Promissor
Por José Nilton Dalcim
7 de janeiro de 2017 às 21:53

A temporada 2017 promete. A primeira semana de competições, oficiais ou não, mostrou tênis de excepcional qualidade e, acima de tudo, um direcionamento claro dos homens em direção à rede, aos voleios. Ufa!

Vimos Rafa Nadal, Andy Murray, Milos Raonic, Kei Nishikori fazendo saque-voleio, mas também a eles se somou até Tomas Berdych. Aquela tendência, que eu já havia assinalado algum tempo atrás, de que encurtar o tempo de reação do adversário seria o melhor caminho para matar pontos vai ficando mais clara e necessária.

Ao mesmo tempo, o pessoal está batendo muito forte do fundo de quadra. Tivemos até aqui três jogos que valem a pena ser revistos pela qualidade técnica: Djokovic-Murray, Nishikori-Wawrinka e Federer-Zverev. Quem não viu, pode dar uma olhada no YouTube.

Claro que a final de Doha era a partida mais aguardada. E não decepcionou. Não bastassem os lances de tirar o fôlego, sobrou emoção e alternâncias. Gostei de ver Djokovic novamente agressivo, buscando mais paralelas e automaticamente a rede.

Saque e devolução são os pontos que ainda o diferenciam positivamente de Murray. Esperava um forehand um pouco mais efetivo do escocês depois da pré-temporada, ainda que ele tenha soltado alguns ‘foguetes’ neste sábado. O título veio na hora certa para Nole, que escapou por milagre na sexta-feira de uma frustração bem grande.

Nishikori e Wawrinka deram outro espetáculo. O japonês mais perto da base, trocando muito bem a direção da bola, Stan usando a paralela para ir à rede. Nishikori seria um forte candidato ao título em Melbourne se pudéssemos acreditar no seu físico. Vai decidir o título do excelente torneio de Brisbane contra o renascido Grigor Dimitrov.

Nadal me deixou um tanto confuso. O saque foi aprimorado, o backhand pareceu mais batido e ele também explorou a rede. Mas ainda recuou demais quando o jogo contra Milos Raonic ficou duro, e isso abriu os ângulos.

O espanhol e Roger Federer parecem ter aproveitado bem a pré-temporada mais longa e antecipada. Me chamou a atenção a fluidez do backhand de Federer, bem mais profundo. O suíço também optou por um primeiro saque cheio de slice. Apesar da derrota, o jogo contra a juventude de Alexander Zverev foi delicioso, com trocas incríveis da base. O alemão tem personalidade de sobra e muitos recursos. Amadurece a passos largos.

No feminino, decepção tanto de Angelique Kerber como de Serena Williams, porém não serve para parâmetros. Quem está mesmo perigosa é Karolina Pliskova. Saque poderoso, ousadia, força. Quem quiser um palpite de risco para o Australian Open, esse é dos bons.

Rankings
- Mesmo perdendo a final em Doha, Murray aumenta a distância para Djokovic para 780 pontos, mas não pode dormir em berço esplèndido. O escocês precisa chegar na semi do AusOpen para se manter na liderança sem depender de Djokovic.
- Como não defendeu o vice em Brisbane, Federer perderá o 16º lugar para Dimitrov. Com isso, poderemos ter Wawrinka, Nadal e Federer no lado de Djokovic em Melbourne.
- No feminino, não deve ter luta pela ponta. Kerber defende o título mas entrará com quase 1.800 pontos de vantagem sobre Serena, a vice de 2016, e assim basta à alemã chegar na semi para se manter à frente.


Comentários
    1. José Nilton Dalcim

      Não vejo Rublev como páreo para o Murray, talvez nem para o Lu. Legal será termos Frantagelo x Rubin, e quem vencer deve pegar Federer. Coric está voltando de contusão, mas também está Dolgopolov e também Monfils. Tudo pode acontecer. Tiafoe ainda não tem jogo para o Zverev. Acho que Opelka pode ser a boa surpresa da primeira rodada em cima do Goffin.

      Responder
  1. Luiz Fernando

    Nadal não terá vida fácil nesse AO, não bastassem as incertezas (ou certezas) quanto ao seu nível de jogo, pegou uma chave pra complicada. Creio q, se a lógica prevalecer, deverá vencer os dois primeiros jogos sem drama, Na sequencia, possível confronto com Zverev (o bom, não o de Brisbane), numa hipotética quarta rodada não vejo grandes dramas também, mas depois seriam Raonic, Djoko e Murray, simples não? Chance razoavel de cair frente ao alemão na rodada 3.

    Responder
    1. Pieter

      Em um confronto entre os dois, atualmente, aposto mais no alemão Zverev. Penso que ele tem grandes chances de terminar a temporada como um legítimo top 10!

      Responder
  2. Rodrigo S. Cruz

    E não é que Deus existe?

    Até que enfim vemos o Djokovic se dar mal em uma estréia de major…

    Justo ele que passou 2016 inteiro na mais absoluta maciota!

    Vai ser muito interessante ver o Verdasco surrando o cara de PLAYMOBIL.

    KKKk

    Responder
  3. José Eduardo Pessanha

    Chave do Federer: Quali, Quali, Berdych, Nishikori, Murray, Wawrinka ou Kyrgios ou Cilic, Djokovic. kkkk. Que desequilíbrio da mulesta. rs
    Nível da chave do Federer: Dificílimo
    Nível da do Murray: Muito difícil
    Nível da chave do Nadal: Muito difícil
    Nível da chave do Djokovic: Fácil, extremamente fácil. rs. Com exceção da estréia.

    Abs.

    Responder
    1. evaldo moreira

      Boa noite/bom dia..
      Caro Pessanha, concordo com você, mas, pelo mas, e pelo nos jogos de alguns, creio que se Federer pegar um bom ritmo de jogo, e dois jogos, não para se ter uma base, mas pelo que vi na Hopmane no último jogo contra o Gasquet, acho que Federer consegue algo, mas é dificílimo pra burro, mas veja que:
      “Chave do Federer: Quali , Quali, Berdych (pelo que vi dele, se Federer jogar o que vinha jogando, creio que passa, não custa sonhar, rsrsrs), Nishikori(eita japinha perigoso e consistente, mas o quadril incomoda e tem a questão fisica, ficamos de olho), Murray(esse tá foda né, desculpa o termo, mas já fizeram grandes jogos, e acho que suiço apronta, desde que passe pelou outros, rsrsrsrs), Wawrinka(vixe, se estiver no modo Stan-nimal, ai não tem jeito, como disse o Dalcim, ganhando 2 ou 3 jogos, tá de bom tamanho…) ou Kyrgios(ah, esse ai, sinistro, se jogar bem, se não , o suiço passa) ou Cilic(ahhhh, nem), Djokovic(djokovic é djokovic, então, vou me abster de falar, kkkkkkkkkkkkkkkkk).
      Nível da chave do Federer: Dificílimo, ai eu assino em baixo, aonde mesmo hein, kkkkkkkkkk

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Pessanha,

      Se o cabeça de melopan preto não cair pro Verdasco (o que eu já acho difícil que não ocorra), provavelmente cairá pro Dimitrov que esta jogando um tênis de encher os olhos,e derrotou três Top 10, na semana passada…

      Portanto, muita calma que a chave do Djokovic não é assim tão fácil como pensas, não.

      Responder
  4. Márcio Souza

    Percebemos a “imparcialidade” dos comentários de alguns colegas quando eles tentam perante os fracassos e bizarrices dos seus tenistas favoritos tripudiar ou rebaixar o mesmo fato com tenistas que eles não gostam ou tem algum tipo de “tesão recolhido”.

    Vejam o caso do nobre colega de comentários LF…em relação ao choro do Federer no AO em 2009 quando perdeu a FINAL, eu disse FINAL do GS e chorou, o colega classificou como IMPOTÊNCIA E DESESPERO como que tentando rebaixar aquele que naquela altura buscava ainda vencer mais Slams para se tornar o maior vencedor da história, feito obtido vencendo RG naquele ano e mais alguns Slam futuramente, os adjetivos usados para Federer foi como se ele fosse menos homem ou pessoa fraca e fragilizado.
    Ja para o choro copioso de Djokovic nas Olimpíadas, o colega o classifica como sentimento de FRUSTRAÇÃO, como que o sérvio fosse imponente, cavaleiro real do Império, macho alfa e senhor supremo que cometeu um deslize e estava somente frustrado pela derrota.

    Que maneira imparcial de análise ne?

    Sem comentários depois dessa, só podemos dar risada de pensamentos como esse e levar na esportiva porque como disse o Marquinhos no final do ano, “NÃO LEVEM TUDO A SÉRIO GALERA, AS VEZES É APENAS FANFARRONICE”.

    Genial frase do Marquinhos e que cabe como uma luva nesse pensamento dor de cotovelo do LF.

    Responder
    1. Chetnik

      Esse assunto é batido, costumo ignorar, mas vocês parecem que fingem não compreender diferenças básicas. Chorar é uma coisa. SOLUÇAR feito uma menininha de 5 anos eu só vi o Federer fazer.

      Sem contar o célebre: “Oh God, it is killing me”. Kkkkkk. Momento mais constrangedor da história do tênis. O cara conseguiu arruinar o momento do touro.

      Responder
      1. Sergio Ribeiro

        E olha o Chatonik de volta as origens. E’ claro que voce nao viu, ate’ porque nem assite aos jogos. Novak chorou ao fim do jogo contra DeL Potro e continuou ate’ os Vestiários. Alguns Mane’s se espantaram na Arena da Rio 2016. O Melhor de Todos, perdeu ate’ disputa de Bronze para o mesmo jogador na Olimpíada anterior. Para quem realmente acompanha e ASSISTIU as grandes Feras deste Esporte Maravilhoso , nada demais. Ao contrario, Ama o que faz. Dificil para um L.F da vida entender. O Espanhol ficou tao constrangido que o tem como ídolo. Apesar disso , o Mundo ficou com a mesma sensação de L.F , Chatonik e CIA kkkkkkkk. Abs!

        Responder
      2. Paulo F.

        Concordo.
        Federer CONSTRANGEU Nadal de comemorar seu único AO conquistado, chorando como uma menina.
        O espanhol nem pôde celebrar devidamente.

        Responder
    2. Luiz Fernando

      Os comentários acerca dos adversários do Federer é q são sensatos, tipo q quando vence é por doping, não é caro Márcio kkkk????????????? Depois a fanfarronice é da minha parte kkkk!

      Responder
      1. Márcio Souza

        kkkkkkkkkkkkkkkkk

        Tem razão LF, ainda bem que domingo ja começa o AO e teremos “novos argumentos” para colocarmos em discussão aqui, exemplo se o Nadal ganhar um jogo de 5 sets com mais de 4 horas e depois pegar o Djoko e jogar como se tivesse voltado de férias de Madrid e jogar sem nem uma gota de suor cair kkkkkkkkkkkkkkkkk

        Enfim vamos observar o que esse AO nos mostra de anormal de novo para aumentarmos nosso estoque de alfinetadas.

        E que comece o AO!!!

        Responder
    3. David

      Marcio, não é só o caso do choro do Djoko; LF posta 500 mil vezes sobre o choro do Federer no AO e não posta uma vez, sequer, sobre o choro do Nadal, no US Open, depois de naquele ano já ter levado várias surras do Djoko, aquela do USOpen sendo mais uma. Enfim, o cara odeia o Federer, deve ser amor enrustido.

      Responder
  5. Daniel Toledo

    Dalcim, Fed e Rafa podem se enfrentar na 3 rodada, um jogo que já decidiu muitos Majors. Sem pesquisar, acredito que seja o duelo mais repetido em finais de Majors, 8 se não me falha a memória. Djoko e Murray acho que 7, e Djoko e Nadal 6. Não sei se algum clássico dos anos 80 ou Agassi e Sampras chega a 8.

    Quais foram os confrontos mais repetidos? Estão corretos esses números que postei? Grande abraço

    Responder
  6. Luis

    Dalcim vi o Federer numa rede social treinando na quadra de Melbourne pra o Aberto da Australia voce acha que o Federer poderia apostar mais na Australia ja que a pressao em Wimbledon e’ maior? E os principais rivais Murray e Djokovic ainda estao sem plena forma talvez deixam as chances iguais para outros tenistas,o calor na Australia talvez pesa a favor de um fisico maior como Murray e Djokovic e ate Nadal

    Responder
  7. Rodrigo S. Cruz

    O André Ghem tem uma chance de ouro de finalmente entrar na chave principal de um Grand Slam.

    Ele está na última rodada do quali, e enfrentará o italiano Thomas Fabbiano que nunca foi grande coisa…

    Com 34 anos, pode ser uma das últimas chances da carreira.

    Responder
  8. Carlos André

    O Thiem está perdendo o controle… está entrando numa espiral decadente de jogar tudo,, e agora nem em ATP 250 consegue avançar. Derrota hoje pro Daniel Evans.
    Já o André Ghem venceu outra no qualifying.

    Responder
  9. Pieter

    Boa a campanha dos brasileiros, até agora, no qualy do AusOpen. Teliana e Paula venceram em dois sets, sem maiores problemas, e o André Ghem passou para a terceira e última rodada! Isso em quadra rápida e em um torneio onde os brassicas sempre se dão mal… Muito boa sorte a todos e que consigam chegar à chave principal!

    Responder
  10. Pieter

    Muito feliz fiquei hoje ao ler, aqui mesmo no site, a ótima notícia de que a Bia Haddad Maia já voltou aos treinos. Dos males, o menor. Apesar de ter perdido a pré-temporada e a oportunidade de obter preciosos pontos na Oceania, ao menos ela parece já estar recuperada e muito motivada. Muito boa sorte a ela e agora é correr atrás do prejuízo!

    Responder
  11. Rafael

    Peço desculpas, me passou completamente batido, mas gostaria de retribuir o abraço de boas-festas do ilustre Marquinhos que, segundo fontes confiáveis, foi contratado a peso de outro para, quando retornar à Austrália após suas merecidas férias, dar aulas de jiu-jitsu a Nick Kyrgios, para que este continue aprontando pelas quadras em 2017!!!!!

    Feliz 2017, Marquinhos, grande abraço.
    _________________________________________________
    Para todo o restante dos colegas, duas palavras: IDEMO, DJOKO!!!!

    Responder
    1. Carlos André

      E ATP disfarçou dizendo que ouviu vários jogadores. Mais uma mentira desta entidade nebulosa. A decisão foi para acatar pedido de Federer e Nadal.

      Responder
    2. Alexandre Maciel

      “Vamos jogar um tênis onde o mais importante é o tenista ter quatro pulmões e não a variedade dos golpes”

      Sábias palavras do Tsonga à época que anunciaram a proibição do piso. Realmente a lentidão das quadras de hoje em dia estimula o tênis à base da preparação física.

      Não creio que Federer tenha realmente pedido à ATP para que abolissem este tipo de piso, afinal, as quadras velozes sempre lhe proporcionaram muitos títulos. Se não me engano o primeiro título do suíço foi neste tipo de superfície. Nadal, pode até ter feito o pedido, depois que ele vetou Bernardes na arbitragem de seus jogos não duvido de mais nada do touro cheio de mimimi.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Dimitrov me surpreendeu positivamente. Ele vinha fazendo bons jogos e perdendo nos detalhes, na hora do aperto. Desta vez, segurou a cabeça. Sorteio na noite de quinta-feira (de Brasília).

      Responder
  12. Rafael Medeiros

    A galera é saudosista, a gente entende. Quem não é, vez ou outra, em relação a alguma paixão ou qualquer coisa que o valha?

    Porém, o lado B do saudosismo é desmerecer o presente, achando sempre que os anos dourados foram os outrora vividos, e que tudo o mais não presta nem prestará.

    É o que vemos bastante por aqui com relação a Federer x Nadal. Muita gente lamenta quando um está afastado, dizendo que nada presta na vida tenística, ou pior: fazem um alvoroço enorme quando aparece um duelo entre os dois. Como se fosse possível esperar um grande jogo entre eles.

    Às vezes uma mentira dita repetidamente acaba virando verdade. É o caso.

    Muito bem, os dois já jogaram muitas vezes. Isso não autoriza dizer que há propriamente uma rivalidade. Federer é freguês de carteirinha do espanhol, o maior freguês do tênis de alto nível de toda a história, um dos jogadores contra quem o espanhol mais se sente à vontade de jogar. Isso é rivalidade?

    No mais, dos trocentos jogos que eles se enfrentaram, quantos efetivamente foram, tecnicamente, realmente bons? Tirando a emoção da torcida de um e de outro, quase todos foram mais do mesmo: jogos sem alternativas, mesmíssimas jogadas manjadas e repetidas e Nadal vencendo ao final. E vamos relembrar que os dois carregam, muito por culpa do suíço, o título de pior final de Grand Slam de todos os tempos, em RG. Jogo de baixíssimo nível com direito a pneu.

    Então me causa espécie ver tanta gente lamentando que os dois podem se enfrentar na terceira rodada o AO. Querem o que, que façam final? Federer iria perder de 0, Nadal venceria com facilidade, como de estilo. Será que isso seria mesmo uma grande final? Considerando os nomes, a camisa que vestem, ok: são ainda os dois maiores vencedores em atividade.

    Mas daí a acreditar que haverá jogos eletrizantes entre eles…Ah, não.

    Responder
    1. Evaldo Moreira

      Poxa,
      Numa eventualidade de uma final, o Federer perder de 0 ??????, caramba, com todo o respeito você foi longe.
      Se não acompanhou a Hopman Cup, sugiro que vejo no Youtube, as partidas que Roger fez, foram acima do esperado, e como o mestre falou, não importa o adversário e/ou torneio, o que importa foi ver o Federer em ação.
      Se você achou que eu ia descer a lenha no Nadal!?, ledo engano cara, o Nadal voltou bem e agressivo e com algum ajuste no seu jogo, mas o comportamento dele contra o Raonic, onde ele recuou, ai nesse ponto , o Rafa precisa melhora e muito.

      Responder
      1. Evaldo Moreira

        E para complementar, o Rafa mostrou a velha insegurança de sempre, o adversário endurece, o jogo não entra, e a confiança mina de vez, claro que el fez um bom jogo contra o Raonic, e só para detalhar o que falei acima, você acha que o Federer vem para passar vergonha???, menos né, e pelo que vi e alguns viram, o suiço vem solto na chave, e com alguns ajuste no seu plano de jogo.
        Vamos aguardar,,,,,,,,,,,,,

        Responder
    2. Márcio Souza

      Rafael concordo em partes com o seu comentário e raciocínio, realmente o Federer se tornou um freguês do Nadal mediante o H2H entre eles de 23 a 11 para Nadal, tipo como o Murray contra o Djokovic que é ainda mais vergonhoso com 25 a 11, nessa questão é inegável dizer que a disparidade nos números mostra uma superiodade de números incrivel entre os tenistas, porém dizer que não há rivalidade ou que os jogos são monótonos, ai eu acho exagero.

      Djokovic também ja venceu jogos contra Murray de forma sem graça e no penúltimo jogo entre eles, o Murray no Finals também venceu de forma sem o Djokovic mostrar todo o seu jogo e o jogo em si também não foi um primor, usando sua tese baseado nos números os jogo entre os dois também são sempre serão sem graça, porque pela lógica o Djokovic vai vencer “sempre”.

      Federer e Nadal é um jogo que atrai multidões tanto nos locais de jogos quanto na audiência pelas TVs, computadores e por aonde se possa acompanhar, são os dois maiores expoentes do tênis mundial hoje, e arrisco dizer que juntos os dois tem 60% dos torcedores apaixonados por tênis nas suas torcidas…não estou desmerecendo os demais, isso é somente uma contestação.

      Acredito que esse ano teremos muito jogos entre os dois e independente de quem seja o vencedor serão os jogos que mais atrairao o interesse das pessoas em ve lo…veja não estou dizendo que o jogo sera o melhor em técnica e tática, mais é o jogo que a maioria quer ver…até porque esse poderá ser o ultimo ano de ambos se as lesões voltarem a incomodarem.

      Não creio que quando eles pararem ou o Federer parar primeiro, o tênis irá ficar sem graça ou essas coisas que falam, mais com certeza o circuito ira sentir falta desses dois gênios que arrastam multidões isso com certeza.

      E por falar em jogos o Federer ja aplicou pneu em final de Slam no Nadal e Nadal tambem aplicou um pneu no Federer nessa final de RG em 2008, então jogos com placares e atuações ruins de qualquer um dos dois teremos sempre, mais não podemos negar que é um jogo que a grande maioria dos apaixonados por tênis querem ver isso com certeza.

      Responder
      1. evaldo moreira

        Olha quem fala…………..sem comentários.
        se não compreendes os que outros falam, pelo menos tenha á ciência de respeitar os outros, já levou tanta sapatada e não aprendeu!?
        cada uma que me aparece……………..

        Responder
    3. Sergio Ribeiro

      Me admira voce , Medeiros, sumido pelos Faces da vida, retornar desta maneira. Nem apelo para o ATUAL h2h , entre Novak e Murray ( ambos também ainda fregueses do Espanhol no Barro ). Seu comentário e’ uma falta de respeito absurdo entre o que vocês ” consideravam” a maior rivalidade da Historia. Esta não mente. Ninguém ( Borg e John McEnroe confirmaram) , assim como Pete Sampras e André Agassi, rivalidade entre oponentes com 5, 6 anos de diferença somente na ERA AMADORA. A ponto que no momento , 25 x 11 para Novak Djokovic em cima de Andy Murray. Garanto que o parceiro cola na Telinha, para ver o Craque contra o Rei do Saibro, numa possivel terceira rodada do AOPEN 2017 rsrsrs…Abs!

      Responder
      1. Sergio Ribeiro

        A Final de 2008 ( ano da Mononucleose ) , foi repetida em 2011 num grande jogo. Guillermo Vilas ate’ a pouco o maior vencedor no Barro , meteu 6 x 0 , 6 x 3 , 6 x 0 pra cima de Brian Gottfied ( então N 5 do mundo ) . Esta foi de longe a pior Final de Rolanga em 77. O amigo ja’ era nascido rsrsrs ….Abs!

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Me diz ai porque sempre que se fala em h2h você insiste em dizer que Djokovic e Murray são fregueses de Nadal “no barro”?
          Aliás, do Big4, Djokovic é o único com h2h positivo em relação aos três.
          Quando se fala em h2h, fala-se no geral porque não se joga só “no barro” e é isso que importa. E sempre que se fala em 2008, volta a história da mononucleose? Nem mesmo Federer a coloca na conta de nada.

          Responder
          1. Sergio Ribeiro

            A maior frustração de Sampras e’ ter sido sempre surrado no Saibro. E ficou sem Rolanga. Rafa 14 x 6 e 8 x 2 , respectivamente, ainda e’ o panorama no Barro. Em 2008 ( o da Mononucleose ) perdeu também o N 1 para Rafa e não perdeu o N 2 para Novak, por incríveis DEZ pontos. Em 2009 venceu Rolanga, tecuperou o N 1 e abriu mais de 2000 Pontos sobre o N 3, Novak Djokovic . Abs!

    4. jose yoh

      Bem, para ser sincero não espero muita coisa dos dois mas acho que ainda seria bem melhor que qualquer outro confronto entre dois tenistas da atualidade.

      E sem saudosismo algum.

      Também não acho que Federer perderia de zero. Ele ainda raramente perde seu serviço, basta ver as estatísticas da ATP.

      Responder
    1. Evaldo Moreira

      Rapaz, também sou de Brasilia, e aqui o tenis, está em marcha lenta, pelo amor dos meus filhinhos, kkkkkkkkkkkkkkkkk, e doer, eu passar no Sesi, e ver uma quadra linda daquela, sem ninguém para jogar, poxa vida, vou o que fazer para animar o povo, tá froide viu Dalcim.

      Responder
  13. Camilla

    Dalcim, bom dia!

    Sabe informar qual o prêmio financeiro para a primeira rodada do AO? Ah, e quanto pontos rendem a primeira rodada de um Grand Slam?

    Responder
  14. Carlos André

    Esse ano assistiremos a triste derrocada final de David Ferrer… fez muito, muito mesmo, com as armas que possui… mas o gás está acabando com a idade, e pro jogo dele o gás era 80%. Perdeu rapidinho semana passada e hoje já perdeu pro Haase…

    Responder
    1. Pieter

      Será que ele não engrena na temporada de saibro? Torço que sim. Gosto do estilo aguerrido dele. Com todas as suas limitações fez mesmo muito. Um exemplo para os mais jovens!

      Responder
  15. Rodrigo S. Cruz

    João Souza conseguiu a incrível proeza de perder na 1° rodada do quali pro André Ghem, e está fora do Australian Open.

    Homessa!

    Feijão, aposenta logo, cara…

    Responder
    1. Marcelo

      É uma pena que ele seja tão irregular. Vejo que ele tem suas qualidades. Seria bom ter ele em boa fase novamente para que ele tentasse o tão sonhado título nível ATP, que escapou em 2015 em SP.

      Responder
  16. Marcus

    Sempre é muito bem vinda a iniciativa das emissoras de reprisar jogos clássicos do Grand Slam que virá a seguir, como fazem a espn e o bandsports.
    Ontem reprisaram Agassi x Rafter pela semi final de 2001. Belo duelo de estilos bem antagônicos.
    Hoje (todos os anos eles reprisam esse jogo) foi a vez de Federer e Nadal, disputando a grande final de 2009. Aliás foi um jogo realmente fantástico.

    Dalcim, não tenho certeza , mas acho que você ja expressou que Federer teria jogado talvez o melhor tenis da sua vida entre 2014 e 2015. Concordo que se possa discutir isso, levando-se em conta golpe a golpe isoladamente, na medida em que o primeiro e segundo saques e talvez os voleios tenham sido aprimorados ao longo dos anos. Mas me parece um pouco clara a piora no jogo de pernas e muito muito clara a perda de consistência, confiança e agressividade no backhand. E com o backhand pior, bem pior, acho que não há mais como o suíço alcançar seu nível de 8 ou 10 anos atrás. Ainda pode almejar algo grandioso, mas vai precisar muitíssimo do primeiro serviço em jogo e bem afiado.

    Responder
    1. Carlos André

      Essa final de 2009 foi horrível…. estampou na face de todos a pergunta: “Como pode alguén que travou uma batalha insana na semifinal jogar leve e solto e sem cansar em cinco sets na final?”

      Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            KKkkk

            Boa, Dalcim.

            Ao que parece, o cidadão acima tem memória seletiva.

            Se esquece que o Djoko e mesmo o Murray, já choraram após perderem em jogos importantes, e que isto é super-normal.

          2. José Nilton Dalcim

            Sim, emocionante aquela cerimônica de 2012 quando Murray perdeu a final de Wimbledon para o Federer e chorou copiosamente. Parece que chorar é um defeito!

          3. Luiz Fernando

            Dalcim, creio q foram “estampas” completamente diferentes. Djoko perdeu um torneio realizado a cada 4 anos, ciente de que em 2020 sua chance de medalha de ouro será bem exígua, ou seja, o choro foi por pura FRUSTRAÇÃO de um favorito que perdeu na primeira rodada; já Federer disputou mais de 20 GS após o AO 2009, e como ela já era fregues no saibro, tinha perdido na grama e agora perdia na quadra dura, o choro foi por puro DESESPERO e IMPOTÊNCIA frente a um cara q ele não conseguia encarar. Imagine um jogador q postou uma vez q se sentia imbatível (kkkkk) chegar a uma conclusão dessas, deve ter sido um choque…

          4. Luiz Fernando

            Outra coisa, vc veta respostas irônicas e provocativas e libera comentários q chamam os outros de kenga? Coerente não?

        1. Carlos André

          Nadal Swat Team alert!!!! Que bizarro… o espanhol não te conhece, não é seu parente, e você sexsente ofendido a cada coisa contra seu ídolo. Rapá, admirar alguém bom em sua profissão, ok. Idolatrar alguém que nem sabe que existimos…. sei não

          Responder
        2. beto

          Talvez ele tenha chorado ali porque escapara a chance de se tornar o maior vencedor de Slams da História, algo que ele alcançaria pouco depois e que seu ídolo espanhol jamais atingirá, como tantas outras marcas inatingíveis do suíço.
          São detalhes que o LF não consegue vislumbrar, pois o seu ídolo nunca chora, nunca se cansa, nunca perde, está acima de todos.
          Ano-Novo, ladainha velha. Estamos apenas em janeiro. Até dezembro, LF ainda nos atormentará com seus brilhantes argumentos e comentários que geralmente começam por “Não assisti ao jogo, mas…” Comentarista de jogo não assistido, essa é boa, rsrsrsrsrsrsr.

          Responder
      1. Sônia

        Elementar caro colega, o “esperto” sempre jogou e joga dopado, ops… soubemos ano passado que foi “legalmente dopado”. Uma enorme “vantagem física” em relação aos “normais” e com a ajudinha dos “++” desse esporte. Na minha opinião, completamente vergonhoso, nada honroso e infelizmente ainda há seres que aplaudem esse tipo de conduta.

        Responder
      2. Marcus

        Amigo,
        Nem vou entrar no mérito de você achar que a final do Australian open de 2009 foi “horrível”.
        Mas veja só:

        Australian open 2012:

        – Semi final: Djokovic x Murray – não preciso nem dizer como foi o jogo, foi a mesma coisa de sempre. Correria decidida em 5 sets.

        – Final: Djokovic x Nadal – o sérvio levou em 5 sets. Inclusive a final mais longa da história do Australian open: 5h e 53min.

        Pois bem, Novak teve semi final e final decidida no 5 set, derrotanto Murray e Nadal. Aliás, um feito espetacular. Teve que correr insanamente nesses dois jogos.

        Considera, então, também suspeito o preparo físico do sérvio em 2012?

        Responder
      3. Valmir

        Concordo com você quanto às condições físicas absurdas do Nadal naquela final.
        Não imagino outro jogador que pudesse ter feito o mesmo.
        Mas aí entram fatores emocionais… desafios… superação…
        O fato do adversário ter sido o Federer (freguês de carteirinha) fez o Nadal ganhar forças físicas a partir das mentais.
        Imagino ele pensando… do Federer eu ganho de qualquer jeito… mesmo arrebentado… aí vem aquele gás extra e necessário.

        Fosse o … Djoko de 2011 em diante… o adversário do Nadal naquela final do AO2009…
        o Nadal não iria conseguir essa energia extra… porque o adversário (não era um freguês) … sempre o incomodou mesmo quando perdia… e sempre foi forte no AO.

        Responder
    2. Paulo F.

      Depois desse jogo deveria ser proibido o uso da palavra “rivalidade” no que envolve Federer x Nadal.
      Paternidade é, foi e sempre será o termo mais correto.

      Responder
  17. Leonardo Freitas

    Olhei os melhores momentos do jogo em Doha e achei Djokovic nos cascos de novo e ainda agressivo e com fome e o Murray no mesmo nível do ano passado mas se Djokovic continua bem no físico agressivo no jogo e mentalmente focado acho que volta e liderança do ranking de novo logico sem o passeio de 2015 e ate voto que ganhe uns dois grand slam esse ano se jogar o que jogo domingo mas e apenas palpite porque Murray e grande adversário e jogador também e seu problema e o aspecto mental aquém do seu rival.

    Responder
  18. José Eduardo Pessanha

    Cinco dias para o início do Australian Open. Curioso para ver a chave e o desempenho dos jovens. O ano passado teve algumas marcas legais, como o Murray vencendo as Olimpíadas e o Djokovic ganhando Roland Garros. Entretanto, Monfils e Thiem terminaram no top 10, o que, a meu ver, atesta uma queda no nível do tênis masculino. Esse ano acredito que será bem melhor. Abs.

    Responder
  19. Luiz Fernando

    Se no tenis masculino existem 2 favoritos destacados p o AO, parece q o feminino vive uma incógnita, pois Serena e Kerber parecem longe do seu melhor. Embora em um piso rápido Serena seja sempre favorita, creio q não dá p descartar nenhuma das principais jogadoras em Melbourne, talvez Muguruza q vem ladeira abaixo tenha bem menos chances q as demais tops.

    Responder
  20. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    Eu imagino que nem sempre é possível, mas será que não daria para vc atualizar os posts em intervalos um pouquinho menores?

    Às vezes se passam 2 dias ou mais, sem que se tenha qualquer atualização.

    Abs.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não sei se você está se referindo aos meus posts… se for isso, eu geralmente espero assuntos importantes. Claro que, a partir do sorteio da chave da Austrália, teremos posts diários.

      Responder
      1. Dramde

        Dalcim, não sei se é o mesmo assunto ventilado pelo Rodrigo S. Cruz, mas seria interessante rever a frequência de atualização dos comentários dos posts. É que às vezes fazemos um comentário em um post, e ele só fica disponível para visualização um ou dois dias depois. Ou então, às vezes abrimos um post de manhã com “x” comentários, e ao abrir à noite o mesmo post, ele ainda tem “x” comentários, como se ninguém tivesse comentado naquele dia, o que é quase impossível, dada a qualidade dos posts e a audiência do Blog. Acho que o problema é de fácil solução para a área de TI.

        Abraços.

        Responder
    2. Frederico Schnack

      E eu achava que brasileiro “batia ponto” demais no tal Whats ou “Faice”….. cuidado Dalcim….. isso ae é praga……. kkkkkkkkkk

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Bom, jamais passei mais do que 12h sem liberar posts, e quando isso aconteceu foi por motivos bem razoáveis… Mas enfim é direito de todos fazer pedidos e reclamações.

        Responder
  21. Engenheiro Lobato

    Post perfeito, a temporada mal começou e já promete. Djokovic perfeito, ganhando na garra com pitacos de sorte, Murray certamente não vai resistir no posto de number one por muito tempo, Djoko ta vindo com sangue nos olhos. Ah, queria deixar minha nota de preterição aos nobres amigos que insistem em desmerecer a máquina sérvia, cara, o homem joga muito, mescla perfeitamente um tênis agressivo e consistente com um defensivo eficiente, contudo, sei que isso é fruto da dor de cotovelo de muitos que no fundo admiram veladamente, impossível não se render ao proeminente Nole. “Maratênis” haha…

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Eficiente, mas chato pra burro. Maratênis é a seleção brasileira de 1994 do Tênis. Felizmente, essa era acabou. Certamente nenhum cavalo corredor ganhará GS a partir de 2018. E será difícil de ganhar nesse ano de 2017.

      Responder
    2. Márcio Souza

      “Pitacos de sorte”????

      Ele venceu o Verdasco na bacia das almas, numa virada que dificilmente voltará acontecer tão cedo, eu diria que foi uma tremenda sorte e nem a sua equipe com o seu staff e guru espiritual e nem o fanático fã acreditava numa virada com 2-6 no tiebreak e dois saques pro Verdasco.

      Então parem com essa baboseira de que Nole voltou e que vira com sangue nos olhos e blá, blá, blá.
      Sim ele é um tenista fantástico, porém não é mais o mesmo e jamais voltará a ser,jogando como está ele ser presa fácil pra tenistas melhores preparados e que não tremem na hora de fechar o jogo.

      Sam Querey, Visely, Bautista e Del Potro fizeram isso com maestria nos últimos meses e o que faltou Verdasco com certeza não faltará daqui pra frente.

      Comemorem o Atp 250 porque sera uma das poucas alegrias nesse ano.

      Esse entusiasmo das tietes lembra aquela palhaçada do “AJDE DJOKOVIC” lançada aqui a m tempo atras mas que acabou dando com os burros na água.

      Tem Federer, Nadal voltando e mesmo sem jogar o AO o Delpo vem forte ai, e tem Murray brigando pra manter o numero 1, e os sempre perigosos Wawrinka, Raonic e os meninos Thiem e Zverev…não pensem que o sérvio vai passar o rodo novamente, na verdade ele sera colocado na sua nova realidade.

      Responder
      1. Paulo F.

        Fala que Djokovic nunca mais será o mesmo, que só ganhará ATPs 250…
        Aí cita o Nadal voltando.
        Se o Djokovic já era, o quê sobra para o Nadal?
        Contradição pouca é bobagem.

        Responder
    3. Chileno

      Então… vou falar de mim, especificamente. Primeiramente, devo dizer que sou fã do sérvio (apesar de ser mais fã do Federer). O considero um grande campeão, e um dos maiores jogadores de tênis na história. E por ser fã do Federer, imagino que fique claro que eu prefiro o tênis agressivo, a busca pelo winner, o voleio, etc. No meu caso, minha “bronca” com o sérvio é que eu passei a admirar o jogo dele muito tempo atrás, em meados de 2010. Na época, ele ainda não conseguia fazer frente consistentemente ao Nadal e ao Federer, tendo vencido apenas um Slam. Daí em 2011, ele passou a conseguir vencê-los. Especialmente ao Nadal. E naquela época, eu adorava o jogo dele. Achava muito bonito de assistir. Inclusive, eu já postei aqui um bocado de vezes em outros posts que eu achava o jogo dele muito mais interessante e bonito em 2011~2012. Aliava eficiência, agressividade, consistência e fluidez. Ele se defendia e atacava muito bem. Dava winner pra caramba no forehand, no backhand… de tudo quanto é jeito. E quando precisava correr que nem um louco atrás da bola (como o Nadal o obrigava a fazer naquela época), ele corria. Mas essa provavelmente era a quarta ou quinta qualidade explorada pelo sérvio, atrás, por exemplo, dos base lines agressivos e fundos, a devolução soberba, a distribuição do jogo.

      De 2013 pra cá ele foi meio que abdicando de jogar agressivo. Numa jogada em que o Djoko 2011 daria uma bela tijolada na paralela perto da linha, tentando o winner, o Djoko 2013 passou a optar por bater um spin meio sem objetivo, fundo, no meio da quadra. E como ele tem um físico excelente, contra-ataca muito bem e defende muito bem, tem funcionado muito bem. Ele acabou virando uma “versão modificada” do Nadal, com um forehand menos pesado e com menos spin, porém, com um backhand mais perigoso e uma devolução absurda. Enfim… o resultado é que a mim, pelo menos, ele já não encanta muito. Não vejo mais tanta graça em assistir aos jogos dele. Eventualmente assisto os jogos dele, e mais eventualmente ainda, o vejo disparar um winner bonito e agressivo. Mas a maior parte do tempo, o vejo trocando bolas burocraticamente, contando com erros do oponente e procurando “não perder” ao invés de ganhar os pontos. Sem dúvida, é muito eficiente essa forma de jogo. Isso é indiscutível. Mas eu particularmente não gosto. Fica aí, minha torcida pra que o sérvio volte a jogar agressivamente. No final do segundo set pro começo do terceiro da final contra o Murray ele jogou um pouco mais parecido com o que ele jogava naquela época, por alguns games.

      Responder
      1. Márcio Souza

        Ótimo comentário Chileno.

        Excelente avaliação, eu tenho a mesma visão sobre Djokovic.

        E pra finalizar o tenista hoje pra vencer Djokovic precisa ataca lo e muito mas não entrar no jogo dele quando começa a trocar muitas bolas que é exatamente o que ele faz pra esperar o erro do oponente, os tenistas que vi ganharem do Djokovic principalmente no ano passado, usaram essa tática de não terem o medo de descer o braço quando a bola vem boa, quem não arrisca quando a bola vem boa e espera o erro do sérvio geralmente acaba perdendo o ponto.

        Nas Olimpiadas vimos isso com o Delpo, começava a troca de bolas entre os dois e quando ela vinha limpa o argentino mandava aquele forhand maravilhoso, lembro também da partida contra Visely no saibro de Monte Carlo, quando começava a troca de bola e ela vinha limpa o garoto mandava forte também nos winners, ou seja não esperem erros do Djokovic porque ele é muito regular, quem aposta nisso geralmente se dá mal, umas das poucas vezes em que vi o Djokovic errando muito e não fazendo o seu jogo de paciência foi nas derrotas pra Bautista e pro Murray na final do Finals, nas demais se não for agressivo contra eles a chance de derrota contra o sérvio é grande devido o seu estilo mais defensivo que ele vem praticando, mas que quando ele ataca é muito eficiente o seu jogo também e nos lembra muito 2011.

        Responder
      2. Valmir

        Concordo com você!

        O jogo do Djoko de 2011 era uma maravilha de se assistir.
        Sempre me lembro da semi do US Open 2011… jogo louco.

        Já o de 2015 e 2016 era 80% do tempo inteiro mandando backhands.
        Paralelas e winners na linha foram raríssimos.

        A final de Doha 2017 deu alguns flashes daquela beleza de 2011.

        Responder
  22. Sônia

    Sem dúvida Dalcim, muito promissor, felizmente. Gostei muito do início do Raonic, Dimitrov, Nishikori, Agut, Zverev, … finalmente, antes tarde do que nunca. Aguardando os “apedeutas tenísticos” com contagens utópicas rsrsrs, será hilário rsrsrs. Beijos.

    Responder
  23. Pieter

    Caríssimo Dalcim, o que seria melhor para a Teliana, caso ela vença sua 1a partida em Hobart: prosseguir no torneio ou se aventurar no fortíssimo qualifying do AusOpen?

    Responder
      1. Pieter

        Sim, infelizmente perdeu. E era uma adversária até “ganhável” porém especialista em quadras rápidas como as de Hobart. Pelo menos não foi atropelada em quadra e ganhou três jogos consecutivos no qualifying. Isso vai ajudá-la mais à frente. Estou certo de que ela vai recuperar-se no ranking este ano.

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É um caso de interpretação do árbitro, mas ele não jogou diretamente na torcida. Bateu a bola com força no chão e ela foi para a plateia. Acho que o Bernardes agiu corretamente, dando advertência.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Além disso, outros dois detalhes devem ser citados, ambos demonstrando q o Djoko anda bem tenso: 1) a quebra acintosa da raquete, q o levou a perder um ponto num game bem equilibrado; 2) as constantes reclamações com seu box, as quais, segundo os narradores, pediam mais vibração (será?). Se o Djoko já começa o ano com essa carga de exasperação, sinal amarelo ligado.

        Responder
        1. Rafael Wuthrich

          Está sob muita pressão. Mesmo que Murray seja o número 1, uma campanha de semi não seria nenhum fracasso. Por outro lado, qualquer coisa que não o título para Djokovic pode significar muita pressão.

          Responder
  24. José Eduardo Pessanha

    Mestre, você conhece o jogo desse Michael Mmoh, americano, que venceu o Janowicz em Auckland? Parece que é mais uma boa revelação americana do tênis. Abs.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, já o vi jogando algumas vezes. Do pessoal da nova geração, foi o que demorou mais para dar um salto de qualidade. Acho ele consistente no fundo de quadra, mas o saque não machuca tanto e vai pouco à rede.

      Responder
  25. Marcus

    Foi tudo mais ou menos na final de Doha. A coisa toda se encaminhava para mais uma monótona final entre Novak e Andy. Seja lá quem fosse o vencedor, todos já sabemos o que esperar da partida. Mas daí de repente o escocês resolveu usar um pouco do seu talento no final do segundo set e salvou pelo menos uma partezinha do jogo para nós, meros espectadores. O que o rapaz fez em duas jogadas para conseguir devolver a quebra de saque sobre o sérvio foi algo realmente digno de tenista número um. Depois o filme voltou pro normal e vimos o de sempre: faltou agressividade no forehand do Murray, faltou ir à rede pra definir alguns pontos, correria pra todo lado, Djoko quebrando raquete e simulando lesão no pé depois de correr feito um louco na linha de base…. enfim. Aquele velho bla bla bla de sempre.

    Para os telespectadores e domingueiros que empunham raquetes e gostam de assistir os jogos, depender do Federer nessa altura do campeonato, do Nadal, do Kyrgios e do wawrinka pra curtir interessantes jogos vai ser complicado este ano.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Kkkk

      Pelo visto terei de assistir esta final de Doha no youtube, e tirar as minhas próprias conclusões, porque cada um está falando uma coisa diferente.

      Vc e o Pessanha dizendo que o jogo foi quase monótono, e outros dizendo que foi espetacular e o Novak jogou como em 2011.

      (rs).

      Responder
    2. Jeremias

      Nadal sinônimo de jogo “interessante”? A antipatia ao djoko, um jogador de índole bem mais agressiva, chegou a esse nível mesmo ? Para aí, né não…rsrsrs

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Meu caro um pouco de humildade é sempre benéfico, isso infelizmente falta a alguns torcedores do Djoko e mesmo com a série de derrotas no segundo semestre de 2016 parece q a ficha não caiu. Djoko é um jogador fenomenal, amplo favorito a vencer Nadal ou Federer neste e nos próximos anos, estes são fatos indiscutíveis. Agora ele não tem a plasticidade técnica de um Federer nem a capacidade de contra-ataque de devolver bolas tidas como impossíveis que eram a marca registrada do espanhol, ou seja, seu estilo de jg sem dúvida é vencedor, e com todos os méritos, mas não atrai tanto a atenção do público. Veja o q ocorreu em Brisbane: recorde de público pela presença do Nadal, ou será q esses caras foram lá p ver o Raonic e o Wawrinka? Basta ver quem era sempre escalado p o horário nobre das sessões noturnas. Pelo q eu observei, e se estiver errado assumirei o erro, o mesmo não aconteceu em Doha. Foi isso q o post citado mencionou, apenas isso, calma, fique tranquilo.

        Responder
        1. Jeremias

          Luiz, todos sabemos que quando escutamos alguém referindo-se a jogadores “intetessantes” já podemos deduzir logo que trata-se de uma menção a esse conceito meio vago, meio anacrônico de “tenis clássico/agressivo”. E se o djokovic não é um representante do tal tenis clássico , tampouco o Nadal o é. Quanto a popularidade do Rafa, que é inegável, um observador mais isento nao demora em assegurar que ela foi muito mais alimentada pelo fato de ele, Nadal, ser um providencial “nemesis” para o R.Federer–o qual ameaçava impor um domínio catastroficamente constrangedor– do que por sua, digamos, proposta de jogo. Sendo justo com os fatos, Federer, sim, arrebanhou seguidores por conta do seu estilão de movimentos harmoniosos; o jovem espanhol “apenas” supriu a necessidade que as massas têm de testemunhar rivalidades acirradas.

          Responder
      1. Marcus

        Uai!
        Apesar da má fase, o espanhol fez, em 2015, o melhor jogo do ano (quem disse foi a atp): Nadal x Fognini – Us open

        E depois em 2016:

        Nadal x Del Potro – torneio olímpico

        Às vezes o espanhol dá sorte e consegue fazer uns joguinhos interessantes até.

        Responder
  26. Leonardo Freitas

    Eu não vi os jogos mas pelo que acompanhei dos comentários o pessoal está contente com os jogos e principalmente com os coadjuvantes.Sinceramente acho que está na hora da geração dos anos 90 Raonic(90),Nishikori(89),Goffin(90),Dimitrov(91),cito eles por eu achar os mais talentosos dessa geração,de dar uma resposta em entra no top cinco e vencer um “slam”.Mas acho que ninguém deles vai vingar a ser mais que um top cinco e voto mais na nova geração liderada pelo Thiem(93), Kyrgios(95),Pouille(94),Zverev(97) a tomarem os lugares do big five(coloco Wawrinka por achar ele um craque).Sobre o ano de 2017 a tônica vai ser a mesma o Djokovic perseguir o Murray e ele quando tem que provar e recuperar o ranking ele e mestre e ele fez com o Nadal em 2014 e com o Federer em 2012 e o Murray agora tem que provar que esta com mental forte para suportar a pressão de defender pontos importantes.Federer deve subir no ranking a medida que jogar mas acho difícil vir o decimo oitavo slam e Nadal e o que mais vai sofrer pois seu jogo esta ultrapassado e ele sofre pela falta de costume e recursos de ser agressivo constantemente e hoje em dia todos estão bem preparados e cobrem bem o fundo da quadra e ao empatar esse quesito resta atacar e Nadal sofre muito com isso.Acho que a tendência do tênis contra ataque vai mudar pois contar apenas com as pernas e com intensidade física não e mais novidade e uma tendência a melhorar a qualidade dos jogos e de aparecer tenistas mais completos nos quesitos técnicos do jogo.

    Responder
  27. Christiano

    Primeira semana começou promissora e cria uma certa expectativa para o resto da temporada.

    Dimitrov vencendo em Brisbane nomes como Thiem, Raonic e Nishikori na final é de se impressionar. Se conseguir manter consistência ao longo do semestre, o que vem sendo difícil pra ele na última temporada, é serío candidato a voltar ao top 10 e ali se manter. Nadal mostrou evolução técnica, onde propõe um jogo mais agressivo e, consequentemente, correndo um pouco mais de risco para “poupar” físico. Contra o Raonic, não deu. Faltou aquele ritmo de competição, já que não joga desde Shanghai. Aos poucos, o espanhol vai pegando ritmo e logo mais deve dar mais trabalho aos tops. Não acredito que volte aos velhos tempos, mas no saibro ainda tem espaço pra ele copar alguns M1000 e ATP 500.

    Além desses, gostei de ver os #Nexgen jogando bem nos ATP 250 dessa semana, em que o Edmund perdeu nas 4as pro Wawrinka, o Donaldson furou quali e perdeu pro Nishikori em jogo bem disputado nas 8vas. O destaque foi para o Medvedev em Chennai, onde chegou à final e mostrou um tênis bastante eficiente ao longo da semana.

    Quanto aos brasileiros, Monteiro furou o quali em Sidney buscando um jogo praticamente perdido contra o Fabbiano, em que virou 5/7 2/5 e salvou 3 MP’s, para vencer em 7/6(7) e 6/3. E atropelou o ex-top 40 Giraldo pra entrar na chave. Vai jogar com o perigoso britânico Dan Evans, que joga muito bem nesse piso e vez ou outra apronta pra cima dos tops.O britânico é favorito, mas o Thiago tem chances de vencer sim. Ghem, Feijão e Clezar jogam o quali do AusOpen essa semana e o Bellucci já perdeu em Sydney pro Mahut e segue pra Melbourne. A Teliana acho que vai abolir o quali do AusOpen, já que entrou na chave de Hobart que ocorre na mesma semana que o quali. Espero ansiosamente para que a Bia se recupere o quanto antes pra que possamos vê-la em ação.

    Responder
  28. Márcio Souza

    Sim teremos um 2017 muito promissor no tênis.

    Porque teremos muita disputa entre os grandes nomes do tênis de igual pra igual esse ano.
    Delpo mesmo não estando 100% no ano passado venceu Djokovic, Nadal, Murray e Wawrinka, alguém dúvida que descansado ja que não vai jogar o AO e sem lesões de que ele é um páreo duro para qualquer tenista do circuito e como o ranking dele ainda esta acima do top 30 em quase todos os primeiros torneios desse primeiro semestre ele vai estar solto nas chaves e poderá pegar de cara os principais cabeças de chave (imaginem se Dkokovic por exemplo pega o Delpo na segunda ou terceira rodada de um Masters 1000 por exemplo, todos viram o que aconteceu na Olimpíada).

    E sem falar de Federer e Nadal que estão voltando também e aparentemente as lesões não estão incomodando mais, todos sabemos que Nadal estando bem fisicamente principalmente no saibro é muito difícil de bate lo.
    Federer sem ritmo e com o joelho ainda ruim chegou na semi em Halle e Wimbledon então não devemos descarta lo nunca ainda mais se estiver bem fisicamente nos torneios na grama (foi finalista em Wimbledon 2014/2015 e campeão em Halle nos mesmos anos) e também no US Open aonde em 2014 só parou na semifinal contra p campeão Cilic e en 2015 na final contra Djokovic só perdeu porque o sérvio estava numa fase mágica, então descartar Roger Federer principalmente nessa metade de ano aonde ele joga com mais regularidade é muita pretensão ou presunção dos menos inteligentes.

    E sem falar na briga intensa pelo numero 1 que deve pegar fogo no segundo semestre entre Djokovic e Murray, os dois são os principais favoritos em todos os torneios isso ninguém dúvida.

    E por fim o sempre perigoso Wawrinka (quando chega em finais ne…porque a vezes perde em segunda ou terceira rodadas bisonhas) e Raonic, tem também o japones Nishikori e Cilic que apronta as vezes, e por ultimo os meninos Thiem e Zverev eDimitrov que parece renascer das cinzas com esse título em Brisbane.

    Vamos aguardar porque esse ano dificilmente teremos uma hegemonia, acredito muito que os títulos serão divididos e com isso o tênis ficara melhor para se acompanhar.

    Responder
  29. Robson

    Engraçado, não vi nenhum comentário a 70 dias atrás, quando Verdasco deu um senhor calor no Murray pelo M1000 de Paris.
    Mas quando esse calor é contra Novak, aí chove anti Novaks de plantão pra montar em cima disso.
    Só lembrando que o Verdasco não é nenhum multi campeão, mas não é e nunca foi fácil pra ninguém vence-lo.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Desculpe, mas não foi só ” calor”, não senhor…

      Contra o Murray, o espanhol não teve 5 chances de fechar a partida, e tão pouco com 3 saques…

      Verdasco x Djokovic foi um jogo dividido em dois atos .

      No primeiro jogo (vamos dizer assim), o Verdasco foi melhor do que ele em quase tudo: baseline points, devolução, winners, forced errors, etc. E as coisas estavam dando tão certo que encaixou até um lobby desmoralizante que o sérvio não deve ter digerido até agora…

      Foi por isso que ele chegou aos 5 match points. Porque jogou muito bem.

      Imperdoável foi ele não ter fechado. Pois, a partir daí começou um novo jogo,no qual o Novak passou a jogar o seu melhor tênis e o Verdasco simplesmente encolheu. Tanto que foram duas quebras do sérvio para fechar o terceiro set.

      Responder
    2. Rafael

      Verdasco poderia ter sido grande, muito grande. Tanto é que estranhei ler aqui que Novak estaria ruim pq, entre outros problemas, quase perdeu de Verdasco. No meu modo de entender, são 2 as formas de se encarar, e se complementam. Novak nem voltou ao modo de 2011 por causa de um jogo (Murray) nem se tivesse perdido para Verdasco seria uma vergonha. Aliás, Verdasco jamais “amarelou” contra ninguém. O buraco é mais embaixo.

      Verdasco tem muito talento. É muito melhor jogador do que, por exemplo, David Ferrer. É muito forte. Tem um forehand que anda que nem o cão. Sabe dar slice, smash, tem um bom backhand. Seu saque faz pelo menos 30% mais estragos do que o do Nadal. Tem cruzadas de ângulos venenosos. Verdasco já fez jogos históricos na carreira, mas, em determinado ponto, passou a aparecer na mídia mais por andar sem camisa nas praias mundo afora e com diferentes namoradas do que por seu desempenho em quadra. Além disso, é bem temperamental, do tipo que xinga a torcida do país onde está jogando, fala consigo mesmo o tempo todo, reclama, etc. Só que, depois que perde a cabeça (diferente de Djoko ou Murray), costuma não voltar mais. Manda tudo (inclusive o jogo) pra m***. Mas Verdasco é um excelente jogador de tênis no quesito qualidade. Melhor, por exemplo, do que Carlos Moyá foi, ou Alex Corretja. Não estou falando de resultados.

      Verdasco é um Fognini sem senso de humor. Mas faz frente a qualquer um, assim como pode perder de qualquer um. Vai entender.

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Verdasco é a versão espanhola do Coria. Este despirocou por ter perdido a final de RG pro Gaudio, enquanto que Verdasco teve aquela chance de fazer a final do AO 2009. Se ele tivesse ganho aquele jogo do Nadal, o rumo de sua carreira teria sido diferente.

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Verdasco ” nunca” Amarelou pra ninguém ? Melhor jogador doque Carlos Moya ? Realmente ele tem grande Talento. Sua contribuição como comentarista e’ INDISCUTÍVEL .Abs!

        Responder
        1. Márcio Souza

          Eu ia comentar essa também de que o Verdasco “nunca” amarelou pra ninguém e que ele é melhor que Moya , mas deixa quieto…

          Ja vi que as asneiras e os devaneios começaram cedo esse ano e olha que o primeiro Slam do ano é só na semana que vem…

          Torcedores do Djokovic viaja demais…

          Responder
        2. Rafael

          É sua opinião, professor. Permita que eu tenha a minha, por gentileza. É claro que o senhor pode discordar, mas não há necessidade de ser irônico. Que eu saiba, isto aqui é um fórum de discussão e comentários, não é uma competição pra ver quem entende mais de tênis. Se fosse eu nem participaria, porque admito minha ignorância quase que total.

          De qualquer forma, se é tão importante para o senhor estar sempre diminuindo o que outros escrevem, ao invés de contribuir com seus conhecimentos de forma divertida, porém não jocosa, eu respeito essa necessidade de auto-afirmação. Tem gente que morre sem amadurecer, e não há nada que eu possa (ou queira) fazer sobre isso.

          Responder
          1. Rafael

            Meu último comment é para o Sr. Sergio Ribeiro. Ao indivíduo que postou abaixo dele eu já disse aqui que não me dirijo mais neste espaço, só para deixar claro.

          2. Sergio Ribeiro

            Meu Caro Rafael da Setinha. O comentário nao tem nada de ironia. Verdasco nunca ” Amarelou ” pra ninguém , o ” buraco e’ mais embaixo ” , jogou mais que Carlos Moya ( ex- N I do Mundo ) , e outras costumeiras e’ que sao irônicas , a meu ver. Ja’ te disse que aguardo ansiosamente o seu Blog!!! Abs!

          3. Rafael

            Sr. Sergio Ribeiro,

            Desisto de tentar argumentar com o sr. Se, em um debate, o único lado que o sr. admite ser certo é o seu, qual o sentido de debater?

            SUA contribuição para o blog é “indiscutível”. (Estou usando SUA ironia – que o sr. negou – dirigida ao sr., pra que fique mais fácil de entender).

            Abs. passar bem.

  30. jeremias

    Quanto a Nadal, a gente nota, sim, uma melhoria no seu jogo, mas acho que não passa muito disso, ou seja, uma “melhoria”. Ainda assim tudo muito movido a vontade, garra, vibração e etc. O jogo mesmo continua muito baseado no ganchão. Se pegar o Djoko de ontem, ou mesmo o Murray, vai rodar bonito…

    Responder
  31. Marquinhos

    Pouca coisa mudou apesar de Novak ter mantido o charlatão na equipe que, teoricamente, lhe traria mais “paz de espirito”. O sérvio continua bancando o idiota com seus pitis nojentos.

    A vitória para Murray pouco muda o quadro de favoritismo para o escosces nos próximos torneios. Foi um acidente, e o nível do torneio era muito fraco, exceto a final. Novak já deveria ter rodado para Verdasco!

    Parabéns para Grigor Dimitrov! Esse sim venceu adversários de gabarito em quase todos os jogos!

    Responder
  32. Robson

    Novak encurtou seu calendário pro início do ano,cortou as exibições do final do ano,enfim,no segundo semestre desse ano Novak estará inteiraço,com ótimas chances de vencer tudo que disputar.
    Em relação ao confronto Novak x Murray pelo h2h,25 a 11 e contando.

    Responder
    1. Sergio Ribeiro

      O mesmo Robson de sempre. 11 x 8 em Finais ainda para Novak. Murray tem totais condições de igualar. Ja’ vai começar o faltam 7, 6, 5 e BOOM !!! para o AOPEN ? KkkkkkkkkkAbs!

      Responder
  33. Robson

    A se destacar tb as “estranhices” do jogo direta e indiretamente como:
    Murray levando uma surra de bananas,kkkkk,não conseguia descascar.
    Novak brigando com seu box(staff),querendo e exigindo vibração de todos ali.
    Novak lutando contra a quadra,não conseguia êxito nas deslizadas,aí prendia o pé e tinha que se jogar pra não torcer o pé.
    Pra terminar,o Álvaro José, completamente desinformado em relação aos números,informando 15 Slms pro Novak, depois 11,aí 9 pro Murray,lamentável.
    E a torcida forte do Saretta pro Murray, kkkkkkk

    Responder
    1. Sergio Ribeiro

      Você viu o jogo onde, Caro Robson ? Saretta varias vezes chamou a atenção para o equilíbrio no jogo. Novak irritava a todos com seus gritinhos desnecessários. O Staff não esta’ ali pra ficar se comportando como o Titio Toni. Esse Guru foi um tiro no pé rsrsrs Abs!

      Responder
  34. Robson

    Grande final ontem,belíssimo jogo de ambos,número 1 e 2 do mundo.
    Importante destacar as duas versões de Novak ontem,versão 2011 com ótimas,eficientes e lindas paralelas o jogo todo e a versão 2017 acertando smashs de todos os lugares da quadra,foram mais de 10 Winners só de smahs de Novak, perfeito.

    Responder
  35. Rodrigo S. Cruz

    Uau!

    Ainda tô recuperando o fôlego desta partidaça que foi a final de Brisbane.

    O Dimitrov abriu o seu ” tool box” e fez miséria…

    Muitos slices. Em certos momentos tão fundos que funcionaram como ofensivos; a direita ” a la Federer” (acho que foram 14 forehand winners); Além de um saque que permitiu confirmar alguns games, em poucos intantes. Também hoje, especialmente, não há do que reclamar de seu backhand simples. Enfim, uma aula de tênis…

    Sem querer ser chato, mas só sendo um típico palhaço de circo, para não enxergar no mínimo, talento, nesse búlgaro.

    E a evolução do Nishikiri também me chamou a atenção. Parece que quanto mais o adversário espanca a bolinha, mais rápidamente ela volta, pois o japinha virou um paredão do fundo…

    Responder
    1. Ivan Osses

      Dimitrov sempre teve talento e qualidade tecnica, mas por outras circunstancias ainda nao consegue fixar seu jogo entre os tops. Espero que este ano ele volte bem e deixe o circuito ainda mais eletrizante.

      Responder
  36. Sergio Ribeiro

    Corroborando com o Post, meu Caro Dalcim, a presença de 5 TOPs 10 em Brisbane pareceu demonstrar finalmente um novo rumo para a ” Geracao Perdida” , ou a dos 26 ( o Samurai fez 27 em 29/12). Raonic , Nishikori e Dimitrov jogaram um Tenis do mais alto Nivel. Rafa Nadal, WAWRINKA que o digam. Um pitaco especial para o Búlgaro. Mudando de treinador a toda hora , escolhendo sempre os golpes errados ( apesar de possui-los de Sobra ) , aparece na Austrália fisicamente na ponta dos cascos, e levou Thiem , Raonic e o Samurai , ao desespero com grandes variações de jogadas. Uma plasticidade e um BackHand afiadissimo, além de devoluções sobre a base que o Canadense não entendeu nada. As trocas com Kei de fundo, merecem serem revistas devido a farta distribuicao. O Japa chegou a jogar raquete pro alto. Monfils, Tsonga, Berdych, STAN ( 32 em Marco), podem botar as barbas de molho. O Craque e’ um caso a parte rsrsrs . Abs!

    Responder
  37. Luiz Fernando

    Jogaço entre o japa e o búlgaro, sinal q esse início de ano será bem complicado para os favoritos de sempre, pois vários coadjuvantes estão jogando muito. O início do Dimitrov foi dos mais auspiciosos, com muitos chegando até a comparar seu estilo com o de Federer. Depois veio o namoro com a Maria e ambos caíram muito, ele bem mais do q ela. ficando um longo tempo num marasmo ímpar. Ontem eu não imaginava q ele pudesse encarar Raonic e fiquei surpreso ao saber q havia vencido, mas hj observei o porque: sólido na base e na rede, excelente serviço, muito rápido nas reações, vibrando muito, algo q eu nunca tinha visto ocorrer nessa intensidade. Me pareceu mais magro, ou seja, deve ter se preparado bem para este começo de temporada. Também chamou a atenção a qualidade dos seus slices, q em muitos momentos me lembraram os de Federer, dono do melhor slice defensivo q já vi. Vamos ver como se comporta no AO. Nishikori também jogou muito bem, mas isto não é surpresa. A nota negativa, p variar, veio do Bello, q caiu na primeira rodada mais uma vez.

    Responder
    1. Diego

      “sinal q esse início de ano será bem complicado para os favoritos de sempre, pois vários coadjuvantes estão jogando muito”.
      Espero que vc esteja certo, mas nos grandes torneios os coadjuvantes provavelmente voltarão à condição de meros coadjuvantes, amarelando na “hora do vamos ver” contra os favoritos.

      Responder
  38. Alexandre

    É Dalcim o Dimitrov acaba de ser campeão que zebra hen, vencendo Thiem Raonic e o japonês!
    Dalcim não acha que o Nadal ainda sente um pouco mentalmente, 2 semanas atrás ele ganhou bem do raonic e os 2 estavam jogando pra valer, mas quando ele perdeu o segundo set já caiu de nível…ansioso pelo big 4, e por Djoko assumir a ponta, quem sabe algum titulo importante de Nadal e Federer, este ano promete!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, concordo. Me pareceu haver mesmo o componente mental. Rafa ficou mais defensivo no terceiro set e esse pode ter sido o erro fatal. Excelente ver o retorno de Dimitrov, um estilo muito agradável de se ver.

      Responder
  39. Carlos André

    Kkkkkkk…. Se o diferencial for “fazer pré-temporada mais longa”, então o n. 128 do ranking por exemplo devia encerrar a temporada em maio, pra voltar “babando” no ano seguinte e virar Top 10 fácil fácil … kkkkkk

    Responder
  40. Luiz Fernando

    Quando assisti a final de ontem, parecia q estava vendo uma final entre Rafa e Federer com ambos no auge, pois ali estavam os caras q fariam as principais finais do ano, tal o nível dos dois. Djoko começou mais devagar, Murray parecia q ia dominar, depois estes papéis se inverteram. Grande final, grandes campeões, com Murray mais defensivo e Nole no ataque, Vitória justíssima do sérvio, embora Murray tenha mostrado em vários momentos pq é o atual número um do mundo. Ruim mesmo foi a narração, esse Álvaro José apesar de chato entende de tenis, mas o q ele falou de besteiras ontem em mayéria de estatísticas superou o limite do desconhecimento, sendo várias vezes corrigido pelo Saretta, q não é nenhuma sumidade.

    Responder
  41. Chetnik

    Jogaço. Ainda bem que o Djoko se recuperou do vacilo no segundo set, se tivesse perdido pela primeira vez de virada do Murray, jogando bem como ele jogou, teria sido terrível para a sua confiança.

    Título não tem muita importância, mas a vitória é um bom auspício para o AUSO.

    PS: Verdasco…não tem muito o que falar desse cara. Mais um vexame para a – longa – lista.

    Responder
  42. Barocos

    Jogaço de tênis. Se esta partida for um presságio do que está por vir neste ano teremos uma temporada fenomenal. Simplesmente estupenda a capacidade física dos dois e sensacional o nível técnico de ambos. Na torcida para que Federer e Nadal tenham também uma temporada memorável e que não seja a última.

    Um detalhe muito curioso e sintomático: mais duas partidas entre Murray e Djokovic e Novak aparecerá nas três primeiras posições das maiores rivalidades da era aberta do tênis. Não é preciso dizer mais nada.

    Responder
    1. Anti anti-jogo

      Creio que ficará apenas na torcida, pois creio que nem o maestro suíço nem Robolito Kid voltarão ao seu melhor.

      Muito foi dito da “agressividade” de Robolito Kid: não mudou exatamente NADA. Ganchão o mais cruzado possível em todo o momento, e pronto. Se o ganchão vai bem, aí tenta fazer algo na paralela. O que é sua estratégia e do tio mala desde 2000 e sempre… A diferença é que o gás pra turbinar o ganchão está acabando. Não tem como sair disso. Contudo, o sujeito continua correndo muito, isto vai continuar rendendo dividendos em várias partidas que deveria perder.

      Responder
  43. EU

    Hehehe….EU falei qui o robozin ia si quebrar todu…e aconteceu visse….e não tem consserto não…hehehe…só as nadazeticas se iludem…visse.

    Responder
  44. Alan Guimarães

    Grande Dalcim, feliz ano novo!

    Hoje o Nole utilizou a mesma tática que geralmente utiliza quando enfrenta o Nadal, muitas paralelas!

    Vc acredita que a queda de rendimento do Djoko esta relacionado a conquista de um grande (RG) é um possível relaxamento momentâneo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que pode ter havido esse relaxamento, assim como dores não esperadas (costas, punho) e também um ponto emocional (divergência com Becker, crise com a esposa). Foram seis meses difíceis para Nole.

      Responder
  45. Andre

    Não entendi porque não devemos ter disputa pelo primeiro lugar do ranking feminino. Se a diferença é de 1800 pontos, retirando os pontos do ano passado essa diferença cai para 1000 pontos, ou seja, se a Serena ganhar a Kerber teria que chegar a final pra manter o 1º lugar, correto?

    Responder
  46. Renan Nabeshima

    Excelentes notícias também para o tênis brasileiro neste sábado, Dalcim. Teliana venceu três partidas seguidas pela primeira vez desde setembro de 2015, quando foi às semis no ITF de Biarritz. Mesmo sem imagens para facilitar a análise, é um ótimo sinal.
    Thiago Monteiro é outro que promete para 2017. Com uma atuação bem melhor do que a de ontem, quando saiu de 5-7 2-5 e salvou três MPs contra o italiano Fabbiano, o cearense arrasou o ex-top 30 Santiago Giraldo em apenas 1h01. Vamos ver se o canhoto mantém esse jogo agressivo e consistente na chave principal. Me chamou a atenção o desempenho no saque: 19 aces e 9 break points salvos em duas partidas.

    Responder
  47. Helena

    “Com isso, poderemos ter Wawrinka, Nadal e Federer no lado de Djokovic em Melbourne.”
    E do lado do Murray, quem pode cair?
    Excelente final. Além do saque (principalmente o segundo) e da devolução, também acho que o Djoko vacila menos quando tem o break contra e é mais ousado quando é a favor. Eu gosto bem mais do Djoko que do Murray, mas fico feliz de ver o nível que o escocês atingiu. Quanto mais jogadores de alto nível, melhor.

    Responder
  48. Edi alves

    Pq wawrinka federer e nadal na chave Djoko?
    Pow dalcim, vai agorar o murray!
    Ainda é cedo, mas o Djoko voltando das férias desde rolan garros e com murray jogando oq tá, tem tudo pra ser uma temporada memorável de disputa entre os dois.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Porque assim é a regra, Edi. Se Nadal for cabeça 9 e Federer, o cabeça 17, eles estarão do lado do cabeça 2, que será o Djokovic. A dúvida fica para Stan ou Raonic, já que os cabeças 3 e 4 são sorteados com 50% de chance para cair em cima ou embaixo.

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sim, daí eu disse ‘poderemos ter’ porque Wawrinka, Nadal e Federer serão sorteados em grupos separados e então todos podem cair do lado de Djokovic.

          Responder
          1. Rodrigo

            Sim. Eles podem cair no grupo do Djoko mas também podem cair no grupo do cabeça 1 Murray, como aconteceu ano passado. O seu comentário dá a impressão que os cabeças 9 e 17 caem sempre na chave do cabeça 2.

          2. José Nilton Dalcim

            O que eu quis enfatizar, Rodrigo, é que poderemos ter os detentores de 46 troféus de Grand Slam no mesmo lado da chave!

          3. Rodrigo

            Ah sim. Mas isso já era possível com Federer como cabeça 16. A diferença com o Fed caindo pra 17 é que agora poderemos ter um Fedal logo na terceira rodada.

  49. Jeosan

    Foi emocionante ver o Djoko jogando como nós já estávamos acostumados a vê-lo jogar anteriormente. Parecia até uma final de Gram Slam pelo comprometimento dos jogadores, até porque já estão de olho na Austrália. Como são as vitórias e títulos que dão confiança ao tenista, foi exatamente o que Nole estava almejando, pois não queria de jeito nenhum perder duas finais seguidas para Murray. Sem falar do gosto indigesto que ainda estava sentido por ter perdido o número 1 por causa da derrota no ATP Finals. Que venha o Australian Open 2017 e o sétimo troféu.

    Responder
  50. henrique manoel

    O RUSSO DANIIL MEDVEDEV DE 20 ANOS AVANCOU A FINAL SURPREENDENTEMENTE VAI ENFRENTAR ROBERTO BAUTISTA AGUT O QUE ACHA DESSE GAROTO RUSSO DE 20 ANOS E O QUE ESPERA DA NOVA GERACAO KOKKINAKIS VOLTARA SEMANA QUE VEM ENFRENTAR O COMPANHEIRO DE DUPLAS JORDAN THOMPSON O QUE ESPERA DESSA GERACAO DALCIM ABRACO

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Muito cedo para avaliar esses dois casos, Manoel. O russo foi bem até agora, mas Chennai foi um torneio bem mais fraco que os outros da semana. Kokkinakis tem muito a remar depois de um ano inteiro sem jogar.

      Responder
  51. Jeremias

    O Djoko de hoje contra o Andy reavivou a esperança de podermos rever um Novak versão 2011…Quem sabe?Mas o Rodrigo tem razão em ainda ficar com o pé atrás, porque contra o Verdasco o nível dele foi bem meia-bomba. Esperemos a sequência…

    Responder
    1. Sergio Ribeiro

      Novak de 6 anos atras, parece improvável. O Canhoto Verdasco ( freguês de Carteirinha de ambos ) esteve numa Semana de nivel TOP10. Amarelou de novo. O Servio teve o mérito de se manter vivo o tempo todo. A seguir foi Andy quem salvou 3 Match Points. Jogadas de altíssimo nivel na hora certa. O N 1 e N 2 , sobram no momento, a meu ver. Abs!

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Pois é, velho…

      Não deu pra eu assistir o jogo do Djokovic, mas pelos comentários deve ter sido espetacular.

      Só posso dizer que esta temporada tá com “jeitão” de épica.

      Pois mal começou e já vimos belos jogos envolvendo as 5 feras da atualidade: o Big 4 + o Wawrinka.

      Que ótimo aperitivo até aqui.

      Que chegue logo o Australian Open!

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Rodrigo, Nadal fera da atualidade? O bicho não chega a uma segunda semana de GS há 3 anos. Rs. Jogão entre Djokovic e Murray, Maratênis no seu mais alto nível e esplendor. Kkk…mas eu prefiro assistir o Craque fazer 36 winners em 55 minutos, jogando bonito, do que ver o outro tenista fazer 14 em duas horas e meia (Djokovic diante de Verdasco). O prognóstico é o seguinte: com o circuito se renovando, acho difícil Djokovic ganhar outro GS. Tem muitos caras que podem vencê-lo nesse AO: Murray, Federer, Wawrinka, Japa, Kyrgios, Zverev, Raonic, Dimitrov. Sem contar Thiem, Pouille, Berdych e Goffin. O panorama do Murray é o mesmo. Esses tenistas não conseguirão vencer jogos com a camisa. E, é claro, estaremos de olho. Pelo fim do Tênis moderno. Queremos voleios, slices, chip and charge, SABR, saques-voleio, bate-prontos. Só uma pessoa faz isso hoje em dia. Queremos mais gente assim. kkk. Grande abraço a todos.

        Responder
        1. jeremias

          Depende muito da consistência com que ele vai repetir o estilo agressivo de ontem. Jogando desse jeito,como os necessários aprimoramentos, dessa lista que você montou, apenas Murray tem chances. Agora se recair no lenga-lenga improdutivo e tedioso dos seis meses passados, aí até que mais alguns desses aí podem surpreendê-lo…

          Responder
        2. Rodrigo S. Cruz

          Vc acha que o Berdych ou o Goffin são ameaças ao Djokovic em Grand Slam?

          Também não morro de amores pelo cara, mas aí também é sacanagem né Pessanha… (rs).

          Responder
          1. José Eduardo Pessanha

            O pior é que eu acho. rs. Para Berdych falta cabeça, vide Monte Carlo e outros jogos onde ele poderia ter vencido. Berdych é um Almagro mentalmente um pouco melhor. Goffin é um mini-maratenista, pode complicar o jogo se o sérvio jogar mal. Por fim, falemos de Murray. Com Federer de volta, Kyrgios e Zverev amadurecendo, Delpo bem, Wawrinka, Japa e Raonic motivados, pra mim as chances de Murray vencer outro GS são nulas. O hiato do ano passado não vai se repetir. A despeito de mais uma milonga de Djokovic, está ficando feio. rs. Claramente ele não é mais o mesmo tenista de outros anos. A tendência é de queda. Para os amigos djokovistas não se aborrecerem comigo, confesso que o sérvio é muito mais tenista do que o escocês. Pelo menos tem um nível de agressividade que se torna grande em certas situações. Com Murray não acontece isso. É só correria, correria, correria, com alguns lampejos de genialidade. rs
            Abs.

        3. Márcio Souza

          Faltou colocar o Delpo ai nessa lista.

          E Berdych e Goffin dificilmente vencerão Djoko até em ATP 250, mas foi como o Jeremias falou, vai depender de como o sérvio ira atuar daqui pra frente, se for como no segundo semestre que ate Sam Querey e Bautista ganharam dele ai podemos colocar até o Bellucci na lista, agora se for como na final de ontem, além de Murray eu só vejo o Federer.

          Não custa lembrar que no melhores anos do Djokovic em 2011 Federer bateu ele na semi em RG e em 2015 o suiço ganhou dele 3 vezes e foi campeão em 2 em Dubai e em Cincinnatti…então não podemos nunca descartar Roger Federer de um possível adversário que possa vencer O Djokovic mesmo ele jogando o absurdo que ele jogou na final de ontem.

          Responder
  52. Marcelo-Jacacity

    Djokovic acordou! Até que enfim.
    Como bem colocou o Dalcim: voltou a ser agressivo e buscar as paralelas.
    E fiquei espantado de ver como o Murray está correndo e se defendendo. Incrível.

    Assisti também ao jogo entre Wawrinka x Nishikori.
    O suíço soltou pancada pra todo lado, entretanto, o japonês fez Stanislas golpear na corrida. E aí o suíço foi à loucura e começou a mandar bola na arquibancada.

    Responder
  53. Edgard upinho

    Boa noite, Dalcim. Gostei de ver um djokovic mais agressivo, com bolas fundas, abusando das paralelas e deslocando o escocês. Se ele não tivesse perdido a intensidade naquele nono game do segundo set, teria vencido por 2-0. Achei positivas: a atitude de djoko, vibração e consistência. Com exceção do nono game do segundo set, sempre pareceu está tranquilo e ciente do plano jogo. Só senti faltas de algumas deixadas, achei que foram poucas. Outra coisa que percebi é um plus no quesito motivação e a vontade de vencer que parecia ter sumido desde o título de RG, com exceção talvez dos jogos olimpicos. Dalcim, quem é o favorito pra levantar o AO em sua opinião? obrigado.

    Responder
  54. José

    Que final ótima de se ver essa entre Djokovic e Murray!

    Sou torcedor de Nole, mas confesso que os jogos entre ele e o Andy costumam ser meio chatos de jogadas, porém sobram em emoção. Mas esta final teve inúmeras jogadas de efeito. E Djokovic acertou mais smash neste jogo do que no ano passado inteiro. Rs.

    Bom começo de temporada. Que a velha geração continue aí!

    Responder
Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Comentário

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>