Quinta chance
Por José Nilton Dalcim
18 de setembro de 2016 às 22:26

O maior sonho do tênis argentino é ganhar uma Copa Davis. Não conseguiu com Guillermo Vilas, Guillermo Coria, Gaston Gaudio ou David Nalbandian. Amargou uma chance dentro de casa, há oito anos, e perdeu em 2011 novamente para a Espanha. Agora, terá de ir à Croácia de Marin Cilic, Borna Coric e Ivan Dodig, provavelmente numa quadra dura coberta e veloz. Será que enfim vai dar? Vou torcer muito.

Argentina e Croácia conseguiram grandes feitos nesta Davis. Na segunda rodada, fora de casa, os croatas marcaram uma incrível virada em cima dos Estados Unidos. Aliás, desde então Cilic deu uma guinada na sua temporada e passou a jogar como em 2014. Notável o fato de ele e Dodig terem vencido os irmãos Bryan e os franceses Herbert e Mahut, algo que deixa bem claro a versatilidade de Cilic e seu compromisso com o time, disputando todos os pontos importantes. O garoto Coric, por sua vez, tem seus altos oe baixos, mas ganhou duas vezes o quinto jogo neste ano..

O retorno de Del Potro deu outra cara ao time argentino, porque ganhou um verdadeiro líder e um tenista diferenciado. Mas não podemos esquecer que Leonardo Mayer e Guido Pella bateram a Polônia na quadra dura e depois Juan Mónaco e Federico Delbonis fizeram as simples no saibro italiano. Ou seja, não é um grupo espetacular porém homogêneo, mesclando experiência com recursos diversificados. Eles podem contar com o bom saque de Mayer ou com os spins dos canhotos Delbonis e Pella, conforme a situação exigir. Ainda falta uma dupla confiável.

Por isso, foi um susto, claro, quando Mayer entrou para substituir Delpo no jogo decisivo deste domingo. Só posso imaginar que a presença de Delpo na dupla de sábado já era baseada no fato de que ele estava esgotado do jogo da sexta-feira e não iria mesmo aguentar mais cinco sets.

Então foi para o sacrifício da dupla. Mayer, não devemos esquecer, já tem confrontos 10 disputados e 11 vitórias em 14 simples. Está em 114º por causa de contusão, porém beirou o top 20 no ano passado antes da tendinite no ombro. Essa rodagem ficou clara quando ele perdeu o primeiro set para Daniel Evans e jamais se desesperou. Jogou na verdade cada vez melhor. E vamos combinar: os britânicos continuam a ser um time de um tenista só.

A repescagem por sua vez confirmou Austrália, Bélgica, Alemanha, Japão, Canadá e Suíça no Grupo Mundial, enquanto Espanha e Rússia retornam à elite. Destaque para a surpreendente vitória dos reservas suíços, com ponto decisivo obtido por um garoto canhoto de 19 anos, Antoine Bellier.

E o Brasil saiu de Oostende sem qualquer vitória. O ato definitivo da tragédia coube à derrota de Thomaz Bellucci para o desconhecido Joris de Loore, 190º do ranking. Tudo bem, o piso não nos agrada e os belgas têm bons jogadores, tanto que foram finalistas da Davis no ano passado, mas o desempenho geral foi muito abaixo do que se esperava. A derrota na dupla, acima de tudo.

Ficamos no zonal americano de novo, desta vez ao lado de Chile, Colômbia, Equador, Peru e República Dominicana ou Barbados. Deveremos ser cabeças junto com os chilenos e assim disputar apenas uma rodada antes de outra possível repescagem.

A nota triste é ver a outrora poderosa Suécia tendo de disputar contra Israel quem irá cair para a terceira divisão. Com enorme dificuldade na renovação, escalaram os irmãos Elias e Mikael Ymer e perderam por 5 a 0 dos holandeses.


Comentários
  1. Fernando Vinicius

    Dalcim, o que você tem achado do calendário do Dominic Thiem?
    Nessa semana ele está jogando em Metz (ATP250), em seguida vai jogar: Chengdu (ATP250), Beijing (ATP500), Shanghai(ATP1000), Vienna(ATP500), Paris(ATP1000), e possivelmente o ATP Finals, ou seja, 7 torneios em 9 semanas.
    Confesso que não entendo o motivo de um calendário tão desgastante, com tantos torneios 250, já que ele só poderá somar pontos no ranking nos torneios maiores.

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    1. José Nilton Dalcim

      Bom, em Chengdu ele recebeu um belo cachê para substituir Tsonga, então acho que tem um pouco de tudo nesse calendário. Mas é um exagero, não resta dúvida.

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  2. Arthur

    Enquanto isso, Dalcim, em São Petersburgo o Wawrinka atropelou o encardido Rosol em dois sets: 6/3 e 6/1.
    Parece que o Stanimal voltou com tudo.

    Um abraço.

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  3. Alexandre Maciel

    Dalcim, qual é o prazo para a Federação Croata divulgar o local e o tipo do piso no qual disputarão a final? Você acha mesmo que vão optar pelo piso rápido coberto? Acho que o maior determinante será o clima local. O que acha?

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    1. José Nilton Dalcim

      O prazo geralmente são 10 a 15 dias após a última rodada. Não vejo possibilidade de ser outra coisa, Alexandre, já que final de novembro já é muito frio na Europa. Piso sintético é o que mais gostam Cilic, Coric e Dodig, então vejo como opção mais sensata.

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    2. Horacio

      Croacia está em problemas para apresentar um estadio. Existem só dois estadios cubertos com capacidade para mais de 12.000 pessoas. O Zagreb Arena e o Paladium em Split, mas os dois estão reservados para essa data para outros eventos.

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  4. Sônia

    “Já a questão da medicação é cinzenta. Se por um lado de fato há a questão da substancia dopante, do outro fica a indagação: se for uma substância que preserve a saúde do atleta ela deve ser proibida por ser doping ou mesmo suspender o atleta por dopagem?” Sensacional.

    “… ele chegou quebrando a banca; e nos dois casos, exatamente um ano após os tais 2009 e 2012 nos quais foram realizados os tratamentos…” Sensacional (2).

    Isso me alegra, os nobres colegas raciocinam e questionam também. O triste é ler que depois da confirmação do “legalmente dopado” 1 e 2, tem colega que ainda vem tripudiar com H2H. Sério mesmo? Não esqueça que se trata de um esporte entre “gentlemen”, ou seja, qual a vantagem em vencer dessa forma? É vergonhoso, ops… é imoral. Beijos.

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  5. Victor Martins

    Oi Dalcim, queria muito entender por que o Wawrinka fica disputando “ainda” vários ATPs 250 no ano. Ele acabou de ganhar o Us Open, e vai disputar o ATP de Moscow, sendo que os ATPs 500 Tókio e Pequim ja são próxima semana se não me engano. Eu acredito que ele deveria focar nos torneios maiores, com maior pontuação. Focar nos Masters 1000 por exemplo que ele só tem um. O que você acha Dalcim? Ou será que ele tá aproveitando que o cachê dele aumentou por conta do título do Us Open.

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que pode ser cachê, mas também pode ser uma determinação de manter o ritmo e ganhar o máximo de pontos possível para finalizar bem 2016 e pensar grande em 2017.

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    2. Vinicius Xavier

      Concordo com o Dalcim, e ele terá uma semana de descanso antes de defender o título no japão. Esse ATP250, se ele ganhar, serão em apenas 4 jogos, não é de todo ruim para que ele possa manter o ritmo. Considere que seriam apenas 4 jogos no mês de setembro inteiro.

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  6. Maurício Jr

    Sobre essa autorização para o Nadal poder tomar o tal medicamento, um dos requisitos é comprovar que ele não teria um substancial aumento do desempenho por conta disso. Ora, quando ele volta em 2013 voando e fazendo algo que nunca alguém tinha feito (ganhar os dois masters pré US Open e o próprio US Open), fica difícil argumentar que não houve um ganho substancial. O medicamento entra na lista da Wada porque teoricamente dá vantagem. A questão é como comprovar que ele não dá tanta vantagem assim. Aí é que parece que a coisa não foi bem feita. É possível que diante do excepcional desempenho do Nadal em 2013, a Wada e ATP tenham endurecido mais para se convencer que não haverá ganho substancial de desempenho. E talvez por isso que Nadal já não é mais o mesmo…

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    1. José Nilton Dalcim

      Claro, deve haver sim, mas estes casos específicos não têm fundamento. São relatórios médicos, que relatam tratamentos autorizados.

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  7. Luis

    Dalcim vc acha que o tenis se transformou nos ultimos anos um tenista sem grande fisico nao consegue estar entre os melhores? excessao Federer,Wawrinka que seu tenis nao exige tanto fisico

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      1. Alexandre Maciel

        Verdade, Dalcim. A capacidade técnica e a plasticidade de Federer meio que ofuscam um pouco seu excelente preparo físico. Ao vê-lo jogar todos acham que ele não precisa correr e nem precisa estar com o físico em dia. Engana-se quem pensa assim. O Tênis moderno não cede espaço para jogadores despreparados fisicamente.

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  8. Luiz Fernando

    Como não poderia deixar de ser, os eternos recalcados e os travestidos de fakes vem aí com essa balela de doping, desculpa cronica p explicar a freguesia imposta por Rafa ao seu queridinho. Se o fosse, seria um caso sui generis, o primeiro caso de doping com autorização do médico da WADA kkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E segue a mediocridade…

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    1. evaldo moreira

      ??????????????????, Você bem a matéria meu nobre colega, se não, é o seguinte: os hackers invadiram o site da Wada, e conseguiram pegar os relatórios médicos, sobre esse referido assunto do doping, e se acaso o senhor leu, peços desculpas, mas acho que você está se equivocando, há não ser, que algum colega do blog, o qual seja torcedor do Federer, e isso deu a entender a ti, que seria mera provocação.
      Li todos os comentários e não vi ofensa a respeito ao Nadal, e o próprio espanhol já se tratou de responder, ai vai da cabeça de cada interpretar o que o espanhol disse, pronto.

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    2. Mário Fagundes

      O problema, LF, é que essas histórias de doping há anos rondam Nadal, que sempre “colaborou” para isso. Como diz o velho ditado: “Onde há fumaça…”

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      1. Sérgio Cipriani

        Essas histórias de doping são choros e recalques criados por torcedores do Sr. Roger Federer, que apanha do Sr. Rafael Nadal, injustificavelmente, desde 2004.

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  9. jeremias

    Não tenho uma avaliação satisfatoriamente bem formada sobre o caso do Nadal( Na verdade, resisto a crer que fazendo isso um mega-star não perceba que só tem a perder com essas artimanhas torpes( falo de todos, de todas as modalidades), mas infelizmente o caso Armstrong foi um precedente de uma força tão esmagadora que decididamente colocou todo o esporte e Xeque, quer gostemos disso ou não). Só digo isto: para seu azar, justo nesse caso apareceram certas coincidências numéricas que contribuirão ainda mais para o aumento das “estocadas” dos seus antipatizantes espalhados pelo globo, os quais são muitos, precisamente porque são muitos os Federistas. Mas há um fato: ninguém pode julgar quem trás à baila essas coincidências. Como lembrado pela Sônia, em 2010 e 2013 ele chegou quebrando a banca; e nos dois casos, exatamente um ano após os tais 2009 e 2012 nos quais foram realizados os tratamentos…

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Não há o que se arguir contra fatos…

      Por sorte ou quem sabe justiça, pelo menos os hackers revelaram que o Nadal recebeu permissão pra tomar as tais substâncias.

      Só que tudo que é feito de maneira velada, sorrateira, inevitavelmente leva a críticas e acusações, algumas infundadas, outras não…

      Não tenho nada contra o espanhol e sempre o reconheci como um grande campeão, mas é fato que dentre todos os jogadores do circuito, as maiores suspeitas de doping sempre recaíram sobre ele.

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  10. José Eduardo

    Prezado Dalcim,
    A Suécia, em 1987, chegou a ter cinco tenistas entre os dez do ranking da Atp.
    Edberg, Wilander, Carlsson, Nystrom, Jarryd. Ainda, tinha alguns entre os 30 : Svensson, Sundstrom( que foi top ten em 84), Gunnarsson. Nos anos noventa a coisa já estava pior. Mesmo assim, emplacou Enqvist, T.Johansson, M.Tillstrom, J.Johansson. Depois, somente Soderling.
    O México e a Nova Zelândia vivem situação parecida. Já tiveram ótimos tenistas, mas não revelam ninguém há 20, 25 anos. Creio que a lentidão dos pisos seja um dos motivos ,no caso desses dois.
    Os EUA também não estão nada bem há um bom tempo. Veja os Eua em 1979, por exemplo: Connors, McEnroe, Tanner, Ashe, Gottfried, Solomon, Dibbs.(sete entre os dez do mundo – em simples, em determinado mês daquele ano)

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    1. José Nilton Dalcim

      Não acredito que seja a lentidão dos pisos em si – a Suécia gerou dezenas de tenistas bons no fundo de quadra – mas sim ao trabalho com as novas gerações.

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  11. Sônia

    Lógico, na minha opinião, voce é o cara mais inteligente desse blog. É óbvio que o espanhol sempre fez uso de “poções mágicas”, basta ver a diferença física e o desempenho nas partidas. Realmente cada um tem o “herói” que merece. Tratou em 2009 rsrs e em 2010 voltou “voando”. Isso é óbvio demais. Agora o que perturba é a “proteção” daqueles que deveriam punir, gerando papéis, gerando nomes de supostas substâncias (dinheiro compra tudo), gerando autorizações para “mascarar” os fatos, ou seja, que mundo hipócrita. Já há uma americana delatada pelos hackers se complicando pois o médico indicado tem passado nebuloso rsrs. Infelizmente não podemos contar com uma mídia inteligente e investigativa como ocorreu com Lance Armstrong mas felizmente temos os hackers russos. Óbvio que o caso Sharapova foi uma retaliação política. Obrigada russos, por atirar a farofa no ventilador. Beijos.

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    1. Mário Fagundes

      Sônia, você me fez lembrar a final do USO de 2013 entre Nadal e Djokovic, ocasião em que o sérvio quebrou o saque do espanhol após executarem 54 trocas de bola. Ofegante, exausto, Djokovic não conseguiu confirmar a quebra em seguida. Do outro lado, Nadal estava inteiro (como se o jogo tivesse apenas iniciado), venceu a partida e levou pra casa o 13º caneco de GS. Jamais esqueci aquilo. Após 7 ou 8 meses de afastamento “por contusão” em 2012, Nadal fez o mais espetacular retorno de um atleta, fazendo a meu ver, em 2013, o melhor ano de sua contestável carreira.

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    1. José Nilton Dalcim

      No US Open, você quis dizer (se bem que ele foi campeão juvenil de duplas em Wimbledon e vice de simples em Paris). Notável. Já fiz um blog inteiro sobre ele no ano passado. Assisto a muitos de seus jogos. Grande promessa.

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  12. Sérgio Ribeiro

    Os comentários nos dois Posts, foram todos de acordo com os Temas propostos, Caro Dalcim. Baseados numa possivel conquista Hermana e seus percalços. E nas performances de Andy, Juan Martin e Cilic. Sinceramente nao vejo discussões enfadonhas. Se o rapaz nao concorda e’ problema dele. Dai a palavras ofensivas existe uma enorme distancia. Me surpreende suas colocações. Abs!

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    1. Rodrigo S. Cruz

      O Dalcim tem toda razão, pois houve sim troca de ofensas.

      Poupe o cinismo, que não há ninguém ingênuo aqui.

      Houve e vc começou.

      E isto pra mim é irrelevante, pois eu não deixo passar sem resposta, MESMO!

      Agora vc vem e diz, com a mesma arrogância:

      “Se o rapaz não concorda, o problema é dele”.

      Até parece que vc detém algum monopólio da informação aqui, de modo que outra pessoa deva concordar com o que vc escreve, né. Até parece.

      O que vc deveria dizer era: “se um não concorda com o outro, o problema é dos dois”.

      Fica a dica.

      E procure me esquecer um pouco, pois já enchi a cota de paciência contigo, por um bom tempo…

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    2. Sergio Ribeiro

      Muitos nao concordam com as minhas opiniões , Caro Dalcim. Nem mesmo o Blogueiro. Em vez de Cinismo coloquei claramente um Ponto Final. Nao publicar comentários entre os dois quem ? Participo deste Fórum a mais de 6 anos inclusive quando nao havia moderação. Alguns que entraram de Para-quedas, costumeiros passadores de recibos estão sendo levados a serio pelo mediador experiente para minha grande surpresa. Mas esta’ no seu direito. Espero que em relação ao Circuito e suas nuances permaneça o direito sagrado da opiniao. Mesmo com a baixa performance de Federer e Nadal , tudo leva a crer que que novamente a faixa dos 4200 Pontos continuara’ a ser a garantia de presença no TOP 8 rumo a Londres. A se confirmar, Novak, Andy, Stan,Raonic e Kei ja’ asseguraram seus lugares. De Rafa a Cilic , o couro vai comer ( Thiem que fique esperto) . Abs!

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      1. José Nilton Dalcim

        Acho apenas que a discussão paralela em que sobram termos pejorativos de parte a parte precisa ser encerrada, Sérgio. Quanto aos demais comentários, são bem vindos.

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  13. Marquinhos

    A batata do frango miura esta esquentando…………………..Ta esquentando, esquentando e chegando perto…………….. Em breve teremos novidades a respeito de dopping e etc.

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    1. Renato Vieira

      Com tantos atletas e tenistas com os dados publicados, você só consegue enxergar o tal do frango miúra? Existe paixão, existe amor e existe isso que você sente.

      No mais, falaram e falaram destes vazamentos, e até agora não teve nada de surpreendente.

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      1. Jeosan

        O Djoko foi o campeāo de Roland Garros 2016 e foi campeāo no Us Open em 2011 e 2015. Wawrinka vem conseguindo a incrível façanha de ser campeão de pelo menos um GS por ano nos últimos três anos. Djoko foi campeão de três GS somente em 2015, além de ter sido campeão em dois Gs em 2016 e campeăo de quatro master 1000 no ano em curso. Isso é que é consistência, o resto é conversa mole.

        Responder
      1. Márcio Souza

        Chega a ser hilario como alguns torcedores do Djokovic ainda acreditam que ele pode superar o Federer em titulos de Slam ou semanas na liderança.

        Djokovic meus caros ja vem apitando na curva, o gás esta acabando, a conta chegou de todo o esforço que ele retirou do seu fisico franzino mas que com certeza chegou no limite.
        Creio que ainda que nos proximos 2 ele ainda conquiste mais uns 5 Masters 1000 ou mais uns 2 Slam e só, e depois meus amigos veremos um tenista como Ferrer em quadra, com muita disposição mas com títulos importantes que é bom nada.

        Djokovic é um excelente tenista sem dúvida, um dos 5 maiores de todos os tempos com certeza, porém depende muito do físico para jogar em alto nivel assim como Nadal, mas quando o fisico não esta la essas coisas, se torna um tenista totalmente vencivel.

        Ano que vem pelo primeiro semestre que fez esse ano, ele não vai conseguir segurar a liderança…e ai veremos de fato os seus torcedores preocupados e roendo as unhas se perguntando onde foi parar o comedor de figado, melhor devolução do circuito, mental mais poderoso da Terra, chega em todas as bolas, maratenista, etc.

        Como eu disse ele é um excepcional tenista, mas a conta chegou e o que ja era pra ser 14 Slam como o Nadal, mas o Wawrinka não deixou, então o negócio azedou e a máquina de jogar tênis parou de funcionar.

        Ou vocês acham que ele com 30,31, 32, 33, 34 ou 35 ainda vao estar chegando em finais de Slam e Masters como o GOAT?

        Piada ne…kkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Responda-me por favor, qual o tenista – quer dizer – atleta, não depende do físico para se sobressair, ou melhor, vencer?
          Piada é comparar Djokovic a David Ferrer, com todo respeito ao espanhol. Há quanto tempo Nadal ou Federer não vencem um Grand Slam?
          Se você falar em físico, digo que Federer, entre 2014 e 2015, por três vezes, apenas não venceu o jogo final nesses eventos, e em 2016 fez uma semi, então, físico não foi o problema dele.

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  14. Victor Martins

    Eu sou Brasileiro, mas tô torcendo pra Argentina na final da Davis. Por causa do Del potro. Acho que ele, por tudo que ele passou nesses últimos 2 anos, seria um presente, pra coroar essa volta por cima, quer dizer, essa lição de vida.
    Acho que o Delpo transcende um pouco essa rivalidade entre Brasil e Argentina, e pra quem gosta de Tênis, e acompanha todo o circuito o ano todo, ele mereçe mais do que qualquer um esse título. Vou ficar na torcida.

    Responder
  15. Rafael Arouca

    Dalcim, assisti alguns jogos do André Sá no US Open e você acha que seria uma boa
    pra ele continuar a parceria com o Guccione ou trocar? Falo isso porque o Guccione
    tem habilidade na rede, uma mão firme pra volear mas o ”aspecto físico” não colabora
    muito, apesar de eu ter a impressão que eles se dão muito bem, um fator importante
    pra continuarem juntos – em duplas é fundamental ambos se darem bem.
    Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eles têm obtido alguns bons resultados, Rafael, mas eu ficaria mais satisfeito em ver o André com um parceiro melhor que o Guccione. Não é simples, porque muitos têm compromisso e uma dupla formada, mas quem sabe ele ainda consiga alguém bem legal.

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acho que o primeiro ponto era o ranking baixo de Demoliner, o que limitava a participação da dupla (você sabe que a entrada se faz com a soma dos rankings dos dois tenistas). Outro pode ser a pouca experiente do gaúcho num nível mais alto de competição. Mas certamente teríamos de ouvir deles.

          Responder
          1. Rafael Arouca

            Concordo com você Dalcim e por isso a pergunta que fiz. André Sá está jogando bem
            e um parceiro melhor acho que ele tem sim capacidade de alcançar resultados melhores.
            Abraço

  16. Arthur

    Na torcida aqui pela Argentina, Dalcim.
    Tomara que os hermanos levem dessa vez.
    Seria uma satisfação imensa ver o Delpo ganhando a Davis e se igualando, pelo menos nesse quesito, aos cinco maiores nomes dos últimos tempos.

    Um abraço.

    Responder
  17. Sergio Cipriani

    A Croácia é mais difícil que a Grã-Bretanha, por razões óbvias. Os britânicos tinham suas esperanças em Murray para três pontos. Não haveria margens para erro. Uma falha de Andy, e deu mo que deu. A Croácia pode perfeitamente vencer com duas derrotas para Del Potro. A dupla argentina não é lá essas coisas, caso fosse, o Capitão argentino não teria corrido risco de escalar Delpo para as duplas. Com Dodig, a tendência é ser um ponto certo. O Cilic bater o número 2 argentino também não me parece grande coisa. E ficaria para os números 2 de cada país decidir. E aí, sou muito mais Coric ou Karlovic do que Pella e Delbonis. Mas ainda assim haveria equilíbrio. Sem contar que Delpo x Cilic vai ser um pega pra capar e mesmo o argentino sendo mais favorito, o croata tem bagagem e grandes títulos no currículo. Dependendo do estado do Del Potro para um segundo jogo, após a batalha contra Marin, até uma derrota para o 2 croata não seria absurdo. Dalcim, se fosse apostar um dólar, acho que nossos hermanos vão acabar falhando em sua quinta tentativa, mas vale a torcida! Abs!!

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    1. Carlos Henrique

      Sérgio, se não me engano o Karlovic se “aposentou” da Davis. Faz alguns anos que não joga mais pela Croácia.
      O nº 2 croata será, salvo contusão, o Coric mesmo.

      Responder
  18. O LÓGICO

    Hackers divulgam que Nadal consumiu substâncias dopantes KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Aí o robozinho responde: “Se tomei alguma coisa é porque pedi permissão e esta me foi concedida. Se me dão permissão, isto deixa de ser proibido e ponto final”. Calma lá, robozinho, você sabe com quem tá falando? kkkkkkkkkkkkkkk Você tá falando com o LÓGICO kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkEntão se me autorizarem a dar uma cheirada na branquinha isso significa que cocaína deixou de ser droga ilícita? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Também se argumenta que a autorização para tomar a betametasona deu-se por força do tratamento do joelhinho de pombo kkkkkk Mas podemos inverter toda a lógica, de um ponto de vista logicamente válido: não é que ele foi autorizado a tomar betametasona porque parou de jogar por conta do problema no joelho e precisava dela para tratamento, mas, sim, que ele tomou betametasona, parou por suspensão e alegou-se, para cobrir a farsa, que ele foi autorizado a tomar betametasona para fins clínicos . No que é mais crível acreditar? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Responder
    1. Miguel Bsb

      A canabis, ou seu principio ativo, o THC, é ilegal e proibida no Brasil, mas, se você conseguir autorização dos órgãos competentes para adquiri-la e utilizá-la (como para fins medicinais, por exemplo) então nesse caso deixa de ser um ilícito. Portanto, sua argumentação é totalmente ILÓGICA.

      Responder
      1. O LÓGICO

        Errado Miguelito kkkkkkkkkkkkkkkkk Quando falei em autorização, não estava me referindo à questão forma-legal, mas a uma autorização não pública e normatizada. Então tudo foi feito na moita kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Tanto assim que só foi divulgada agora, e por Hackers kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder
  19. Rodrigo S. Cruz

    O cansaço do Delpo na final olímpica era mais do que esperada, era certa.

    Ganhou de verdadeiros “maratenistas” como Djoko ( 2 tie-breaks) e Nadal (1 tie-break) e com placar de 2 sets a 1.

    Era evidente que se pegasse o último representante do maratênis, além de tudo em 5 sets, não ia dar conta mesmo…

    A chave dele foi muuuuuuito, mas muuuuuuito mais desgastante que a do Murray.

    Mas não é só.

    O cara ficou de fora do circuito por 2 anos, e é um tenista muito alto e pesado. É óbvio que não só iria como irá precisar de um trabalho de pernas muito mais apurado para competir em alto nível durante toda sequência de um torneio…

    Coisa que ele mesmo declarou, admitindo inclusive instando que não está apto par correr por muitas horas, contra os grande jogadores atuais.

    Mas “neguim” tem a pachorra de vir dizer que Murray o venceu porque foi mais (abre aspas) “estratégico” do que ele. Kkkkk

    Só rindo mesmo de um argumento tão débil…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      E desde quando um Tenista que possui um poderosíssimo ( Patada Atômica ) Forehand , ser obrigado a se deslocar lateralmente, nao e’ um Plano Tático bem executado. A pedido do Blogueiro, eleve o nivel . Abs!

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Óbvio que a execução do plano tático de um tenista será otimizado pela exaustão física já presente no seu adversário.

        E o blogueiro pediu pra você elevar o nível TAMBÉM.

        Responder
  20. diego adrian

    Aos amigos brasileiros, já que não gostam da dupla Soares – Melo eu não me importaria com que eles se nacionalizem argentinos. Afinal argentina sempre pecou de não ter uma boa dupla. Com os singlistas que temos, Delpo, Mayer, Delbonis, Pella, Schwartzman (e proximamente Renzo olivo e Pedro Cachin) se tivessemos o Soares-Melo de duplistas colecionávamos varias Copas Davis na sequencia. E já que Brasil está com problemas nos singles poderiamos trocar a dupla de vocês por alguns singlistas tipo Monaco, Berlocq, Zeballos, Bagnis, Arguello, ou até Vellotti que dias atrás venceu o challenger de Curitiba. Viva o Mercosul!!!!.

    Responder
    1. Fabio

      Bellucci tá mais bem ranqueado que muito desses caras, todo mundo esqueceu das olimpíadas… mas concordo com vc, brasileiro é um povo ingrato… ser vice na F1 é fracasso, ser top 50 é fracasso, ganhar 2 grand slam de duplas em um ano e perder um jogo, fracasso…

      Responder
    2. Marcelo

      Monaco em forma é titular tranquilamente no Brasil, e acho que na Argentina também disputa uma vaga, embora provavelmente seus melhores dias tenham passado. Os outros citados são jogadores de nível challenger, melhor apostar no Monteiro mesmo rs.

      Responder
  21. marcocam1

    Olá Dalcim, fugindo do assunto do post, gostaria de saber como o mundo do tênis (esportistas, federações, público, jornalistas…) está reagindo ao vazamento de informações da WADA sobre autorizações médicas concedidas a atletas de nível como Nadal e Serena?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que estão reagindo do mesmo jeito que a maioria do mundo esportivo em geral: sem dar exagerada importância. O que se está divulgando são relatórios médicos dos atletas, e não casos de doping supostamente detectados e não divulgados. São coisas muito distintas.

      Responder
  22. Luis

    Dalcim o que vc acha do Wawrinka tem muito talento mas a concentracao so’ consegue em alguns torneios nos Grands Slams mas ele parece ter cabeca melhor e confianca que promessas como Raonic,Nishikori,Kyrgios rs,pegando o assunto do Luiz Fernardo comentou rs

    Responder
  23. Sônia

    “Os caras que se prestam a sacrificar sua vida pessoal, sua carreira, seu dinheiro, seu calendário, seus objetivos para trazer alguma alegria a esse bando de debilóides são verdadeiros heróis.”

    Como diz o ditado: “cada um tem o herói que merece”.

    Na boa, sério mesmo?

    É Dalcim, parece que nem desenhando. Triste demais. Beijos.

    Responder
  24. Marco Dias

    Torcendo muito para o título argentino. Eles merecem! Achei incrível as imagens da torcida. Parecia futebol! Que inveja (boa). Demonstra o quanto eles amam o tênis e explica talvez porque, hoje e historicamente, eles tenham muito mais tenistas de destaque mundial que a gente.

    Abs!

    Responder
  25. André Borges

    Passei o ano lendo coisas do tipo:
    – “Não dá, não tem como chegar em lugar algum na Davis com um cara amarelão, ridículo e sem nenhuma estabilidade emocional com o Bellucci. Incrível como esse cara é apático, não acerta nada, se deixa abater. Nunca vamos ganhar nada com esse cara”
    – “Não tem cabimendo convocar o Feijão, esse cara não deu em nada, é horroroso, chega a dar pena. Com a bola e a garra do Rogerinho ao menos um ponto ele teria conseguido com certeza.”
    – “Noossaa esse Rogerinho é ridículo. Quem foi que falou pra esse cara que ele joga tênis? Onde o capitão está com a cabeça pra convocar um cara horrível como esse e deixar o Thiago Monteiro de fora? O Monteiro está voando, é novo, cheio de gás e fica de fora pra dar lugar pra um cara que mal sabe pegar na raquete”.
    – “Uma vergonha esse limitado cearense (upgrade do Rogerinho), só não passou mais vergonha porque não deixaram ele jogar o quinto jogo”
    E por fim, como não podia faltar:
    – “Incrível como o Melo não consegue render, está muito mal, tem um ranking bom, mas não consegue render. Sei que seria esquisito não convocar, mas o André Sá está atravessando uma fase melhor”
    Em anos passados ouvi também que o Saretta era ridículo e não tinha a menor condição de ser convocado, o Mello era ridículo e não tinha a menor condição de ser convocado, o Thiago Alves era ridículo e não tinha a menor condição de ser convocado, o Clezar era ridículo e não tinha a menor condição de ser convocado, etc, etc, etc.
    Os caras que se prestam a sacrificar sua vida pessoal, sua carreira, seu dinheiro, seu calendário, seus objetivos para trazer alguma alegria a esse bando de debilóides são verdadeiros heróis.
    Por isso entendo e inclusive apoio jogadores de futebol que se naturalizam para jogar por outros países ou que não finjem contusão pra não jogar pela seleção. Jogadores de basquete que recusam a seleção para priorizar a NBA, tenistas que abandonam a carreira em troca de uma bolsa de estudos em um universidade americana, o Lindell que correu virar sueco em troca de apoio e incentivo. Acho que estão 100% certos.

    Responder
      1. André Borges

        Lógico que não muda o fato de serem limitados e claro que podem ser criticados. Mas será que é tão difícil criticar com justiça? E mais ainda, será que é tão difícil reconhecer as limitações e ter expectativas realistas? A minha crítica é em relação à esquizofrenia da torcida brasileira. Feijão é ridiculo, tem que convocar o Rogerinho. Rogerinho é bisonho, tinha que convocar o Monteiro. Monteiro é horroroso só podemos contar com o Bellucci. Bellucci é horrororo só podemos contar com a dupla. A dupla não rende tem que convocar o André Sá…. Haja saco. Se sou eu faço como o Alexandre Pato. Vou e faço o que dá sem maiores esforços. No dia seguinte não leio jornais nem internet e nem vejo TV e vou curtir meu $ com a Fiorella Mattheis. Puta torcida chata.

        Responder
        1. Renato Vieira

          Cara, concordo plenamente com você.

          Além de subitamente excluírem os adversários e suas qualidades da equação, simplesmente esquecem de todas as vitórias que esses mesmos tenistas proporcionaram. Se não foram muitas, pelo menos foram marcantes. Como contra a Espanha ou quando Feijão jogou por 6 horas até sucumbir a um jogador claramente melhor que ele em todos os fundamentos.

          Esse tipo de pensamento é muito parecido com a galera do futebol que perde 3 jogos e já pede pra trocar o técnico.

          Responder
          1. André Borges

            Exato, você tocou no ponto exato. Os jogadores são limitados? Sim, ninguém aqui é Federer. Será que é tão difícil criticar com justiça e não falar bobagens? Será que é difícil reconhecer que do outro lado tem um adversário que também está ali pra dar o melhor? Me irrita como as pessoas se esquecem com facilidade. “Talvez o Melo não devesse ser convocado”. Qual o nexo em não convocar o numero 3 do mundo, ex numero 1 do mundo e vencedor de Slam? O caso do Feijão é um ótimo exemplo. Ele é limitado, não vai ganhar sempre, como o pessoal se esquece tão fácil do confronto que ele disputou contra a Argentina? A próxima vai ser a Teliana, vão começar a encher o saco dela. Com as condições físicas dela, com as dificuldades que enfrentou, com um jogo frágil baseado em coração e garra e com a flagrante limitação técnica ela conseguiu o que conseguiu. Enfrentar uma Serena numa quadra central e correr como uma desgraçada atrás de todas as bolas sabendo que sua chance de vencer era praticamente nula, que simplesmente confirmar games já seria uma tarefa árdua e mesmo assim deixar TUDO na quadra. A Teliana não tem mais obrigação de vencer um único game até o fim da carreira dela. E mesmo assim logo ela vai começar a ouvir que é ridícula, que não sabe pegar em uma raquele, que é bizarra, etc. Queria saber quem aqui chegou a ser o 45º melhor do mundo em sua respectiva profissão.

  26. Arthur

    Completamente off-topic, Dalcim, mas que historia estranha essa do Nadal, hein?
    Você acha que isso pode de alguma forma resultar em punição pra ele?

    Um abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Nada estranho, Arthur. Não vamos confundir as coisas. Ele estava sob tratamento e listou os medicamentos receitados. Foi autorizado a usá-los. Essa é uma norma da Wada.

      Responder
      1. Jeremias

        Tudo bem, podem ter sido tratamentos feitos dentro da devida legalidade, mas que o conceito em si de “dopping autorizado” é estranho, isso é. É como se os cartolas dissessem: “ok, já que o pessoal usa mesmo certo rol de susbstâncias não previstas, vamos dar uma aliviada e inventar a noção de “liberação com restrição”, ou “liberação assistida”. Anyway…

        Responder
          1. André Borges

            Ahhh não Dalcim. Aí eu discordo. É lógico que é dopping autorizado. A substância é dopante, consta na lista de substâncias proibidas. O fato do atleta precisar usar a substância dopante para fins terapêuticos não tira a característica dopante dela. Tanto é que está na lista de proibições. E se ele recebe autorização para uso médico é dopping autorizado, óbvio. Porque a substância dopante não vai se limitar a agir apenas na necessidade do atleta, ela é ingerida integralmente com todas as suas propriedades dopantes exatamente pelas quais ela foi proibida. Então a partir daí já começa a ficar fácil, porque basta eu ter o médico correto, o laudo correto, o diagnóstico correto para conseguir uma autorização. Se for assim libera para todo mundo então…..

          2. José Nilton Dalcim

            André, se o atleta está contundido e sob tratamento médico, ele não está competindo. Então não está usando a substância como uma vantagem sobre o adversário. Esta é a questão básica sobre doping. Vejo muita confusão em cima disso.

          3. Rafael Wuthrich

            Acho que são duas questõs sobre o caso Wadaleaks. Primeiro lugar a divulgação: concordo inteiramente com Nadal, se é autorizado, por que diabos o sigilo? Não faz nenhum sentido, e cria fumaça onde não há nenhum fogo. Evidente que há questões que devem ser preservadas, mas creio que, até para evitar especulações indevidas e julgamentos precoces, a medicação autorizada deveria ser pública, para o interesse do esporte.

            Já a questão da medicação é cinzenta. Se por um lado de fato há a questão da substancia dopante, do outro fica a indagação: se for uma substância que preserve a saúde do atleta ela deve ser proibida por ser doping ou mesmo suspender o atleta por dopagem? Não faz sentido pra mim.

          4. bruno

            Estou por fora Dalcim,mas há outras formas de tratamento,outras medicações,agora quem garante que o uso dessas substâncias não foi para outros objetivos?a agência no caso atesta e avalia o indivíduo para liberar os medicamentos?

          5. Miguel Bsb

            O que esse pessoal não consegue entender é que os esteroides anabolizantes foram criados e desenvolvidos precipuamente para utilização com fins de recuperação e tratamento clínico, como por exemplo, para o tratamento de doenças que causam perda de massa muscular e peso corporal (doenças imuno supressoras, tratamentos de câncer, etc…ou para debilidades físicas, atrofia muscular, tratamento de graves lesões…
            Como os mesmos em geral elevam a capacidade física de atletas fora de tratamento de saúde, concedendo-lhes vantagens indevidas e injustas, nesse caso são tratados como doping.
            Com efeito, a partir do momento que um atleta gravemente lesionado recebe a prescrição médica para seu uso, fora do período de competição, e recebe autorização médica para tanto do órgão regulador maximo, de maneira alguma essa situação pode ser considerada como um caso de doping.

          6. André Borges

            Não está competindo mas está se beneficiando. Tendo uma recuperação mais rápida do que seu organismo proporciona, evitando longo tempo de inatividade, evitando perder grandes torneios. Fora que as drogas dopantes demoram as vezes meses até sair do corpo, ou seja em algum momento ele vai jogar com resquícios da droga no corpo tendo vantagem sobre os outros. É aquela velha tática do Nadal, se machuca, distribui laudos e mais laudos, recebe autorização para tomar tudo que quer e depois volta de contusão voando, ganhando tudo. A Henin fazia a mesma coisa com aposentadoria. Se aposentava, ficava um ano fora, logo nao era testada nesse período, depois retornava voando. Discordo, discordo e discordo.

  27. Eduardo

    Não sabia que o Leonardo Meyer tinha caído tanto no ranking por contusão. Depois do primeiro set contra o Evans a diferença entre os dois jogadores ficou cristalina. O hermano tem muito mais bola, em todos os golpes de base e principalmente no saque.
    Dalcin, há favoritos num confronto entre Delpo e Cilic (porque acho que aí estará a chave da final)?
    Quanto à apresentação de Belucci e cia, decepcionante!

    Responder
    1. Horacio

      No histórico Delpo ganhou 8 contra 2 que ganhou Cilic (as dois com Delpo com problemas fisicos) . Mas melhor que continuem considerando favorito a Cilic assim funcionou contar Djokovic, Nadal, Wawrinka e Murray.

      Responder
  28. Sônia

    4 a ZERO, incrível, nem um esforcinho para conseguir um pontinho. O problema não é perder, mas a forma como perde. Na minha opinião, vergonhoso. Só não foi 5 a 0, pois acharam melhor evitar que o limitado cearense (upgrade do Rogerinho) fosse massacrado e humilhado ainda mais. Dalcim, como voce foi bonzinho em seu post, já está acostumado com o desempenho pífio desses nossos tenistas que nem esquenta mais a cabeça né não? Depois das declarações dos duplistas (ridículas), depois da segunda derrota do Bellucci e ainda com um sorrizinho no rosto (vergonhoso, foram para a Bélgica para passear), não pude deixar de vir aqui e comentar. Sabemos que carreira particular é uma coisa, o tenista pode ser um loser, um freguês, um zé mané, que o problema sempre será dele, pois quem paga as contas dele não somos nós. O quanto ele ganha, as derrotas ou vitórias, só interessará a ele, sua equipe e familiares. Agora, quando se representa um país, há de se ter garra, determinação, responsabilidade para representar bem o país. Afinal de contas, estão sendo pagos para tal, ou não? Será que estão ali de graça? Será que estão ali por amor ao país? rsrs. O que assisti nesse fim de semana, foi constrangedor, nunca senti tanta vergonha. Será que só eu senti isso? Os tenistas belgas nos humilharam. A humilhação foi tanta que até a torcida nos ironizou “dançando sambinhas” da minha terra amada, idolatrada, salve, salve… mas infelizmente acredito que os seres que estavam nos representando não conseguiram discernir tamanha humilhação, aliás, nem com power point entenderiam. Vergonha. Só restou a eles as famosas entrevistas com as mesmas justificativas. Esses tenistas se contentam com pouco, com muito pouco, assim como a maioria dos atletas “brasileiros” (??) que representam nossa nação. Aaaah Dalcim, deve haver algum profissional sério, alguém competente nesse meio que queira modificar esses vexames constantes. Será que não há ninguém? Poderia começar dando um BASTA nesse papinho de que não há investimentos nesse esporte, dando um BASTA nesses tenistas que sempre encontram “desculpas” para justificar os erros grosseiros, um BASTA aos tenistas que sempre culpam o tipo de piso, um BASTA aos tenistas que toda hora enfatizam a origem humilde, passado difícil, a falta de apoio, bla bla bla bla…, um BASTA aos tenistas que “não se entrosam” porque não jogam juntos, um BASTA aos tenistas que não se entrosam porque… “tô de mal”, um BASTA aos tenistas “tipo Bellucci”, um BASTA nessas malditas “PANELINHAS”, um BASTA aos técnicos “passivos”, um BASTA nessa mídia política que sempre tenta amenizar esses vexames. Enfim, um grande BASTA. Inacreditável. É vergonha no feminino, é vergonha no masculino, cruz credo, até quando. Creio que só DEMITINDO todos, equipe técnica, tenistas, diretoria, cargos comissionados, … e mudando verdadeiramente a filosofia de trabalho (vergonha na cara), que talvez algo mude (sonho). No mais, creio que segunda divisão é até demais para esses tenistas. Para eles, terceira divisão seria o ideal. Sem mais, perdão Dalcim, é apenas a opinião de uma torcedora indignada. Mudando de assunto, ao contrário de voce, torcerei muuuuito para mais um vice argentino rsrs. Beijos.

    Responder
    1. beto

      Olá, Sônia! Compreendo sua indignação, sua decepção, sua raiva e tudo mais que expressou, mas vivo batendo na mesma tecla: não devemos criar grandes expectativas com a equipe brasileira! Nosso melhor tenista nunca passou de uma terceira rodada de Slam, nunca venceu um ATP 500! Nosso segundo melhor tenista, qualquer que seja ele (Tiago, Feijão, Rogerinho, Clezar) está infelizmente abaixo do Belucci. Resta-nos a dupla, que joga sempre com a faca no pescoço, pois sempre contamos com a vitória dela para termos alguma chance de classificação. Por favor, comparem com as outras equipes e, sinceramente, respondam: de quem podemos ganhar com esse time? Agora, imaginem o Brasil sem o Belucci, sem a dupla mineira… Piorou, né? Não temos saída, somos refém dessa safra. Somos melhores que o Equador, mas piores que muitas, muitas equipes, nem vou listá-las. Os jogadores poderiam lutar mais, resistir mais? Poderiam, mas insisto: quem podemos derrotar com o time que temos?

      Responder
    2. Renato Vieira

      Então quer dizer que sua metodologia de trabalho é “vergonha na cara”? Faça-me o favor né.

      Quando esses mesmos tenistas ganharam da Espanha ou lutaram até a última gota de suor contra a Argentina, com ótimos jogos, você falou o que? Que tava com vergonha também? Se tivessemos perdidos por 3×2 ou 3X1 seria diferente? Não teríamos caído também? Se o Monteiro tivesse marcado 1 ponto você teria falado assim dele?

      Todo mundo sabe que o Bellucci perde pra jogador 200 posições abaixo dele. Todo mundo critica ele por isso. Mas ninguém critica quando ele enfia 6X0 no Djokovic ou ganha um ATP 250. Ele tem evidentes limitações que não vão ser sanadas. Não tem como. Mas dá uma olhada no ranking e veja quantos jogadores tem 4 títulos de ATP 250. Não são muitos. Não é grande coisa obviamente, mas não é nada desprezível.

      Talvez você devesse se preocupar com você mesma. Se preocupar de onde vem toda essa vergonha. Isso é só um torneio de tênis. Nada mais. Se você ta incomodada com esses jogadores (1 deles ganhou 2 Slam esse ano, só pra avisar) deixe de torcer. Não é tão difícil.

      Responder
      1. Gildokson

        Poxa vida, esse é um típico pensamento de torcedor que se contenta com pouco (assim como alguns atletas) como é que você pode citar um 6/0 que o cara aplicou em um set de um jogo PERDIDO para o Djokovic. Tudo bem… ótimo resultado difícil meter 6 games a 0 no melhor tenista do momento e tal… mas meu amigo, ele perdeu o jogo, parem de se contentar com pouco, precisamos de mais gente pensando como Isaquias Queiroz que disse “Entrei nas olimpíadas pra conseguir três medalhas” e conseguiu! Esse sim é um pensamento vencedor, sem esse papinho de recursos isso, falta de apoio aquilo…
        Eu concordo plenamente com a Sônia, e tem diferença sim perder por 4/1 ou 3/2 tanto é que você mesmo acabou de citar uma derrota onde o cidadão perdeu mas tinha ganho um ser dando pneu.

        Responder
        1. Renato Vieira

          Gildokson, em primeiro lugar, eu não tenho que me contentar com nada. Não sou eu que estou jogando, não sou eu que estou perdendo ou ganhando. Eu torço pro Brasil ganhar na Davis do mesmo jeito que torço pro Bellucci ou pro Marcelo Melo ou a Teliana ganharem. Não tenho nada de patriotismo. É apenas torcida. Por isso torço pro Federer, Murray, Nadal, Wawrinka, etc. Torço pra ver bons jogos. Pra isso eu fico parado na frente da TV assistindo. Se o jogo tiver ruim, independente de quem está jogando, eu vou assistir outra coisa.

          Segundo: Mesmo que eu tivesse direito de exigir alguma coisa – e ninguém tem – eu não exigiria que nenhum jogador ganhasse nada. Eu tenho o direito (e não o dever) de torcer apenas. Quem sou eu pra exigir que uma dupla ganhe obrigatoriamente tudo? Qualquer um pode até ficar descontente se a equipe jogar mal ou parecer desinteressada (eu não vi os jogos então não posso opinar nisso), mas daí a azucrinar com tudo e ficar exigindo “vergonha na cara” é de uma insensatez absurda. E eu não exigiria mais do que eu sei que alguém pode oferecer. Existem limitações.

          Você se foca no 6X0 que eu citei do Bello, mas que ele perdeu o jogo. Alguém tem que vencer meu filho. Perder pro Djokovic não é vergonha pra ninguém. Jogar mal é sim motivo de preocupação. Quem joga sabe bem disso. Eu citei os torneios que ele venceu também? Você notou? Ele tinha obrigação de vencê-los também? Eu não esperava que Bellucci muito menos Monteiro vencessem o Goffin no piso duro na Bélgica. Se fosse no saibro até daria pra pensar, ainda que difícil. Pra mim já começou 2X0 pra eles. Qualquer outro ponto e já estaria terminado. Difícil ver a dupla perdendo? Com certeza. Mas não é a primeira nem a última vez. Tenho quase certeza que eles tem “vergonha na cara”.

          Não entendi muito bem o exemplo do Isaquias. Já que ele falou que iria conquistar 3 medalhas isso quer dizer que ele tinha obrigação? Se ele tivesse ficado em 4º lugar você estaria citando esse exemplo aqui? Ou se ele tivesse ganho apenas 2 medalhas? Ele teria menor mérito?
          O time feminino de vôlei era o total favorito ao ouro, mas perdeu um jogo pra um time evidentemente melhor. Elas tinham obrigação também? Ou eram as chinesas que tinham obrigação? Faltou vergonha na cara?

          Se você acha que falta de recursos é papinho, então é fácil acreditar que os espetaculares times de natação dos EUA ou Austrália por exemplo treinaram em lagoas. Ou também o Andy Murray treinava com frigideira no lugar de uma raquete.

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  29. Luiz Fabriciano

    Mestre Dalcim, quanto ao nosso time, essa geração tem que dar lugar a outra para termos esperanças novamente. O problema maior é que “a outra” não está despontando. O que me agradou muito aqui no Blog nessa rodada da Davis, foram os inúmeros comentários torcendo para os argentinos irem à final e se sagrarem campeões. Que bom que deixamos de torcer contra alguém por puro preconceito.

    Responder
  30. Santos

    As coisas para o tênis brasileiro não vão nada bem! Quanto a derrota nas duplas, tanto para a croácia quanto para a Bélgica, o ponto destoante foi o Marcelo, curioso já que tem melhor ranking, mas pessoalmente acho o Bruno mais completo e o André atravessa melhor fase. Mas, concordo que seria estranho não escalar o duplista de melhor ranking, acho também que a dupla com o Dodig não está acrescentando mais ao Marcelo. Particularmente, gosto mais de jogar na quadra dura do que no saibro, apesar de judiar mais das articulações o ponto se define mais rápido, então não consigo entender essa paixão dos tenistas profissionais simplistas brasileiros com o saibro, já que nas duplas os brasileiros vão bem em todos os pisos. Achei uma decepção total essa varrida para o time belga! Escuto muitos argumentos de quem a América do sul é longe, mas o que dizer do time argentino, que tem o Delpo fora de série, mas como bem disse o texto, o time é muito homogêneo e chegou tão longe sem Delpo e sem dupla confiável, então acredito que o problema esteja aqui no Brasil mesmo.

    Responder
  31. Luiz Fernando

    Para tristeza dos teimosos de hj e de sempre, que deturpam o q se escreve com o objetivo de criar picuinhas, o Norman expôs o q eu posto aqui há tempos, apenas com outros termos: http://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/45151/Wawrinka-quer-melhorar-a-consistencia-diz-tecnico/. Traduzindo para os q teimam em não entender: o genial, estupendo e mágico Wawrinka em muitos momentos é medíocre, fruto da inconsistência do seu jogo… É claro q alguns caras vão dizer q não é isso, talvez saibam mais acerca do cara do q o próprio técnico kkk!!!

    Responder
    1. Marco Dias

      Como já disse uma vez, acho que vc foi infeliz no uso do termo. Ele podia apresentar resultados “medíocres”, mas não quer dizer que era um tenista “medíocre”. Kyrgios até o momento tem resultados medíocres, mas não é um tenista medíocre.

      Talvez vc tenha se expressado mal, fato é que todos entenderam assim.

      E, claro, ainda tem a ironia a todo momento com os adjetivos “mágico, estupendo, genial, etc…”

      Mas, bola pra frente…

      Quanto à declaração do Norman: é o grande “desafio” do Stan. Acabar com as oscilações, para cada vez mais brigar pelos grandes títulos (não só nos Slams).
      E realmente notei que ele correu menos riscos (embora ainda sendo bem agressivo) na final do US Open. Em muitas bolas que antes ele iria para as linhas, ele procurou esperar outra oportunidade ou atacar, mas sem jogar tão perto da linha, talvez esperando matar o ponto na jogada seguinte. Grande técnico o sueco Norman.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Marcos Dias, pleo amor de Deus, naio cai vc nesta esparrela… (rs).

        É tão lamentavel que a única coisa que eu posso comentar sem ter meu texto editado pelo Dalcim é isto:

        O tal Luiz Fernando é TAN-TAN mesmo.

        Então, o Norman iria chamar seu próprio pupilo dele de medíocre?

        Olha o tanto que este rapaz perdeu a noção de tempo e espaço.

        Mediocridade é um termo mais do que pejorativo.

        Se vc chama qualquer um de medíocre, significa que ela é ruim e meia-boca em qualquer área da atuação humana…

        Em qualquer âmbito da vida profissional de uma pessoa, ele quer tudo menos ser um medíocre.

        Mas não adianta explicar isto pra ele…

        A briga dele não é comigo, é com a Língua Portuguesa e senso comum mesmo.

        Responder
          1. Marco Dias

            Pois é, mas não custa tentar… rsrs

            Podemos dizer que o Nadal é medíocre, né? Basta ver seus resultados após RG/14…

            Abs!

  32. Sergio Ribeiro

    Dalcim que me perdoe , mas versatilidade de Cilic ? Jamais venceu um ATP em Duplas, e essa vitoria sobre a fortíssima Dupla Francesa , a meu ver, uma grande Zebra. Aí os Hermanos tem mais chance do que contra os vitoriosos Irmãos Murray. Estes além das inúmeras vitorias fizeram o melhor jogo de Duplas destas Olipiadas. E Murray e’ prata também em Mistas. Marin Cilic nao encaixa com Del Potro. Mas e’ somente uma opiniao. Abs!

    Responder
    1. Alexandre Maciel

      Me permita discordar, Sérgio, mas o Cilic é um jogador de nível Top 10, não tem qualquer interesse em vencer ATP’s em duplas. Os cachorrões do circuito só se empenham e se interessam pelas duplas em tempos de Davis/Jogos Olímpicos, e estão certo, devem sim priorizar sua carreira profissional antes de tudo. Concordo com o Dalcim, Cilic mostrou muito empenho e versatilidade no último confronto. Bom pra nós, que teremos um grande confronto na final.

      Vai com tudo Delpo. Merece esse título após tantos traumas.

      Responder
  33. Luiz Fernando

    Confronto equilibrado sem dúvida, mas a grande questão é se Delpo terá condição física para 2 jogos longos de simples em 3 dias. Aparentemente não tem, o q reduz a chance dos hermanos.

    Responder
    1. Horacio

      A favorita é Croacia como era favorita Gran Bretanha em Glasgow; como Murray era favorito contra Delpo, como a grande revelação Edmund era favorito contra Pella, como Evans, jogando de local, era o favorito contra o Mayer (ranking 128). Como Djokovic era o favorito em Rio 2016, como Nadal era o favorito contra Delpo , como ………

      Responder
  34. Luis

    Dalcim pra vc quem esta mais perto ganhar um Slam ano 2017 Djokovic na Australia,Nadal em Paris,Federer em Wimbledon? E o US open mais aberto Slam parece como foi com Wawrinka

    Responder
  35. Horacio

    Argentina jogou e vai jogar todos os confrontos de visitante.
    Outro grande merito é que seus tenistas, até agora, nem sequer estão entre os top 40.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pois é, cara…

      Serve de alerta pra importância da renovação aqui no Brasil também, principalmente na simples.

      O Bellucci pode ser criticado por uns aqui do blog, que não entendem nada de tênis.

      Porém, veja se vc consegue achar alguém pra substituí-lo do mesmo nível dele. Não há!

      Nem do ponto de vista técnico, muito menos em resultados.

      O Bello tem suas limitações, mas é aquele cara que sempre belisca um título de 250 aqui e acolá, faz jogos duros contra os melhores do mundo, avança algumas fases de Slam, etc.

      E depois dele. Eu pergunto: quem será?

      Responder
  36. Diego

    Dalcim acho que esse ano vai para os Hermanos. Não seria mais vantagem pra Croácia escolher a grama. Pelo que vi hard coberta parecida com carptete não afetará a Argentina. Abraços

    Responder
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