atleta, Nadal tem encontrado dificuldades pois não sabe jogar de outra maneira.

    Grande abraço. Sou seu fã!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Perfeita sua análise, Cristiano. É exatamente isso o que acredito que aconteça com o forehand do Nadal. Sem falar da recente contusão no punho, que complica ainda mais. Grande abraço!

      Responder
      1. Ricardo - DF

        Pois é, sempre me impressionei com a quantidade de energia necessária para os forehands do Nadal, era muito spin e velocidade juntos.

        Mas Dalcim, existe uma infinidade de ângulos entre raquete e bola, desde o top spin pesado do Nadal e o golpe chapado. O Federer varia fácilmente entre um e outro, muitas vezes preparando com o top spin e finalizando com um golpe mais chapado e veloz. Altera a velocidade e peso da bola, complicando o adversário.

        Estou tentando lembrar, mas não recordo ter visto Nadal batendo chapado. Ele nunca usou esse tipo de golpe ? Para um cara com a técnica dele, não seria difícil alterar isso para ter mais velocidade e profundidade na bola, não ?

        Responder
        1. André Barcellos

          Sem dúvida Nadal sabe bater chapado, mas está no DNA dele gerar muito spin, pois é uma bola que naturalmente complica os adversários.
          Pedir para mudar isso em todas as bolas é alterar radicalmente o estilo de um jogador.
          Acho improvável que Nadal se transforme tão radicalmente.

          Responder
  56. Marcelo

    Dalcim, parabéns por mais um post, e pelos comentários sempre precisos!
    Minha única observação é em relação ao que você disse sobre o Melo, de ele não se sentir muito à vontade no saibro.. Porém, o único Grand Slam dele é em Roland Garros. Será que ele não está mais adaptado a esse piso ultimamente?

    Abraços!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele mesmo considera uma tremenda surpresa ter vencido Roland Garros, Marcelo. Acho que os dois irão precisar treinar muito para ir bem no saibro.

      Responder
      1. Marcelo

        Embora o único slam do Melo seja no saibro, em compensação todos os seis títulos de masters dele são no sintético (Miami, Canadá, Cincinatti, Paris e duas vezes Xangai). Só faltou Indian Wells para ele completar os Masters na quadra dura, e o título escapou por pouco esse ano. Vamos ver no saibro, de repente com confiança ele consegue bons resultados.

        Responder
  57. VALDIR BITTENCOURT JUNIOR

    O q mais me impressionou hoje foi como Federer jogo tranquilo, especialmente n segundo set. Parecia q tava jogando com seus fregueses como Ferrer, Roddick, Soderling. Definitivamente o fator mental q o Nadal tinha sobre Federer acabou.

    Responder
  58. Thiago

    Dalcim o Federer ta com pinta de nº 1 em 2017, mais tudo vai depender de como Djokovic e Murray vão voltar agora no saibro e depois como vão jogar na grama se voltarem ao seu nível habitual a briga esquenta, se não Federer vai reinar absoluto já é sem dúvida o grande favorito a Wimbledon, agora não podemos descartar Nadal totalmente da briga pois o saibro é seu “ganha pão”. se ele consegui somar uns 4.000,00 pontos no Saibro o que não é nada impossível, ele vai ganhar confiança e entrar nessa briga com certeza.
    Agora Dalcim por que o Nadal não muda essa tática de devolver o saque lá do fundo da quadra, acho que ele tinha que entrar mais e ser mais agressivo na devolução principalmente nos 2º serviço dos adversários tem alguma explicação para isso ?

    Responder
  59. Mário Fagundes

    Foi um jogo bem diferente de IW. Federer venceu Nadal em mais um confronto onde esteve impecável taticamente, Que bacana vê-lo, aos 35 anos, lutando do início ao fim da partida, muito focado e com muita confiança. Nadal bem que tentou, mas jogou pressionado quase o tempo inteiro. Com a vitória, Federer retoma a ponta nos confrontos em quadra dura. Espero mais jogos entre os dois até o fim da temporada. Sobre encurtar a temporada de saibro, vejo-a como mais uma sábia decisão dele e de seu time. Aliás, foram decisões como esta (muitas vezes questionadas), que garantiram a longevidade de Federer no esporte. É sempre bom lembrar que 35 anos pesam demais neste esporte cada vez mais exigente da parte física e, também, que Federer sentiu um desconforto nas costas contra Berdych. Não será este o motivo pro saque ter caído um pouco na final? Então, pra que correr riscos desnecessários no barro quando o objetivo é Wimbledon? Se vai jogar RG, com duas rodadas ele pega ritmo pra chegar longe no torneio. Simples assim. Valeu, Federer!

    Responder
  60. Maurício Fonseca

    Com finais ou sem finais, eis os números frios de Rafael Nadal:

    2014: 4 títulos
    2015: 3 títulos
    2016: 2 títulos
    2017: 0 título até agora.

    Responder
    1. Rafael Wüthrich

      Acho que é prudente esperar o saibro para se fazer uma avaliação mais criteriosa. Sem Federer, e com Nole e Murray voltando do estaleiro, entendo que ele em tese seria o favorito. Mas vá lá saber o que acontecerá nos próximos 2 meses. Outra coisa é o excesso de torneios: Rafa jogará todos, como de costume e imprudentemente.

      Responder
      1. Rafael Wüthrich

        Vou afirmar uma coisa aqui: se nada mudar até julho nesses 3 Masters (sem domínio de algum jogador, por exemplo), Federer entrará em RG como franco favorito. Que temporada louca.

        Responder
  61. Alison Cordeiro

    Federer está jogando muito, num nível avassalador para seus adversarios. Nadal tentou tudo o que pode, mas claramente já não dispõe mais do físico de outrora, quando buscava bolas absurdas e minava Federer que precisava sempre arriscar de novo e novo para matar o ponto. Aproveitou muito bem a baixa de Murray e Nole, que poderiam lhe exigir um pouco mais, mas tenho que confessar que neste nível ele superaria ambos também. Parabéns a Federer e seus torcedores, que depois de agoniarem um 2016 de incertezas e aborrecimentos, começam 2017 de maneira gloriosa. Resta a nós torcedores do Nole esperar que ele volte com a cabeça boa, pois desde de Roland Garros ano passado ele caiu demais. E para os torcedores do Rafael Nadal nunca esteve tão possível nos últimos anos vê-lo se aproximar de mais um título em Roland Garros, ele está muito forte e no saibro é sem dúvida o grande favorito.

    Responder
  62. Mário Fagundes

    “Ele (Nadal) segurou a pressão, Eusébio, segurou a pressão!” Hahahahaha! Mais uma vez a torcida do nobre comentarista não funcionou. Federer campeão! E por pouco não ganhei a biografia.

    Responder
    1. Nando

      Tá falando do Ricardo Acioly né Mário? Kkkkk esse aí eu tava na dúvida se estava torcendo pro espanhol ou se candidatando a treinador dele.

      Responder
      1. Sônia

        Verdade. O Narck começou a torcer descaradamente para o espanhol e fui lá no twitter e peguei no pé. O mesmo se calou, de repente, começa esse tal de pardal a torcer também afffffffff. Dançaram rsrsrsrs. Beijos.

        Responder
  63. FERNANDO PASSOS

    E pensar que já quase me convenceram que Federer teria perdido o “timing” de se aposentar no auge. Só posso pedir desculpas e agradecer a “São” Federer, por mostrar que, para os gênios, um auge só é muito pouco!

    Responder
  64. Rafael Medeiros

    Primeiramente, Nadal acabou.

    Sobre a quarta vitória seguida do suíço, é de se comemorar e lamentar ao mesmo tempo.

    Como entusiasta da carreira e da figura de Federer no esporte, é inacreditável vê-lo com essa performance na velhice tenística e superando com autoridade aquela que foi sua maior deficiência: conseguir equilibrar – e vencer- jogos contra o espanhol. Hoje está fácil, fruto de um grande trabalho de aprimoramento técnico e tático. A questão do backhand é muito mais simples do que expertos têm deduzido por aí: apenas se reduziu a percentagem (que era enorme) de slices, os quais não estavam mais machucando o pessoal há um bom par de anos. O drive do backhand incomoda muito mais, não só Nadal, mas a todos. Invertendo o percentual e reduzindo o slice ao mínimo necessário, temos o que vemos hoje. Seu lado esquerdo não é mais aquela fragilidade de outrora. A troca da raquete foi parte desse pacote de recuperação da dignidade do backhand.

    E por que lamentar? Porque o suíço demorou mais de 10 anos para fazer esses ajustes. No decorrer da carreira nunca entrava em quadra contra Nadal com um padrão de jogo. Acreditava, numa empáfia teimosa e nada inteligente, que poderia vencer na base da intuição, na sua raquete. Isso lhe custou o H2H mais vergonhoso da história do tênis, o qual tenta amenizar agora. Tivesse mais consciência e lucidez e a coisa hoje poderia ser diferente. O bom é que, fenômeno que é, consegue hoje, mesmo sendo um idoso tenístico, jogar o tênis mais moderno do mundo e obter resultados notáveis.

    Vivemos a Era de Federer, possivelmente o maior tenista de todos os tempos mesmo. A ela, no apagar de sua carreira, foi dada a chance de sair à sua maneira. E ele está aproveitando.

    Responder
    1. Rafael Wüthrich

      Meu Xará, que coisa não? Vivi para ver Nadal ter medo de jogar bola alta no backhand de Federer e optar trocar bolas de forehand…

      Aliás, acho que a temporada de saibro será bem esquisita sem Federer. Djokovic e Murray voltam de lesão, e não se sabe o quanto Nadal poderá ser dominante, oscilando do jeito que está. Stan é eterna incógnita – pode jogar como número 1 do mundo ou como 200. Nishikori e Raonic se arrastam em problemas físicos, assim como Monfils; e Berdych e Cilic estão anos luz de serem confiáveis. Daí que apostar em Thiem, Kyrgios e Zverev não seria nenhuma loucura a essa altura.

      Responder
      1. Rafael Medeiros

        Meu xará, justamente.

        A temporada de saibro, tomara, será dominada pela nova geração – esta aparentemente chegou mesmo.

        E se Nadal não beliscar nada vai acontecer alguma coisa. Apostaria na saída do titio Toni pós RG.

        A redenção chegou a galope pro suíço. É um feito extraordinário mesmo. Atrasado, mas chegou.

        Responder
    2. Fernando Brack

      Como de costume, concordo totalmente, camarada Medeiros. Como você,
      estou comemorando muito e lamentando um pouco. Só um pouquinho.

      Responder
  65. Carlos

    Bom dia Dalcim.
    Nada a dizer sobre a temporada do Federer, irretocável. Mas o que você pensa sobre a parceria dele com Ivan Ljubicic? O que mudou no jogo do Federer ao longo desse período?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Mudou certamente o backhand – embora o Federer ainda não tenha dado créditos ao treinador – e a postura tática de ser mais agressivo com o backhand ao pegar na subida.

      Responder
  66. Fernando Vinicius

    Dalcim, um fato que poucos estão comentando é que Wawrinka está a cerca de 2100 pontos de Djokovic, defendendo bem menos pontos na temporada de saibro e grama do que o sérvio.
    Será que é a hora do suiço se concentrar e ir buscar a 2ª posição do ranking?
    Chance como essa vai ser difícil aparecer novamente….

    Responder
  67. Álvaro Aguiar

    Dalcim, mesmo pulando os 3 Masters no saibro, o Federer já se garantiu como quarto cabeça de chave em RG e também em WB? Como é isso?

    Responder
  68. Marquinhos

    Daniel,

    Sem dúvidas assistir o mesmo episódio de chaves pela décima vez é bem melhor que assistir um jogo de Novak, e não estou zuando! O sérvio foi competente e com seu maratênis e jogo horroroso( sem variação, chip and charge, smash, drop e slices medíocres, horrorosos, mas com golpes de base muito bons e ótima devolução) conseguiu ter sucesso na carreira. Sucesso em títulos, pois sua torcida é muito pequena, cresceu pouco. Os motivos: Suas dancinhas forçadas e ridículas, sua falsidade, falta de humildade, jogo sonolento e horroroso, sua agressividade( tanto com os pegadores de bola quento a própria quebrando raquetes e xingando seu staff), além de sua personalidade(ou falta dela), pois resolveu entregar sua vida nas mãos de um guru espiritual, que deve estar levando 30% do salário do trouxa! kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Daniel

      Marquinhos, disse tudo kkkkkkkkk. Rachei kkkkk.

      Vc esqueceu de duas grandes qualidades do Hiperbárico: ele abraça árvores e manda corações pra galera como ninguém rs

      Responder
  69. Abelha

    Dalcim,
    Sem jogar os próximos M1000 Federer provavelmente perderá o 4o posto no ranking e com isso poderá enfrentar Djoko, Murray ou Stan nas quartas de RG. Certo ou errado?

    Responder
      1. Nando

        Ou pode ser q não hein Dalcim? Pois o espanhol tem 2040 pontos pra defender até RG…se ele tiver um desempenho abaixo do ano passado, sei não.

        Responder
  70. Marquinhos

    O Federer versão 2017 melhor que o 2006? É relativo.

    1-Quem venceria um jogo em Roland Garros, Federer/2017 ou Federer 2006? Certeza que o 2006! Roger era o segundo melhor tenista no saibro naquela época, agora male má está entre os 5 e o físico no saibro conta muito.
    2-Quem venceria um confronto em Wimbledon? Federer 2017, eu creio, pois na grama, o físico faz menos diferença. Mas o de 2006 ganhava tudo na grama. Aguardemos os resultados de Roger, na grama, em 2017
    3-Quem venceria nas sintéticas, tipo Australia e U.s Open? Creio que o versão 2006 levaria vantagem, pois ele era soberano anos atras.

    Conclusão: Assim como o Pessanha, creio que o Federer 2006, pelo conjunto da obra(fisico, tecnica e mental) era melhor que o 2017. Apesar de tecnicamente Roger ser melhor hoje, fisicamente ele sobrava em 2006, e seu forehand era bem melhor.

    Obs: Assim como o Pessanha, também acho que Hewitt era mais jogador do que o Delpo é. Lembrando que o australiano arrasou Sampras no u.s open, venceu Wimbledon e foi o tenista mais jovem da história a ser number 1

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    1. José Eduardo Pessanha

      Fala, Marquinhos. Você tocou exatamente no ponto chave. O forehand do Craque em 2006 era magnífico, bem melhor do que o de hoje, que continua excelente. Acho que sua versão antiga ganharia da de hoje em todos os pisos. E aquela versão se esforçava muito menos do que o Federer de hoje se esforça. Agora, o que melhorou muito foi a parte tática. Em 2006, era zero de tática. Hoje é 100%. rs. Abs.

      Responder
    2. Mário Fagundes

      A diferença, a meu ver, está na aplicação tática do Federer 2017. Além disso, o atual modelo é mentalmente mais forte, acredita até o fim.

      Responder
  71. Antonio Nunes

    Dalcim, o que seria mais interessante pra Federer, não jogar nenhum torneio até RG, jogar um Masters 1000 ou um ATP 250 onde não se exigiria tanto dele?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Se o objetivo for pegar ritmo, um ATP 250. Mas só existe um exatamente antes de Roland Garros, já que nas semanas de Madri e Roma não se jogam ATP 250.

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      1. Gabriel F.

        Estava aqui pensando sobre essa estranha decisão de Federer de não jogar nenhum preparativo pra RG, nem sequer um ATP 250, e quando li esse comentário seu, Dalcim, “se quiser pegar ritmo…”, me ocorreu que talvez ele NÃO QUEIRA MESMO PEGAR RITMO!

        Talvez queira na verdade cair cedo no slam francês – já que não tem chances reais de título -, e com isso não ter que passar pelo desgaste de uma segunda semana no saibro à toa, o que atrapalharia a preparação para a grama.

        Imagino que por patrocínios e prestígio ele não queira ou possa pular RG, e por questões éticas como esportista, jamais faria corpo mole para perder de propósito e sair precocemente.

        Sendo assim, não jogar preparatórios ajudaria a temporada de grama em duas vias: na prática mesmo, por jogar menos, e indiretamente por induzir a uma queda natural na primeira semana de RG.

        Não é nenhuma teoria de conspiração ou algo assim, parece uma estratégia plausível, porém indizível, pois geraria desnecessária polêmica. Enfim, acho que é uma possibilidade real.

        Responder
  72. Marquinhos

    Quadra lenta, umidade, Federer muito desgastado depois de maratonas, 6 anos mais e mesmo assim o cachorrinho do tio Tony não conseguiu sequer equilibrar a partida! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk E o cara ainda tem cara de p.. de falar em sorte! kkkkkkkkkkkkkkk Se Federer tivesse jogado 70% e não estivesse desgastado, seria um humilhante 6/1 e 6/0 com certeza!

    Vcs se lembram daquela baboseira de h2h que temos ouvido a muitos anos? Pois é, está indo por aguá abaixo! Era o único argumento dos pobre torcedores do espanhol e logo logo vai acontecer o mesmo com Novak! kkkkkkkkkkkkkkk Podem anotar!

    Só pra lembrar, meus caros, que no h2h: Dustin Brown 2 x 0 Nadal! kkkkkkkkkkkkk 100% de aproveitamento do jamaicano/alemão contra o frango miura. Também podemos citar Davydenko 6 x 5 robozinho.

    Novak também não foge!

    Karlovic 3 x 1
    Roddick 6 x 5
    Kyrgios 2 x 0

    Como os caras estão sofrendo! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
  73. Marquinhos

    Estatisticas do jogo:

    Pontos ganhos: Federer 71 x 56 Nadal

    Chances de quebra: Federer 9 x 4 Nadal

    Pontos vencidos com o 1 servico: Federer 87% x 66% Nadal

    Desculpem as Nadalzetes, mas não teve equilibrio nenhum o jogo. Não foi um massacre, mas foi uma boa surra! Massacre foi em Indian Wells

    Responder
  74. Marquinhos

    Agora fica muito evidente a diferença técnica entre Federer e Nadal, pois no físico, o espanhol não se sobressai mais. No saibro, talvez Rafa tenha alguma chance, já que o piso,” nivela por baixo”.

    Responder
  75. Marquinhos

    Dalcim, algumas perguntas:

    1- Você acha que Federer daria mais trabalho pra Nadal no saibro do que o espanhol deu pra Federer em Miami e IW?
    2- O que Federer teria que mudar no seu jogo pra jogar no saibro? Acha que dá para manter a tática de ataque total, pois também funcionou na lentidão de Miami?
    3- Você acha Nadal tão favorito assim pros maters no saibro e Roland Garros? Vejo muitos adversários com potencial pra vence-lo.

    Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Depende de quanto Federer consiga se readaptar ao saibro, o que exige jogar muitas vezes mais atrás da linha, jogar com topspin e ter físico e paciência para construir pontos. Federer não foi ataque total na final de Miami, jogou bem mais na base. Sim, pelo menos para Monte Carlo, já que Murray e Djoko estarão voltando. Vejo Stan como seu maior adversário do momento. Nos outros Masters, obviamente isso deve mudar.

      Responder
      1. Eduardo Nery

        Dalcim, ajude um pobre aprendiz… Se no saibro a bola fica mais lenta, por que Federer, com sua capacidade incrível de pegar a bola na subida, deveria jogar mais atrás da linha de base. Fisicamente pensando, não faz muito sentido… Mais uma vez, parabéns pelo melhor site de tênis do Brasil!

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Porque mesmo batendo o mais que puder em todas as bolas raramente irá conseguir o mesmo número de winners. Mais ainda, seu adversário chegará mais vezes à bola e conseguirá provavelmente bolas profundas. Então é preciso jogar um pouco mais atrás e ter paciência maior na construção das jogadas. Federer só ganhou Roland Garros quando fez isso. Sampras nunca foi bom no saibro exatamente por isso.

          Responder
  76. Marquinhos

    Algumas coisas a serem levadas em consideração:

    1- Federer fez sua pior partida em Miami, porém, foi a mais fácill para o suiço. Até o Tiafoe(tenista nível challenger) deu mais trabalho pra Roger.

    2- No atual contexto, dou 95% x 5% pra Roger de favoritismo em quadras de grama e 70% x 30% em quadras sintéticas contra Nadal. Não sei o que dizer sobre o saibro, mas parece que, infelizmente, não saberemos, pois Roger vai pular os torneios no barro.

    3- Roger agora tem vantagem sobre o espanhol em quadras duras e grama, enquanto o espanhol tem vantagem apenas no saibro. Podemos ver o h2h de outra maneira: 2 x 1 Roger! Pois Federer tem vantagem na maioria dos pisos. rsrs

    4- Tenho certeza que Nadal teria mais dificuldades para vencer Federer no saibro do que Roger teve para vencer o baloeiro em Miami e Indian Wells.

    5- Não vejo Nadal como grande favorito nos torneios no barro. Nos dias de hoje temos vários jogadores que podem vence-lo na terra: Novak, Murray, Thiem, Zverev, Wawrinka…..

    6- Será que Roger não está realmente interessado em tirar a vantagem no h2h? Pois vai pular a temporada de saibro, onde as chances de perder pra Nadal são grandes podendo enfrenta-lo na grama e na volta das sintéticas depois. Alias, estão faltando confrontos entre os dois na grama. Três são muito pouco. A única vez que Nadal vencer Federer na grama – Wb/2008 – Roger estava com mononucleose.

    7- Nadal é tri vice de Federer! kkkkkkkkkk Continua sem títulos em quadras duras a muito tempo. Perdeu quatro vezes seguidas e a conta tende a aumentar. Humilhação maior apenas Novak conseguiu, pois deu sete entubadas seguidas no espanhol em finais.

    Sonia: Olê olê olê olê Federer Federer…………………….. rsrsrsrsrs

    Como os caras estão sofrendo! kkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Renato Vieira

      Eu sinceramente acho que o Federer não dá a mínima pra esse H2H. E na minha opinião não deveria dar mesmo. Isso não ganha jogos e não ganha campeonatos.

      Como você disse, dificil saber no saibro, mas há sempre a torcida de que eles voltem a se enfrentar em Roland Garros de novo esse ano. Hoje não dá pra apostar em ninguém, simplesmente por que Nadal no saibro é outro ser vivo. Mas eu apostaria em um épico como no AusOpen.

      Agora em 2008 Nadal ganhou nos detalhes. Aquele jogo poderia ter ido pra qualquer um quando foi pro 5o set. Federer com ou sem mononucleose jogou da mesma forma.

      Responder
  77. Jeremias

    Federer está mesmo barbarizando e escrevendo seus capítulos finais com a tinta dos autênticos predestinados.Fato. Só é uma pena que 2 ou 3 anos atrás, quando o indigitado estava evidentemente mais velho do que hoje, ele tivesse que ceder Slams a Novak nas finais…. por conta da idade….Uma pena…Mas agora, 2 ou 3 anos mais novo , ele finalmente reordenou a antiga posicao das estrelas siderais. Resta saber em que data ele voltará a ficar “velho”…

    Responder
      1. O LÓGICO

        Acho que eu tô vendo uma alma kkkkkkkkkk ChatinhoNik advinha quem é o próximo bola da vez?kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      O Velhinho renovou seu Backhand. Tres anos depois. Para azar da turma da ” dor de cotovelo”. E proximo dos 36, vai pular todos os MASTERS 1000 no Saibro. Abs!

      Responder
  78. Abel Ferreira

    Dalcin, há anos acompanho o Tênis Brasil e seus posts , mas quase nunca escrevo , apenas admiro e usufruo. Acompanho tênis desde o final da década de 60, com poucas transmissões narradas pelo Rui Viotti, e as transmissões da Copa Davis, quando o Brasil tinha um bom time. Mas nos tempos atuais, com as Redes sociais, transmissões quase todos os dias, ficou uma maravilha acompanhar tênis . Você com seu conhecimento, com as suas precisas colocações e uso das estatísticas , nos coloca a par de tudo dos principais torneios. Parabéns. Quanto ao Federer, parece que nasceu para jogar Tênis . Plástica, elegância, facilidade de executar os golpes, sempre achando que ganharia quando quisesse, até que apareceu Nadal e Djokovic, que ao contrário dele precisavam treinar muito para alcançar Federer. Com muito mais físico e devolvendo todas as bolas. Principalmente Nadal que usou e abusou das bolas altas e com spin no Bh do suíço. E entrou na cabeça do Federer. Djoko demorou um pouco mais. Mas estes três , mais o Murray que para mim está em 4 lugar do Big 4, com seu nível altíssimo , tornaram o tênis mais popular e com uma rivalidade sadia e de respeito mútuo . Terminando. Parabéns pelos seus comentários e pelo Tênis Brasil.

    Responder
  79. Carlos

    Quarta vitória seguida de Federer, o que é muito bom para o jogo – as futuras gerações terão um tênis bonito e empolgante para servir de modelo, e não o “jogo de resultado” do espanhol.

    Dalcim, três perguntas:
    Há quanto tempo Nadal não ganha algo importante fora do saibro?

    Se Nadal sofrer um fracasso monstro no saibro (embora eu não acredite nisso) e não ganhar nada, será que ele para?

    Qual seria a maior partida da história do tênis, se os diversos jogadores de toda história pudessem se enfrentar com material igual e tempo para se acostumar? Quem seriam os jogadores e em que piso?

    Abraço Dalcim!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Desde Dubai, em janeiro de 2014. Acho que existe sim uma chance de Nadal se desestimular caso não renda bem no saibro. A terceira pergunta é muito retórica, mas provavelmente Federer x Laver na grama seria o maior jogo de todos.

      Responder
    2. José Nilton Dalcim

      Desde Dubai, em janeiro de 2014. Acho que existe sim uma chance de Nadal se desestimular caso não renda bem no saibro. A terceira pergunta é muito retórica, mas provavelmente Federer x Laver na grama seria o maior jogo de todos.

      Responder
    3. Marquinhos

      Lembrando que tivemos Federer x Sampras em Wimbledon, talvez a maior partida de tênis disputada até hoje, pelo tamanho dos dois e números de slam envolvidos. Claro, Federer não tinha vencido nada ainda, mas é mais ou menos assim: Um era o maior de todos e o outro viria a ser.

      Responder
  80. Castilho

    Com essa deixa que o Federer deu dizendo que vai descansar e voltará só em RG, ele está dizendo nas entrelinhas que ele pouco se importa com a temporada de saibro, bem como, com os torneios que ele ainda não ganhou (MC e Roma). Ele voltará em RG porque além de ser GS, tem intervalo entre as partidas e dá maior pontuação para o ranking, mesmo caindo cedo. Mas, o que ele realmente quer é participar dos principais torneios na quadra dura bem como o seu objetivo maior: Wimbledon!

    Agora, alguns postaram que não seria prejudicial ele parar 2 meses… Galera, ele parou 6 meses depois de contusão e olha o que ele fez!!!!!!!

    Responder
  81. Rodrigo Galdino

    Esse mundão dá muitas voltas mesmo,quem diria que Federer iria castigar o Touro com seu backhand em 2017 ?
    Dalcim 4 slams e alguns masters com Federer é muito melhor que uma temporada toda sem Federer, não acha ?
    Ainda mais que ele pretende jogar ate 2019,como o próprio disse nao tem mais vinte poucos anos.
    Vai permitir que sempre que ele entre em quadra jogue em alto nível e não se arrastar no circuito.

    Responder
  82. Miguel Delfes

    Nadal com seu jogo sempre previsível porém muito eficiente qd era mais jovem.. seu forhand quase na linha parecia feito com mira a laser tamanha precisão.. deveria variar mais seus golpes a fim de surpreender seus oponentes.. hj vejo apenas seu saque melhor q há 2 ou 3 temporadas atrás..
    Qt ao Federer.. vou chover n molhado..
    Saque não tão forte mas de uma precisão impressionante a ponto de Kirgios dizer ser um dos melhores da atualidade..
    Discordo de vc Dalcim pois acho q ele está devolvendo d+.. suportou uma pressão enorme no possante saque de Kirgios.. jogo este ao meu ver.. junto à final do A Open contra R Nadal dos mais emocionantes nas duas últimas temporadas..
    Seus voleios são ímpares..
    Raramente se emociona durante os jogos.. tamanha concentração..
    Super favorecido pelo apoio da torcida q muito o admira dentro e fora das quadras.. sua elegância como profissional impressiona.. diferente do grande Djokovic q encara feio juízes de linha ao cometerem erros..
    Achei um exagero da torcida nada educada ao pressionar Kirgios.. eu acredito q ele teria ganho o jogo não fosse este importante detalhe q infelizmente foi até uma reação as suas atitudes temperamentais q estão diminuindo a cada jogo..
    Imagino q em curto a médio espaço de tempo Kirgios A Zverev D Thien estejam dominando o circuito..
    Parabéns pelo seu Blog Dalcim.. sempre muito gostoso de ser lido.. sempre imparcial.. cheio de informações interessantes.. e.. graças a este seu trabalho.. podemos debater e até nos divertir com os mais exaltados rs..
    Abraço

    Responder
    1. Maurizio Ruzzi

      No jodo entre Federer e Kyrgios, no tie-break do segundo set houve um lance exatamente igual ao do terceiro set, onde o Federer foi o prejudicado.. O juiz de cadeira advertiu o público pela primeira vez neste lance.

      Responder
    2. Roger

      É incrível como os tenistas que praticamente só se valiam do físico caíram de uns tempos pra cá. Alguma coisa aconteceu. Não só o espanhol, mas aqueles que ganhavam jogos de 4h com 10 ou menos winners apenas.
      Sobre Miami: Revejam o match point de ontem com cuidado.
      O Nadal estava uns 10 metros atrás da linha de base. Como ele quer ganhar assim? Vida longa ao Rei.

      Responder
  83. Fernando Pauli

    Primeiramente: Vida longa ao Rei.
    Olha! Federer por um centímetro no primeiro game quase que cedeu a quebra para o Nadal, e tudo poderia ser diferente! Felizmente a bola entrou e o ponto foi dele. Como Federer entendeu que contra Nadal, em especial, SLICE de esquerda nunca funcionou, os dois que ele deu nesse jogo tomou winner. Com essa nova esquerda batida ele vai longe esse ano no piso rápido. Gostei da decisão do Federer de retornar apenas em Paris. Vai descansar, começar a se preparar para a grama que é seu principal objetivo. Com certeza irá fazer alguns ajustes no seu jogo, em especial na devolução. Descansado, com o físico revigorado e o saque novamente afiado, deve chegar em uma semi em Paris e dependendo de quem pegar, pode fazer a final seja com o espanhol ou o sérvio, lembrando que ele entra como cabeça 4. Bom agora é esperar pra ver o que acontece, principalmente após a temporada de saibro. Se vier o 19º Slam em WB, se tornar o n° 1 passará a ser uma realidade até o final do ano.

    Responder
  84. Gildokson

    E pensar que teve um período em que eu ja estava conformado e acreditando nas maldosas previsões que alguns faziam aqui de que Masters 1000 e Slans nunca mais.
    O Gênio é incomparável!!! E imprevisível.

    Responder
    1. Luiz Nunes

      E mais: as aves de agouro diziam, primeiramente que ele colecionaria bandejas e depois que ele colecionaria toalhas…kkkkkkkkkkk
      Creio que Federer criou e entrou numa nova era de ENTRESSAFRA…. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder
  85. Fernando Filho

    Acho que seria interessante o Rei jogar pelo menos um evento no saibro europeu, antes de Roland Garros. Disputar Madrid seria o ideal.

    Responder
    1. Anderson

      Concordo… Perder três Masters apenas pra descansar? Quer dizer, no final do AO ele mostrou que o corpo não aguenta mais o rojão de outrora, mas também não me parece que o desgaste causado por essa turnê americana peça esse hiato tão longo… Ainda imagino que ele entre em Madri ou Roma, se não entrar, passo a acreditar que tem mais motivos ocultos de nós, mortais…

      Responder
      1. Aurélio Passos

        Sim, tipi a ATP / Nike falando: “Federer, você terá seu retorno triunfante nas hards, desde que o bezerrinho continue rei no barro.”

        Responder
  86. Rafael

    Dalcim, você não considera que o forehand do Nadal hj machuca muito menos os adversários do que no passado? É significativamente menos veloz, pesado e profundo. Não à toa o número de winners de forehand caiu drasticamente. Prova disso é que hoje os adversários não evitam o forehand do espanhol como no passado. Os highlights da semifinal entre Djokovic e Nadal em Roland Garros 2003 ilustram com perfeição a diferença. Parabéns pelo blog. Abs!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, com certeza não é mais o mesmo e Rafa sempre enfatiza nas suas entrevista que recuperar o forehand é o ponto essencial que procura.

      Responder
  87. O LÓGICO

    A FANTASIA CONTINUA kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Qual é o problema do robozinho? Vir pra linha de base se aventurar ele já veio, e “tentar” jogar de forma agressiva, também, mas só funciona com tenistas medianos. Hoje, nas trocas entre seu forehand e o backhand do suíço, só levava desvantagem, então mudou e passou a atacar o forehand do Rei, mas só lhe rendeu frutos nos primeiros confrontos. Então, o que há com o robozinho se ele implementou alternativas mas não deram resultado algum, inclusive em uma quadra lenta como a de hoje e com menos desgaste físico que seu adversário, que já tá com 91 kkkkkkkkk? Tenho que cutucar o Guru.

    Não é a hora de assumir, GURU, que o que tá faltando é algo que ele nunca vai poder ter, seja por vocação ou por erro da pedagogia de base escolhida pelo seu tio, vulgo Toni Malvadeza? A saber, habilidade e nível técnico digno de um cara que tem 14 slam. Eu fiquei surpreso quando você colou uma vantagem na parte técnica de apenas 60% para o fedex. A meu ver ela beira os 90%. O jogo do robozinho é mecânico, com pouco improviso e intuição. Ele tem, tinha, back e forehand fortes, mas que não produzem metade das jogadas que os de Federer produzem, além de contundentes, pláticas. Algo raro. O que lastrou seu tênis e seu mental sempre foram seu físico e seus dois golpes bizarros (ganchão e balão com spin na esquerda dos adversários). Agora que eles não funcionam mais, vamos combinar, ele parece uma baleia encalhada kkkkkkkkk; uma quadra de tênis não parece mais seu habitat.

    E onde está o seu mental? há dez anos atrás eu apresentei uma tese de que ele não era uma fortaleza como pintavam, pois o que lhe dava uma base de confiança eram sua força física e a capacidade de se manter no jogo, defendo-se da forma jamais vista e com uma precisão matemática na devolução das bolas que não permitia o contra ataque do adversário. Quando a coisa apertava, seu refúgio era sua maneira defensiva e precisa de atuar. Hoje, ele treme feito vara verde, e não é só para o fedex, mas para vários tenistas de qualidade, justamente na hora H. Isso vem acontecendo desde 2014, quando começou a ficar claro que seu vigor físico já não era o mesmo, sua bola pesada não machucava mais tanto como dantes e suas devoluções fundas já não eram mais comuns.

    O que restou na cabeça dele? Uma armadilha psicológica, função de nossa sorrateira e caprichosa imaginação: A FANTASIA. A fantasia de que ainda é o Cara todo poderoso, um muro intransponível contra os ataques dos adversários. Ele tá deslocado da realidade, não consegue ser realista e encarar que “passou”. A entrevista dele hoje aponta exatamente para a confirmação dessa proposição.

    Lord Brack, e muitos outros, acreditava que para Roger vencer um slan teria que haver uma alinhamento dos planetas, significando isso: não jogar uma final com o robozinho ou com o djoko. Mas essa é a situação do R-afina hoje, inclusive em RG. Se ele cruzar com o Chefe do Morro, por exemplo, dança.

    Salvo engano Guru, desde que eu anunciei sua morte em 2014 – para o tênis, por favor -, acho que ele só ganhou um atp 500, e por conta de não ter adversários fortes no torneio. Como explicar essa mediocridade, senão admitindo-se que ela é função do tênis que ele pratica? Hoje ele vive com o nome que fez, tal qual muitos artistas que conhecemos. E a massa vai junta, pois ainda escutamos o “vamos rafa” da torcida, uma clara expressão de delírio. Não é possível Guru que algo que é tão notório não seja percebido ou admitido de forma serena. Quando eu perceber um Federer cansado, errático, com um declínio técnico, vou lamentar e até, possivelmente, chorar. Mas eu acredito que Ele não vai se permitir a esse vexame e vai saber a hora de parar – se é que me entendem.

    A culpa do Rafael Nadal ser o robozinho, não é dele, é do tio malvadeza. Vejam a final de 2005. Olhem com atenção. Percebam onde esse espetacular tenista – em potencial – punha seus pés para jogar. Olhem quantas jogadas intuitivas ele implementou. Vejam seu saque, como saia de forma natural e bem mais mortal. Não, mas o tiozinho preferiu direcionar o garoto para dar primazia ao mecanicismo, ao tático acima de tudo, ao jogo defensivo, à catimba, sem espaço para a intuição e improviso, e sem espaço para o desenvolvimento de outras ferramentes, como o voleio, por exemplo. Essa pedagogia do diabo, nefasta para o tênis, é a que mais vemos ser imitada hoje. Ainda bem que o barraqueiro tá aí, junto com o Zeverev, outra realidade que vem para nos alegrar. O tênis do Fodão, não serve para o tênis.

    Saudações às Nadalzetes, mas como falei há tempos: vocês escolheram errado o seu super-herói kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Marquinhos

      Meus parabéns lógico! Um dos melhores posts que vc escreveu até hoje. Sei que o Dalcim, pra manter a ordem no blog, não vai assinar. Mas tenho certeza que vc cutucou o mental do ,mestre. rsrsrs Brincadeira nobre Dalcim!

      Responder
    2. Maurício Fonseca

      Concordo (em parte), que Toni Nadal ajudou a deixar Rafael Nadal milionário, famoso e bem-sucedido na profissão, mas é responsável por tantas contusões na carreira de Nadal. Mas é um mistério porque escolheu esse caminho do pragmatismo extremo, levando seu pupilo à um jogo de exaustão/desgaste extremo.

      Uma vez que ele visse que tinha um cara disposto a “comer barro” em toda bola, raçudo, dedicadíssimo, etc, poderia ter aproveitado isso tudo, mas insistido num jogo um pouco mais “plano”.

      Mas vai ver que é o Nadal quem quis assim…

      Responder
    3. Márcio Souza

      Muito bom Lógico!!!

      Só um dado que você colocou que não esta correto no ponto que você fala que quando “anunciou a morte dele em 2014 salvo engano ele ganhou só um ATP 500″, na verdade ele ganhou o Masters 1000 de Monte Carlo no ano passado.

      Mas de resto, adorei o texto ali tem muitas verdades kkkkkkk

      Responder
    4. RUBEM

      Menos, companheiros. Sou Federer desde criança e sofrimento horrível foi aquele W2008! Mas o Nadal 2017, ainda é dos melhores tenistas em ação (melhor ainda perdendo para o mestre) .
      Acho que os jovens – Kyrgios , Zverev, Coric, Thiem, Dimitrov e esses americanos abusados estarão no top 10 (e até 5, Kyrgios) ainda nestes anos 2017/18.
      Agradeço por ter assistido grandes jogos como Federer x Kyrgios.

      Responder
    5. Rodrigo Galdino

      Vira e mexe gosto de ir ao YouTube e assistir jogos antigos dos que estão na ativa e dos que são lendas,mostra a evolução e as mudanças dos tenistas no decorrer de suas jornadas.
      Interessante este seu ponto sobre como tio Toni “construiu” o Nadal,fui assistir Miami 04 e realmente ele parecia um tenista em que os golpes fluíam com mais facilidade.
      Em um destes momentos ele dá um slice para fazer aproximação a rede e finaliza com voleio,algo completamente improvisado muito distante do Nadal dos anos posteriores.
      Então fica aquele e se…….

      Responder
  88. Leonardo de Castro Santos

    Boa Noite Dalcim,

    Federer e Nadal voando é algo inacreditável que so mostra a grandeza dos dois. Uma dúvida se vc fosse o Federer (Imagina que triste haha), jogaria Madrid, por ser mais rápido ou Roma, por ser mais parecido com Paris? Pra mim Federer é hoje um dos cinco favoritos para Roland Garros, um patamar abaixo de Nadal/Murray/Djokovic e no mesmo de Stan. E pra vc ?

    Abraço e Parabéns pelo blog.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, Madri é bem mais rápido que Paris, Roma se assemelha mais. Sim, acho que Federer em forma pode estar na lista dos cinco favoritos, com certeza.

      Responder
  89. Lucas Quagliato Narcizo Ribeiro

    Excelente texto Dalcim! Mais uma vez nos proporcionando o que de melhor aconteceu!
    Se o Federer voltar só em Roland Garros, ele perderá os 3 Masters 1000 (Monte-Carlo, Madrid e Roma), se não me engano, existe uma regra que determina o limite de torneios Masters 1000 que cada jogador pode não jogar por temporada, o Federer poderia perder esses 3?

    Responder
  90. Alice

    Dê um Oscar pra esse MITO!!! ( Roger Federer)

    Aos 35 anos e com chances de voltar a ser número #1 do mundo, se ele somar mais 4 mil pontos, chegaria a Londres na disputa pelo topo do ranking. E convenhamos, com mais 3 GS e uns 5 masters (ele não deverá jogar todos), bastará fazer campanhas razoáveis pra conseguir isso!

    “É melhor elogiar do que criticar o que não tem pra ser criticado.” – A.

    Demorou um pouquinho hein, Dalcim. Muita coisa pra digerir né?

    :)

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Pode esquecer seus NÚMEROS , Cara Alice. Na boa, o Craque Suíço está longe de pensar em N 1. Aos 35, com tanto tempo de praia, se aprimorou para os últimos Títulos Importantes. A meu ver, a Grama Sagrada e’ a que mais o seduz. A conferir. ABS!

      Responder
  91. Luis

    Dalcim 2 perguntas em uma rs,se Federer dar parada mesmo ate Paris e’ difícil ganhar ritmo em pouco tempo e se mudança de tipos de quadra da duro pro saibro o tenista sofre pra se acostumar com outro tipo de quadra? Go Federer como diz o Marcio eu acredito no 19 rs,e legal o xiitas do Luiz Fernando rs,ole ole olá Federer

    Responder
  92. José Carlos

    Federer com contrato com Basel até 2019,garante mais 2 temporadas e 3/4 ainda de 2017; 10 em 10 analistas sempre consideraram os recordes do Connors inalcançáveis.Dalcim,se o Federer continuar saudável,mesmo jogando 13-15 torneios ano,o que parecia impossível torna-se dificílimo mas plausível,não acha?Faltam 19 títulos e 158 vitórias para superar o Jimmy…(e olha que quem joga ate o fim de 2019,creio que jogue mais 6 messs e encerre a carreira depois de Tokyo-2020 ou Wimbledon.Como vc escreveu num post depois do AO “nunca duvidem de Roger Federer”..

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    1. Calson Pinheiros Rodovalho

      Vamo lembrar que na época de Connors exista torneio que só com um jogo era campeão, como o próprio Connors já foi.
      Se for botar na balança, Federer tem mais conquistas que Connors e Lendl juntos

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        1. João ando

          O maior ganhador de torneios e Jimmy connors Oq podemos talvez falar que ele e o terceiro maior dé todos os tempos..primeiro Roger segundo laver e terceiro jimbo

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      1. André Barcellos

        Mas tenho curiosidade pra saber que raios de torneios são esses que Connors disputava!
        Ele não tem 10 slams nem masters…
        Seriam o equivalente a ATPs 250, Dalcim?

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          1. João ando

            Mas ela ganhavA …o que importa e isso .109 torneios no nível profissional.da para notar tb que sou fa do jimbo ne

  93. Rafael Wuthrich

    O sinal da superioridade de Federer do circuito é notável. Como disse o Dalcim, chega a ser assustador o domínio do suíço, e sobretudo surpreendente. Federer não está apenas dominante tecnicamente, como sempre foi mesmo quando atormentado por lesões, como no ano passado – a semi de WB naquelas condições foi algo muito absurdo – mas fisica e taticamente o suíço parece a anos-luz da concorrência.

    Contra Nadal, ficou clara a estratégia de atacar o 2o saque, usar o backhand fundo e angulado mas trabalhar também com spin alto no backhand do espanhol. Ver Nadal sucumbindo em quadra por causa do revés do suíço a essa altura, quem diria. As 3 vitórias de 2017 não foram coincidência. Além disso, o saque aberto constantemente aproveitava a enorme distância do espanhol para a linha de base. Taticamente perfeito.

    Vale aqui uma palavra sobre o espanhol. Embora tenha evoluído a olhos vistos em comparação com 2015/2016, a insistência em jogar muito afastado da linha de base, aliada à falta de uma consistência que não parece retornar e um saque e forehand que não machucam tanto quanto antigamente, e vemos o espanhol oscilando demais.

    A chave em Miami o favoreceu, e ainda acho que ele é superior à maioria, sobretudo no saibro que virá por aí, mas não vejo Nadal sendo dominante, como Federer conseguiu de novo. Me parece que as precauções com seu físico tiraram parte do algo a mais que o espanhol tinha. Vendo ele jogar, se vê que a luta e a entrega permanecem, mas seu corpo limita sua capacidade. E é algo que só tende a piorar.

    Não sei se Moyá e Toni tem algo diferente a acrescentar. Se Rafa não for dominante ou pelo menos se manter competitivo no saibro, terá que repensar sua postura na quadra. De todo modo, continuar lá nas placas de publicidade não me parece a postura mais correta.

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    1. Marquinhos

      Perfeito Rafael! Mas agora tu nunca mais vai dizer que Rafa é favorito contra Federer em uma quadra que não seja o saibro, né? rs

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        1. O LÓGICO

          Rafael (aff, que nome kkk) Essa lógica, que não é do Lógico, kkkkkk, nunca funcionará para o robozinho das trevas. Como disse noutro post, para ele a esperança é a primeira que morre kkkkkkkkkkkkk

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          1. Rafael Wüthrich

            Hahahahah. Fiz parte no saudoso Orkut de uma comunidade chamada “nunca fui o único Rafael”. Nome farofa esse…

  94. FRANCISCO

    MELHORES E MAIORES. Lembrando que são coisas diferentes, o primeiro seria definição de plástica, genialidade técnica, etc, já o segundo, seria tudo isso com peso dos números, títulos e etc.

    ENTÃO VAMOS LA:

    MELHORES DA HISTÓRIA:

    1 Roger Federer

    2 Rod Laver

    3 Bjorn Borg

    4 Peter Sampras

    5 André Agassi

    6 Ivan Lendl

    7 Jimmy Connors

    8 John McEnroe

    9 Rafael Nadal

    10 Novak Djokovic

    Observação: Em minha lista estaria dois que jogaram a era amadora, então tirei.

    MAIORES DA HISTÓRIA:

    1 Roger Federer

    2 Rod Laver

    3 Peter Sampras

    4 Bjorn Borg

    5 Rafael Nadal

    6 Novak Djokovic

    7 Jimmy Connors

    8 Ivan Lendl

    9 André Agassi

    10 John McEnroe

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    1. Renato

      Interessante. Antes da Era Aberta os melhores jogadores não jogavam os torneios mais tradicionais. Eles se organizavam em separado, no que eventualmente virou um “Circuito Profissional” (inclusive com os chamados ‘Professional Majors': French Pro, Wembley Pro, e U.S. Pro), culminando com a abertura dos Slams para os profissionais, que aconteceu em 1968. Levando em conta apenas os Majors ganhos por tenistas enquanto Profissionais (incluindo, aí, os do Circuito Profissional pré Open Era), uma lista “maiores ganhadores” ficaria assim:

      1 – KEN ROSEWALL (AUS) 19 – 2 AO (1971/72), 1 RG (1968), 1 USO (1970), 8 FRENCH PRO. (1958, 1960/61/62/63/64/65/66), 5 WEMBLEY PRO. (1957, 1960/61/62/63), 2 US PRO. (1962, 1965);

      2 – ROGER FEDERER (SUI) 18 – 5 AO (2004, 2006/07, 2010, 2017), 1 RG (2009), 7 W (2003/04/05/06/07, 2009, 2012), 5 USO (2004/05/06/07/08);

      3 – PETE SAMPRAS (USA) 14 – 2 AO (1994, 1997), 7 W (1993/94/95, 1997/98/99/00), 5 USO (1990, 1993, 1995/96, 2002);

      – RAFAEL NADAL (ESP) 14 – 1 AO (2009), 9 RG (2005/06/07/08, 2010/11/12/13/14) 2 W (2008, 2010), 2 USO (2010, 2013);

      5 – ROD LAVER (AUS) 13 – 1 AO (1969), 1 RG (1969), 2 W (1968/69), 1 USO (1969), 1 FRENCH PRO. (1967), 4 WEMBLEY PRO. (1964/65/66/67), 3 US PRO. (1965/66/67);

      6 – PANCHO GONZALES (USA) 12 – 4 WEMBLEY PRO. (1950/51/52, 1956), 8 US PRO. (1953/54/55/56/57/58/59, 1961);

      – NOVAK DJOKOVIC (SER) 12 – 6 AO (2008, 2011/12/13, 2015/16), 1 RG (2016), 3 W (2011, 2014/15), 2 USO (2011, 2015);

      8 – BJORN BORG (SWE) 11 – 6 RG (1974/75, 1978/79/80/81), 5 W (1976/77/78/79/80);

      9 – JIMMY CONNORS (USA) 8 – 1 AO (1974), 2 W (1974, 1982), 5 USO (1974, 1976, 1978, 1982/83);

      – IVAN LENDL (CZE/USA) 8 – 2 AO (1989/90), 3 RG (1984, 1986/87), 3 USO (1985/86/87);

      – ANDRE AGASSI (USA) 8 – 4 AO (1995, 2000, 2001, 2003), 1 RG (1999), 1 W (1992), 2 USO (1994, 1999).

      OBS: LAVER e ROSEWALL completaram o Professional Grand Slam, vencendo os três torneios mais importantes do circuito profissional pré – Era Aberta. Rosewall realizou o feito em 1962, enquanto Laver o fez em 1967.

      OBS 2: Na Era Aberta apenas Rod Laver, em 1969, venceu os quatro mais importantes torneios (Grand Slams) no mesmo ano. Agassi, Federer, Nadal, e Djokovic – nessa ordem – venceram os quatro torneios ao menos uma vez, completando o career Grand Slam. Apenas Laver e Djokovic venceram quatro Grand Slams em sequencia (Laver no mesmo ano, em 1969, e Djokovic entre as temporadas 2015 e 2016).

      OBS 3: Apenas Laver venceu o Professional Grand Slam E TAMBÉM os quatro majors no mesmo ano (o Grand Slam “tradicional”), em 1967 e 1969, respectivamente.

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  95. Bruno Macedo

    De tudo o que rolou nos EUA, o q eu mais gostei foi da evolução do Kyrgios. Ele ainda parece meio maluco em alguns momentos, mas tá bem melhor que antes. Quando ele está num bom momento do jogo ele parece ser passional e frio/focado/concentrado ao mesmo tempo (vejo isso no Nadal tb, nao sei se estou certo), gosto de jogadores assim, ver a emoção do atleta é essencial para todos os esportes. Continuo torcendo para o Kyrgios.
    Desculpe, Dalcim, se vc já respondeu essa pergunta, mas o que você acha q faltou ao Kyrgios para vencer o Federer? Mais capacidade técnica, mental ou um pouco de sorte?

    E o Federer continua sendo o grande jogador de sempre, o rei, o melhor.

    Responder
  96. Rafael Wuthrich

    Dalcim, já dá passado o primeiro terço da temporada, para se fazer uma avaliação criteriosa do circuito. Sabemos que Federer é o tenista de 2017, e que Nadal surpreende sendo o 2o melhor jogando num piso que não o favorece, com o saibro à vista. O que mais te surpreendeu no ano até aqui além da dupla, Kyrgios/Zverev evoluindo a olhos vistos ou o declínio técnico e físico de Murray e Djokovic? Quais suas apostas para o 2o terco da temporada (saibro/grama)?

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    1. José Nilton Dalcim

      Minha maior surpresa foi a má forma do Murray. Pareceu até mais lento do que antes. Acho que essa parada dele foi justamente para tratar disso. Espero grande equilíbrio no saibro, com Thiem entrando para atrapalhar os grandões. A grama vai depender do que acontecerá nos próximos dois meses.

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  97. Ricardo Costa

    Saudações, Mestre Dalcim. Não vou chover no molhado falando sobre mais uma conquista do Melhor de Todos os Tempos, outra sobre o Monstro Nadal. Mas eu havia comentado aqui há dois posts que Federer já havia deixado no ar a possibilidade de não disputar Monte Carlo. Agora ele quase confirma que, mesmo inscrito em Madrid, irá voltar apenas em RG. Novamente eu pergunto. Esse hiato de dois meses poderá quebrar o ritmo atual do suíço?

    Responder
  98. Chetnik

    Hoje dava para eu ter visto o jogo, mas me esqueci completamente rs. Nunca imaginei que veria o Federer varrendo o Nadal assim, seguidamente. Acho que uma das coisas mais improváveis que já vi no esporte.

    Tenho que dar os parabéns ao Pessanha, que repetia insistentemente essas coisas como um lunático – a cada nova derrota dura ele ficava mais otimista, kkkk – levando sapatada de tudo quanto é lado. Será que ele tava certo? Se o Federer se aposentar mesmo depois do Nadal, eu vou admitir que o Federer é não só o GOAT do tênis, mas da humanidade também rs.

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Chet, há uns 7 anos, pelo menos, eu falo isso. E também que o Federer se aposentará após o Djokovic e o Murray. rs….espero ansiosamente a volta do Cotonete para revertermos o H2H e devolvermos as derrotas nas finais de Wimbledon e do US Open. rs. Abs

      Responder
  99. Alexandre Matuchenko

    Dalcim, eu notei alumas coisas nessa final e não sei se você concorda:
    1 – Os dois entraram em quadra como se todos os games do primeiro set fossem o 4×4, provavelmente, imaginando que o primeiro a quebrar tivesse uma boa vantagem mental.
    2 – Muitas vezes, o Federer escolheu sacar o segundo saque curto e com muito spin, não só no saque aberto, fazendo com que tivesse mais tempo para se posicionar para atacar a próxima bola, ainda mais porque o Nadal ficava muito atrás da linha.
    3 – Vejo muita gente falando que o saque tal é melhor porque é mais rápido, mas acho que saber variar é algo ainda mais importante. As estatísticas mostraram que a velocidade média, o saque mais rápido, porcentagem de primeiro saque e aces foram quase idênticos, mas vendo o jogo, a diferença do estrago que o Federer faz com o saque é gigante. Você acha o saque do Federer um dos melhores da história, mesmo não sendo dos mais rápidos?

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    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza é um dos melhores da história, Alexandre, e muito bem observado os vários saques altos que o Federer optou por dar hoje. Foi realmente uma variação tática interessante e só uma vez o Nadal conseguiu um winner. Nas outras, a bola geralmente não teve profundidade.

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  100. Marcos Castillo

    Dalcim, alguma dica de onde poderia assistir ao jogo novamente, de preferência na TV? Olhei a grade de programação e não encontrei nada até quarta. Há 5 reprises do jogo entre Botafogo e Resende, outras 5 de Novorizontino x Palmeiras, 4 de Veranópolis x Grêmio, todas espalhadas pelos 3 canais do Sportv, mas nada da final de Miami… Agradeço!

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  101. FRANCISCO

    Onde está o dono do sítio? Bem, já deve estar por lá.

    E o senhor Chato, com esse mimimi, que Roger está ganhando porque o maratênista Novak está fora do circuito, por está machucado, outro migué, machucado coisa nenhuma, o sérvio nunca dá o mérito aos adversários, se ganha, sorrir, faz piada e pirueta, se está perdendo, tá começando a doer cotovelo, punho, joelho, pé, etc, etc, isso é migué, queixo do sérvio, o seu jogo de maratênis, onde o físico é exigido, está cobrando seus dividendos caros.

    Provavelmente, o sérvio aposente-se com no máximo 15 Majors e possa entra na lista dos 10 maiores e melhores de todos os tempos, isso só ocorrerá, caso ele, o sérvio, chegue a 15 Slans.

    E a coroa sumida, porque não nos dar a honra de seus comentários, ah já sei, no fundo no fundo, a mesma sábia que Rafa perderia para Roger e saiu antes, espero, de verdade, que esteja bem, e os COROAS estariam sofrendo? Sim.

    Rafa com seus 14 Majors está na frente do sérvio na lista, pelo menos até agora, dos maiores e melhores de todos os tempos.

    #18

    302 semanas #1

    237 semanas seguidas #1

    #6 Finals

    #91

    O peso maior para ser o MELHOR E MAIOR DA HISTÓRIA, segue os números em importância de cima para baixo, lembrando que, caso um tenista ganhe em sua carreia 5 Masters(1000 ou Series), jamais será lembrado como outro tenista que venceu somente um título, sendo esse, um Major.

    1 Major é maior que 5 Masters.

    COMO OS CARAS E A COROA ESTÃO SOFRENDO.

    JÁ ACEITARAM?

    ACEITEM QUE DÓI MENOS

    SEGUE O LÍDER, SEGUE O MAIOR E MELHOR TENISTA DE TODOS OS TEMPOS.

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  102. Rafael Wuthrich

    Há muitos aspectos sobre essa vitória de Federer que valem a pena serem mencionados.

    Primeiramente, o domínio tático absoluto. Dalcim ressaltou com propriedade: Federer teve mais dificuldades hoje em razão dos erros e do baixo índice de 1o saque do que em razão de mudanças táticas ou técnicas apresentadas por Nadal. A bem da verdade, as trocas de bola evidenciaram um Nadal temeroso em tomar backhands angulados e buscar mais a bola central sem ângulos, para a seguir devolver paralelas de backhand. Quando trocavam bolas de backhand a vantagem do suíço era evidente.

    O jogo evoluiu muito parelho até a crucial quebra no 9o game: Federer fez devoluções absurdas, contou com alguma indecisão e erros do espanhol e em seguida confirmou o saque de forma tranquila pela primeira vez na partida. Daí em diante, ele foi senhor absoluto do jogo, com a melhora no saque.

    Achei que Nadal tentou algumas coisas diferentes, com maior variação de saques e trocas, mas esbarrou em seus próprios erros numa estratégia que não lhe deixa confortável em quadra, além de pressionado pelas devoluções de saque do suíço, mais uma evolução nessa versão 2017. Também sofreu de novo com o backhand de Federer, que outra vez usou pouquíssimo slice, a não ser para defesa.

    O confronto taticamente e psicologicamente mudou. Parece que Federer agora tem as soluções e um padrão que, ao menos no sintético e provavelmente na grama, impõem clara superioridade contra o espanhol. Aliás, o semblante de Rafa após o primeiro set dizia tudo. A curto prazo, creio que isso não mudará.

    Responder
    1. Pieter

      Irretocável análise!
      O fato é que a genialidade de Federer permitiu a ele, no outono de sua carreira de atleta, já às vésperas dos 36 anos, evoluir tecnicamente e aperfeiçoar vários aspectos de seu já vasto repertório, de que são exemplos o “novo” backhand mais agressivo e angulado mas não menos consistente, a devolução muito agressiva, voleios mais espetaculares ainda e uma movimentação que, sem dúvida, lhe dá mais segurança e vantagem no posicionamento em quadra para desferir um dos melhores forehands do circuito e atacar de qualquer ponto da quadra que ele quiser.
      Nadal, enquanto isso, visivelmente já não é mais o mesmo jogador. Tem um estilo de jogo em que depende visceralmente de um excelente preparo físico, considerado um dos melhores do circuito, senão o melhor mas, aos 30 anos, não pode mais ter o mesmo vigor e velocidade de anos atrás. As seguidas e recentes lesões parecem ter atingido sua confiança e prejudicado a execução de seus golpes, de que é exemplo mais evidente o forehand com topspin infernal, o famoso gancho, que infernizava a vida de Federer e demais adversários.
      Em suma, ainda é um belíssimo jogador, excepcional competidor mas me parece, pelo menos até aqui, apresentar uma certa decadência, comparativamente ao que ele já foi. Cada vez mais é um grande jogador no saibro, de que tiraremos a prova definitiva na temporada européia que se avizinha.

      Responder
      1. Rafael Wüthrich

        Essencialmente é isso. O Xará Medeiros e o Brack, testemunhas oculares de longa data, irão se lembrar: desde 2007 já dizíamos que, ao jogar sempre daquela maneira agressiva contra o próprio corpo Nadal estava abreviando sua carreira. Se não impediu ele de continuar jogando em alto nível (pelo menos em comparação com o resto do circuito), cobrou alto preço em sua competitividade.

        De fato, até no saibro hoje vemos ele receoso de extenuar o próprio corpo e tentando desesperadamente encurtar alguns pontos, sem muito sucesso. Embora a tendência defensiva ainda esteja impregnada em seu jogo, é fato que ele está tentando mudar. O problema é que seu jogo sempre foi muito característico e unidimensional, no sentido de extrema capacidade de defesa e contraataque. Ao não ter mais como maltratar seu próprio corpo para conseguir as bolas impossíveis, ele se tornou mais errático e inconstante, um problema para quem sempre viveu do tênis percentagem.

        Há outra questão que pouca gente fala. As lesões podem não ter limitado seus movimentos, mas inconscientemente ele sabe que há um limite do qual ele não pode passar e isso acaba por limitar suas ações. São várias cirurgias no joelho, lesões nos pés, uma lesão no cotovelo e uma bem dramática no punho, com quase ruptura de tendão. Aos quase 31 anos, Nadal não se pode dar ao luxo de se envolver em mais cirurgias, recuperação e reabilitação, sobretudo para alguém que não dependia tanto da “mão” mas do “vigor”.

        Ainda acho que sua tenacidade e capacidade estão muito acima do resto – basta notarmos que ele é o 2º na corrida – mas suas oscilações demonstram uma certa fragilidade, atrativo mais que suficiente para os adversários. Continuo com o palpite de que ele se aposentará muito próximo a Federer, mesmo sendo 5 anos mais novo.

        Responder
  103. Rodrigo S. Cruz

    Galerinha do mal.

    Vamos as minhas considerações…

    Primeiro. Que dia FELIZ!

    Meus cumprimentos ao Márcio, o Lógico, o Pieter, e demais federistas de batalha (rs).

    Um dia pra ser lembrado e relembrado, por muito tempo, caríssimos.

    O Fedex venceu seu terceiro título importante num ano que mal começou. Somando 4000 pontos!

    E hoje, eu praticamente acertei o placar da partida, só fiz inverter a ordem…

    Eu sabia que Federer PULVERIZARIA (desculpe tá, Luiz Fernando) o Nadal, por um motivo simples:

    A qualidade técnica e o volume de jogo do suíço tem sido bem superior ao do espanhol, e isso ficou ainda mais evidente em Indian Wells.

    Além disso, ao ver a semifinal, ninguém me tirava da cabeça que ou Kyrgios ou o Fedex faturaria Miami.

    Isso não significa que tenha sido uma final fácil.

    Porém, é fato:

    O Federer jogou abaixo de seu melhor e mesmo assim venceu o Nadal.

    Portanto, que o favoritismo era do suíço, isto pra mim é indiscutível…

    PS: O passador-mor de recibos metido à sabichão, ainda não deu as caras hoje. Só pode ser por vergonha, né?
    Afinal, ele previu um favoritismo do Nadal que só existia na cabeça dele, e fora um tanto arrogante, ao afirmá-lo.
    Bom, meu amigo. Fica pra você a lição. Eu acertei, e você errou.

    Nada mal para um GURI…

    Kkkkkk

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      ” Eu acertei e você errou” . O Guri leu o comentário pouco antes da partida? “Se Rafa Nadal levar o primeiro Set ( teve vários break-Points) , não acredito que Federer vire. Caso em contrário, Roger vence a quarta consecutiva ” . Basta ler os Posts e tambem as declarações dos Tenistas pós jogo, que o Guri para de vez de passar seus recibos infantis ou no mínimo se liga. rsrsrs Abs!

      Responder
  104. Marcos Vasconcelos

    Antes de qualquer coisa, como não comento muito por aqui, parabenizo ao Dalcim por mais um belo post, melhor blog do Brasil disparado.
    Falando nesse incrível início de temporada com grandes jogos e protagonizada pelo Federer, não consigo entender como uma pessoa pode dizer que jogadores do quilate de Djokovic e Murray não fazem falta no circuito. Pra mim quanto mais jogadores desse nível jogando bem ao mesmo tempo melhor. Não sei vocês, mas eu estou muito curioso pra ver esse Federer melhorado jogar com um Djokovic em forma, ou Murray. Gostaria de ver se Nadal consegue fazer frente ao Djokovic. Se Kyrgios vai finalmente vencer Murray… E assim por diante. Acho que esse pessoal só quer ver o Federer vencendo mesmo, não importa contra quem. Se o suíço ganhar tudo esse ano com certeza não vai ter aquela conversa de circuito fraco, de mesmice. Por que será?

    Responder
  105. Marcos Castillo

    Dalcim, enquanto aguardava ansiosamente pelo novo post, achei alguns dados que considerei interessantes no “bolão” que vc promoveu: 233 pessoas apostaram em Federer e somente 64 apostaram em Nadal. Adivinhem, caros companheiros de blog, quem passou mais longe de acertar, dando vitória ao Nadal e apostando que Federer venceria somente 4 games? Dica: quem acertar leva uma colcha de crochê…

    Responder
  106. Bruno Louzada

    Caramba

    temos o anti- jogo

    Ai apareceu o anti- anti jogo

    Agora tem o anti – anti – anti jogo

    mestre Dalcim, nem quero imaginar o conteudo das mensagens que você bloqueia hahahahaha

    Responder
  107. Ulisses Gutierrez

    Dalcim,

    essa retirada do suíço da temporada de saibro compromete muito sua briga pelo número 1? Pelos meus cálculos deveria fazer pelo menos uns mil pontos no barro. No entanto, jogando somente RG teria que fazer final, aí fica muito difícil, não sei… O que acha mestre? Acha que a decisão dele foi correta?

    Responder
  108. Logan

    Dalcim

    Posso estar enganado,mas acho q federer ira se afastar esse periodo das quadras pra poder dar um up na parte fisica,mesmo q nesse ano ja esteja excelente…mas acho q ele irá buscar uma evolução ainda maior pra poder ter chances maiores em RG
    Minha teoria é simples:jogos no saibro com quadra mais lenta ocorrem muito mais trocas de bola,ficando dificil ele definir partidas de forma rápida e em 5 sets, no caso RG, ele precisa ter condições de aguentar a correria q tenistas mais jovens farão…acho q ele vai usar esses 2 meses pra focar nessa parte fisica e chegar em RG voando…meta dele é GS…não pensa em número 1…claro a se vier melhor,mas acho q não vai mudar os planos dele pra tentar fazer pontos…vai focar em chegar inteiro e da forma necessária em cada GS.
    Oq pensa mestre???

    Responder
  109. Anti anti-jogo

    Alguém observou que a partir do retorno este ano o Federer várias vezes saca e avança bem com o pé direito e inclinando o corpo para dentro da quadra, tipo dando a entender que subirá à rede, mas logo em seguida recua? É como se fosse uma tática para deixar o adversário na dúvida quando ele vai subir ou não….

    Responder
    1. Mr marco

      Bem observado. Tb percebi. Mas pode ser uma tecnica de jogar o corpo pra cima da bola. Voa tanto pra bola q parece q vai subir pra rede

      Responder
  110. Marcos Marinho

    Poxa, se fosse pra aparecer só em Paris seria mais inteligente voltar apenas na grama, já plenamente ambientado ao piso pra faturar os dois torneios que antecedem Wimbledon e ainda entrar como favorito no All England Club. Ok, isso implicaria em dois meses e meio de ausência, mas a jornada entre a grama e o fim do US Open é dura e exigente.

    Terminada esta primeira fase da temporada, já é possível fazer uma avaliação mais criteriosa da coisa. Federer consolida a superioridade sobre Nadal na quadra dura, não importando a condição em que o torneio é disputado. Ganhou no piso veloz da Austrália, no médio de Indian Wells e no lento e úmido de Miami. Tanto na Austrália quanto em Miami, o suíço entrou com desvantagem física (2 jogos duros de 5 sets na Austrália e 2 jogos duros de 3 sets agora em Miami) e ainda assim o espanhol falhou. O backhand apresentado na Austrália também já está provado que não foi apenas “um dia calibrado”, mas sim um golpe mais agressivo e consistente. O óbvio ponto fraco de seu jogo PARECE não existir mais, embora seu forehand ainda seja muito superior ao backhand (hoje é o melhor do circuito disparado).

    Considerando tudo isso, é possível afirmar que este Federer 2017 é o melhor Federer, Dalcim? Será que estamos vendo o suíço jogar o melhor tênis de sua carreira? Como sempre há espaço para melhoras, o que você acha que Roger pode aprimorar ou acrescentar em seu jogo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que o Federer de hoje é tecnica e taticamente superior ao de 2006. Sempre se pode melhorar. A devolução de saque é um ponto que ele pode melhorar.

      Responder
      1. Chetnik

        Ih, Dalcim, quando eu falei que o Federer, versão coadjuvante do reinado do Djoko, era melhor tecnicamente do que aquele que reinou na maior entressafra da história do tênis, os caras quase surtaram, kkkk.

        PS: Não peguem ar rs. Mérito do Federer tá nesse nível nessa idade.

        Responder
        1. Chileno

          Mas o Federer 2017 é bem melhor tecnica e taticamente ao Federer 2015. O Federer de 2015 não agredia o segundo saque do adversário na devolução (exceto alguns esporádicos SABR) e nem tinha um backhand consistente. Aliás, ele praticamente nunca arriscava a paralela de backhand que hoje tanto machuca o Nadal.

          A maior desvantagem do Federer 2015 e 2017 em relação ao Federer 2006 é o físico. Apesar de estar jogando demais, sinto que antigamente ele tinha uma movimentação melhor, se defendia mais e aguentava mais trocas, apesar do backhand daquela época não ser tão perigoso quanto o de agora.

          Responder
        2. Chileno

          Acrescente a isso a tática de jogar dentro da quadra (que só se tornou possível com o novo backhand). Ele também não usava essa tática em 2015.

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      2. Rodrigo S. Cruz

        Caro Dalcim.

        Confesso que antes eu achava que não.

        Porém, agora concordo com você.

        O Federer de hoje é ainda melhor do que o do seu auge físico, porque o backhand melhorou demais, e ele joga com uma efetividade e precisão absurdas.

        O suíço parece ser como o VINHO. Quanto mais velho melhor…

        Responder
      3. FRANCISCO

        Mas acho que perderia em um jogo de Grand Slan, melhor de cinco sets, FÍSICO CONTA MUITO, acho que o de 2017 venceria, talvez, e olhe lá, em Wimbledon, jogo mais rápido, menos exigência de físico, vi Roger perder finais de Major para Rafa, unica e exclusivamente, devido o extraordinário físico do espanhol.

        Responder
      4. Fabio F

        Desculpem-me pela ousadia da discordância… mas somente quem não acompanhou a carreira do Federer pode colocá-lo em patamar superior em sua versão atual. Nossa análise de agora está fortemente influenciada pela menor expectativa em função do retorno de um período de afastamento por lesão, pela idade mais avançada e pela (justificadíssima) empolgação com tantos feitos nesse início de temporada. O Federer das temporadas 2005-2006 é claramente superior ao atual, e não somente no físico. Ele compensava com sobras o backhand menos efetivo (nunca foi ruim, embora fosse realmente vulnerável para os grandes como Nadal) com seu invejável arsenal de recursos técnicos, com um apetite por vitórias e quebra de recordes e com um sentido de antecipação de jogadas (favorecido sim pelo físico juvenil) que lhe proporcionaram um desempenho absurdo, como foi também o do Nadal em 2013 e o do Djoko em 2011 e em 2015.

        Não creio que esse Roger de hoje venceria o Nadal de 2013, nem o Djoko de 2015. O de 2005-2006 certamente teria muito mais chances. Difícil de provar, complicado comparar épocas diferentes, etc… Eu concordo sim. Mas façam uma visita a alguns vídeos antigos do Youtube, seria recomendável antes de bater o martelo…

        Responder
  111. Anti anti-jogo

    Quem diria…. o confuso Robolito Kid ficou tão desnorteado com o “neo backhand’ do Mestre Suíço que tentou surpreender atacando…. o forehand do Federer! kkkk (pausa até parar de rir aqui….. kkkkkkk). Óbvio que não deu certo.

    Agora triste é constatar que, mesmo com esse joguinho xinfrim Robolito Kid vence os Sock, Fognini, Dimitrovs, etc…. Que pena (pelo menos o Querrey aproveitou).. E pode ser que o espanhol continue a manchar a história na gira no saibro… aargh….

    E os mugidos estão cada vez mais altos e patéticos, que coisa horrível.

    Responder
  112. Nando

    Ficar 2 meses sem jogar nada? Espero q o Rei reconsidere isso e jogue AO MENOS Madri ou Roma, pois terá tempo pra chegar descansado em RG.
    E novamente, parabéns a tds os federistas e a tds apreciadores do tênis ofensivo e agressivo.

    Responder
  113. João Marcelo

    Nadal virou freguês??? Achei que nunca veria isso. Dalcim, é impressão minha ou o forhand do Nadal não está incomodando o federer? Outro ponto, não sei se é devido a forma que o federer tem jogado, tirando o tempo do Nadal, mas a minha impressão é que a movimentação do Nadal em quadra caiu muito, porque algumas bolas que hoje o federer da que para o Nadal passaram a ser indefensáveis, antes acabavam voltando e voltando sempre até o federer errar por perder a paciência buscando as linhas, estou errado?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que Nadal devolveu várias bolas ‘impossíveis’ hoje, mas a postura do Federer de entrar cada vez mais na bola tirou muito do tempo de reação dele.

      Responder
      1. João Marcelo

        Concordo, mas falando do forhand do Nadal, eh impressão minha ou ele não está mais conseguindo botar todo aquele spin de outrora? Contra o federer esta parecendo um bom forhand mas nada que o complique

        Responder
    1. Maurício Fonseca

      Em teoria o Nole já volta agora na Davis.

      E realmente, esse negócio de Conchita Martinez está cabando com o time espanhol da DAvis.

      Responder
  114. Bruno

    Dalcim, a ausência do Federer nos Masters que antecedem RG já é certa ou ainda a confirmar? Talvez depois de alguns dias de descanso ele possa mudar de ideia (espero).

    Abraço!

    Responder
  115. Luis

    Dalcim sobre a parada de Federer acho que e’ bom pular o saibro exceto slam de Paris as chances são menores pro suíço nos torneios de saibro talvez Madri sua maior chance pouco mais rápido vai também que com essas batalhas em Indian e Miami se machuca no saibro que exige do corpo rs,achei muito legal o Federer na entrega de troféus falando coisas pro Nadal que parece emocionaram o espanhol rs,ruim ficar sem o suíço mas com descanso e se continuar com a motivação e confiança e’ um dos grandes favoritos na grama e o sonhado Wimbledon fica bem possível rs,a torcida e’ que volte e quem sabe conquiste o 19 slam na grama e nos surpreenda mais uma vez rs,Dalcim recorde de títulos e’ possível ? Acho que com 91 chega em segundo maior em títulos em 2017,faltam 4 rs,o numero 1 fica pouco mais distante

    Responder
  116. Gilberto Souza

    Dalcim boa noite ! Mais um post contundente como sempre, eu fiquei na torcida do espanhol mais reconheço que o suíço tá voando.
    Mestre lendo hj uma matéria do tenibrasil ,que dos 62 títulos de masters 1000 de 2010 pra cá ( 57) ficaram com o chamado grupo big 4 . Te faço duas perguntas.
    1 : a geração de tenistas de um tempo pra cá é fraca?
    2: ou o grupo big 4 que são bons demais?
    Grande abraço.

    Responder
      1. FRANCISCO

        Também vi e li o erro, todavia para que corrigi-lo? Faça-o em particular, caso não consiga, deixe passar, errar é humano.

        Veja, sou Físico Teórico e Cosmólogo, escrevo “mal um bocado”, e isso não me faz melhor ou pior que alguém.

        A humildade é uma das maiores virtudes do homem, jamais corrija alguém em público, principalmente, com “más intenções”.

        Abraços.

        Responder
        1. Sônia

          Na boa Francisco, pelo seu “curriculum”, creio que seja uma vergonha voce confessar que escreve errado.

          Está faltando a nossa coleguinha Gramática que sempre aparecia para ajudar. Errar é normal, corrigir é nobre.

          Lembrando: MAS e HÁ POUCO TEMPO (forma correta)

          Gosto e leio o seu blog Dalcim, pelo carinho que trata nossa língua portuguesa, diferente dos demais (socorro, meus sais). Beijos.

          Responder
  117. Mario Cesar Rodrigues

    Federer eu sabia que perdendo ou ganhando só iria jogar RG e olha lá!Mas hoje analisando errou muito o Rafa mas o Federer mereceu não irei alongar mesmo pq estou contente com o nivel de jogo do Rafa.mas hoje poderia ser diferente mas não foi segue a vida!abs

    Responder
  118. Carlos Lira

    - É a primeira vez que Federer vence Nadal quatro vezes seguidas,

    – Federer, depois de muito tempo, volta a liderar a contagem nos confrontos em quadra dura.

    Responder
  119. João ando

    Acho que o nadal deve se aposentar acabpu.ja o federer axhei que fosse perder …no primeiro set fpi duro ganhou nos detalhes .ja no segundo set em nenhum momento o Roger perdeu o controle no saque ele estava seguro e Nadal errando muito os forehands.Acho que acabou para o rafa Nadal

    Responder
    1. Mário Fagundes

      Sim, que se aponte no fim do ano. E que até lá os dois se enfrentem mais vezes pra que Federer possa diminuir a vantagem no H2H.

      Responder
  120. Gilvan

    O jogo nao foi `facil`, mas sempre esteve sob controle do Federer. Para quem fez um torneio tao erratico quanto o suico, a final acabou sendo o jogo mais tranquilo do torneio inteiro.
    De novidade, vimos o Siri Careca tentando trocar backhands na cruzada, ou seja, no forehand do Federer. Funcionou por 4 games, pelo fator surpresa, e depois mostrou-se uma tentativa frustrada de variacao no jogo do Nadal.
    No fim das contas, como vem acontecendo nos ultimos anos, vimos o de sempre, Nadal 5 passos atras da linha de fundo, mandando bola na linha do T e sem conseguir ser agressivo. Pelo menos podemos dizer que neste jogo ele tentou, vide que terminou com mais erros nao forcados que o Federer.
    E ainda teve a cara de pau de reclamar de falta de sorte… olha a chave que o malandro pegou no AO, Acapulco, Miami! Devia dar gracas a Deus de ter conseguido acumular pontinhos preciosos neste 1o trimestre sem demonstrar um desempenho satisfatorio.
    Agora eh hora do Federer lamber suas feridas, para voltar 100% na gira de saibro. Nao acredito que ele va ficar 2 meses fora, mais provavel que retorne em Madrid/Roma. Ficaremos na torcida.

    Responder
    1. Gilvan

      So para deixar claro, vejamos os oponentes de Nadal neste ano de 2017, afora o Federer-

      Fognini
      Sock
      Mahut
      Kolbschreiber
      Sela
      Verdasco
      Pella
      Querrey
      Cilic
      Johnson
      Nishioka
      Lorenzi
      Zverev o Velho
      Dimitrov
      Raonic
      Monfils
      Zverev o Novo
      Baghdatis
      Mayer
      Dolgopolov

      Ao menos nao podemos negar que o espanhol tem sido bastante oportunista.

      Responder
      1. Chetnik

        Não conheço esse príncipe Adam rs. Mas calma que ele tá comendo uns fígados na Sérvia e vai voltar babando rs pra varrer geral – desde que não enfrente o Kyrgios rs.

        Responder
      1. Chetnik

        O Murray é só uma ratazana maior que aproveita quando o gato – que só tem um mesmo rs – tá ausente. Os outros são ratos menores, kkkkk.

        Responder
    1. André Barcellos

      Até onde vi Novak e Murray só não aparecerM em Miami…
      E Murray, ohhhh…realmente Federer deve temê-lo bastante!
      Quando foi que ele ganhou do suíço mesmo? Ahhhh, janeiro de 2013…

      Responder
  121. Daniel

    1) “Federer é genial” é redundante. Esse cara está entre os 5 maiores esportistas da história, considerando todos os esportes. Meu top 5 seria Federer, Pelé, Jordan, Phelps e Bolt
    2) Nadal e Djokovic têm sorte que o suíço só foi deixar de ser teimoso aos 35 anos. Se o suíço tivesse percebido antes a importância de agredir com a esquerda nas trocas e na devolução, a quantidade de vitórias sobre o suíço seria menor
    3) Que grande fase o tênis está vivendo com o tênis agressivo voltando a dar as cartas. As jovens promessas tb estão jogando de forma agressiva. Bem vindo tênis agressivo! Adeus maratênis! Já vai tarde!
    4) Alguém sente falta de Djokovic e Murray, e principalmente, dos seus duelos chatérrimos? Eu acho mais emocionante assistir a um episódio do Chaves pela 10 vez… Ou rever pela 10 vez o clássico “Senhor dos Anéis – O retorno do Rei”
    5) Que o Federer tenha seu merecido descanso. Seus fãs irão compreender
    6) Depois do AO, o ano está ganho. O que vier é lucro. Se vier WB, melhor ainda! Agora é torcer para a #NextGen dar outro salto nos GS e proteger o recorde do maestro dos maratonistas
    7) #Segueolider #18 #Cholamais #RobsonvoltaproSitio

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Responder
  122. Bruno

    Dalcim,
    Acompanho o seu blog a anos, e gostaria de lhe dizer que os seus comentários lúcidos e recheados de fatos e dados fazem os seus textos serem de agradável leitura. Parabéns!

    Pergunta: Você acredita que o RF poderá lutar pelo número 1 até o final da temporada?

    Abs,
    Bruno

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Bruno. Sim, acredito que ele pode estar nessa briga depois do US Open. Até lá, precisa somar alguma coisa em torno de 3 ou 4 mil pontos. Uma boa campanha nos ATP 500 e Wimbledon na grama, podem lhe dar valiosos pontos. Terá ainda Cincinnati e US Open para acumular. Então é possível, sim. Abs!

      Responder
  123. Carlos Lira

    Até penso que Federer tenha alguma chance no Slam francês, mas não se pode ignorar, além da quadra lenta, o aspecto físico e o ambiente.

    Hoje, mais uma vez, foi possível ver que Federer sente jogar de dia… Ainda mais uma da tarde.

    Responder
  124. Bruno Louzada

    Nadal precisa fazer mudanças no jogo. Jogo dele ta previsivel demais, ele precisa ousar. Ele é um dos melhores do circuito, mas pra ganhar titulos precisa de algo mais, coisa que o Federer ta fazendo.

    Ajde Djokovic.

    Responder
    1. Nando

      O jogo do espanhol começa de um jeito, e depois de um tempo ele volta pra mesma tática de sempre: Bola alta no backhand do adversário, aliás td vez q ele se defende, joga a bola lá kkkkkkkkkk.
      Essa tática contra jogadores agressivos já era hoje.

      Responder
  125. André Luiz

    É absurdo o nível em que Federer se encontra, aos 35 anos de idade, com um tênis moderno, agressivo e quase sem buracos.
    Quanto à temporada de saibro, aposto que o Rei vai reconsiderar e jogar ou Madri ou Roma antes de ir pra Paris.

    Responder
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