‘Big 4′ atrás de façanhas em 2017
Por José Nilton Dalcim
12 de dezembro de 2016 às 13:03

Se este temporada já foi rica em fatos históricos e façanhas importantes, 2017 não ficará atrás. Novak Djokovic, Rafael Nadal, Roger Federer e Andy Murray tem um punhado de feitos à disposição ao longo da temporada, com destaque é claro para os Grand Slam.

Veja um resumo do que o Big 4 pode alcançar. E note que vários itens desenham uma luta direta entre eles.

Djokovic
– Faltam apenas três vitórias para ser o quarto profissional a somar 500 no piso sintético.
– Divide recorde de troféus na Austrália com Roy Emerson, com 6, e pode se tornar maior campeão.
– Com apenas mais cinco vitórias de Slam, chega às 233 de Connors, atrás somente de Federer.
– Faltam dois troféus de Grand Slam para alcançar Sampras e Nadal.
– Se for bi em Roland Garros, será primeiro profissional e terceiro na história a ter ao menos dois troféus em cada Slam (Nadal concorre a isso na Austrália).
– Se ganhar Cincinnati, será único tenista a ter um título ao menos em cada Masters 1000.
– Se for a todas as quartas de Slam, chegará ao segundo lugar no quesito e igualará as 41 de Connors.
– Com 7 finais no US Open, pode igualar recordistas Sampras e Lendl em títulos disputados em Nova York.

Nadal
– Se for bi na Austrália, será primeiro profissional e terceiro na história a ter ao menos dois troféus em cada Slam.
– Tentar voltar ao segundo lugar na lista de finais de Slam (20, um atrás de Djokovic).
– Com mais um troféu no saibro, irá superar Vilas (49) e se tornar o maior campeão de todos os tempos no piso.
– Disputa com Djokovic soberania dos Masters 1000 (30 a 28 para o sérvio).
– Tenta tirar de Djokovic o melhor índice de vitórias na Era Profissional (82,24% contra 82,89%).
– É o segundo em aproveitamento de Slam (86,7% de vitórias) e briga com Djokovic (86,3%). Borg lidera como 89,8%.

Federer
– Se jogar dois Slam, alcançará os 70 do recordista Santoro.
– Tem duas vitórias a menos que a recordista Serena em torneios de Slam (307 a 309).
– Se for bi em Roland Garros, será primeiro profissional e terceiro na história a ter ao menos dois troféus em cada Slam (Nadal concorre a isso na Austrália e Djokovic, também em Paris).
– Precisa de uma única vitória em Wimbledon para se tornar o maior vencedor do Slam britânico em todos os tempos.
– Pode se tornar o maior campeão masculino de Wimbledon e se isolar de Sampras e Renshaw.
– Se chegar à final do US Open, igualar Sampras e Lendl em número de títulos disputados (8).
– Pode se tornar o maior campeão profissional do US Open e se isolar de Sampras e Connors.
– Disputa com Nadal o primeiro lugar em títulos em quadra aberta (67 a 66 para o espanhol)
– Se ganhar US$ 1,2 milhão na temporada, se tornar segundo tenista a superar a casa dos US$ 100 mi.

Murray
– Já está em 10º em vitórias de Slam, com 176, e certamente irá superar Edberg (178), com chance de chegar em Sampras (203).
– Com cinco finais na Austrália, tenta se livrar do recorde negativo de jogador que mais vices tem em um mesmo Slam sem ter alcançado o título.
– Com mais US$ 600 mil de premiação, será o quinto tenista da história a superar a marca dos US$ 60 mi.
– Se ganhar um jogo a mais que Djokovic em Wimbledon, rouba do sérvio o quarto lugar em eficiência no torneio.
– Com mais dois títulos na grama, iguala os 10 de Connors e Sampras e só fica atrás dos 15 de Federer.
– Disputa com Federer (64,7%) e Djokovic (63,8%) o posto de melhor índice de aproveitamento em tiebreaks. Está com 63,0%.

Todos
– Nadal foi o último a ganhar um Slam sem perder sets (Paris-2010)

Saiba mais
Seção com mais importantes estatísticas do tênis masculino e feminino está atualizada. Dá uma olhada: tenisbrasil.uol.com.br/saibamais/estatisticas/indice/


Comentários
  1. Luis

    Dalcim vc acha que ta acontecendo com Murray o que foi com Djokovic nos anos que dominou o tenis masculino casamento,boa parceria com treinador,fisico do Murray lembra o Djokovic e Nadal de chegar em todas bolas talvez vai pesar pro britanico ja com quase 30 anos,o que acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não acredito que Murray domine o circuito como Djokovic fez. Idade hoje em dia não interfere tanto assim no preparo físico, já que os recursos avançaram muito. Murray tem a vantagem de jogar agressivo quando quer e necessita, então pode mudar o estilo de jogo se precisar.

      Responder
  2. Sandra

    Dalcim, a band news não vai mais transmitir os torneios femininos? E se for à sony vc saberia dizer qual é o canal da net???? Se é que tem aba sandra

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, o contrato com a WTA agora pertence à Sony. É o mesmo canal de filmes e seriados, que varia conforme a operadora contratada. Daí eu imaginar que a maior parte dos jogos pela Sony será VT e não ao vivo.

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  3. Mário Assis

    Embora ele não esteja no Big 4, dá pra completar a lista com a possibilidade do Wawrinka fechar o career slam se vencer Wimbledon. São tempos tão interessantes, que ateo principal coadjuvante dos melhores pode conseguir o feito de fechar o Slam.

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    1. José Nilton Dalcim

      Bom, modéstia à parte eu já havia cantado essa bola quando Moyá encerrou a parceria com o Raonic. A parceria já deveria ter se concretizado antes, mas Rafa deixou escapar. Acho uma coisa positiva, vai passar mais segurança, porém eu ainda acho que Nadal precisaria de um treinador menos íntimo para corrigir alguns rumos. Moyá é amigo e admirador demais.

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      1. Luiz Fernando

        Talvez em tese o impacto seja menor do q poderia, vc mesmo expos pq, mas vejo a mudança como muito positiva, principalmente pelo lado de buscar algo novo, reconhecendo q isso precisava ser feito ou tentado, algo q Nadal era sempre reticente. Se isso vai ter esse ou aquele impacto so o tempo dira, mas começo a ter uma melhor expectativa para 2017 do q tinha ha 2 meses atras.

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      2. Mario Cesar Rodrigues

        Caro Dalcim,eu vejo que Moyá..pode sim tentar melhorar..agregar e muito..mas veja bem essa pedra era cantada mas a resistência foi programada..por Rafa para no final da carreira ele trazer o ex número1 tipo é meu amigo..e é isto..e outra coisa ele já iria fazer parte do projeto da Academia do Rafa!

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        1. José Nilton Dalcim

          Claro que também espero melhorias, porque Moyá mostrou serviço com o Raonic. Mas eu gostaria de ver algo mais radical para Rafa ter chance de algo grande.

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      3. Rafael Wuthrich

        Ia deixar pra.perguntar isso em.um próximo post que você tocasse no assunto, mas sacie nossa curiosidade: Acha que Toni e o staff podem impedir Moyá de fornecer um estilo mais agressivo a Rafa, mesmo tendo essa confiança? Moyá é mesmo uma opção segura para o que ele precisa, considerando que tinha um estilo baseado no saibro?

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        1. José Nilton Dalcim

          Realmente, pretendo abordar isso no post de segunda-feira. Moyá até jogou bem na quadra dura, mas talvez tenhamos de pensar nele menos no aspecto técnico e mais como estrategista ou um apoio emocional.

          Responder
  4. Rafael

    “Pra começar, nem entendo a necessidade de um segundo treinador. Vajda patati patatá…”. – Dalcim

    PARECE que vc entende um pouco das coisas do tênis, hein, Dalcim?

    Parabéns.

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  5. Sônia

    Lindinho batendo bola com Pouille, que delícia. Dalcim, 2017 promete, haja coração. Hoje na academia, disseram que o Becker perdeu quase toda fortuna no pôquer, isso é verdade? Beijos.

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  6. Márcio Souza

    É sempre muito bom quando o Mestre coloca numa postagem o tema sobre o Big Four, porque ai podemos falar exatamente do que trata o assunto…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Quantas vezes o assunto era outro, mas as discussões geravam sempre em torno de Federer, Nadal, Dkoko e as vezes Murray.

    O ego das torcidas, cada qual querendo exaltar os feitos do seu tenista predileto, e as ironias e gozações com os tenistas adversários renderam muitas risadas ao longo do ano e também de anos anteriores.

    Fica agora a expectativa pra um 2017 repleto de incógnitas, mas acredito por isso mesmo um ano diferente e nenhum torcedor aqui do Big Four de maneira individual pode cravar de forma contundente que o seu tenista favorito ira reinar absoluto em 2017.

    Federer conseguirá de fato voltar bem e sem lesões a ponto de repetir campanhas como 2014 e 2015 e finalmente vencer mais um Slam?
    Nadal conseguirá também retornando de um período afastado repetir o sucesso de anos anteriores no saibro e especificamente em RG?
    Djokovic conseguirá recuperar a sua confiança e estabilidade do seu jogo a ponto de ser tão dominante novamente no circuito e retomar o numero 1?
    Murray provará de uma vez por todas que finalmente encontrou a sua estabilidade emocional e não sera mais o cabeça fraca que nos momentos decisivos quase sempre dava pra trás e dominará o circuito e conseguirá manter o numero 1 por toda a temporada?

    Temos sim palpites e fatos que nos mostram que a tendência durante o ano é Murray e Djokovic se revezaram no comando dos torneios como favoritos, mas não se pode cravar isso de forma tão contundente.

    Sem falar que temos um Delpo que se nao tiver mais lesões e recuperar o ritmo 100% do seu jogo é um tenista que entra até a metade do ano sme dúvida no TOP 10 e dificilmente sairá…e o que falar de Wawrinka que as vezes perde em rodada inicial e faz jogos bizarros mas que quando chega numa final de Slam não pode nunca ser subestimado (Djoko que o diga…).

    Então acredito que teremos uma temporada diferente nesse ano de 2017 com muitas alternâncias de vencedores e não mais um só ou no maximo 2 tenistas se revezando nas conquistas…vamos aguardar, o que acha Mestre?

    Bom final de ano para todos e nos veremos por aqui no que vem!!!

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    1. José Nilton Dalcim

      Eu espero que isso aconteça, Márcio, mas não temos ainda elementos para acreditar que Djokovic e Murray serão ameaçados com maior frequência ao longo de 2017. Temos de ver como os dois estarão tecnicamente e depois se seus adversários darão um passo à frente para alcançá-los.

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  7. Sergio Landiosi

    Dalcim, futuramente, pra análise dos grandes feitos na história do tênis, qual das conquistas do Federer teria maior peso na sua opinião: o oitavo título e a liderança isolada em Wimbledon ou o segundo título em RG tornando-o o primeiro profissional a atingir a conquista de pelo menos 2 títulos em cada GS? Sei que WB tem um peso enorme, mas a conquista de RG no atual estágio da carreira (longe de ser o favorito e longe de ser o seu piso predileto) seria uma façanha e tanto não?

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  8. Rafael Wüthrich

    Antes que comecem as guerras sobre as declarações de McEnroe sobre Federer ser considerado por ele o melhor tenista de todos (assunto bom para a gente debater, sem ofensas, nessa “post season” de férias) penso que, além dos títulos (e é óbvio que são necessários para se delimitar inicialmente sua capacidade), trata-se da capacidade pessoal de cada jogador.

    Em primeiro lugar, há sempre aqueles que discordam sobre comparar épocas. Primeiro em virtude da evolução natural dos equipamentos (tênis e raquete, principalmente), como também na preparação física e mental (não dá para comparar um tenista como Fred Perry, que no máximo fazia abdominais e corridas para se manter em forma, com uma preparação atual, em que até câmara hiperbárica se utiliza). Não discordo completamente, mas há um limite para que a comparação não seja feita. Isso para todos os esportes.

    No beisebol, por exemplo, ninguém tem dúvidas que Babe Ruth foi o maior rebatedor da história. E o cara jogou há mais de 70 anos. Michael Jordan e seus saltos, arremessos, bandejas e capacidade de liderança ainda é o maior de todos no basquete, mesmo já tendo passado nomes como Tim Duncan,Kobe Bryant ou LeBron James depois dele. A preparação e o equipamento não impedem de notarmos a real capacidade de um atleta, se ele chegou a certo patamar de reconhecimento com feitos individuais e títulos. Por isso não concordo com o argumento “cada um teve sua época e é impossível compará-los”.

    Voltando ao tênis, considero Federer o maior de todos simplesmente porque ele é o único tenista 100% completo e eficiente que assisti. Repetindo um comentário que li uma vez do Alexandre Cossenza, Federer é aquele tenista que, se você precisar que faça qualquer estilo, ele é capaz. Jogar no ataque, em cima da linha de base? Tudo bem. Usar saque e voleio o tempo todo? Sem problemas. Ficar se defendendo 3 metros atrás da linha de base jogando balões? Fácil. Sacar como o Ivanisevic? Se for preciso, ok. Ele é capaz de fazer tudo o que os demais tenistas fazem, e com maestria. Não é que os outros não possam: é a eficiência por trás dessa adaptabilidade. Quem assiste a final de Wimbledon/2003 e as de Wimbledon/2007 ou 2008, não acreditam que seja o mesmo tenista. Ou então, assistir o Finals de 2011 versus a final de Cincinatti/2015. Ou até mesmo as 5 finais de Federer em Roland Garros. Federer jogou cada uma de um jeito totalmente diferente.

    Quando você olha para os demais tenistas, mesmo do big-4, cada um adapta seu estilo às circunstâncias com alguma variação, mas o “núcleo duro” permanece o mesmo. Cansamos de discutir aqui a falta de ofensividade de Murray, o excesso de defesa de Nadal, que insiste em jogar a 3, 4 metros atrás da linha de base até mesmo na grama, ou mesmo a teimosia de Djokovic em sair do estilo de contraataque para um estilo de pura ofensividade, principalmente contra jogadores que se defendem demais. Para mim, essa é a enorme diferença.

    Federer faz de tudo com enorme eficiência e qualidade. Por isso o considero o melhor.

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    1. Marcão

      Assim, de supetão, à queima-roupa, pela completude do pacote, eu também cravaria Roger Federer. Mas, ai de mim, quando penso em Rafael Nadal minha úlcera começa a gotejar (e a do suíço mais ainda). Não que o espanhol seja o melhor de todos, longe disso. Mas Federer deveria ter encontrado um jeito de vencer Nadal. Deveria ter enterrado o erro feito sapo de macumba. Mas não o fez. Pelo contrário, permitiu que o erro desfilasse pelas quadras feito passista na Sapucaí. E esse é o travo que ele vai carregar para o túmulo. É o senão que faz com que eu ainda duvide do óbvio. É o que faz com que eu fique aqui pigarreando na frente da tela, como que falando de corda em casa de enforcado.

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      1. sribeiro2008@hotmail.com

        Esse e’ o legado do nosso amigo P. Cleto e seu ” Animal ” . Me surpreende ate’ o Marcao repetindo. Nem seus Contemporâneos ” descobriram” um jeito de não serem fregueses do Espanhol , Canhoto e com seu SPIN alto no Backhand do Oponente. Ao menos no seu Habitat. Fora dele, 9 x 11, jamais será freguesia. STANIMAL somente venceu UMA no Barro e no Geral 4 x 9. Os de Back de duas Mãos como Novak e Andy, ainda são fregueses no Saibro , embora tirando diferenças com a queda do Espanhol. Que tal perguntar a BORG como ele perdeu 5 FINAIS para o BigMac ( sendo Duas que o impediram de possuir o USOPEN, e outra que lhe tirou o Hexa de Wimbledon), sendo o Norte-Americano seu maior Rival. Abs!

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    2. evaldo moreira

      Bom dia,

      Amigo, aonde eu assino mesmo, rsrsrsrs????. Uma das colocações mais sensatas e imparcial que já vi até hoje, neste notável blog, gosto muito dos seus comentários Rafael, assim como você mencionou sobre o Federer, também penso na mesma forma, o cara é espetacular, e vendo ainda hoje jogar,mesmo não sendo o Federer de antes, o tempo passa, obvio, mas é uma grandeza vermos ele jogar nos dias de hoje………..
      Mestre, mudando de assunto, você falou num comentário acima, sobre o Nadal ter um técnico, digamos, menos íntimo e tal, se você o técnico, o que você agregaria?
      Se é eu, diria uma séries de dica, que ao meu ver, acho que ele deveria ter feito há muito tempo, o que achas mestre???

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Assunto complexo para falar em poucas palavras, Evaldo. Mas eu espero que apareça alguém para mostrar a Rafa que seu estilo tradicional dificilmente terá sucesso nos grandes torneios, que certamente é o que importa ao espanhol. Acredito que ele possa trabalhar muito mais o saque e a segunda bola, deixando a correria em segundo plano. Ele sabe volear, tem slice. Poderia usar muito mais recursos do que o faz. Teria de fazer um jogo mais de risco e menos passivo. Caso contrário, terá de se contentar com torneios de nível mediano.

        Responder
  9. Fernando Del Rosco

    Big Mac está correto. Não existe dúvidas que Federer é o maior da história. Só discordo que Novak esteja entre os cinco, muito cedo ainda.

    Responder
  10. Ivan Antunes

    Caro Dalcim, Bom dia!

    Primeiramente gostaria de registrar que sou seu fã ! Enfim, gostaria que vc avaliasse uma informação no seu último post – uma vez que, vc informa que o Dkjoko pode igualar as finais de Sampras no US Open. Mas o Sampras tem 5 títulos e perdeu três finais – Edberg acho que 19992, Safin (2000) e Hewitt (2001).

    Valeu!

    Forte abraço,
    Ivan

    Responder
  11. Bruno Louzada

    Dalcim vc esqueceu de mencionar que se Murray vencer Indian wells e monte carlo completa o career slam..oq pela fase dele é algo bem palpavel

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  12. José Eduardo Pessanha

    Dalcim, frequentemente você fala sobre o Kyrgios e o Thiem. O que você espera de Zverev, Khachanov e do ainda juvenil Felix Aliassime para 2017? Abs.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Zverev terá um ano para mostrar realmente a que veio, porque terá de defender pontos em torneios de alto nível. Será seu grande teste. Se ele se mantiver na faixa dos top 30, já será um grande resultado. Khachanov ainda é muito cedo para avaliações. Tem potencial, sem dúvida. Tênis moderno. O Felix está num degrau muito abaixo. Acredito que irá jogar mais challengers e iniciar ascensãoo definitiva no ranking, porém não se deve esperar saltos espetaculares ainda.

      Responder
  13. jeremias

    De agora em diante o nó cego maior para ambos, Federer e Nadal, é que Murray parece finalmente ter se encontrado com a velha, boa, e sempre ansiada maturidade. Como consequência disso o indivíduo começa a percorrer uma linha ascendente que não tem mais volta; ele passa a localizar com clareza todas aquelas portas abertas as quais anos atrás ou pareciam invisíveis ou eram transformadas pela sua mente insegura em miragens opacas . Antes, se tivéssemos um confronto relevante entre ele e os outros dois, a maioria se lembraria das reiteradas vezes em que ele fraquejou, decepcionando assim a muitos. Em W2015, na semi-final, todos recordam-se da lição que RF aplicou-lhe. Mas agora não acho que o Murray se permitirá mais cair por conta desses acessos de temor reverencial. Ele vicejou, e sabe que aos 29/30 anos não pode mais derramar o leite antes mesmo de erguer o copo. Djokovic não é mais a única ameaça concreta à aclamada dupla Fedal.

    Responder
  14. Luis

    Dalcim acho que o mundo do tenis espera um Slam do Federer como se viu no US open 2015 torcida inteira pro suico contra numero 1 Djokovic na epoca,acha que jogando sem peso de ganhar o Federer pode conseguir esse Slam? mais dificil da carreira rs,sobre Murray e Djokovic parecem os melhores da atualidade,Wawrinka e Del Potro tem tenis pra vencelos mas sao irregulares,Nadal tem a chance em Paris

    Responder
  15. Luiz Fernando

    Um grande campeão como Federer não poderia passar o ano em branco, superando a triste temporada de 2013 na qual venceu apenas o “GS” de Halle, parabéns as aposentadoretes pela grande conquista do “ponto do ano”…

    Responder
    1. João Luiz

      e qual o maior título da sua carreira no tênis?
      ahhhh,
      pq esse aposentado a quem vc se refere “só” ganhou 17 GS.
      Vai aprender a jogar que vc ganha mais
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder
    2. evaldo moreira

      Bom dia,

      Cara, você é chato pra chuchu, vai gostar de falar assim dos outros, é muita falta do que fazer, e o curioso, que federer tá nem ai proce óoooooooooooo, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, se liga, na boa, já deu, já foi, 2016, termina, e o novo ciclo está para começar, teremos um 2017 de fato, de encher olhos, vamos aguardar.

      Responder
  16. Sônia

    Dalcim rindo muito aqui dos coments de seus leitores, aliás, como dei gargalhadas nesse ano de 2016 ao visitar o seu blog rsrsrs. Que ano hilário e não tenho dúvidas que 2017 será muito mais rsrsrs. Obrigada, muito obrigada por nos proporcionar essas alegrias num momento tão triste de “nossa realidade”. Mudando de assunto, uns posts atrás, voce havia respondido para um de seus leitores que um devolvedor teria mais dificuldades em sacar do que um sacador em devolver… por quê? Beijos.

    Responder
  17. José Eduardo Pessanha

    Pitacos 2017:

    1- Nadal acabou;
    2- Djokovic acabou;
    3- Murray ganhará o Australian Open;
    4- Federer ganhará Wimbledon;
    5- Federer x Murray na final de RG. Ou seja 3 a 0 pro Craque;
    6- Zverev no top 10 e Kyrgios no top 5;
    7- Nishikori ganhará o US Open;
    8- Ascensão meteórica de Félix Aliassime no ranking, inclusive furando o top 100;
    9 – Federer alcançará Lendl em títulos;
    10- Flamengo campeão brasileiro e da Libertadores.

    Um ótimo Natal a todos. E um feliz Ano Novo também. Abs.

    Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        kkk. Então você não é flameguista. rs. Flamengo é favorito aos dois títulos, pois irá manter a base desse ano e ainda irá contratar reforços. Abs.

        Responder
  18. Bruno Macedo

    Acho uma bobagem ficar discutindo quem é o melhor, federer, nadal ou djokovic. São todos ótimos, cada um no seu estilo.

    Mas de uma coisa eu tenho certeza: NINGUÉM joga tão bonito quanto o Federer, aquele homem é de outro planeta.

    Honestamente, pouco me importa se o cara tem mais ou menos Slam, o que interessa é o show. Não adianta nada o cara ter Slams e jogar aquele jogo enfadonho e feiozinho. Portanto, o Federer para mim é o melhor jogador para assistir. Alias, acho que faltam jogadores no estilo do Federer.

    Agora, se o Federer ganhou mais ou menos Slam, se ganhou de oponente fáceis ou difíceis, isso não faz a menor diferença.

    Responder
  19. Jeremias

    Polêmica alguma nessa última entrevista do kyrgios. Não vamos nos iludir asseverando que o ardor inquebrantável pelo esporte é uma espécie de pré-requisito eliminatório para uma carreira de destaque. O rapaz até ressaltou mais serenamente aqueles pontos na vida de um tenista que, no fundo, atiçam a “inveja boa” da maioria das pessoas, ou seja, as viagens pelo mundo, as mordomias e etc…Claro que sem esse furor, sem esse traço de pureza conservado desde as primeiras raquetadas lá na infância , dificilmente alguém será capaz de aceitar os vários sacrifícios demandados àqueles que pretendem não apenas praticar o esporte, mas também imprimir as iniciais do seu nome nele. Nem sempre os anjos benfeitores do talento e o do amor entram em acordo.

    Responder
  20. Fonseca

    Nadal:
    Tenta vencer seu primeiro torneio em quadra dura após três anos (último: Doha 2014)
    Tenta melhorar o percentual de vitórias, que vem caindo feito um balão murcho juntamente com os títulos (2014: 81,3%; 2015: 75,31%; 2016: 73,58%)
    Tenta atingir a segunda Semana de um Slam após os últimos seis Slams.
    Tenta vencer um Masters Series fora do saibro desde Cincinnati 2013.
    Tenta vencer um título Hard Indoor desde Madrid 2005.
    Tenta vencer seu primeiro Finals após 125 tentativas.
    Tenta não passar vergonha novamente em Wimbledon, onde virou café com leite após dois brilhantes títulos. Mas é tarefa difícil, pois chegará em Londres após DOIS anos sem nenhum partida na grama (última: derrota acachapante para Dustin Brown em Wimbledon 2015).

    Djokovic:
    Tenta vencer um torneio carregando um guru espanhol mala em seu staff.

    Federer:
    Tenta reverter o caminho já trilhado por outros veteranos, onde um dos indícios é jogar Hopman Cup ao invés de torneio valendo pontos.

    Murray:
    Tenta vencer tudo o que puder, aproveitando o melhor momento da carreira.

    Wawrinka:
    Tenta reverter quadro agudo de acne facial, além de arrumar motivação para jogar além daquela que tem quando esbarra com Djokovic em finais de Slam!

    Ferrer, Verdasco e Feliciano Lopez:
    Tentam jogar tudo o que puder para faturar o máximo de dindim nesta sua última temporada razoavelmente competitivos.

    Responder
  21. Chileno

    Meus pitacos não mudaram desde um post anterior. Acredito que:

    – Djokovic vai ficar nos calcanhares do Murray, mas não vai alcançar até Roland Garros. Ele tem pontos demais a defender no primeiro semestre. Daí pra frente, acho que fica mais aberto;

    – Acho que Nadal fará mais uma temporada modesta. O que complica pra ele, na minha opinião, é a teimosia em buscar alternativas para seu jogo, mudar de estratégia, trocar alguém no staff. As pernas já não são as mesmas, e com as que ele tem hoje, aquele jogo defensivo não é tão eficaz quanto já foi. Não apostaria nele pros grandes títulos, mas estamos cansados de saber que descartá-lo é tolice, sobretudo no saibro;

    – Federer voltará bem, mas terá dificuldades nos torneios maiores, inclusive por conta do ranking que tem hoje, que pode pareá-lo com os líderes já nas oitavas ou quartas de final. Sem dúvida, será uma pedra no sapato de quem cair do lado dele da chave. Acho que ele tem chances de vencer Masters 1000 que são em melhor de 3 sets, principalmente os das quadras duras, e Wimbledon provavelmente será sua maior chance de tentar o 18º. Com a quantidade de incógnitas que pairam sobre Djokovic, Murray, Nadal, Wawrinka, Del Potro e ele mesmo, parece menos improvável agora;

    – Gostaria de ver o Djokovic jogando como ele jogou em 2011. Adorava o jogo dele naquela época. Dava winner de tudo quanto é lado e jeito. De forehand ou backhand, na paralela ou na cruzada. Jogava bem mais agressivo e bonito (na minha opinião). De 2013 pra cá ele foi ficando cada vez mais defensivo. Eficiente, sem dúvida. Mas eu particularmente não gosto;

    – Acho que Thiem e Raonic vão incomodar.

    Responder
      1. Chileno

        Não, não. Hahahaha! Trabalho num Centro Universitário em São Caetano do Sul que tem um Centro Esportivo, no qual felizmente, eu tenho a oportunidade de fazer aulas e jogar tênis. Sou bem meia-boca, mas meu backhand é muito bom. Hahahaha!

        Responder
    1. Lucas

      Cara, Djokovic em 2011, sim, era um monstro. Jogava agressivamente e mais que isso: com facilidade. Parecia que era fácil trocar a direção da bola a TODO momento, com potência e profundidade.
      Jogo do Djokovic 2011 era um tipo de jogo muito melhor de se apreciar.

      Responder
      1. Chileno

        Eu concordo. Gostava muito de ver ele jogando naquela época. Ele dava muito winner, tanto no forehand, quanto no backhand. Hoje ele joga bem mais defensivo. A maior parte das vezes se contenta em bater a bola funda com spin e aguardar um erro não-forçado do oponente.

        Responder
  22. Christiano

    Outra façanha interessante também para o Federer alcançar seria se vencer ao menos 6 ou 7 títulos, se tornar o segundo maior vencedor de torneios ATP da história. Ao meu ver, acho difícil mas não impossível ainda esse ano.

    Responder
  23. Miguel BsB

    Dalcim, parabéns pelo levantamento!!! Sensacional! Você não deixa a bola “quicar 2 vezes” nem no período de pausa do circuito!
    Realmente, não tem melhor blog de tênis e talvez esportivo no país…em termos de estatísticas, conhecimento, números e história, você é o PVC das raquetes! Rs

    Responder
  24. O LÓGICO

    PREVISÕES LÓGICAS, DO LÓGICO, PARA O 2017 KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    DJOKOVIC: ladeira abaixo kkkkkkk, 1 slam, e olhe lá kkkkkkkk
    ANDY MURRAY: Volta a ser ANDYLÂNGUIDO kkkkkkkkk, 1 SLAM, no máximo kkkkkkkkk
    FEDEX: 1 SLAM para atingir a maioridade e deixar a djokovetes e nadalzetes louquinhas da vida kkkkkkkk

    OBS, LÓGICA kkkkkk: antes que me perguntem sobre o robozinho das trevas kkkkkkkk, RESPEITO OS MORTOS kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Fernando Pimentel

      Kkkkkkkk, coitado.. o 23×11 deve atormentar todos os dias da vida desse pobre rapaz. Calma, fera, para sua tristeza o “açaí da Espanha e robôzinho das profundezas” vencerá, pelo menos, Roma e RG em 2017. Sugiro que já vá preparando aí as suas novas falsas acusações de doping, porque muito choro virá pela frente!

      Responder
      1. bruno

        Vc parece ser novo aqui no blog,O Lógico tem sempre ótimos comentários, nunca vi comentários por parte dele de maneira ofensiva.ele não tem culpa de torcer pelo melhor jogador de todos os tempos.

        Responder
      2. Rodrigo S. Cruz

        Duvido que o “CAMPEONÍSSIMO” de Roland Garros, consiga vencer lá novamente.

        Cada dia que passa, mais o Nadal se afasta do seu melhor tênis.

        No entanto, neste torneio, ele não precisa provar MAIS NADA pra ninguém…

        Nunca mais haverá outro tenista igual.

        Responder
        1. Márcio Souza

          Ótimo comentario Rodrigão.

          Eu até ja pensei em escrever um comentário como esse utilizando quase que 100% das palavras que você usou.

          A gente tira sarro do espanhol e tudo, mas é inegável o seu legado no saibro e ainda mais em RG, aquela derrota pro sueco em 2009 veio quebrar uma sequência maravilhosa que se tivesse sido mantida seria algo de espetacular e um domínio PERFEITO de 10 anos o mesmo tenista vencendo o mesmo Slam de forma consecultiva.

          Mesmo com essa derrota de 2009, que foi um mero acidente de percurso, em 2010 ele deu o troco no sueco e mostrou quem era de fato o REI DE RG.

          Concordo contigo Rodrigo, dificilmente havera outro reinado e soberania igual no circuito.

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    2. suely

      OI LOGICO. Voce esqueceu de mandar uma ( CARTINHA )para o FEDERER perguntando pra ele se ele acha que o NADAL esta Morto. Nem precisa…..voce ja sabe qual e a resposta…KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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  25. Sergio Ribeiro

    Em Toda a ERA PROFISSIONAL ( Fev /1968) – 2017 , teremos sem duvidas uma demonstração clara, sobre os grandes feitos da Lendas desse Esporte Maravilhoso. Em Maio , Novak e Andy completarão juntos 30 anos. E em junho, Rafa Nadal , 31. Das Feras que venceram acima de 10 SLAM, por enquanto , apenas Rod Laver conquistou 4 pós 30 ANOS .Rafa Nadal estacionou em 2014, aos 28. Bill Tilden e Roy Emerson , obtiveram na ERA AMADORA. Borg se aposentou aos 26. E Pistol Pete Sampras e Federer, obtiveram apenas uma conquista. Novak Djokovic e Rafa Nadal , curiosamente precisarão superar o lendário Rod Laver, caso queiram ultrapassar o Craque Suíço. Dai a importancia , a meu ver, da próxima Temporada. Abs!

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  26. Robson

    Como está aberta a era dos pitacos,lá vão os meus pra 2017:
    A.Open Novak campeão
    R.G Novak campeão
    Wimbledon Raonic campeão
    US.Open Novak campeão
    Finals Novak campeão
    Novak encerra 2017 número 1 do mundo

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  27. Caio Cesar

    Primeiramente, queria parabenizá-lo pelo melhor blog esportivo brasileiro … Simplesmente sensacional!!!!

    Não sou fã do Nadal, mas não podemos esquecer da possibilidade dele conquistar o mesmo Slam 10 vezes. Na minha opinião seria o feito mais espetacular a ser alcançado na temporada q vem e, provavelmente, inalcançável!!!!

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    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Caio. Sem dúvida, seria um feito incrível, mas convenhamos que os nove que já tem em Roland Garros já é por si só um feito inigualável.

      Responder
  28. Márcio Souza

    Mestre faltou mencionar também…(acho que ja esta meio chato ficar falando isso de que faltou mencionar mas vamos lá)

    Pela ordem dos Masters 1000, de quem poderia fechar primeiro a ganhar todos os Masters, você citou que Djokovic se ganhar Cincinnatti obterá tal feito, vale lembrar que Federer se ganhar Monte Carlo e Roma que são no primeiro semestre do ano pode obter essa façanha antes do sérvio, pois Cincinnatti ja é no começo do segundo semestre…e caso nem um e nem outro consigam isso ainda temos Nadal que se ganhar o Masters Paris no final do ano também pode obter esse recorde.

    Sem querer parecer chato, mas ja sendo kkkkkkkk

    Se os 3 não estivessem passando por um periodo tão de incertezas poderiamos cravar que pelo menos um deles conseguiria tal feito.

    Monte Carlo e Roma bateram na trave varias vezes do Federer e Cincinnatti também pro sérvio isso nos seus melhores anos, então vamos aguardar…

    Responder
    1. Sergio Ribeiro

      Equivocado, meu Caro Márcio . Para a ATP, Roger e Novak estão empatados em 8 / 9. O Suíço não tem nada a ver, se o MASTERS 1000 de Hamburgo ( disputado em 5 Sets ) , passou para Roma. Venceram em OITO Cidades diferentes. Portanto, o Suíço caso vença em Monte Carlo ( acredito que nem apareça rsrs), atinge os 9 / 9, segundo a Associação. Abs!

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Correto Caro Samuel. A mudança foi de Hamburgo para Madri. E os MASTERS 1000 vencidos pelo Suíço em OITO Cidades diferentes foram : Hamburgo, Madri, Indian Wells , Toronto, Miami, Cincinnati , Shangai e Paris. E Novak os atuais exceto Cincinnati . Abs!

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  29. Oswaldo E Aranha

    Acho que há pessoas no blog que estão ganhando em termos de agressão e uso de palavras impublicáveis, mas na época natalina devemos perdoar os pecadores.

    Responder
  30. Daniel

    Fora do Big 4 também há grandes feitos. Um deles, por exemplo, seria o Wawrinka ganhar Wimbledon e entrar definitivamente na história como um dos poucos a fechar o Slam.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Algumas são naturais de ser alcançadas. Então vamos para as mais difíceis. Acho que Nole e Murray são favoritos para Austrália, Nole tem boa chance de ser bi em Paris, Nadal certamente irá superar Vilas, Federer deve passar dos 70 Slams e manter hegemonia nas quadras duras e Murray tem tudo para continuar ganhando na grama.

      Responder
  31. Leo Gavio

    Djokovic é o maior tenista de todos os tempos. Cheguei a esta conclusão, hoje, vendo o Highlights do jogo entre ele e Wawrinka no AOpen 2013

    Nenhum tenista no planeta e na historia do tenis teria vencido Wawrinka naquele jogo. No decimo primeiro game do quinto set Wawrinka ainda estava batendo na bola como se estivesse espancando um hipotético estuprador da filha recém nascida dele.

    E mesmo assim DJokovic ainda conseguia chegar nas bolas, buscar as linhas e executar passadas cinematográficas como a que culminou no match point.

    Nenhum outro tenista teve a sua carreira toda disputada contra tenistas excepcionais nos Grand Slams que venceu.

    Olha os rivais do Djokovic desde 2008:

    Federer no auge 17 slams e 6 Finals
    Nadal no auge 14 slams e 1 ouro
    Murray no auge 3 slams e 2 ouros
    Wawrinka no auge 3 slams
    Del Potro no auge 1 slam e uma prata

    Foram batalhas animalescas contra esses jogadores pra conseguir 12 troféus de slam e 5 finals

    Djokovic pegou o auge do Nadal e o venceu, pegou o auge do Federer e o venceu, pegou o auge do Murray, Wawrinka e Del Potro e os venceu.

    Tem slam do Federer que o adversario mais dificil foi o Bagthatis, hewitt, roddick.

    Se o Federer tivesse esbarrado no Murray, Nadal, Wawrinka e Del Potro em seus auges (como DJokovic pegou) dificilmente Federer teria 17 slams.

    Por isso acredito que esses 12 slams do DJokovic possuem mais valor qualitativo. Foram 12 contra 5 caras fortes, jogando forte,

    Federer ganhou uns 10 slams contra caras medianos/bom, como bagthatis, hewitt, roddick, gonzalez.

    Naquela epoca amarravam cachorro com linguiça, como diz o Felipão.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      “estava batendo na bola como se estivesse espancando um hipotético estuprador da filha recém nascida dele”.

      Puta que pariu.

      A escrotisse do trecho, só perde mesmo pra do post completo…

      Responder
      1. Jeremias

        Rodrigo, acho que você confundiu a forte imagem provocada pela analogia dele com um ato de “escrotice”. Na verdade, foi uma metáfora extremamente bem bolada para tentar descrever a força,a “violência” e a intensidade dos golpes do tenista. Um pouco exagerada e deslocada talvez, mas classifico como um bom “achado” literário. Rsrs

        Responder
          1. jeremias

            kkkkk. Sabia que você iria dizer algo assim! rsrs. Mas acho que estamos vendo a frase sob ângulos bem diversos…rs

    2. Rafael Wüthrich

      Acho que pouco crédito se dá a Federer quando despachou de forma monstruosa adversários de grande calibre. No US Open de 2004, Federer fez, no então número 4 do mundo e que não tinha perdido sets no torneio nem sofrido break points, 6/0, 7/6 e 6/0. Outra coisa: uma campanha não se faz só de finais. Nadal ganhou em 2013 na final de David Ferrer, mas a final mesmo foi na semi contra Nole. Há inúmeros casos. É raríssimo alguém ganhar Grand Slam sem jogar bem ou contra um adversário que, no mínimo, está fazendo um torneio acima da média.

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    3. bruno

      Na Boa amigo,pensa antes de escrever bobagens,Federer, Nadal E Djokovic são excepcionais e vc faz questão de desmerecer o que muitos,ou melhor a maioria consideram o melhor, e nas suas asneiras vc diz que o djoko é o melhor de todos os tempos por causa de um jogo contra o wawrinka. E outra é impossível comparar os auges dos jogadores.a internet é uma maravilha ,legal discussões sadias,Mas deu também voz a muitos idiotas.

      Responder
    4. Rafael

      Acho que, como o próprio Federer disse, quando instado a responder sobre isso, se não fossem Djokovic e Nadal, ele provavelmente teria o mesmo no. de slams que tem. Por diversas razões, inclusive que poderia ter perdido Slams para outros jogadores que teriam surgido.

      Não sei como Federer é na vida pessoal, mas ele tem uma postura nos microfones até bastante racional e lógica no que fala, normalmente coloca muito bem as palavras.

      Sobre o comment do Gavio, não concordo que Djokovic pegou Federer no auge. Ele pegou Federer numa EXCELENTE fase, e conseguiu memoráveis vitórias, mas não era o auge. Também não concordo que Djokovic pegou Murray no auge, sempre admirei Murray, mas aparentemente seu auge está começando agora. Pra dizer assim dos outros três qual ele teria enfrentado em maior igualdade de momento de auge, diria Nadal, e nem assim totalmente no auge. E suou sangue várias vezes, até “descobrir” como ganhar de Nadal. Tirando os jogos com Murray, em boa parte abaixo da expectativa para Nos. 1 e 2, Djokovic teve sim, e isso ninguém tira, batalhas épicas, vitórias e derrotas contra alguns dos maiores de todos os tempos.

      Por outro lado, não concordo com o Pessanha, que uma vez postou aqui que “está claro agora que Djokovic tem mais SLAMS do que seu tênis merece”. Na minha opinião, ele mereceu cada Slam que conquistou, porque nesses, foi o melhor.

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    5. Luiz Fernando

      Se nos melhores do ano o Dalcim tivesse incluído um item tipo ” o post mais absurdo”, este seria imbatível kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      Responder
      1. Fernando Pimentel

        Luiz, acho que se a gente for considerar qualquer comentário daquele rapaz que se autointitula como “Lógico”, o absurdo viraria um simples apelido. Esse daí é fichinha, kkkkk

        Responder
    6. Chileno

      O auge do Federer foi de 2004 a 2007. De 2008 a 2012 ele esteve bem, mas já um pouco abaixo do seu auge. De 2013 pra cá, ele esteve já nitidamente abaixo, especialmente em 2014. Em 2015 ele jogou muito bem, mas claramente se via o peso da idade. Nas duas finais de Slam que ele jogou contra o Djokovic, por exemplo, dava pra notar nitidamente a diferença. Nos primeiros sets, o jogo foi equilibrado. Nos terceiro e quarto sets, o Federer já não conseguia acompanhar o ritmo do sérvio, e passava a acumular erros não-forçados.

      Quando o Federer estava no auge, o Djokovic também não estava no seu melhor. Acho que os jogos em que ambos estiveram mais próximo dos seus respectivos auges foram em 2011 e 2012, quando o Federer ainda estava num nível próximo dos seus anos áureos e o Djokovic dominou o mundo com uma das melhores temporadas de um tenista em toda a história (sendo posteriormente superada por ele mesmo em 2015).

      O Nadal, por sua vez, se não esteve no seu auge em 2011, esteve muito próximo dele. Lembro-me que ele chegou em praticamente todas as finais. Ganhava de todo mundo sobrando e perdia pro Djokovic na final.

      Relativizar os títulos só serve pra ver as coisas de maneira parcial. Da mesma forma que você relativiza os títulos do Federer, alguém poderia vir aqui e dizer que os 6 Slams que o Djokovic venceu de 2014 pra cá foram “fáceis”, afinal foram encima do “freguês” Murray e do Federer em fim de carreira. Enfim… esse tipo de argumento falacioso.

      Responder
      1. Rafael Wüthrich

        Por mais que 2015 seja o ano de melhores resultados de Nole, acho que tecnicamente em 2011 ele estava melhor. Muito melhor. Ganhou de um Federer espetacular na semi do US Open, derrotou Nadal 7 vezes seguidas, com direito a esculacho no US Open, venceu 3 Slam e os Masters no saibro.

        Responder
        1. Chileno

          Eu gostava muito mais do jogo dele em 2011. Apesar de em termos de resultados ele ter se saído melhor em 2015, acho que talvez ele realmente tenha jogado melhor em 2011, afinal, Federer e Nadal estavam bem naquele ano, e ele os venceu um punhado de vez (especialmente o Nadal). Em 2015 o Federer até que foi bem, mas a idade pesou bastante nos confrontos contra o sérvio, e o espanhol foi uma sombra do que costumava ser.

          Responder
    7. Márcio Souza

      Nunca ouvi tanta asneira na minha vida.

      Julgar que o sérvio é o melhor por causa de um jogo contra o Wawrinka, e porque ganhou Slam em cima de Federer, Nadal e Murray, o torna melhor e maior?

      Kkkkkkkkkkkkkkkkk

      Se fossemos usar sua lógica, então de o prêmio de maior e melhor para o Wawrinka.
      Ele esta 100% em finais disputadas de Slam, disputou 3 e ganhou as 3, duas inclusive massacrando e pondo no bolso o seu ídolo.

      Percebeu o tamanho da asneira que você escreveu?

      Eu falo que 90% dos torcedores do Djokovic são lunáticos, que acham que o tênis de verdade começou em 2011.

      Continuem ouvindo as musicas dos seus outros ídolos como Justin Bieber e Lady Gaga e vão comer o peru de Natal gelado.

      É cada um que me aparece aqui….

      Responder
    8. Miguel BsB

      Rapaz, apesar da forte analogia que vc fez sobre o wawrinka, e dos inúmeros comentários depreciativos que recebeu logo após (a maioria de fãs do federer, muitas vezes irracionais), vc tem uma grande dose de razão e me fez parar pra pensar…
      Primeiramente, ainda acho o jg do federer mais plástico e técnico q o do sérvio, e, inclusive pelos números, o considero ainda o maior de tds. Mas que o djokovic conquistou títulos, recordes e dominância numa era que o nível dos seus principais rivais era/e absurdo, e tds no auge sim, inclusive o federer, realmente o colocam numa posição em que muitos poderão defender sim a possível posição de GOAT do Djoko.
      Aliás, esse jogo que vc citou no Ausopen 2013 é um dos mais espetaculares que assisti na minha vida, uma vitória monstruosa do djokovic, e concordo contigo, nenhum outro tenista na história teria ganhado do wawrinka naquele dia, o cara parecia simplesmente possesso, imbatível!

      Responder
        1. Sergio Ribeiro

          Sem duvida foi um grande jogo. Dai a afirmar ” nenhum jogador na Historia venceria WAWRINKA …”. Na boa , amigo. Não sei quando nasceu, e quantos duelos a partir da Era BORG tenha assistido ( muitos passaram em TV aberta , inclusive a Final de Wimbledon 1980 ) . O YouTube existe para dirimir duvidas a respeito das asneiras ditas pelos adoradores do Face. Abs!

          Responder
    9. Paulo S.

      É curioso como alguns analisam as conquistas do Federer. Para avaliar as conquistas de outros tenistas em cima dele, Federer é considerado um grande jogador, inclusive ressaltando suas conquistas (17 GS). Por outro lado, ao avaliar a carreira do Federer, estas mesmas conquistas são diminuídas.

      Responder
      1. Leo Gavio

        Paulo, o Federer, no meu entender, é o maior mestre do tenis, em que pese o talento em bater na bolinha.

        Federer é supremo na tecnica de execução do golpes, isso ninguem vai mudar.

        Porem, no final das contas, o tenis se resume às formas de se conseguir superar os oponentes. E quanto mais duros e competitivos são os principais oponentes, mais relevante são as conquistas. É sobre elas que me refiro.

        DJokovic precisou derrubar a maior geração da historia do tenis: Federer, Nadal, Murray, Wawrinka, Del Potro, Tsonga pra estabelecer os seus recordes, é isso que me deixa impressionado.

        Eu me impressionei muito com Nadal anteriormente, mas o principal rival dele era o estilo demasiado defensivo dele proprio. Djokovic não, ele pegou o auge de cada um deles. Culminou de ter de enfrentar cada um desses nos seus titulos de slam.

        Podem ver que em todos os titulos Djokvic derrubou Nadal, Murray, Federer, Wawrinka, Del potro e Tsonga, quando nao derrubou ao menos 2 desses.

        EM TODOS OS 12 SLAMS

        Responder
    10. André Barcellos

      Colega, Federer teve seu auge em 2006. Entre 2004/2007 ele viveu seu melhor momento, mas o ápice foi 2006.
      Nessa época, Nole estava longe de ganhar dele.

      O problema do Federer é que seu declínio foi muito suave, mas sua fama se mantém. Então quem não o viu jogar nessa épooca esquece o que era.

      Responder
  32. Luiz F. Bessa

    Dalcim, estou lendo o livro Hard Courts, que conta os bastidores do tênis na década de 90, e me ocorreu uma ideia. Vc acha que pode fazer sentido para um top como os Big Four, ter, digamos, 3 treinadores distintos ao longo da temporada – um para cada tipo de piso, focado em cada um dos Grand Slams (considerando que para AO e US Open seria o mesmo)? Sampras para rápida, Becker para grama e Guga para saibro, já pensou?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, plenamente possível, mas bem difícil de acontecer. Já houve casos de um tenista contratar um treinador para um piso – Federer com Higueras, por exemplo – mas para três diferentes pisos nunca aconteceu que eu me lembre. Abs!

      Responder
      1. Sergio Ribeiro

        E o caso do Canadense Milos Raonic, Caro Dalcim. Ricardo Piatti ( formado com Bolettieri) e Ex- de Ljubicic, Djokovic, Gasquet ( todos foram TOP 10 ). E agregou com Carlos Moya e John McEnroe ( confirmado de novo para a Grama) ? Abs!

        Responder
  33. GILMAR ELOI DOURADO

    Caro Dalcim,

    Boa noite!

    Por que no item abaixo descrito,nos nomes de NADAL e DJOCOVIC , vc não incluiu o nome de FEDERER, vez que no de NADAL incluiu DJOKO e no de DJOKO incluiu NADAL,no de FEDERER vc incluiu os dois?

    ” Se for bi em Roland Garros, será primeiro profissional e terceiro na história a ter ao menos dois troféus em cada Slam (Nadal concorre a isso na Austrália e Djokovic, também em Paris).”

    Corrija por favor incluindo o nome de FEDERER quando da análise de NADAL e DJOKOVIC,pelo que agradeço desde já.

    Gilmar

    Responder
  34. Eduardo

    Apesar do Murray (ainda) vir um pouco atrás, estamos talvez falando de 4 dos 10 maiores e mais versáteis tenistas da história. São mais que vitoriosos.
    Pensando assim, minha maior torcida será para que o Federer vença mais um Slam, de preferência Wimbledon! Merece por tudo o que fez pelo tênis dentro e fora das quadras, e por ter ele mesmo “puxado” novos gênios como os outros 3 do famoso Big 4. Se não fosse o nível monstruoso alançado pelo suíço em seu auge, talez os outros três não tivessem sido tão geniais como pudemos testemunhar!

    Responder
      1. Sergio Ribeiro

        Estava demorando né , meu Caro Jeremias. Murray 3 x 6 Edberg em SLAM. Murray 2 x 0 Edberg em OURO OLIMPICO. Murray 14 x 4 em MASTERS 1000 ( sendo que o grande rival de Becker parou em 1 no Saibro ) . Murray 44 x 42 ATPs. Será que Andy chega em Stefan Edberg ? Abs!

        Responder
        1. jeremias

          Pelo que me consta, falei olhando para o momento presente. Ouro Olímpico é um título legal de se ganhar, mas não pode entrar como fator nesse papo, e por motivos suficientemente óbvios. Se o moço conseguir somar mais uns 4 Slams, aí sim ele poderá se apresentar como candidato a Top 10, mas por agora querer insistir nisso é mero “tabloidismo” britânico; e de quinta categoria, por sinal.

          Responder
          1. Sergio Ribeiro

            Sei não , parceiro. E’ lindo ” Taiblodismo Britanico ” ! Se o Amigo leu o ultimo Post do Dalcim, o Bi-Olimpico de Murray foi ganho na opiniao do Blogueiro, no melhor Torneio do ano, e e’ disputado apenas de 4 em 4. Novak aos prantos, e’ uma demonstração vista por todos na Rio 2016. Idem para a Davis e seu heróis . Competição por equipes, somente não expressa nada para a teimosa Turminha Individualista da Geracao Internet. Evidentemente que não e’ o seu caso. Abs!

  35. Luiz Fernando

    Dalcim, creio q Cahill não seria a melhor opção, se tirarmos sua vitoriosa passagem como tecnico do Agassi, seus outros resultados não foram do mesmo nível, inclusive, se não estou redondamente enganado, treinando Murray. Por outro lado, o compatriota do Djoko, grande duplista, não tem experiencia como tecnico e creio q não terá a ascendência mínima necessária para a função sobre o potencial pupilo, algo q me parece essencial para um treinador. Qual dos dois vc julga melhor? É claro q existem outras opções mais viáveis p a tarefa, não acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Para começar, nem entenfo a necessidade de um segundo treinador. Acho o Vajda competente. Um segundo nome seria para agregar elementos, então precisamos saber o que rle quer melhorar. Cahill é melhor que Zimo, sem dúvida.

      Responder
  36. Pedro Livio Dias

    Dalcim,
    Você escreveu nessa ultima frase: Nadal … e o último a chegar a uma final de Slam sem perder sets (Paris-2012).
    Se não me engano, Federer chegou a final do Us open 2015 sem perder sets.

    Responder
  37. Paulo Victor

    Dalcim, mudando um pouco de assunto.
    Hoje de madrugada no YouTube tava tendo uma live do Australian Open, o que é isso?? Exibição??? O qualy ta começando mais cedo????
    Fiquei em dúvida porque os jogos do Australian Open tão começando em dezembro.

    Responder
  38. Christina Evertilova

    Dalcim, você se esqueceu de uma façanha muito importante que pode ser alcançada por Djokovic: Se ele vencer Roland Garros novamente, ele pode ser o primeiro a deter 2 ou mais títulos de cada um dos 4 majors desde Rod Laver e Roy Emerson, e ser o único a fazê-lo na era de 3 pisos em Slams.
    A mesma coisa pode ser alcançada se Nadal vencer o Australian Open ou se Federer vencer Roland Garros, mas estes já vejo com possibilidades bem menores.

    Responder
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